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Duas horas no hotel

Duas horas no hotel
No dia em que perderia a “virgindade” de viajar de avião, a ansiedade foi substituída pela raiva. Raiva por ter seu primeiro vôo cancelado. Era uma noite fria e chuvosa de sexta-feira e já estava há horas no aeroporto. Quatro horas se passaram até providenciarem um hotel para os passageiros aguardarem o primeiro vôo da manhã. Hotéis e mais hotéis no caminho percorrido na grande capital e o destino foi a mais de trinta quilômetros, numa cidade da região metropolitana. Ao menos o hotel era bom. Chegaram por volta da uma meia da madrugada e foram informados de que às quatro e meia seriam apanhados para voltarem ao aeroporto. O cansaço era imenso, a raiva era tamanha, pois além do cancelamento do vôo, tinha sido assaltada no caminho até o aeroporto. Mais uma hora perdida até a realização do check-in e um café servido como lanche. Já no quarto, não sabia se a melhor opção era dormir, pois restavam apenas duas horas para o descanso. Tomou um banho e deitou na cama. Já conseguia ouvir roncos vindos dos quartos vizinhos, possivelmente de pessoas tão cansadas que nem mesmo se banharam antes de deitar. Ligou na recepção e pediu para que a acordassem às quatro horas. Ligou a TV para ver se alguma coisa prenderia sua atenção a ponto de não cair no sono. Vasculhou canais e mais canais e encontrou os de programação erótica, aqueles canais pagos de TV a cabo que geralmente não estão inclusos no pacote econômico e sempre foram desejados no lugar do Cine Prive. Não estava com o espírito da coisa, mas ficou indo prá lá e prá cá na programação erótica que por ter tanta opção não sabia no qual se concentrar. Encontrou um canal com filmes mais interessantes, com a pitada ideal de erotismo e sexo explicito. Filmes de sexo explícito geralmente são broxantes pela incapacidade de fingir o realismo. Já os eróticos falham por fingirem demais. Este filme que começou a ver não tinham câmeras penetrando vaginas e ânus no lugar dos pênis e nem mulheres se esfregando nas coxas umas das outras para fingir um “colando o velcro”. Os gemidos das atrizes também eram mais convincentes, nada de falsos “fuck me” e rompantes escandalosos que mais assustam do que expressam o momento. Filme pornô não precisa de uma boa história para ser bom, mas da sincronia perfeita entre o explicito e o erótico, só que neste caso, até o enredo era um tanto interessante, o que deixava o filme ainda melhor. Ficou por ali mesmo, acompanhando o filme que a fez aos poucos, ir esquecendo a raiva e afastando o sono. O clima começou a esquentar, começou a se roçar no edredom, o tesão aumentou mas se deu conta de que se era possível ouvir os roncos dos quartos alheiros, seria possível que ouvissem aquela gemeção emanando da sua TV. Teve que baixar tanto a ponto de quase ficar sem som, pois na madrugada os sons externos dão um tempo enquanto o sons internos se ampliam. O filme estava ficando cada vez melhor, o tempo estava passando e ela não ia desistir de relaxar. Voltou ao edredom e complementou com os dedos. Fazer formatos de pênis com o edredom era um dos seus segredos, mas neste caso não era viável não sendo seu o edredom, então a masturbação foi concluída com a mão. Relaxou, mas aí o sono bateu de vez e o pior é que só restavam uns quarenta minutos até a hora de fazer o check-out. Correu para outro banho, arrumou-se e desceu. Tinha a sensação de que todos sabiam o que havia feito no quarto, como se todos tivessem ouvido os então murmúrios sexuais da sua TV, para não falar dos gritos e gemidos antes dela baixar o som. Mas era apenas impressão, talvez a consciência pesada por ter feito isso no hotel, coisa que nunca houvera feito. Foi para o aeroporto refletindo no quão bom era aquele filme. Numa noite nada propícia, encontrou o filme perfeito. Seria um filme produzido ou dirigido por uma mulher? Pudera, pois mulheres tem melhor percepção e são mais exigentes para filmes pornográficos.

Sobre este texto

Anie Girl

Autor:

Publicação:17 de janeiro de 2013 19:08

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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