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Do fundo do baú

Primeira vez no swing

Sempre tivemos vontade de ir a um swing, mas sempre faltou coragem. Antes do carnaval vi em um blog alguma coisa falando de um baile de mascaras no swing. Na hora mostrei para minha esposa. Era a coragem que precisávamos. Todos de máscara, o local era meio afastado. Combinamos então de ir até lá.
No dia ela estava com uma roupa até comportada: um shortinho social, blusinha e jaqueta de couro preta. Ela ficava muito gostosa naquele shorts.
Dirigi até o local sem nem saber como seria, mas chegando lá a recepção foi tranquila, recebemos as máscaras ainda no carro.
Entrando no espaço era tudo bem parecido com uma balada normal. Um bar, uma pista, um palco...
Depois de uns minutos e alguns drinks ela propôs:
- Vamos dar uma volta?
- Vamos! Pra onde?
- Você não entendeu – a cara de safada que ela me olhou eu já havia entendido – Eu vou pra um lado e você vai para o outro!
- Como você é safada! Mas eu topo. – e assim fizemos.
Nem olhei pra onde ela foi. Fiquei uns 15 min rodando. O que foi o suficiente para ficar com um baita tesão. Principalmente depois de uma loira linda completamente nua se esfregar em mim. Ela dançava funk encaixando meu pau em sua bunda sempre que a coreografia permitia.
Logo reencontrei minha esposa:
- Hum. Pelo volume em sua calça vejo que o passeio sem mim foi bom!
- Foi! E o seu como foi?
- Veja você mesmo! – nisso ela me puxou e colocou minha mão em sua buceta, estava completamente melada.
Vi também que ela não estava mais com sua blusinha, eram apenas os seios nus na jaqueta de couro. Fiquei com mais tesão ainda
- Quero que você venha comigo em um lugar aqui.
- Onde? – vi que ela estava empolgada e com muito tesão também.
- No Glory Hole!
- E o que é isso? – já tinha ouvido falar, mas na hora não associei o nome.
- É uma sala com furos na parede... que tudo pode acontecer. – sorriu de maneira muito safada.
Ela nem esperou minha resposta, sabia que eu toparia.
Entramos na sala, era pequena, cabiam 2 pessoas apenas. Havia uma cadeira e os furos nas paredes.
Ela se ajoelhou, abriu minha calça e começou a me chupar com meu pau bem melado ela abriu sua jaqueta e começou a fazer uma espanhola. Nesse momento em um dos furos já havia um pau, ela logo percebeu e se posicionou encostada na parede de forma que o pau ficasse em cima de seu ombro. Ela então punhetava o desconhecido e me chupava. Percebendo o estado que os dois se encontravam ela se levantou e tirou toda a roupa.
Ao se ajoelhar novamente enfiou a mão em outro buraco e voltou com um outro pau, esse ainda mole em sua mão. Ela começou a chupa-lo levemente. Cada vez que ela o tirava da boca ele estava maior e ao circundar sua língua na cabeça daquele pau ela me olhava com cara de menina sapeca. Eu claro explodindo de tesão.
Ela continuou até perceber que ele estava bem duro, então puxou meu pau para perto e começou a masturbar e chupar os dois. O desconhecido não se conteve, recolheu seu pau e colocou sua mão pelo buraco. Começou a acariciar e apertar o seus seios, ela olhava pra mim como quem pedia permissão.
Com a minha aprovação, ela abaixou seu shorts ficando apenas de calcinha. Colocou então a mão dele na bunda dela se inclinou e começou a me chupar. Eu me inclinei por cima dela e o ajudei a colocar a calcinha dela de lado. O melado de sua buceta provocava um barulho delicioso conforme ele a masturbava com mais vigor.
Ela se virou pedindo seu pau de volta. Tornou a chupá-lo e esfrega-lo em seus seios. Os gemidos do desconhecido e os dela, acabaram atraindo outros, um na mesma parede e outro na parede oposta já.
Mais uma vez ele me olhou com cara de pidona:
— Pegaria em um pau por mim?
— Sim.
— Então pegue este e coloque uma camisinha nele pra mim.
Fiz o que ela pediu, enquanto isso ela tirou sua calcinha e se posicionou de modo que pudesse chupar um dos paus, enquanto batia uma punheta para um e dava para o outro.
Seus gemidos aumentavam até que o primeiro gozou em sua boca. Logo um enorme jato de porra saiu do segundo deixando seus seios todos melados.
Ela se ajoelhou de frente com o pau que a comia. Começou a masturba-lo e me chamou para perto dela.
Nunca tinha visto tanta porra em cima dela o que me deu uma vontade enorme de gozar, que quando vi o terceiro pau derramando toda a porra sobre ela, não me contive e gozei também.
Ela se limpou superficialmente, colocou de volta sua jaqueta e seu short e nos buracos enfiou seu sutiã, sua calcinha e sua blusinha.
Me deu um beijo apertando meu pau e meu saco e me convidou para voltar para casa.

Sobre este texto

C. Mascheran

Autor:

Publicação:14 de dezembro de 2012 01:56

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Este texto foi lido 1.975 vezes desde sua publicação em 14/12/2012. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • C. Mascheran
    Postado porC. Mascheranem5 de janeiro de 2013 11:31
    C. Mascheran é um autor no História Erótica

    vamos no Vogue Club

  • Edilson
    Postado porEdilsonem2 de janeiro de 2013 17:34

    Me fala qual club de swing que voces vão que eu quero fuder bem gostoso esta vadia.

  • ganso
    Postado porgansoem24 de dezembro de 2012 01:03

    já estou cheio de tesão,me convide para participar.

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