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Combinou encontrá-la no restaurante Folia da Boca. Chegou cedo, meia hora antes. Pediu uma cerveja e dois copos. Acendeu um cigarro. O sol ameno derramava-se sobre o guarda-sol que o encobria. O mar estava esplêndido lá embaixo; ele do terraço apreciava a paisagem, enquanto aguardava a tal Valéria. O celular tocou, ele atendeu. Era Sandra, ansiosa.
- Não, ela ainda não chegou, meu amor. Tenha calma! Depois que eu conversar com ela, ligo para você. - despediu-se.
Servia-se do segundo copo de cerveja, quando Valéria apareceu no terraço. Bonita, de short, pernas morenas, bolsa de palha, blusa branca de linho, óculos de sol e chapéu panamá. Ele a acenou e ela se aproximou.
- Cristiano? - ele confirmou e a convidou a se sentar.
Bem próxima, Cristiano pôde apreciar melhor a beleza de Valéria, que, por causa do linho da blusa, deixava transparecer os bicos dos seios.
- Você é muito bonita. Pedi uma cerveja, mas se você quiser outra coisa. - disse-lhe educadamente
- Água, por favor. - disse ela abrindo a bolsa e pegando um pequeno espelho de maquiagem para se retocar.
O sol da manhã caía manso. O barulho do mar era música aos ouvidos. Em seguida, Valéria puxou um cigarro e ele acendeu o isqueiro. Ao soltar a fumaça, ela foi direto ao assunto.
- Muito bem, Cristiano. O que você quer de mim?
- Quero um programa com você e minha mulher.
- São três mil por uma noite.
- Dinheiro não é problema. Pode ser hoje?
- Pode ser.
Ao se aproximar da mesa com a água, Cristiano pegou uma caneta emprestada com o garçom e, em um guardanapo, escreveu seu endereço e o entregou à Valéria.
- A que horas? - perguntou ela, guardando o endereço dobrado dentro da bolsa.
- Às oito da noite. Pode ser?
- Pode ser.
Ela se levantou e ele também. Ela, então, deu-lhe um selinho na boca com os dedos e se retirou. Quando já estava na porta de saída do terraço, virou-se para ele e lhe disse:
- Vou levar uns brinquedinhos.
E ela saiu do terraço. Ele, então, se aproximou da mureta e ficou olhando o mar explodindo nos rochedos. O vento soprava seu rosto sem parar. Era um vento frio. Um vento de inverno. Sentiu um arrepio de medo e excitação. Pegou no bolso, então, o celular e telefonou para Sandra.
- Tudo acertado. Será hoje. No horário que combinamos. O quê? Ah, eu também estou nervoso. Mas, deixa estar, toda primeira vez é assim mesmo. Daqui a uma hora estou chegando. Beijos.
Uma hora depois, conforme tinha dito, Cristiano chegou a sua casa. Sandra o esperava na sala. Ele entrou e os dois ficaram se olhando sem nada dizer. Ela sorriu. Ele sorriu. Os dois se abraçaram e se beijaram longamente.
- Que loucura estamos fazendo? - disse ela nos braços dele.
- Tudo que foge à normalidade parece loucura. Você não vai se arrepender..
- E se nos machucarmos? E se eu sentir ciúmes dela? - disse-lhe Sandra, passando os braços sobre os ombros dele. - Tenho medo de sentir ciúmes.
Ele a beijou novamente e os dois se deitaram no chão da sala. Ele passou, então, a acariciar-lhe o corpo, enquanto ela cerrava os olhos e deixava escapar um hálito quente da boca. Ele passou a desabotoar a blusa dela e, em seguida, o sutiã, depois abaixou a saia, deixando-a só de calcinha. Cristiano arrancou a camisa de malha e os sapatos. Os dois se abraçaram e, ao mesmo tempo, disseram que se amavam.
Neste momento, em que tudo parecia confuso e estranho, o vento, ao contrário, calmamente, entrou soprando as cortinas da janela, deixando a luz do sol e o ar limpo da tarde entrarem. Era um lindo dia. O casal se deliciava no chão da sala, excitados com o próprio ato transgressor. Se há ou não amor entre eles dois, não cabe, aqui, julgar, o certo é que como pessoas desenham com os corpos a estrada deles.









Sobre este texto

Amoru

Autor:

Publicação:20 de agosto de 2014 02:52

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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