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O quê os olhos demonstram é o quê o coração sente - Parte 3

Aviso: Todos os nomes são fictícios, fora o meu e a história é verdadeira...

Vou me apresentar novamente pra quem não me conhece:
Meu nome é Felipe, tenho 20 anos, 1,95 de altura, 93kg, cabelos castanhos escuros, olhos também castanhos, pelos em todo o corpo, porém depilo os pubianos, 18,5cm de pênis e uma bunda bem grandinha e lisa (também depilo). Vamos a continuação da história...

-Como vai perder algo que nunca foi seu? - Falei com cara de que não estava achando graça, ele sorriu sem graça e me despedi, irritado.
Cheguei em casa e pensei em tudo que havia feito, será que ele entendeu o recado (por mais que eu tenha raiva, eu falo coisas com sentido e razão, ou não kkkk) mas não chamei na rede social em que usávamos para conversar, disse para mim mesmo que ele estava errado e que não devia chamá-lo e sim ele que teria que me chamar, dito e feito:
-Oi?
-O quê você quer?
-Desculpa, tá? Eu fui meio incoveniente...
-Meio?
-Tudo bem, eu fui bem incoveniente, me desculpa tá? Eu não queria piorar mais ainda seu dia, eu vi que você não tava tendo um dos melhores dias de sua vida e ainda fiz merda, me desculpa?
-Tudo bem, só não faça mais isso, que estará ajudando bastante.
-Ok, posso ir na sua casa? Precisamos conversar...
-Não tenho privacidade aqui, não posso fechar as portas e muito menos ficar a sós com alguém no quarto, minha mãe não me entende...
-Compreendo, então vem pra cá.
-Estamos limpando a casa, se minha mãe me liberar depois que acabar aqui eu vou, ok?
-Ok!
Terminei de limpar o mais rápido possível e por sorte ela deixou eu ir, entramos em seu quarto e já começaram as carícias e mãos "bobas", mas interrompi o momento e disse:
-O quê você tinha pra falar comigo?
-Era só uma desculpa pra podermos ficar a sós...
Pensei comigo mesmo: Mas ele não precisaria inventar uma desculpa pra mim e sim pra minha mãe. Fui surpreendido com sua mão em meu volume, enfiou a mão dentro de minha calça e pegou em meu pau, tirou minha camisa, tirei a dele e começou duelo pra ver quem lambia mais um ao outro, só que sem disputar, apenas por diversão, prazer e amor, tiramos nossas calças e minha cueca branca já estava babada, a dele, azul clara, já era possível ver um manchado na frente, de líquido pré-gozo, fui lambendo de seu pescoço ao seu umbigo até chegar em sua cueca, beijei, mordi, apertei, lambi, depois tirei sua cueca bem devagar e deixei saltar seus 17cm grosso para fora com uma cabeça rosa, lisinha e muito gostosa de se lamber, passei um bom tempo lubrificando aquele mastro tão desejado, ele gemia, suspirava, estava se contorcendo e percebi que ele estava perto de gozar, então parei. Depois de um tempo, ele me levantou, e fiquei de quatro em sua cama, ele meio sem jeito tentou fazer um cunete com minhas instruções que foram tornando ele um mestre nessa arte, após vários minutos de prazer, eu gemia baixo e rebolava em seu rosto, enquanto suas mãos davam tapas em minha bunda, eu estava delirando, estava flutuando aos céus com seus toques, não conseguia me controlar muito, por sorte sua mãe estava ouvindo música alta e não nos ouviu, depois de alguns minutos ele começou a enfiar um dedo com muito cuidado, fui dando instruções pra ele de como fazer (era, realmente, a primeira vez dele) depois dois, três, e eu gemendo e delirando. Passados algum tempo de movimentos rotatórios com seu dedo, ele começou a roçar a cabeça de seu pau, duro como pedra, babando, lubrificando ainda mais meu cu, depois de subidas e descidas ele foi enfiando com calma e bem devagar, mas eu ordenei:
-Me arregaça, gostoso!!!
Então começaram as estocadas fortes e rápidas, me fazendo sentir dor e muito prazer, eu implorava por sua rola e gemia muito, enquanto ele metia com força, segurando em meus quadris, sentia ele ir cada vez mais fundo, e isso estava me fazendo ter ataques de tesão por dentro, estava explodindo de prazer com sua tora atolada em meu rabo, passamos uns 10 minutos nessa posição, ele me jogou na cama me fazendo ficar de frango assado, ele estava completamente selvagem de tesão, me apertando, falando sacanagens em meu ouvido e metendo vorazmente, se esticou me deu um beijo, entre os gemidos dos dois, depois passei a alizar seu corpo com minhas mãos, apertando, sentindo cada pedaço, delícia total, perdido nas mãos daquele macho tão desejado, anunciou que ia gozar, pedi para que gozasse em minha boca, engoli tudo, nos beijamos, deixei ele sentir o gosto da própria gala, tomei banho, vesti minhas roupas e passamos mais umas horas conversando, com carícias, eu me senti a pessoa mais amada e protegida naquele momento. Noite chegou, tive que ir, cheguei em casa me sentindo leve, estava flutuando em outro planeta, minha mãe falava comigo, eu não ouvia ela, mesmo estando do meu lado, estava totalmente drogado de amor. Fui dormir pensando em Diego, sonhei com Diego. acordei pensando em Diego, passei o resto da semana pensando em Diego, quando recebo uma mensagem sua: Vem estudar aqui? (Faltava apenas dois dias pra prova que faríamos para entrar numa instituição para cursar o ensino médio, mesmo sendo diferente a instituição dele da minha, a prova seria igual).
-Não posso, tenho que estudar (Eu sabia de suas intenções).
-Eu também, vem, não vou fazer nada que você não queira...
Lá estava eu, alguns minutos depois, batendo em sua porta, entrei e começamos a conversar, estávamos falando de nossos futuros, que teríamos que ser fortes pra aguentar o quê a vida reservaria pra gente, que iríamos estudar em instituições diferentes e pouco nos veríamos, ou seja, estávamos praticamente nos despedindo, quando sua mãe bate a porta, ele abre:
-Filho, eu ouvi um pedaço da sua conversa atrás da porta, sem querer, é isso mesmo?
-Isso o quê? Do quê você tá falando?-Ele ficou tenso.
-Você ama o Felipe?-Ela não me chamou de Fê, fiquei assustado, ela estava muito séria, então decidi ficar quieto.
-Bom... Eu... Eu... Sim, Eu Amo.
-Nossa, estou espantada, sempre via você com suas namoradinhas, achei que fosse hétero...-Ele a interrompe:
-E sou, só que o Fê me faz me sentir feliz, ele me compreende, eu compreendo ele, às vezes eu sinto que sem ele, eu não teria vida, não existira...-Eu fiquei tão vermelho, que a Gi Tomate (menina da nossa antiga escola, famosa por ficar vermelha ao rir) ficaria branca, mesmo rindo, perto de mim.
-Tudo bem filho, só cuidado com as pessoas e com os carinhos no meio da rua, você sabe que tem muitos preconceituosos por aí.
-Tudo bem mãe.-Demos um abraço triplo, eu estava muito feliz.
Diego foi comigo até minha casa, no dia 30/12/2009 e pediu a minha mão em namoro pra minha mãe, que se espantou, mas já sabia de minha sexualidade, ela tomou um choque e disse que iria pensar e conversar comigo, ele foi embora e fui conversar com a minha mãe se era isso mesmo que eu queria, se conhecia ele bem, se gostava realmente dele, depois de vários "sim, claro, com certeza" estava decidido, eu disse a ele que não tinha necessidade em pedir minha mão em namoro pra minha mãe, apenas em casamento, ele entendeu o recado e disse: Quero que tudo seja perfeito (Eu me senti a pessoa mais querida e amada do universo).
Dia seguinte, Diego já estava lá chamando em minha porta logo de manhã, entrou tomou café com a gente, disse que não havia comido nada, que tinha acordado, se arrumado e saído pra vir pra minha casa, depois de uma longa conversa entre nós três ele disse:
-Então Fê, Aceita namorar comigo?
-Ano que vem eu te respondo (faltava dois dias para entrarmos no ano de 2010)
-Haha, tudo bem, vou esperar aqui, com vocês, posso Tia?
-Pode, só não pode me chamar de tia, prefiro Emily ou "você".
-Tudo bem, Ti... Emily. -Fez uma cara sem graça envergonhado.
Passamos a tarde toda deitados na minha cama, com carinhos, carícias, mãos "bobas", entre outras coisas.
Às 2:30 da manhã do dia 31/12/2009, ainda estávamos acordados e começamos a assistir um filme brasileiro: A Noite da Virada, ríamos igual retardados bêbados.
dormimos de conchinha, acordei com a cabeça dele em meu peito e começei a fazer cafuné, passado uns minutos, ele acordou, olhou nos meus olhos e me deu um beijo, os dois com tesão de mijo, toquei uma punheta bem gostosa pra ele debaixo da coberta e ele retribuiu, fomos ao banheiro, tomamos banho juntos, nos arrumamos juntos, tomei um dos melhores cafés da manhã da minha vida junto com ele, resumindo: Passamos o dia juntos, fomos para a sacada do quarto de minha mãe perto da virada, 23:59:
-Então, você aceita?
-Aceita o quê? -Me fiz de desentido.
-Você aceita namorar comigo?
-Ainda falta um minuto, jájá te respondo. -Falei zombando da cara dele que já estava impaciente. 00:00, 01/01/2010:
-Eu aceito!

Fim da Parte 3, Continua...

Perdon meus erros de português, comentem o quê acharam, críticas são bem vindas para me ajudarem a melhorar, obrigado! :D

Sobre este texto

AnjinhoInocente

Autor:

Publicação:7 de janeiro de 2017 20:33

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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