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Do fundo do baú

Eramos uma turma Unida

Éramos uma turma unida, afinal alem de jovens estávamos todos longe demais de casa. No sonho de uma vida melhor, acabamos todos na America, um por um fomos chegando. O mais velho com 23 a mais nova com 19. No apartamento pequeno em Miami tínhamos que nos virar entre a falta de grana e a falta de espaço.
Chamo-me Paulo e na época tinha 22 anos de idade, namorava com Erica uma loirinha carioca de 20 anos de idade. Peitos pequenos, ombros largos e uma bunda maravilhosa. Cabelos loiros e compridos, olhos verdes parecia uma daquelas surfistas do litoral norte de SP. Junto conosco viviam Juliano e sua namorada Denise, Alex, Val, Diego e um cachorro Pastor Alemão chamado Jamaica. Tudo isso em um apartamento de uns 80 m2.
Nossa vida era corrida, ninguém tinha dinheiro para droga nenhuma e tudo era uma luta em um pais estrangeiro, mas como éramos jovens tudo era motivo pra festa e pra uma boa bagunça. Ninguém era fora do tradicional sexualmente falando, muito menos eu. Eramos um grupo de amigos que não tinha escolha senão viver juntos.
Eu trabalhava em uma lanchonete em um clube perto te casa, meus fins de semana eram sempre de muito trabalho. A maioria do pessoal trabalhava de dia de semana e sempre tinha balada nos finais de semana fosse em casa fosse na casa de amigos. Minha namorada folgava nos finais de semana e ficava com o pessoal. Quis o destino que Denise viesse trabalhar comigo na lanchonete do clube, sendo assim começamos a passar muito tempo juntos pois nosso horário era igual.
Nem sempre a lanchonete ficava cheia então sempre tínhamos tempo de papear da vida. A Denise era namorada de meu melhor amigo, mas sua sensualidade transbordava pra fora do copo. Era o tipo de garota que alem de linda era sexy demais e muito saidinha. Castanha não muito alta com cabelos lisos Denise era dona de uma bunda que não deixava margens para discussão. Suas coxas então eram uma conversa a parte, seios médios completavam o quadro.
Ela chamava atenção por onde passava. Não que Erica fosse feia, longe disso, mas do lado de Denise não tinha comparação. A conversa entre eu e Denise foi evoluindo lentamente pois não existia cabimento uma proximidade sexual entre a gente.
Minha transa com Erica era bem boa. Tirei sua virgindade e foi comigo que ela descobriu o sexo. Erica era tradicional, mas bem disposta. Se atrapalhava as vezes no sexo oral mas fazia de tudo para aprender a fazer as coisas bem feitas na cama. Certa vez acordei de madrugada e a casa estava silenciosa, fui ate a cozinha para beber água e no escuro ouvi Denise gemendo transando com Juliano, não resisti e cheguei ate a porta. Quando comecei a ouvir os gemidos de Denise fiquei louco. Ela falava muita sacanagem na transa e verbalizava tudo o que sentia, meu pau ficou duro na mesma hora. Nunca mais consegui ver Denise da mesma forma que antes. Agora a enxergava como mulher e não como namorada do meu amigo.
No dia seguinte no trabalho a tarde as coisas ficaram paradas e resolvi avançar na conversa com ela.
- A noite pegou fogo ontem hein?
- Não brinca! Voce ouviu?
-Claro! Como não ouvir, seu quarto e do lado da cozinha! Adorei ter ouvido.
Denise não ficou encabulada, nem se fez de rogada, ao contrario, quis saber exatamente que parte eu tinha ouvido. Entrei em detalhes contando pra ela o que tinha ouvido.
-Ficou de pau duro?
-Fiquei molhadinha agora em ouvir isso.
Com essa declaração os dois resolveram se ocupar. Estávamos no trabalho os dois excitados e de repente nos demos conta do que estávamos fazendo. Do nada tudo avançou muito rápido e nos dois víamos a coisa como muito imoral apesar do tesão assumido. Tudo ficou muito estranho entre a gente mas não podíamos evitar o convívio. Durante a semana folgávamos no mesmo dia e muitas vezes passávamos os dias sozinhos no apartamento. Ela dentro do quarto, eu no meu quarto... o tesao crescendo entre a gente. Denise era safada e levava a brincadeira adiante, usava shorts provocantes, blusas sem sutiã se insinuando constantemente. Pensei comigo que dois podiam brincar da mesma coisa então passei a usar um short bem justo. Ambos criávamos razoes para ir na sala provocar um ao outro, numa dessas oportunidades Denise me pediu ajuda com a pia da cozinha sobre um vazamento. Se adiantou abaixo da pia ficando de 4. Seu short era bem folgadinho e curto, deu pra ver claramente que ela não usava calcinha, meu pau ficou duro na mesma hora. Ela safada se dava conta mas não dava abertura. Eu voltei no quarto e coloquei meu short dessa vez sem cuecas e voltei pra sala. Dessa vez quem ficou consternada foi ela que não tirava os olhos. Dava pra ver claramente o volume e o formato do meu pau, mas apesar do clima os dois ficavam quietos aumentando ainda mais o nível de tesao. Esse jogo seguiu por varias semanas e o tesao cada vez maior.
No apartamento cada um foi encontrando seu destino e mudando ate que em um ponto morávamos somente os dois casais daí as coisas começaram a esquentar. Hoje em dia acho que esse lance de trocar de casal e meio comum entre os jovens, mas naquela época, 1990 isso era um baita absurdo. Como disse, nenhum de nos saia do convencional, éramos curiosos tesudos, cheios de energia mas de certa forma tradicionais. Juliano era ciumento e apaixonadíssimo por Denise. Eu gostava de Erica mas era um namoro passageiro. Nem se passava pela cabeça de meu amigo a situação que vivia com Denise, mas de certa forma por causa dos horários Juliano acabou passando bastante tempo com Erica e eu com Denise. Era quase uma troca de casais forcada pelo destino mas as escondidas, na obscuridade de nosso preconceito.
Não sei ao certo por quanto tempo isso perdurou, sei que combinamos de acampar em Naples e saímos os dois casais pra viajar juntos pela primeira vez. Juliano arrumou uma barraca emprestada e eu comprei uma novinha. La fomos nos, os 4 acampar. Passamos o dia na praia, as meninas de biquínis minúsculos e nos dois um olhando para a namorada do outro secretamente. No fim da tarde fomos montar as barracas, a minha por ser nova foi facílima de montar, já a de Juliano simplesmente não tinha os ferros de estrutura e não podia ser montada. Sendo assim acabamos os 4 na minha barraca que comportava três pessoas somente.
Bebemos.... bebemos muito e la pelas tantas fomos todos para a barraca dormir. Não tinha como não se encostar nos outros, simplesmente não existia espaço, entre a coberta não se identificava perna de quem e a coisa ficou engraçada. Todos bêbados a coisa foi esquentando, denise do meu lado, toda encostada em mim ficamos tentando dormir assim. Em alguns minutos senti uma mao no meu pau e pensei ser de Erica mas era Denise que tremula tentava silenciosamente me masturbar. No mais absoluto silencio era impossível, dava pra ouvir todos respirando, eu não sabia se era o único a estar tão apreensivo mas sabia que Denise também estava, mas e os outros dois la dentro? Sera que estavam com tesao? Será que estavam com sono? Denise não soltava meu pau e sugeriu que ligássemos o som. Fui ate o carro e pequei o som ligando uma musiquina besta qualquer. Voltamos a configuração onde Erica ficava a minha esquerda, Denise a direita e Juliano ao lado de Denise. Ela se virou de lado ficando de frente pra mim e de novo veio por a mao em meu pau, o som agora ajudava um pouco as coisas e ela me disse ao ouvido que estava rebolando no pau duro de Juliano. Erica ou fingia dormir ou dormia, meu pau nas mãos de Denise e Juliano comendo ela, não dava pra ter duvidas, eu sentia Denise no movimento de vai e vem. Ela me masturbava dentro de meu shorts e na medida do possível não gemia. Gozei nas mãos dela com meu pau pulsando loucamente. Denise levou a mao ate a boca e disse ao meu ouvido que meu gosto era delicioso.
Na manha seguinte parecia que nada tinha acontecido. Não era possível em minha visão que Juliano achava que eu dormi enquanto eles transavam! Erica como bebia muito realmente apagou e eu colei nessa historia dizendo que tinha apagado também. Passei o dia evitando olhar nos olhos de Denise pra não denunciar nada. Voltamos no fim do dia mas agora as coisas eram diferentes. Nosso dia de trabalho ficamos evitando o assunto, Denise chegou a alegar que bêbada não se lembrava de nada na barraca o que dava um álibi perfeito pra ela.
Mesmo sendo duro de engolir, preferi fingir acreditar, mas as conversas entre nos dois esquentaram um bocado. Denise me confessou que Juliano apesar de bom de cama era digamos mau dotado. Como Juliano era o único referencial dela ela queria saber se isso era um fato ou uma impressão dela. A cretina tinha me masturbado e agora se fazia de tonta, isso me dava uma raiva e um tesao descomunal. Ela sabia muito bem sabido minhas dimensões. Com sua mao não podia envolver totalmente meu pau pela base e mesmo que segurasse com as duas mãos ainda sobraria um bom pedaço pra fora. Se fazendo de tonta e? Fui logo dizendo que não entendia de pau, que não sabia o tamanho de pau dos outros caras e que isso não era meu departamento. Ela:
- e o seu? Não e grande?
-quer ver pra saber?
-Quero! Quero muito ver!
- Denise, aonde isso vai parar?
Ela me olhou seria e disse que não sabia mas que o tesao era mais forte.
- O que te parece se fizermos um pacto?
- Que tipo de pacto?
- Não importa o que aconteça, nos nunca vamos nos tocar. Podemos falar, olhar, mas nunca nos tocar. O que te parece?
- Me parece loucura e irreal, tipo de coisa que adoro! Eu topo.
Denise era meio doida e cortou a própria mao, depois cortou minha mao e misturou o sangue juntos dizendo que isso era um pacto de sangue, inquebrável, não importava a situação. Agora que tínhamos um pacto parecia que tudo era moralmente aceito, lembrando que éramos muito jovens, portanto estúpidos e inocentes, nos sentimos livres para falar, mostrar e fazer tudo o que quiséssemos sem e claro nos tocar.

Sobre este texto

acrobat

Autor:

Publicação:31 de dezembro de 2013 14:15

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Fetiches

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