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Do fundo do baú

Raptando Victor [Por Fernanda]

“Entrei no estacionamento combinado. Ele já me esperava, sentado num canteiro próximo ao muro.
Parei próximo a ele. Entrou no carro e sorriu para mim. Sorri de volta e iniciei a manobra para sair.
Do momento que Victor entrou no carro até sairmos do estacionamento, permanecemos calados. Ele mexia no celular. E que ódio eu tinha daqueles garotos usando o celular em sala de aula! Paramos no semáforo, liguei o som. Ele sorriu, mostrando que tinha gostado da música. Sorri de volta, concordando.
“Onde estamos indo? Posso saber?”
“Não. Não pode”. – Respondi, fazendo um biquinho despretensioso. Senti que ele corou ainda mais. Aquilo devia estar o deixando louco. Reparei que ele mexia no celular sem saber o que estava fazendo.
Sinal verde, arranquei. Saímos do centro da cidade, passamos por um bairro, seguimos por outro e ainda mais a frente. Entramos na rodovia. Segui por mais alguns quilômetros. Ele permanecia calado, olhando vez ou outra de relance para mim, ora para o celular. Sinalizei e joguei o carro para a pista da direita, entrando no acostamento. Segui fazendo uma conversão à direita, entrando numa estradinha de terra. Só pude olhar de relance, para não tirar os olhos da direção, mas percebi que ele estava assustadíssimo. Surpreso, talvez, não pude definir com certeza o que aquele rostinho adolescente estava sentindo, louco por descobrir qual seria o roteiro da sua tarde.
Eu havia pedido emprestada a casa de campo de uma amiga. Disse que teria um motivo nobre para passar aquela tarde ali. Cumprimentei o caseiro, que imediatamente fechou o portão ao passarmos por ele. Estacionei na frente da porta de entrada.
“Chegamos.” – Disse sorrindo e saindo do carro.
Enquanto contornei o veículo para chegar ao outro lado, pude reparar que ele respirava ofegante. Devia estar sentindo tudo ao mesmo tempo: medo, ansiedade, tesão... Seus olhos, vidrados em mim, acompanhavam meus movimentos. Resolveu então sair do carro.
Entramos pela sala de estar. Caminhei mais um pouco e fui até a cozinha, estava com muita sede. Ele vinha me seguindo, com passos vagarosos, como um gato cheio de desconfianças. Observava o lugar. Espero que não esteja analisando as possíveis rotas de fuga. Esse pensamento me fez sorrir.
“Que foi?” – Ele não resistiu em perguntar, quebrando o gelo da nossa falta de assunto. “Tá com medo?” – Perguntei, abrindo a geladeira e pegando uma garrafa d’água.
“E com sede também.” – Ele respondeu se aproximando, parando do outro lado do balcão que separava os dois ambientes. Ele tem um sorriso tão lindo. Passei um copo de água pra ele.
“Não precisa ter medo não. Isso também é novidade pra mim.” – respondi olhando em seus olhos. Começamos a tomar água. Sempre nos encarando. Eu sabia que ia ter que tomar a iniciativa toda. E estava nervosa, ansiosa, com medo. Mas não podia demonstrar isso a ele. Vi que precisava ser convincente. Assim que dei o último gole, deixei o copo sobre o balcão. Não demorou e ele fez o mesmo. Lentamente fui me aproximando. Toquei seu ombro esquerdo e fui subindo em direção à sua nuca. Apertei seus cabelos entre meus dedos e fui aproximando do seu rosto. Nos beijamos.
Ele correspondeu o beijo, me abraçando. Deixou uma das mãos ‘escorregar’ e começou a acariciar a minha bunda. A outra mão fez o mesmo. Pressionou-me contra seu corpo. Também o abracei com mais força, cravando as unhas nas suas costas. O beijo continuou.
“Vem...” – Sussurrei com os lábios colados aos dele. Me afastei, pegando em sua mão e o conduzindo ao quarto. Abro a porta tomando o cuidado de continuar olhando para Victor. Estava ansiosa para ver qual seria a reação dele ao ver o que havia naquele quarto... “
Mas... Como assim?” Victor estava incrédulo que aquele quarto estava vazio. Havia apenas uma poltrona, colocada de costas para a entrada do quarto e de frente a uma parede com um espelho enorme.
“É isso mesmo. Hoje o cenário será criado por mim e você...” – Fechei a porta. Vai que o caseiro resolvesse dar uma passeada pela casa! Peguei novamente na mão de Victor e fui o conduzindo até perto da poltrona, de forma que ele encostasse na mesma. Certa disso, voltamos ao beijo.
Que beijo... Selvagem na medida certa. Língua, saliva, mordiscadas... tudo numa sincronia perfeita, como que se ensaiássemos ou disséssemos o que o outro esperava. Nem de longe lembrava aquele garoto que estava começando tudo comigo há algumas semanas... Tanto eu quanto ele percorríamos com as mãos o corpo do outro. Invadindo, descobrindo. Tirei a sua camiseta. Ele aproveitou essa interrupção para tirar o tênis e começou a tirar a calça.
Assim que ficou nu, fui empurrando seu corpo de lado, de forma a obrigá-lo a sentar-se. Sempre nos encarando. Ambos sorrimos de forma safada. Ele sentou-se de pernas abertas e fiquei de pé, de frente a ele. Fui tirando a camisa, o sutiã. Bem devagar e mirando-o nos olhos. Ele só correspondia vez ou outra, já que desviava o olhar quase sempre, procurando medir cada curva, cada parte do meu corpo. Um olhar de desejo, másculo. Mas ao mesmo tempo, aquele rosto cheio de espinhas e o sorriso infantil... Essa mistura estava me enlouquecendo! Fiquei muito excitada com toda aquela situação.
Victor continuava a ‘olhar-não-olhando’ enquanto eu terminava de me despir. Fiquei de costas para tirar a calça e a calcinha. Eu sabia que ele era fissurado na minha bunda, não quis perder a chance de deixá-lo com ainda mais desejo. E enquanto eu tirava cada uma das peças, bem devagar, pude notar que ele segurava seu membro, masturbando-se. A outra mão apertava com força os cabelos, num misto de excitação e tentativa de se controlar para não avançar sobre mim. Seus olhos permaneciam, agora, fixos apenas no meu corpo. Que loucura isso tudo... Sentia como estava ficando úmida só de presenciar aquelas reações dele.
Decido então me virar de frente. Ajoelho-me. Victor agora olha em meus olhos. Fui me aproximando lentamente de seu membro, enquanto deixo minhas mãos repousarem em suas coxas. E, de uma só vez, abocanho aquele pênis enorme. Fecho os olhos e me delicio. Pressinto que ele joga o corpo para trás enquanto solta um gemido longo. Vou e volto com ele em minha boca. Uma, duas, três vezes. Não quero mais parar. Cada vez o introduzo mais fundo, a ponto de quase engasgar. A respiração dele está acelerada. Preciso parar antes que tudo termine por aqui...
Levanto-me. Ele está me encarando, não consegue esconder um sorrisinho cheio de segundas intenções. Fico de costas para ele. Vou reclinando meu corpo, até ficar numa posição que permita ser penetrada. Victor afunda mais o corpo na poltrona, abrindo mais as pernas e fazendo com que a penetração seja perfeita. Ele me segura pela cintura enquanto vou cavalgando, sentindo minhas nádegas pressionarem sua virilha, cada vez com mais força. Apoio minhas mãos em meus joelhos e começo alternar movimentos de subida e descida com lentas reboladas.
Enlouquecida de tesão, custo a perceber a altura dos meus gemidos e gritos de prazer. Victor também solta uns gemidos e alguns palavrões. Em inglês! E isso me excita ainda mais. Percebo que a empolgação dele também está no fato do espelho estar refletindo aquilo tudo. Ele pode se deliciar por outro ângulo. Ele passa a me apertar com ainda mais força. Não vai mais se segurar. Sinto-me sendo preenchida por ele. Mas ele não para de me empurrar contra seu corpo:
“Rebola mais, Fernanda... Não para.” – Ele me pede, com a voz fraquejando. E assim fiz. Até que foi se dando por satisfeito, usando de menos força contra meu corpo. Suas mãos saem da minha cintura e vão subindo pelas minhas costas. Victor me puxa para trás, deitando-me sobre o seu corpo. Viro o rosto de lado e nos beijamos.
“Desculpe não conseguir me controlar... Você usou de um golpe fatal agindo dessa maneira. Me excitou demais.” – Me deu mais um beijo e continuou – “Aliás, você é demais...” E ainda com ele dentro de mim, elevei meu braço para trás, até tocar seu rosto e falei baixinho:
“E quem disse que a tarde terminou?”

Sobre este texto

Arthur Carvalho

Autor:

Publicação:5 de setembro de 2014 22:19

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Concurso Literário

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Comentários

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  • Iris de Leao
    Postado porIris de Leaoem7 de setembro de 2015 21:24

    Sensacional. Muito bem escrito e extremamente excitante. Foi uma excelente descoberta para essa noite.

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