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Jantar a dois

Jantar a dois
— Ah Débora, olhe para seu corpo, veja como ele é bonito. - a íris de Alex brilhava em meio a penumbra do quarto. — Como você é gostosa! – Alex me inalou assim como um animal fareja sua presa. — Cheirosa. - sua mão escorreu apalpando cada osso de minhas costelas. Arqueei gemendo baixinho quando ele beliscou minha anca.
Quando aceitei o convite para jantar em seu apartamento aquela noite, não imaginei que terminaríamos trepando.
Alex puxou-me para beirada da cama apoiando minha parte traseira sobre o travesseiro. Ajoelhando entre minhas pernas ele me deixou completamente exposta, acariciando minha concha ele desceu contornando minha flor com o polegar. Eu estava completamente molhada, encharcada. Sua cabeça submergiu entre minhas pernas e sua língua pediu passagem a meu corpo que reagiu sem hesitar. Alex me chupava lentamente, consumindo-me como se eu fosse um fruto raro. Minha mente vagava longe enquanto o prazer carnal incendiava meu corpo apreciando o prazer do atrito de sua língua áspera contra minha carne macia. Puxei sua cabeça para que ele afundasse ainda mais em mim acariciando seu couro cabeludo enquanto movia os quadris ao seu mesmo ritmo.
— Isso, isso! – gritei com a voz rouca ao senti-lo roçar seu cavanhaque em minha vagina.
— Sente tesão com isso Débora?
— Muito! – verberei aguda buscando ar para meus pulmões.
— E isso te deixa exitada, louca? – sua voz massageava meus ouvidos deixando-me cada vez mais ávida.
— Sim, sim não pare Alex. Por favor.
E ele continuou. Meu corpo implorava instintivamente por aquilo. Minhas pernas tremiam como os finos galhos de uma árvore em plena tempestade enquanto tudo dentro de mim explodia na ascendia de uma supernova.
— Alex!
Como esperando por aquele momento, Alex posicionou sua boca em minha vênus, apertei os lençóis até meus dedos ficarem brancos enquanto ele deglutia todo meu orgasmo com jubilo.
Meu corpo amoleceu como se me faltasse os ossos, enquanto minha respiração se normalizava aos poucos. Alex deitou ao meu lado me envolvendo em seu braços.
— Por que você não tirou a roupa? – ele ainda estava trajado com a roupa do jantar.
— Acreditei que você tivesse outras intenções… Quer eu tire? — Era uma retórica, ele livrou-se primeiro da camisa. Seu membro fazia volume em sua calça. Ele veio por cima de mim beijando a linha de minha clavícula até chegar na base de minha nuca. A sensação de sua barba…
E ainda há garotas que não apreciam isso.
O contemplei com um boquete concentrando toda atenção em um nervo saltado e pulsante, seu mastro quente espumava em minha boca, a coloração vermelha de meu batom cobria agora toda sua extensão. Ele enrolou meu cabelo ao redor de sua mão empurrando tudo até minha garganta. Uma gota de saliva escorreu por meu queixo enquanto o gosto salgado de seu líquido pré ejaculado preenchia minha boca.
Em um abraço ele suspendeu meu corpo sem dificuldades. Lacei seu torno com minhas pernas passando os braços por seu pescoço. Nossos gostos se misturavam em nosso beijo produzindo um sabor único.
Tão inerente ele entrou em mim. Nossas pélvis perfeitamente encaixadas como se arquitetadas para esta finalidade. Alex investia com força, seu suor escorria por seu corpo o deixando com um brilho excêntrico. Absorvia cada impacto com desejo. Era viril, animalesco, físico.
Cravei as unhas em suas costas gemendo. Ouvia meus batimentos tinindo aos ouvidos. Nossos corpos em sintonia, respondendo um ao outro. Eu me preparando para outro. Não podia ser.
Por céus! Mais um?
— Oh céus! Alex de novo…
Ele afundou em meu ouvido grunhindo como um animal. Seu pau latejava em meu interior. Havíamos gozados juntos. Atenuada ele me depositou na cama. As endorfinas fervilhando em minhas veias. O que tinha sido aquilo?
Dois em uma mesma noite e com um “quase” desconhecido.
Ele ergueu uma mão fazendo o algarismo “dois” com os dedos.
Concordei movendo a cabeça.
Dois.
Ele deu um beijo em minha testa.
— Volto em um segundo. – Ele se levantou e saiu gloriosamente nu com passos de um atleta campeão. Observei àquela visão até ele sumir pela porta.
Sozinha na cama ri a eu mesma mordendo o dedo indicador.
A toca do coelho às vezes se faz mais profunda que o próprio País das Maravilhas. E eu estava prestes a entrar por ela.

Sobre este texto

C. J. Tiger

Autor:

Publicação:9 de julho de 2014 15:33

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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