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SEXO ANAL, PRIMEIRA VEZ [Por Fernanda]

Manhã de terça-feira.
Dia de ficar em casa e colocar os planos de aula e materiais em geral em dia. Detesto ter que perder meu final de semana para isso e, assim, decidi que tiraria uma manhã durante a semana para tal.
Pois bem, lá estava eu, sentada no tapete da sala, ainda vestida com uma das minhas camisetas de banda de rock que uso para dormir, de calcinha e entre um monte de livros, apostilas e o tablet. Estava pesquisando quando chega mensagem no celular:
“Meus pais viajaram. Vem pra cá.”
Victor. A tentação dos meus pensamentos. Quase uma semana sem nos encontrarmos, estou louca de saudades:
“Tem certeza que é seguro?” – Verifiquei.
“É sim, acabaram de sair. Dispensaram até a empregada. Vem logo acabar com essa saudade!”
Que se dane o planejamento. Termino isso à tarde.
“Chego em meia hora, :) ! ” – Respondi.
Corri no meu closet, fui direto a minha gaveta de “brinquedos e roupinhas”. Havia comprado algumas peças ‘interessantes’ para usar para ele.
Vesti a lingerie escolhida. Sobre ela, vesti o meu casaco inglês. Aquele que sei que Victor adora, pois me deixa parecida com as londrinas. Para completar o look, botas até os joelhos e meia-arrastão. Maquiagem rápida. Algumas gotinhas de perfume. Uma última olhada no espelho antes de sair e me senti a verdadeira puta indo ter com seu cliente. Pensava isso soltando os cabelos, que estavam presos num coque.
Ao ataque.
Saio do meu apartamento, chamo o elevador.
Entro e ele para um andar abaixo do meu. Entra um garoto. Deve ser ainda mais jovem que Victor. Já nos conhecemos de vista. Ele percebe que a minha roupa está um pouco “demais” para alguém que está saindo às sete e meia da manhã de casa. Ele olha e tenta disfarçar o interesse em olhar de novo. Está de uniforme, resolvo quebrar o clima:
“Perdeu a hora e está indo para o segundo horário?”
“Hã? ...A-ham!” – ele responde gaguejante, meio incrédulo de que me dirigi a ele.
Ele me repara mais. Como dei liberdade puxando papo, ele se sente no direito de medir cada pedaço meu. Para o olhar nas minhas pernas, onde parte da meia calça acaba chamando a atenção.
Percebendo isso, puxo o casaco e acabo com a diversão dele.
O elevador chega ao térreo.
“Boa aula. Bom dia”
Sai rápido, sem chances de ouvir o que ele respondeu. – Se é que respondeu. Acho que ainda estava de boca aberta, babando!
Nunca liguei para garotos mais novos. Nunca mesmo. Mas depois que me deixei envolver com Victor, percebo como é mais interessante o jeito que eles nos olham. Tudo é intenso. De certa forma até puro. Olham demais, babam demais, masturbam demais, enfim... É diferente dos homens mais velhos, - tão previsíveis - que já sabem exatamente o que querem e o que fariam.
Para a garagem. Entro no carro e saio em destino ao meu Gato. Moramos relativamente perto, mesmo bairro. Menos de 5 minutos e já estava na porta da casa dele. Aliás, portão. Acho que ele me observava, pois assim que estacionei, ele o abriu. Entendi: era para eu entrar.
Assim que desliguei o carro, ele acionou o portão para fechar e o vi, saindo pela porta da sala.
Sem camisa, de bermuda e chinelo. Aquela pele branca [que faz um contraste lindo com meu corpo moreno e bronzeado]. Cabelo desgrenhado. Parou nos degraus de entrada, esperando eu sair do carro. Vai tomar um susto com a minha produção para este dia quente.
Abro a porta. Dou uma jogada de pernas ‘ensaiada’, deixando destacar o salto 15cm das minhas botas de vinil. Ele está acompanhando a cena.
Vou bem devagar, como que se reproduzisse meus movimentos em câmera lenta. Vou me levantando do banco, esticando o corpo, ajeitando o casaco e dou uma jogada de cabelos para o lado, ressaltando meus cachos.
Victor observava tudo, salivando, mordendo os lábios.
Eu quero mais. É como eu sempre digo: esse olhar de menino, incrédulo que está pegando uma mulher que tem idade para ser a sua mãe. Ele sempre deixou claro como isso o deixa muito louco. E a mim também. E eu quero mais, eu faço mais:
“Está mesmo sozinho?” – Pergunto, com as mãos no nó dado à faixa do meu casaco.
“S – im”. – a voz dele falhou – “Estamos sim.” - Ele confirmou, vindo ao meu encontro.
“Oh! Não, não!” – respondi esticando o braço e fazendo sinal com a mão para ele parar. – “Pode ficar paradinho aí. Hora de observar.”
“Como assim, Gata?” – ele mostrou as mãos, pedindo explicação.
“Te digo quando puder avançar...”
E comecei o showzinho para ele.
Liguei o som do carro. Uma das musiquinhas favoritas dele: Wiggle [não minha, confesso. Sou do rock’n roll].
E na batida do hip hop, desamarrei o nó do casaco.
Um botão, outro botão.
‘Balance, balance, balance...’ - Resolvo prestar atenção à letra da música. Eu sei o que ele mais gosta em mim. Viro-me de costas, vou tirando o casaco, deixando-o escorregar pelos meus braços esticados.
E rebolo, balançando o quadril, igual as vadias do clipe [que fiz questão de assisti há um tempinho, esperando o dia que as imitaria para ele].
E num relance, jogo o casaco sobre o teto do carro. Revelo minha roupa do momento: toda de preto. Corpete rendado com ligas prendendo-se em minhas meias arrastão 7/8. Uma calcinha fio dental que não cobre praticamente nada da minha bunda. Ao contrário, do jeito que eu rebolava, descendo devagar, só me deixava ainda mais em evidência.
Vou levantando devagar e me virando. Victor já estava sentado no último degrau da escada. Um volume enorme na sua bermuda evidenciava que estava curtindo o que via.
Resolvi deixá-lo se aproveitar:
“Pode atacar...” – Permiti, virando de costas novamente, debruçando sobre o capô do meu Honda Civic.
Ele se levanta, desabotoando a bermuda, deixando-a escorregar pelas suas pernas e se livrando dela. Estava sem cueca. Vem segurando seu membro, como um caçador engatilhando sua arma. Parou atrás de mim e levou as duas mãos à minha bunda. Acariciou-a e, para minha surpresa, deu um tapa. E antes que recuperasse do susto, tomei outro. Bem dado.
“Ai, Gato!” – Falei sorrindo – “Por que?”
“How do you fit all that in them jeans, hum?!” – Ele pergunta. Como na letra da música. Provavelmente se lembrando das vezes em que me observava em sala de aula, nos dias que usava minhas calças jeans mais coladas.
“Let’s make a sandwich...” – Eu juro que tentei! Sei que a letra não era assim, mas o que vale era a intenção do recado. E ele entendeu direitinho.
Abaixou minha calcinha, inclinou meu corpo mais a frente, até sentir que meu colo e barriga tocavam no capô. Fiquei com a bunda desprotegida. Ele poderia fazer o que quisesse agora. Agachou-se e começou a me chupar. Primeiro enfiou a língua na minha boceta, me arrancando um gemido. Não resistiu e subiu mais um pouco, passando a língua em círculos no meu cuzinho. Gemi mais alto.
Foi aí que ele pareceu se interessar pela coisa: começou a lamber mais. Enfiava a língua e deixava a saliva escorrer. Entendi tudo: ele estava preparando caminho para o que iríamos fazer pela primeira vez: sexo anal. Preciso alertá-lo:
“Gato... Tem certeza?”
“Relaxa, Fê. Vai ser gostosinho.”
“Tenho medo, Victor. Você é muito grande... e grosso.”
“Calma, eu vou bem devagarzinho. Se doer muito eu paro. Relaxa...”
“Ain, Victor...”
“Confia em mim. Você confia?”
Balancei a cabeça que ‘sim’. Ele me beijou, enquanto com uma mão, passeava com os dedos na minha boceta. Fui ficando molhada. Ele ia aproveitando tudo que ela estava liberando e ia puxando com os dedos, lubrificando meu cuzinho.
Parou de me beijar e se ajeitou atrás de mim. Eu olhava o que acontecia por sobre meus ombros, do alto dos meus quinze centímetros de salto. Que ajudaram muito: fiquei com a bunda extremamente empinada.
Victor cospe algumas vezes, deixando a saliva acertar ora em mim, ora no seu pau. Penetra um dedo bem devagar. Vai começando a fazer movimentos de vai e vem com ele.
“Aiiiinn... Tá doendo...” – Gemi como se estivesse doendo muito mais.
“Shhh...Relaxa... Nem comecei.” – ele respondeu, levando os dedos novamente à minha boceta. Victor agora começa a penetrar seu pau, colocando a cabecinha bem devagar. Vai, ao mesmo tempo, tocando em meu clitóris, fazendo movimentos circulares. Vou ficando cada vez mais excitada, sentindo que estava quase pingando. Enquanto isso, ele se aproveita para colocar mais para dentro.
“Ai, ai...”
“Tá gostoso. Pode falar, Gata.” – Aquele sorriso safado, feliz por estar me comandando.
“Tá... Mas tá doendo também...” – Confesso: estava mais gostoso que doendo.
“Ah!, que cuzinho mais gostoso, Fê... Que delícia...” – disse, enfiando ainda mais.
“Mexe devagar, Victor. Tá doendo muito, Gato...” – Gemi, quase miando.
“Tô quase gozando já. Que delícia, como é apertado...”
Victor não resistiu e esqueceu que pedi para mexer devagar. Empolgou e deu um, duas, três bombadas bem forte. Parei de contar, ele se empolgou.
Eu gemia cada vez mais alto. Já devia está despertando a curiosidade dos vizinhos ou de quem estivesse do lado de fora daqueles muros altíssimos. Experimentava uma mistura de dor e prazer. Um prazer diferente, de ser invadida por um lugar que até então, nenhum homem tinha ousado penetrar e, por isso mesmo, eu não fazia ideia do que era ser tomada por ali.
Victor para de tocar a minha boceta, esfrega a mão molhada em seu pau e segura meu quadril com as duas mãos. Força os movimentos de vai e vem. Levo uma das minhas mãos até lá e continuo o que ele parou. E enquanto eu me masturbo, ele mete. Doi, mas é uma dor gostosa, que me enche de tesão. Que gostoso. Ele olhava fixo, admirando sua invasão em meu território. Tomba a cabeça para trás e continua a meter forte. Vai gozar, eu sei...
“AAAaaahhhhhhh...” – gemeu muito e continuou metendo, devagar e com força.
A sensação de estar sendo preenchida por ele, em outro lugar... Que gostoso. Continuo a me masturbar:
“Não tira, Victor. Não tira seu pau de dentro de mim. Espera eu gozar...” – Ordenei, com a voz já quase sumindo de tanto tesão.
Foi um orgasmo muito, mas muito intenso. Sentia minha boceta pulsando forte, as contrações pareciam que chegavam ao meu cu e Victor podia as sentir. Ele gemia, como se também estivesse surpreso com a intensidade do meu gozo.
As contrações foram diminuindo e ele resolve tirar. Foi aí que Victor me proporciona uma sensação tão maravilhosa quanto: uma quantidade de esperma escorre com ímpeto, quente e grosso, vai descendo para minha boceta, molhando minha mão e escorrendo pelas minhas pernas. Uma sensação deliciosa de ter sido invadida, de ter proporcionado tanto prazer a ele.
Victor desaba sobre mim, me prensando entre ele e o carro.
“Que delícia, Gata, que delícia...” – geme ofegante no meu ouvido, afastando meus cabelos.
Mal sabe ele que acabou de tirar a virgindade do meu cuzinho.
Conto ou não?

Sobre este texto

Arthur Carvalho

Autor:

Publicação:27 de setembro de 2014 18:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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  • Matheus E Amanda
    Postado porMatheus E Amandaem31 de julho de 2016 19:09

    Minha esposa realizou a fantasia de fazer sexo anal com um amigo nosso bem dotado. Convenci o amigo a realizar a fantasia. No começo ele não queria, achava errado fazer isso com a esposa do amigo. Falei que ele era uma pessoa discreta e bem dotado. Lembrei a ele que ele havia comentado comigo que não conseguia que suas namoradas fizessem sexo anal por causa do tamanha e grossura de sua ferramenta (27 centimetros medidos com uma trena de costureira por minha esposa). Falei da oportunidade de fazer sexo anal com uma mulher que aguentaria tudo. Combinamos o dia, no dia anterior minha esposa foi no salão de beleza e fez depilação total com cera quente (tirou todos os pelos abaixo do umbigo, na frente e atrás), segundo ela, sem os pelos a penetração seria mais fácil. No motel, minha esposa fez desfile de lingerie (fio dental, corpete, body, para dar uma descontraida e criar coragem. Ela pegou no pau do meu amigo bateu uma punheta e viu aquele troço crescendo em sua mão. Nosso amigo pegou minha esposa e levou para uma cadeira, onde a colocou de joelhos e com muito carinho, paciencia e KY Gel, começou a penetração. Eu não acreditava que um buraquinho daquele receberia um troço imenso dentro dele. Ela suava muito e gemia de dor, perguntei se queria que el parasse, ela disse que não, que era para continuar. Depois de um tempo o pau estava todo dentro de seu cu. Ela pediu um tempo para acostumar com aquilo dentro do seu cuzinho. Ela começou a erbolar e fazer um movimento lento de vai e vem. Até que a coisa engrenou. Fizeram sexo anal em todas as posições possíveis. Minha esposa totalmente excitada, propos uma DP. Que aceitei na hora. Deitei de costas na cama e ela veio por cima e encaixou sua bucetinha no meu pau. Nosso amigo veio por trás e começou a enfiar o pau no cu dela. Foi uma sensação estranha sentir aquele troço forçando a entrada. Depois da penetração, começamos um vai e vem sincronizado. Gozamos nos seios e na barriga dela. Isso ocorreu a 3 meses atrás. Estamos criando coragem para fazer um filminho de 5 minutos para postar nesse site. Claro que não aparecerá nossos rostos. Depois desse dia minha esposa ficou uns 2 dias com um cu meio aberto. Se ela ficasse de cócoras ou se agachasse, ele abria que dava para colocar um dedo indicador. Demorou uma semana para ficar fechado. Mas voltou ao normal. Vamos tentar convencer nosso amigo novamente para fazer uma penetração anal a seco, sem lubrificante. Minha esposa quer ver se sem lubrificante e uma penetração bruta, ela fai perder as pregas. Ou se essa coisa de mulher perder as pregas e lenda urbana. Vamos criar coragem para ver se postamos fotos do antes e depois do sexo anal.

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