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Do fundo do baú

Sem medo do perigo

A brisa da manhã adentrou pelo quarto acariciando a pele nua de Ricardo o despertando.
Alice nunca mais fora a mesma garota depois de atravessar a toca do coelho.
E assim como Alice, ele nunca mais seria o mesmo. Por sorte, seu coelho branco não tinha escapulido, a própria visão do País das Maravilhas encontrava-se ali, catatônico, preguiçosamente estirado sobre os acolchoados alvos e macios do quarto estava Isaque. Observou minuciosamente cada detalhe daquele homem, os raios de sol iluminavam sua pele o deixando radiante.
Eles tinham feito aquilo.
E tudo começou com simples convite de “entre”
Os gemidos de prazer ainda ecoavam por sua cabeça. A pele contra pele, cada toque exatamente preciso. O gosto salgado do sêmen ainda era gustativo em sua boca e ele ansiava por mais. Com a redoma estilhaçada ele se via livre de suas convicções e agora tinha ido tão longe.
Era possível voltar?
Estava crente de que não. Por Deus e se alguém soubesse?
Não haviam provas para crime. O modo como ele abriu-se para Isaque, apreciando o calor e rigidez daquele membro penetrando em seu âmago. Era excitante só de pensar nas investidas fortes e precisas que havia recebido.
Suavemente resvalou a ponta dos dedos sobre o corpo dele. A carne de outro homem. Tentou buscar referências em mente, não era como tocar o corpo de uma mulher, por mais que o tato remetesse a isto, era diferente. Eram só dois homens, e isto era mais exitante que qualquer outra mulher que já tinha comido antes.
E não sentia-se menos homem por isso.
Era como em automático, e viu suas mãos correndo em direção ao pênis de Isaque. Lembrou-se dos prazerosos boquetes que Camila o fazia após uma noite daquelas.
Camila… Agora não era hora para pensar nisso.
Envolveu o pau de Isaque na boca buscando pelos sabores da noite anterior, a língua raspando a glande freneticamente enquanto masturba-se. O gosto de outro macho era tão aprazível, a espuma formando-se em sua boca enquanto ele o consumia sentindo ir até o fundo da garganta o engasgando. Em meio aquela massa ociosa aquele membro dava sinais de plena vitalidade dentro de sua boca.
Despertado avassaladoramente, Isaque gemia baixinho enquanto Ricardo concentrava-se em sua tarefa. Queria sentir toda aquela porra de novo preenchendo sua boca, escorrendo por seus lábios. Concentrou-se em um nervo circundando-o com a língua. Sim era ali, tinha certeza disso e um jato inundou sua boca com êxito.
Precisou fazer força para engolir.
Isaque escorregou em direção ao de Ricardo repetindo o mesmo. Em breve estavam dois recuperando-se.
— Dormiu bem? – Isaque perguntou com um sorriso malicioso estampado no rosto.
— Mais do que imaginei…
Os dois homens selaram as bocas, as línguas envolvendo-se em compasso voluptuoso. Só de pensar que ao sair dali tudo voltaria ao normal. Não haviam ricos. Sem medo do perigo.

Sobre este texto

C. J. Tiger

Autor:

Publicação:3 de setembro de 2014 23:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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