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Do fundo do baú

Vamos fugir, rapidinho (a)? [Por Victor]

Estava na cozinha de casa, montando um sanduíche. O copo de refrigerante cheio de gelo já me esperava na mesa. Foi quando meu celular vibra, avisando que chegou mensagem. Fui checar:
“Oi! Podendo teclar?” – Era dela, a minha Deusa: Fernanda!
Uma mordida no sanduíche, o coloco no prato para responder. Meu coração já deu uma acelerada:
“Oi. Tô sim” – Respondi com medo. Aliás, eu SEMPRE respondo as mensagens dela cheio de apreensão. Vai que o celular dela esteja nas mãos do marido?
Que será que ela quer? Noite de sexta-feira, quase 22 horas. Nada demais, a não ser o fato que tenho prova amanhã cedo... E ela sabe disso.
“Estou MORRENDO de saudades :) ”
Ai, caralho! E eu também. Coração dispara ainda mais. Não consigo parar de pensar no nosso último encontro, naquela tarde que passamos juntos na casa de campo. Foi tão perfeito.
“Eu também.” – Respondi assim, sem escrever “Tb”. Ainda fico todo sem jeito de teclar com uma professora da mesma forma que faço com todos. Ela é diferente em tudo, especial até nisso. Dou um gole demorado no refrigerante. Outra mordida – ainda maior que a primeira – no sanduíche. Estou ansioso e comendo no impulso. Minha preocupação agora é só com a conversa. Fico na dúvida se não devo escrever mais alguma coisa... Ela pode estar pensando que não estou querendo teclar... É, melhor escrever mais alguma coisa.
Enquanto me ocorre esta sugestão, observo na parte superior da página da conversa que ela está “escrevendo...”. Melhor esperar e ver o que Fernanda vai mandar...
Só que, para aumentar minha agonia, a mensagem aparece e some. Aparece e some... Aff. Que tanto ela está escrevendo e apagando???? Mais uma mordida no sanduíche, mais um gole de refrigerante. Distraído, acabei engolindo um pedaço de gelo no momento que chega uma mensagem completa:
“Quer me encontrar AGORA?”
Ca-ra-lho! Sem prestar atenção ao que faço, simplesmente enfio o resto do sanduíche na boca, detonando o refrigerante por cima. Olho para frente, lá está a minha mãe assistindo TV na sala. Está deitada no sofá de costas para a cozinha e nem percebe a situação que estou. Mas ela está de frente para a porta de saída. Como vou dar uma desculpa a ela para sair de casa agora? Pensa, Victor... “E mastiga, Cara! Vai engasgar com essa boca cheia!” – É a ordem que ouço vinda dos meus pensamentos. O jeito vai ser sair escondido.
“Onde te encontro?!” – Respondi, determinado a comprar este desafio. E termino, finalmente, de comer. Tomara que não tenha uma indigestão.
Ela não demorou a responder:
“Em 10 minutos estou aí, na porta da sua casa ;)”
Pelos Deuses! Preciso agir. E rápido!
“Ok!” – Foi o que respondi. Mais preocupado em ganhar tempo do que em deixá-la achando que estou demonstrando pouco interesse com essas respostas curtas.
Larguei tudo bagunçado sobre a mesa da cozinha. Vou até a minha mãe:
“Tô indo dormir. Boa noite, mãe.” – Dei um beijo na testa dela.
“Boa noite, filho” – Ela responde, passando a mão no meu cabelo. “E sem mais internet por hoje, ouviu?! Tem que estar descansado para as provas de amanhã.” – Ela terminou de ordenar.
“Pode deixar, mãe. Estou com sono mesmo.” – Respondi, já subindo as escadas.
Entro no meu quarto e começo a preparar tudo para não deixar suspeitas da minha saída: coloco minha mochila, capacete e mais um outro edredom estrategicamente sob o meu cobertor de forma a imitar a minha silhueta dormindo. Que truque manjado! Mas vai ter que funcionar! Visto uma camiseta e um moletom. Celular no bolso e o tênis eu levo na mão mesmo, já que terei que descer as escadas, passar pela cozinha e sair pela área de serviço. Tudo sem que minha mãe perceba que estava tomando um rumo diferente da minha cama.
Chego na escada, fico um pouco parado, certificando que ela esteja bem entretida com a novela. Senti que poderia descer e ela não perceberia. Passo pela cozinha, pela área e cheguei na garagem. E agora para sair? Se ativar a abertura eletrônica, minha mãe certamente ouvirá lá de dentro. O jeito é pular.
E já no alto da grade, fiquei rindo da carinha da minha cadela me olhando. Devia estar pensando por que estava me prestando a aquele papel ridículo quando poderia, simplesmente, usar o portão como sempre faço. Comecei a rir.
Chego na rua, Fernanda já me esperava. Seu carro está parado umas duas casas após a minha. Abri a porta do carona.
“Demorou, Gato! O que houve?” – Ela perguntou assim que entrei, fazendo beicinho, como uma menina mimada contrariada.
“Sem perguntas, por favor, Delícia. Foi uma doideira conseguir sair escondido a essa hora!” – Respondi a enchendo de beijos. Ela correspondeu, segurando meu rosto entre suas mãos. [Tenho que dizer que nesse momento, ela acabou apertando uma daquelas espinhas enormes que sempre aparecem na minha bochecha. Doeu, mas fiz que não havia acontecido nada.]
Durante o beijo, fico pensando no quanto é bom cada vez que nos encontramos. Percebo que não consigo mais ficar longe dela. Penso em Fernanda todo dia, toda hora. Quem dera poder vê-la sempre. Quero dizer, sempre que eu quisesse. Estou dominado por essa mulher. E agora que estamos juntos, quero aproveitar cada segundo.
E antes que eu pudesse pensar em mais alguma coisa, ela para de me beijar toma uma atitude:
“Venha aqui” – Fernanda passou para o banco de trás. Com sua já conhecida destreza, jogou as pernas pelo espaço entre os dois bancos dianteiros. Como estava usando um vestidinho curto e solto no corpo, percebo que estava sem calcinha!
“Está mesmo mal intencionada, hum? Saiu de casa sem calcinha?” – Não resisti em provocar.
Ela deu aquele sorriso lindo de sempre e foi se explicando:
“Oh, sim! Extremamente mal intencionada!” – Ela se ajeita no banco, ficando quase deitada e de frente para mim, que ainda estava no banco do carona: “Imagina que estava tomando banho e comecei a pensar em você? Daí, não resisti, fechei os olhos e comecei a me tocar”.
Nesse momento, Fernanda leva a mão por baixo do vestido, como se estivesse reproduzindo a cena que estava fazendo no banho. Vai abrindo as pernas lentamente, continua a passar a mão naquela delícia, enfia um dedo. Deu um leve gemido e continua a contar:
“Quando estava quase tendo um orgasmo...” – Colocou o dedo mais uma vez, enfiando mais demoradamente que da primeira vez e o retira. Ergueu o corpo e tocou na minha boca com o dedo, molhadinho por ela. – “...eu pensei ‘por que fazer assim se posso estar com ele?’
Cara! Essa mulher é tudo! Gostosa demais... E ainda se arrisca dessa forma para estar comigo?
“Fernanda, você é louca” – Segurei no seu pulso e lambi seu dedo. Rapidamente avancei sobre ela, passando para o banco de trás também. Jogando meu corpo sobre o seu, num abraço cheio de vontade, continuei – “A louca mais deliciosa que já conheci”.
Debrucei sobre seu corpo. Passei a mão nos seus cabelos, domando-a pela nuca. Ela abriu as pernas, recebendo meu corpo. Enfiei minha língua na sua boca enquanto ela me abraçava. O clima foi esquentando. O nosso beijo selvagem, como de costume. Passou as pernas, abraçando meu quadril, como se estivesse tentando um golpe de imobilização. Seu vestido desliza pelas pernas, deixando suas coxas e aquela bunda perfeita toda à mostra. O beijo continua, com ela mordiscando meus lábios, passando a língua no cantinho da minha boca. Calor demais, preciso me livrar desse moletom.
Todo desajeitado com a falta de espaço, consigo me livrar das duas peças de roupa ao mesmo tempo. Fernanda aproveita a pausa para desabotoar a parte superior do vestido, ficando com os seios a mostra. Volto sobre seu corpo e não resisto em chupá-los, ao mesmo tempo em que minhas mãos vão acariciando com força a sua perna, subindo pela coxa e alcanço sua boceta, que está muito molhada. Ela geme baixinho enquanto eu deixo um, dois dedos serem introduzidos. Ela sussurra:
“Ai, Victor... Se livra logo desta bermuda e vamos...” – Me convida para o que eu iria, pela primeira vez, fazer dentro de um carro. Percebo que os vidros já estão completamente embaçados e pergunto:
“E... se alguém aparecer e perceber o que estamos fazendo aqui?” – [Pergunta idiota, né? Mas eu estava com medo, acredite.]
“Quase ninguém passa a pé por aqui nesse horário. E vai ser rapidinho, você não quer?” – Me olhava com desejo enquanto falava, quase implorando.
“Lógico que quero!” – Respondo já abaixando minha bermuda. Enquanto isso, ela se estica por baixo de mim, leva a mão até o porta-objetos do carro, pega uma sacola de farmácia e retira um pacote de camisinhas.
Hã?!
“Agora precisamos disso?” – Estranhei mesmo, afinal, nem na nossa primeira vez nós usamos. Por que agora ela iria fazer questão?
“Calma, é só para evitar ‘acidentes de percurso’. Não queremos deixar pistas, não é mesmo?” - Ela bem lembrou. É tanto tesão que às vezes esqueço de que vivemos no proibido. Ninguém pode saber de nós dois.
Termino então de tirar a bermuda. Os tênis juntos. Estava completamente nu dentro do carro. Ela vai abrindo a embalagem, destaca uma delas, abre o pacotinho. Estou ajoelhado de frente a ela, só observando. Fernanda não me entregou para colocar, simplesmente se aproxima dele, segura a ponta da camisinha e vai desenrolando devagar, com cuidado. Sabe que achei muito, mas muito sexy o jeitinho que ela fez? Não entendo quando ouço vários caras dizendo que ‘dá uma certa broxada parar para colocar camisinha...’. Senti foi mais tesão ainda com ela me tocando daquele jeito, como até então, nunca tinha feito. Vai ver, não é assim que acontece com eles.
Quando terminou, voltou a se recostar, colocando a cabeça no ângulo entre o banco e a janela lateral traseira, deixando a bunda na beirada do banco. Apoiei um joelho no assoalho e o estofado, fazendo com que Fernanda ficassem com as pernas abertas sobre as minhas coxas. Deitei sobre seu corpo. Fui dando leves chupões no seu pescoço enquanto ia penetrando-a de frente. Meu ouvido, bem ao lado da sua boca, foi tomado pelo seu lindo gemido. Estou apaixonado nesse som, a música mais perfeita que tenho andado escutando. Não vou me cansar disso nunca.
Comecei devagar e fui aumentando o ritmo. Sentia que o carro também estava correspondendo às estocadas que dava em Fernanda e imaginei se alguém na rua ou algum vizinho poderia estar se perguntando do carro balançando... Que loucura.
Ela começa a apertar meu braço com mais força. A respiração ofegante, olhos fechados. Está gozando, eu sei. Tomba a cabeça e lado e dá um gemido mais alto, extravasando toda aquela energia que estava guardada desde a hora do banho, como me contou. Safada... Ela consegue ser ainda mais linda quando goza.
Foi então que percebi uma coisa: não estava sentindo Fernanda. Aquelas contrações deliciosas que ela faz no meu pau quando tem um orgasmo. Há, lógico, né? Camisinha imbecil.
Ainda sim, está muito gostoso isso tudo. Não se passaram alguns segundo e também gozei. Queria continuar mais um pouco, mas fiquei com medo dela se soltar ou de vazar alguma coisa. Resolvi tirar.
Enquanto me livrava daquele plastiquinho irritante, Fernanda começou a se ajeitar, arrumando o vestido. Pegou a sacola da farmácia e me entregou, para eu colocar e jogar fora. Vi que havia remédios para enxaqueca junto ao pacote de camisinha.
“Tá tudo bem com você?” – perguntei apontando para os comprimidos.
“Ah! Sim! Essa foi a desculpa que dei para eu sair de casa a essa hora!” – Me explicou.
Ela é ótima.
Vesti minhas roupas, voltamos para os bancos dianteiros e trocamos mais alguns beijos.
“Até semana que vem. Boa prova amanhã.” – Ela desejou, colada aos meus lábios.
“Obrigado. Bom fim de semana para você.” – Retribui, olhando em seus olhos.
Um último beijo, enfiando a mão por baixo do vestido dela, aproveitando mais um pouquinho daquele corpo que, em tempos, me pertence. Sai do carro.
Caminhando em direção a minha casa. Ela arranca. Foi boa essa ‘rapidinha no carro’, pensei. Mas não dá pra comparar transar com e sem camisinha. Não mesmo. Sei que é importante, mas não me deixou sentir completo. E não sentir Fernanda como estou me acostumando, isso foi terrível. Bom, mas não vou dormir menos feliz por isso. Pelo contrário, ela me surpreendeu mais uma vez.
E lá estava eu, sorrindo sozinho pela rua. Chegou no portão de casa. Mão no bolso. Cadê minhas chaves? É impossível escalar o portão de fora para dentro. Fudeu tudo. Não vai ter outro jeito, se não...
“Alô, mãe? Abre o portão pra mim?”

Sobre este texto

Arthur Carvalho

Autor:

Publicação:5 de setembro de 2014 22:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Concurso Literário

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Este texto foi lido 239 vezes desde sua publicação em 05/09/2014. Dados do Google Analytics

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