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WEGENER

Wegener
Carlo Michelle Caravaggio
20/08/2009


Era meu primeiro dia de aula, na prestigiada universidade. Estava eufórica. Não sabia o que esperar, ao mesmo tempo feliz como um medalhista olímpico, afinal foram três anos de estudos para poder ali estar. Escolhi Geologia, era fascinada pelo funcionamento do planeta, essa era eu cientista, mas sabia que esse curso me permitiria trabalhar com as imensas riquezas da Terra, essa era eu economista, administradora, burguesa. Tinha posses, ou melhor minha família. Estudei com folga, sem pressa, com prazer. Viajava, curtia, nunca fui encanada, com a situação social e econômica de meu país. Mas dentro daquilo a que me propus, dei duro e muito. Terminei o Ensino Médio. Estudei em boas escolas. Fiz o cursinho, aliás , três anos. Estava indecisa. Medicina, Engenharia ou Direito. Optei por Geologia, influencia da situação do país e de meus melhores professores. Tinha 21 anos ao ingressar na universidade.
Primeira semana, trote, festas. Acabei indo na festa do bixo. Nossa, cada figura! Eu era meio descolada, cabelo longo, pela morena, olhar oblíquo, usava jeans, camiseta e tênis. Nada demais. Nem dava para perceber minha situação social. Por obra de minha família, como já disse privilegiada. Dancei com algumas colegas, rolaram as costumeiras paqueras, mas não me aventurei, até porque a moçada já estava alta. Vocês sabem rola um pouco de bebidas nessas festas, e a moçada mais nova se libertando de casa, se libera. Aí já viu. Rolou muita pegação. Altos amassos, que acredito que em suas cidades natais, a galera não teria coragem de fazer. Mas é isso, faz parte do rito de passagem.
Início pra valer da vida acadêmica, na segunda semana, e começaram a desfilar pelas salas nossos professores. Alguns bem estereotipados, semelhantes àquilo que pensamos ser professores. Mas, no geral, os caras eram bons. Digo caras pois em meu curso a maioria dos alunos e dos mestres eram homens. Aliás ser mulher dava status de símbolo sexual, algo que nunca fui e nunca curti.
Cálculo, desenho, laboratório, física, química, álgebra, um enorme novelo de disciplinas, mas não achava ruim, escolhi aquilo, curtia. Fazia os deveres, ajudava na geral do apartamento, localizado bem no centro daquela cidade de porte médio do interior do país. Logo eu que era de uma metrópole. Pessoas mais amáveis, mas ao mesmo tempo, mais preocupadas com a vida alheia. Quando podia, parava na padaria, tomava uma única cerveja, de preferência uma do tipo malzbier. Assim se passou o primeiro ano, fui bem. Legal mesmo, sendo assim já começava a me interessar por algumas especialidades e despertar interesses nos professores, afinal tinha talento.
No entanto, encontrei minha paixão nas aulas de campo. Ele era um homem alto, acho que mais de dois metros, mãos enormes e corpo também. Forte, parecia um jogador de basquete, não fosse o enorme cabelo que vinha até as nádegas, parecido com desses roqueiros. Era muito querido pelos alunos, talvez o mais querido. Suas aulas eram a de uma enciclopédia ambulante, parecia dono de um saber infinito e versava sobre vários assuntos, no mesmo nível. Ao mesmo tempo comportava-se como um jovem. Calça de abrigo esportivo, camiseta, tênis, pilotava motos, não ia trabalhar de carro, mas sim de moto. Curtia festas com a galera, apesar de nunca ter cruzado com ele. Era diferente dos professores mais sérios do departamento, mas até onde eu sabia tão qualificado quanto, ou mais, pela mística que despertava. Parecia um semideus. Mas confesso isso não me impressionava, afinal, na maioria, as aulas eram de primeira. No entanto, quando o vi para nossa primeira aula de campo, algo mudou. Não sei se pela sua roupa. Chapéu, camisa de manga comprida com o bolso cheio de diferentes lápis, calça jeans apertada e bota, ou mesmo, pela aula. Amei. Havia passado por aquela estrada muitas vezes, mas jamais seria capaz de enxergar, tanta história, riquezas, detalhes, paisagens, quanto naquele dia. Sem dúvida me marcou para sempre e tive certeza que escolhi a profissão certa. Talvez esse fosse seu grande charme, fazer as pessoas se sentirem bem em suas escolhas. Não perdi tempo, junto com outros alunos fomos a sua sala após a aula, para procurar um estágio, algo do tipo. Ficamos encantados com a coleção de martelos, as fotos de várias regiões do mundo, diplomas, prêmios, miniaturas de seres do passado. Ele era um misto de Indiana Jones com um jovem de nossos dias. Já ouvia comentários maliciosos entre as meninas e elogios entre os meninos. Enfim, deixou a todos com vontade de seguir a carreira acadêmica. Acontece que não havia vagas para todos.
Bem fomos a nossa segunda viagem, dessa feita duraria uma semana. Alguém lembrou de levar o violão, outros levaram os isopores cheios de bebidas e carnes para serem assadas. Puxa que viagem legal! Fizemos vários perfis de relevo, identificamos diversos minerais, cristais, gemas e rochas, e nas horas vagas curtimos rios, cachoeiras e clareiras de matas, onde confraternizamos, alguns levaram barracas e dormiam fora do ônibus. Nessa convivência, logo o carinho foi aumentando com nosso mestre, embora ele evitasse maiores aproximações, por exemplo, não entrava conosco nos banhos, para evitar brincadeiras e posteriores fofocas, mas o fato é que ele era alvo, até pelo seu, jeito. Havia muita mística e falas sobre ele, algumas boas, outras, fofocas envolvendo relações com suas alunas, nos contou sua carreira, seus gostos, falou nos sobre seus mestres, projetos e sonhos. Adorávamos.
A vida do campo só nos estimulava, mas chegou o grande dia, o dia do teste, como a maioria dos alunos queria ser seus orientandos e isso era impossível, fizemos duas provas, uma teórica, outra prática. Passei. Era inacreditável! O resultado foi afixado na porta de sua sala. Fui comemorar junto com a galera, me excedi tomei um porre. Eles me levaram pra casa e as meninas me deram até banho. Tudo parte da vida universitária. Puxa quanta lembrança. Me recuperei, e caí na gandaia a noite. E não era que o professor estava lá. Não consegui me segurar, ao vê-lo dei-lhe um forte abraço e um beijo no rosto, nos encontramos várias vezes e até dançamos juntos, não agarrados, claro. Mas com toda a galera. Nossa só de pensar que faria trabalhos de campo toda semana, ficava baratinada. Mas fui curtir a festa, e no final a moçada resolveu fazer um fim de noite no bosque da cidade, um lual, fomos pra lá, o professor também. Bebemos, curtimos, conversamos, alguns namoraram, acendemos uma fogueira e teve até quentão. Fui embora com a galera, antes me despedi do professor e falei que na segunda começaríamos. E assim passei o fim de semana, sonhando com o que viria pela frente. Fui estudar com a galerinha, teríamos provas nas duas próximas semanas. Na segunda após a aula, almocei no restaurante universitário e fui para a sala do professor, naquele dia só eu estava presente, pois os mais veteranos que eu estavam nos seus afazeres. Já nos cumprimentamos e começamos uma conversa sobre os interesses comuns, pediu para ler alguns livros e em seguida me disse que iria para outra cidade fazer umas análises de solos, perguntou se estava interessada. Aceitei prontamente. No caminho, com o veiculo da universidade, foi me ensinando a reconhecer a história geológica do planeta, paramos várias vezes para experiências geofísicas, que se realizavam regadas a café, ele tinha uma garrafa térmica que era inseparável, aliás foi ai que aprendi a gostar da tal bebida, parecia acelerar os ânimos, agilizar o raciocínio. Lanchamos a beira do caminho, e chegamos tarde no campus, por isso, me levou ao apartamento, nos despedimos e combinamos novo encontro pra semana seguinte, claro as leituras precisavam ser feitas. Não via a hora de encontrá-lo, uma grande afeição foi tomando conta de mim e as meninas até brincavam comigo. Não levava a sério, sabia que era uma relação entre professor e aluno e ele deixava isso bem claro.
A próxima semana foi de muitas provas, mas na segunda já estava preparada para o debate com o mestre, na verdade fiquei surpresa ao chegar em sua sala e ele me apresentar uma proposta de bolsa de iniciação científica. Fiquei imensamente feliz e agradecida, mas sem perder tempo já me chamou para a garagem, íamos para o campo, me recomendou novas vestimentas, chapéu, martelo, canivetes, enfim materiais geológicos, já para a próxima semana. Mas fizemos outra viagem, e a leitura que fiz durante a semana foi testada, entendi a necessidade da atualização constante, pois ele me deixava cada vez mais autônoma. E assim foram vários encontros semanais, vários relatórios e eu cada vez mais parecida com uma geóloga. Durante esse ano todo viajamos todas as semanas, sempre ele e eu, ele fazia isso todos os dias com orientandos diferentes, mas o atendimento era individualizado. Sai de férias deixei tudo pronto, relatórios e o novo pedido de bolsa.
Novo ano, não havia tido contato, com ninguém nas férias, só com a família, fizemos viagens e comemorações, mas não via o momento de voltar. Cheguei já fui para uma festa, junto com minha turma, veteranos e bixos. Saí tarde, encontrei o professor, troquei idéias e no final nos batemos novamente, me convidou para um café na padoca, e lá ficamos até o amanhecer. Ele sumiu em sua moto eu fui para o ap, inclusive com o novo presentinho do papai, um carro. Novos professores, novas disciplinas, terceiro ano, começava a parte final, conteúdos que definiriam minha vida profissional. E uma viagem bárbara, que duraria 45 dias com minha turma, mas sem o professor, que estava num congresso. Curtimos muito, aprendemos muito a união foi grande. Ao chegar um mundo de relatórios da viagem e da bolsa e o reencontro com o orientador, que me deu outra boa notícia iríamos viajar para um congresso de dez dias, só eu e ele, os outros orientandos não iam, pois não se tratava de suas especialidades. Tudo pago, embora isso não fizesse diferença.
Chegou o grande dia, fomos para o aeroporto, embarcamos para um outro estado, eram três horas de voo, iria apresentar-me pela primeira vez em um Congresso, bem verdade que como auxiliar de pesquisa, mas para mim era sensacional, afinal meu orientador era um ‘the best’. Ao chegarmos um pequeno problema, estávamos hospedados no mesmo quarto, o que era praxe entre orientadores e orientandos, mas a situação agora era especial. Resolvi fácil, tinha dinheiro e crédito suficientes para bancar os 10 dias, em quarto single e foi o que aconteceu. Descansamos daquela enorme viagem e de tantas horas no aeroporto, o professor sequer desceu para jantar, ou pediu a comida ou dormiu profundamente. Quanto a mim aproveitei o bom restaurante, sorvi um vinho, e fiz um pequeno passeio de reconhecimento nos arredores daquela cidade quente e úmida.
Dia seguinte pela manhã, seis da manhã o interfone toca, o professor me chamando para o café, pois as sete e quinze deveríamos nos dirigir para a universidade onde aconteceria a convenção. Aquele banho rápido, café apropriado com o doutor, percebi que seu humor estava ótimo o que me convenceu da observação do dia anterior, ele tinha descansado muito. Van para o novo hotel e começaram as palestras, inclusive com convidados internacionais, ingleses, franceses, norte-americanos, russos, japoneses, todos feras em geofísica, geomorfologia, geotecnia, tectônica de placas, e lá fui eu para o auditório onde falava-se sobre a o interior da Terra, ouvir novidades, saber em que nível estava a pesquisa. Conheci modelos, cálculos, simulações computadorizadas, experimentos. Puxa era muita coisa, mas fazia parte do meu mundo.
O almoço, foi regado a muita piada, e combinações de festas, noitadas, bares, o que é normal após grandes congressos. A tarde era livre, alguns dormiam, outros curtiam a praia, outros estudavam, iam ao cinema, enfim aquilo que as pessoas fazem para desestressar um pouco. Fui a piscina do hotel, convidei meu orientador para uma cerveja, ele disse que desceria, sim , mas no final da tarde, já que faria sua apresentação e precisaria revisar apontamentos. Era umas 5 da tarde quando ele desceu, estava tomando uma caipirinha bem fraca, ele sentou-se, comentou sobre a apresentação e pediu uma cerveja. Começamos a falar amenidades como nunca antes havia acontecido, penso que ele precisava de um tempo para descansar, algo assim , até de futebol falamos, e marcamos um jogo de basquete para a tarde seguinte, porém quando tirei a toalha de banho e fui dar mais um mergulho, acho que tudo mudou. Não era uma modelo, meu corpo era forte, aquilo que os homens chamam de mulher gostosa. Reparei que seus olhos varreram, desde o meu cabelo até meus pés, meus seios fartos e firmes atraiam qualquer um e ele passeou por eles por muito tempo, claro que tudo isso aconteceu em um lapso, mas nossa imaginação quando se trata de sexo parece eterna, em seguida olhou meu abdômen e pousou os olhos no triângulo final formado pelo maiô, o intelectual deu forma a um neanderthal, revelando sua face médico e o monstro, mas se recompôs num átimo, essa leitura só é possível no jogo entre um homem e uma mulher, o jogo da sedução, e encarei-o com vontade, percebendo seu embasbacar, ajeitei o maiô com as pontas dos dedos roçando fortemente as nádegas, como se fosse um menina inocente, empinei a bunda e o brindei com um fio-dental, claro estava de costas, mas isso o enlouqueceu, percebi pelo silêncio. Ao submergir do mergulho, percebi-o cabisbaixo se repreendendo por ter desejado uma mulher que também era uma aluna, claro que ele já tinha passado por isso, mas essas histórias sempre acabam mal. Percebi a luta entre o id e o superego, mexi com ele de uma forma ancestral, hormonal, isso o deixou mal. Subi deslumbrante, envenenadora, nova ajeitada no maiô, agora para ajeitar o triângulo que ressaltava o pomo de Vênus e escorria que cânion desejado, mais uma recaída, nova cerveja, mais amenidades. Combinamos de nos encontrar no saguão para uma festa, que rolava nas noites do congresso. No reencontro, eu estava deslumbrante, me produzi de propósito, vestido decotado, mostrando aquilo que mais belo havia no seio, suas curvas sugestivas, vestido preto estrategicamente a altura do joelho que produziria uma sentada fatal ao revelar as cochas poderosas e claro bastante transparente contra a luz, sutilmente revelando a minúscula tanguinha que cubria aquilo que já não dava mais para esconder. Estratégias de mulher. A festa rolou, fui paquerada, dancei, me quiseram levar para o hotel, estava firme, pensando em meu príncipe encantado, mas percebi que ele sumiu, que até saíra para conversar com outros acadêmicos, no final ao voltarmos ao hotel, ele revelara que havia acertado um pós-doc de um ano na Califórnia, iria para a falha de Santo André, Havaí e Alasca, seu ego encontrou a solução ideal, saiu de perto de sua orientanda, me envergonhei de tudo aquilo, me senti vexada por usar aquela roupa e por achar que iria rolar alguma coisa, me desfiz e sofrendo internamente o apoiei, mas queria saber como ficaria nossa orientação, se continuaria ou não, ele sabia de meu potencial, e profissionalmente, disse que a orientação continuaria via internet, que me preparasse para o mestrado pois já me considerava uma mestranda. Terminamos o congresso, não nos víamos fora dos horários das reuniões, ele não foi mais a festas, também não descia para a piscina, pensei em conversar, tocar no assunto, mas deixei passar, fui atrás de outros rapazes. Voltamos para a universidade, comecei a namorar um cara do mestrado, ele logo foi para seu pós-doc usando uma bolsa sanduíche, as orientações começaram bem frias, ele estendeu por mais um ano sua bolsa agora como professor visitante, nesse período rachei para o mestrado, fui admitida no programa, percebi que nossas correspondências estavam menos duras, talvez mesmo pela solidão que ele devia estar sentindo, mas por instinto entrei no jogo, havia uma esperança, bom pelo menos de minha parte. Mas eu estava namorando, e meu garoto dormia quase todos os dias em casa. Tratei de dispensá-lo, iria encarar meus sentimentos, no final de meu primeiro ano com pós-graduanda ele voltou, mais moreno, mais forte, a Califórnia fez muito bem a ele, voltou mais espontâneo. Houve uma festa em sua chegada, organizamos rapidamente, ele apareceu claro, conversamos muito, nada de sedução, também houve muita dança, curtição. Dia seguinte se apresentou para aulas na pós, puxa até sua didática, que já era ótima, havia melhorado. No período que esteve fora, publicou muito, artigos e um livro que saiu em Português e em Inglês, deu-lhe um bom dinheiro, segundo soube.
Claro que suas aulas tinham que ter campo, e fizemos várias viagens, minha dissertação praticamente pronta, era hora da qualificação, mas antes disso, já interessado em meu doutorado, fizemos uma viagem mais longa, financiados por uma agência de fomento. Viajamos para o sul do país, era inverno, o frio pegou. Bem agasalhada, aliás somente eu, ele parecia não sentir frio, seu traje era o mesmo, camiseta de mangas compridas que usava por baixo de uma camisa social, também de mangas longas, mas muito surrada, desbotada, rasgada em vários pontos, demonstrando suas inúmeras aulas de campo, o charmoso chapéu a calça larga de sarja, cheia de grandes bolsos, martelos, lápis, cadernetas, enfim, trajes e apetrechos que os deixava charmoso, a imensa mochila abrigava, até uma barraca e eis que escolhemos um cânion, para coletar amostras e fazer análises, para fechar o Mestrado e começar o doutorado, mas devido ao tardar do dia, não dava mais para voltar, resolvemos acampar, problemas não faltavam, falta de conforto e barraca para dois, mas um homem e uma mulher, e pior, um professor e uma aluna. Banhei-me no rio, em seguida ele, esquentamos a comida, e começamos uma longa conversa que perpassou desde as formações que víamos até a geologia lunar, fui dormi como sempre encantada, ele ficou fora da barraca, na verdade devido a situação, nem me sentia uma mulher e sinceramente não rolou nada por minha cabeça naquele dia, pela manhã acordamos e nos dirigimos para o noroeste do estado, uma viagem de quinhentos quilômetros acabou levando três dias. Parávamos em todos os marcos que o professor considerava importante para o meu aprendizado, foi cansativo, mas percebi que era aquilo que queria pra mim, as condições de higiene não eram as melhores, dormi na barraca todos os dias, vesti a mesma roupa, não havia cosméticos, a vaidade desapareceu, mas entendi que aquilo era ser geóloga, e apesar das dificuldades notei que ele estava me testando de diversas maneiras. Aceitei, entendi, adorei. Os três tipos de planaltos visitados, as várias formações rochosas, com minérios diversas e de idades contrastantes foram o que de melhor poderia acontecer a uma estudante. Voltamos me preparei, fui a qualificação e estava liberada dos créditos, agora era defender a dissertação. Fiquei nervosa, mas enfim, depois de seis meses tinha o título de Mestre. Comemoração claro, meu orientador comigo, mas durou pouco, fomos até uma da manhã, pois a galera, tinha provas naquele período, sobrou professor e eu, estava alta e o convidei para uma sequência no meu apartamento. Ele disse não, mas sugeriu uma pequena viagem a uma cabana que ele tinha numa cidade próxima, entendi a intenção e aceitei, pegamos o carro e para lá fomos, nada de muito luxo, era aconchegante, mas despojada típica de um geólogo, disse que o adorava, admirava, mas que aquilo para mim era pouco, queria lhe dar um presente. Mordeu a isca. Dê-me seu presente então, tasquei-lhe um beijo na boca, o álcool em nós entorpeceu a reação, subi minha blusa expus o sutiã, abri-o e meu seios duros como basalto, apontaram em sua direção, os bicos pareciam flexas, o rosado natural parecia estar mais avermelhado, não me contendo, e ele apenas olhando, soltei o laço de minha calça, e uma tanguinha vermelha, inacreditavelmente minúscula, tornou- se o centro de atenção e da tensão entre nós, senti o meu e o seu tesão, me virei e mostrei-lhe o fio que cobria o ânus, mas ressaltava a imensa bunda, conquistada depois de vários anos de academia, entre as nádegas o saltar do volume da buceta, que mais parecia um morro de cabeça para baixo. Perdeu o fôlego. Balbuciou umas palavras, mas não tinha mais razão, era pura emoção, tesão, deslumbramento, afinal eu era uma mulher linda, gostosa. Sabia que sua estado na Califórnia e o dinheiro do livro, tinha deixado o professor mais manso, mais relaxado, afinal ele vivia com um orçamento apertado para a demanda de afazeres, atualizações e periódicos que devia adquirir e ler. Era um professor universitário típico.
Sem hesitar aproximou seu rosto de minha buceta e a cheirou, o que o deixou ainda mais maluco, ele estava intumescida, úmida e exalava o cheiro da mistura de várias substâncias afinal havia algumas horas não havia me banhado, alguns homens, no entanto, adoram esse cheiro de mulher, e era o caso, me virou com mãos enormes e firmes, que me arrepiaram e quase me desfaleceram, minhas pernas tremiam, enfiou o rosto no meio de minha bunda, beijou, cheirou, boliu, lambeu, mamou e por fim descobriu meu cú, rosado e úmido, lambeu, chupou, se lambuzou, enfiou ainda mais o fio dental em meu rabo, depois com cheiro de buceta, misturado com cheiro de bunda e cú, me beijou longamente. Estávamos completamente entregues, mas ainda lhe faltava meus seios, o que ele primeiro admirou em meu corpo, agora estava em suas mãos, rijos, rosado, de bico em riste, logo em seguida começou a mamar como se fosse um bezerro, minha excitação agora era maior que meu pudor por aquele homem que tanto admirava, chegou minha vez, fui direto ao que interessava, enchi minha mão com aquele volume entre suas pernas, senti seu pênis firme, bem como seu saco, formado por duas bolas médias e ainda mais firmes, enquanto levava uma mamada que me molhava as coxas, desferi um golpe em seu zíper, afastei sua roupa de baixo que não consegui ver e senti o membro, lascivo, cheiroso, movimentado-se, pedi para abaixar e o encarei pela primeira vez. Minha boca o engoliu, sentindo a textura e o calor, amei e sorvi-o longamente, senti seu volume aumentar, como se preparando para ejacular mas não era tempo, enquanto acariciava seu pau, chupei seu saco, lambendo desde a base até a base de seu membro, cheirava, olhava, olhava para ele, lambia, engolia, chupava, em seguida a longa prática do delicioso sexo oral me levantei e voltei a beijá-lo. Ele abaixou sua cabeça beijou minha barriga, mas o senti parar, afastar-se de mim como que arrependido. E era isso mesmo, seu consciente o abateu, sentiu que estava violando a regra de ouro entre professores e alunos, ergueu-se, saiu da cabana, tomou um ar fresco e voltou, conversamos longamente, voltamos para a cidade, não no censuramos, mas algo havia mudado, o que não sabia era se para o bem ou para o mau.
Dia seguinte tudo voltou ao normal, tempo passa mestrado concluído, doutorado prestado, e eis que ele me chama em sua sala e me diz de um doutorado sanduíche, como ele iria passar dois anos trabalhando no exterior, e talvez por lá ficasse, me perguntou se não queria tentar uma bolsa próximo a universidade em que iria passar esse período, claro que queira. Prestei o exame, passei em todas as etapas, mas na entrevista houve um pequeno problema, já que ele se ausentaria por um tempo longo, ficou acertado com a banca que existiria uma co-orientação, mas ele faria sua parte via internet. Saímos para comemorar meu ingresso no doutorado, cerveja, vinho, rum, enfim muita comemoração, acabando eu ofereci carona, ele estava de moto, e não tão firme para conduzi-la. Nessa noite nada rolou, apenas uma promessa a de seguisse-o nos EUA, onde ele trabalharia na Califórnia e eu faria o restante do doutorado no Novo México., combinamos que sim, pedi um beijo, não rolou, ele disse “ nesse país,não”, “serão duas carreiras desfeitas. Fiquei dois anos aqui, sem ele, só internet, mas ao mesmo tempo sublimei a pulsão por sexo, dedicando-me aos estudos, trabalhei duro, consegui o visto e rumei para o Tio Sam, nesse período ele prestou concurso na Universidade do Novo México, fazia palestras e lecionava em vários estados da Costa Oeste, a Golden Coast como eles gostavam de dizer, estudava a Tectônica de Placas, e que lugar melhor que o acidentado Far West (Faroeste).
A Tectônica de Placas, sobretudo o modelo físico-matemático ao qual ele estava trabalhando, utilizando para isso os computadores de grande poder de cálculo existentes na Califórnia, não eram nada fáceis, extremamente complexos, e beiravam o limite do processamento humano em razão de tantas variáveis envolvidas. Mas antes de falar de nosso trabalho preciso descrever nosso reencontro, quando o vi, ainda mais cabeludo, usando gel para rebaixar o volume da melena na parte de cima, com um meio cavanhaque e bigode, do estilo de Collin Farrel em Miami Vice, seu corpo enorme, forte, bem organizado dentro de sua roupa de geólogo, claro chorei muito. Em seguida fomos comer, era alta noite, me contou que tinha trabalhado o dia todo no Grand Canyon, que pediu uma folga, mas na madrugada do dia seguinte voltaria ao trabalho, isso significava que teríamos uma noite toda e o dia seguinte, se é que conseguiríamos dormir. Saboreei um bom filé a cubana, provavelmente um sacrilégio nos EUA, mas precisava de carne para me recuperar e frutas coloridas para dar um sabor àquele reencontro, emoções revividas, fomos para um hotel de beira de estrada, bem típico dos filmes hollywoodianos, banhei-me, em seguida ele, e estava defronte ao meu monumento era hora de devorar e ser devorada, como sonhei com esse momento, desde o encontro da cabana. Ele me olhou cheio de desejo, vestido com uma cueca branca linda, que ressaltava o volume de seu pênis, enquanto eu usava uma minúscula tanga, que cobria somente a vagina, enquanto revelava toda a minha imensa bunda, me agarrou e sussurrou no meu ouvido que iria me fuder, que treparia comigo até gozar, enquanto ele falava todos os impropérios possíveis já estava com seu pau em minha boca, babando, cheirando, mordiscando, sentindo seu calor. Mamei-o deliciosamente, minha boca quente e úmida penetrava-lhe o caralho com vontade, sua glande batia no fundo da minha garganta, na medida em que esse jogo acontecia senti uma leve dilatação era o gozo sendo preparado, continuei olhei fundo em seus olhos e recebi um liquido agridoce, espesso e de cheiro forte, pronto minha boca estava levando porra, fui gozada na boca, que insistia em sugar seu arfante caralho, ele riu, sentiu-se homem, pois nada no mundo lhes dá mais prazer que ser dona de uma puta, através de uma gozada. Seu cansaço era evidente, deixei-o relaxar, mas não dormir, tomei um cálice de vinho para mudar o sabor e o cheiro da boca, em seguida virei minha imensa bunda em sua direção, ele não resistiu, e começou a sorvê-la, seu membro se eriçou, para intrigá-lo ofereci-lhe meu rabo, sem cerimônia, implorei para que ele me enrabasse com força. Tirou minha tanga, que raspou em meu ânus e na bunda, aumentando ainda mais o tesão, mergulhou seu rosto em meu rabo e chupou-o o quanto quis, minhas pernas bambearam, meu ânus relaxou e dilatou-se ainda mais, aproveitando passei um gel em sua rola e implorei, em voz alta para ser comida, seu pinto atravessou a leve resistência de meus esfíncteres, fui me ajeitando a medida que o cu levava o caralho, para favorecer a penetração, dói um pouco no começo, mas se relaxa e vai se acostumando, e a dor vira um prazer incrível. Meu estado de relaxamento chegou no auge, ele me penetrou toda, tinha seu caralho todo em meu cu, falava-lhe isso, ele urrava, montei seu pinto, como uma puta experiente, tirava-o todo de minha bunda, e rapidamente o sorvia todo, mastigava-o com os músculos de minha bunda, xingava, bradava, sussurava, urrava, pedia humilhação, rezava para ser fodida, dava com força, gozei, em seguida ele gozou, ao tirar a cabeça do pau seu gozo esquichou em meu cu, sentia a porra espessa e quente, delirei, desfacelei, dormi. Após algumas horas de merecido descanso estávamos nós felizes, hora dos banhos matinais, desjejum, eu me apresentaria na universidade, para concluir o doutorado, ele novamente ao Grand Canyon, dessa feita para uma expedição de uma semana, tempo suficiente para que me ajeitasse na cidade. Gostei no campus, do novo orientador, e da vida na cidade, embora uma grande cidade, tinha o espírito acolhedor do Oeste norte-americano, minhas primeiras aulas foram um pouco difíceis, a abordagem era menos teórica e mais prática, até por isso ele ficava tanto no campo, soube que no final de semana viajaríamos para o Havaí, ele precisava passar uma temporada lá para investigar os Hots Spots, medindo assim o fluxo da pluma, fundamental para descrição de seu modelo do interior da Terra. Nunca pensei em pesquisar no Havaí, seria um fim de semana e tanto, ainda mais depois de tanta tensão nos seminários do doutorado, aqui era bem comum a presença de grandes pesquisadores assistindo a nossos seminários, para acompanhar a evolução do conhecimento, ou mesmo ter novas idéias, quem sabe copiá-las, vencedores do Prêmio Nobel também circulavam por aqui, era uma vida acadêmica borbulhante e competitiva, mas com certeza de emprego. Mas rumamos para o Havaí, precisava de um pouco de umidade, e de curtir uma praia, o que fui fazer enquanto ele visitiva o Mauna Loa e o Mauna Kea, o fato de ele caminhar tanto, as vezes quarenta quilômetros em um dia o deixava ainda mais bonito, com o corpo torneado, mas naquele finzinho de tarde eis que houve uma grande surpresa, um colega geólogo da Islândia o havia convidado a aprender alpinismo, no dia seguinte de madrugada ainda rumamos para uma pequena montanha vulcânica do arquipélago, participei claro, o oeste do país era cheio de desafios inclinados, porque não aprender? Passou a ser nosso refúgio e higiene mental, além de praticarmos ao ar livre, em paisagens espetaculares, um exercício de fortalecimento para o corpo, o que nos deixava mais dispostos ao sexo, e isso para mim era impagável. Começamos a escalar pequenas elevações, que também se tornaram pequenas caminhadas para chegar a esses pontos, porém com o tempo tudo se ampliou, ao mesmo tempo nossas vidas acadêmicas iam se desenrolando. Estava prestes a defender meu doutorado, enquanto isso, meu amor publicava muitos artigos sobre uma nova estrutura do interior da Terra, por isso, era convidado a palestrar em várias universidades do Canadá e EUA, em nossos horários de folga, e principalmente, nas férias fazíamos caminhadas cada vez mais longas, algo como, sessenta quilômetros em um dia, o que nos permitiu conhecer toda a costa oeste norte-americana do Pacífico as Planícies andando, apreciar suas belezas e grandiosidades. Me lembro de uma de nossas travessias, quando deixamos a planície litorânea do Pacífico, onde encontramos cordões de areias depositados pelo mar, que formam freqüentadas praias nessa área, o que não é muito comum, em razão do clima frio, porém a Corrente da Califórnia que banha essa região torna o inverno seco e aprazível, bom para o turismo, o que faz do estado um dos mais visitados dos EUA. Essa região é de formação muito recente em escala geológica, de um período que chamamos de Quaternário. Em seguida rumamos para o interior, claro por uma de suas várias passagens, pois imediatamente após a costa encontramos uma cadeia de montanhas, chamada pelos americanos de Cadeia da Costa, já pelos canadenses de Cadeia das Cascatas, nome evidente, em razão de vários rios que a atravessam e por isso possuem inúmeras quedas d’água, que são usadas na agropecuária, silvicultura, geração de energia e cada vez mais no ecoturismo, a canoagem, a caminhada e a escalada são muito praticadas nessa paisagem de beleza ímpar, ao deixarmos essa região encontramos um pequeno altiplano, mais parecido com um vale, mas bem acima do nível do mar, sua parte mais famosa é o Vale da Califórnia. Esse grande vale, encaixado entre a Cadeia da Costa e a Serra Nevada, assim chamada por possuir os primeiros picos cobertos de neve ao menos no inverno, tem um clima bastante seco, pois a umidade vinda do litoral é barrada pela barreira altimétrica, tornando-o em vários pontos um deserto, que porém só é reconhecido por quem desconhece completamente a realidade da região. Pois aí graças a baixa umidade, recentemente, se instalaram as grandes empresas de computação, no que se convenciou chamar “Vale do Silício”, esse último é o elemento químico que se fabrica os chips que processam as informações no computador, ou seja, seu cérebro, mas antes de ser essa fonte de riqueza de nossos tempos, na época pós-Grande Depressão, ou New Deal, como os americanos gostam de chamar, essa região tornou-se um oásis. Para isso uma grande frente de trabalho foi criada pelo Estado, que ao gerar empregos, fazia a economia girar, usando o aumento da liquidez. Os rios San Joaquin e Sacramento foram canalizados e barrageados de tal forma que corressem ao contrário, isto é, bombas hidráulicas captavam as águas do Oceano Pacífico, que eram dessalinizadas, e as jogavam morro acima, daí a água disponível para a agricultura, sobretudo a fruticultura, tirando proveito do solo arenoso. A técnica chama-se Dry Farming, que além da água disponível levava em consideração o revolvimento do solo desértico, o gotejamento e a irrigação de pivô, tudo controlado eletromecanicamente, bem como a plasticultura. Essa última atividade era bastante curiosa, mas antes de descrevê-la, precisava namorar um pouco, já havia cansado de caminhar e escalar montanhas precisava ter meu homem entre mim.
Tomei um bom banho de rio, renovei a alma, minha mochila tinha de tudo, ou seja, além dos apetrechos, um pouco de maquiagem, um bom perfume e claro meus acessórios para acender a relação, preparei uma tanguinha dourada minúscula, enfiei – a na bunda, para salientá-la coloquei um colant branco, nessa noite iria tomar iniciativa e iria propor um novo jogo, geralmente um tabu para os homens.
Coincidência ora que ele entrou na barraca estava agachada preparando o jantar, claro que ao ver aquele meu bundão envolvido na tanguinha, ele me cantou imediatamente, mandei-o tomar banho e se preparar para uma noite de amor.
Ao chegar o ar se carregou de eletricidade, ele usava uma cueca boxer branca, quase transparente, a bunda estava magnífica, a volume da frente, projetado no espaço era enlouquecedor. Ofereci-lhe a chana em sua boca, ele a cheirou longamente, lambeu a calcinha, estava alucinado, sentei em seu colo, remexi, sem deixar que ele me tocasse, seu membro quase perfurou a boxer, tal a projeção, ordenei que ele se deitasse, anunciei uma massagem que comecei pela nuca, desci lhe toda as costas, passei as coxas e terminei nos pés, ele quase dormiu, tal o relaxar, repeti tudo novamente agora com a língua ele se remexia, queria virar mas não deixei, ficou arrepiado várias vezes, e o mais lindo projetava a bunda no ar para aconchegar seu hirto membro. Em seguida, com cuidado coloquei a mão em sua bunda, massageando-a. Gostou. Tirei sua cueca e repeti a massagem, por fim coloquei a mão em seu saco, depois a ponta dos dedos, ele gemeu forte e longamente. Lambi sua bunda com sofreguidão e amor, ele se arrepiou, principalmente quando a chupada ocorria na popa da bunda, no relaxamento natural percebi o canal que levava ao seu cu, meti a língua nesse canal, lambi em volta de seu rabo vermelho, quase roxo, estudei seus movimentos e com sofreguidão chupei seu cu, muito, muito mesmo, sem descansar o coloquei de quatro, chupei, lambi, sorvi, sua bunda depois aquele cusão maravilhoso, cheiroso e gostoso, em seguida ao lambê-lo, colocava a mão em seu saco e em seu pau, leve depois com força em seguida rápido, meu macho urrava como um leão e pedia para que continuasse, chupei mais uma vez seu cusinho gostosamente, apliquei-lhe uma chupeta no saco e em seguida uma mamada homérica sem seu pau. Seu rosto espantado por descobrir uma nova fonte de prazer, como que me pedia uma gozada, sem deixar suas mão me bolinar, arranquei a calcinha, como quem vai para uma guerra, e de uma só vez sentei em seu cacete, em duas ou três bombadas senti sua porra quente em minha buceta. O cu do meu macho era meu. Agora quantas vezes quisesse, faria parte de nosso repertório de fodas.
Preparei um forte café, coloquei um maiô bem cavado branco transparente e o chamei para um banho de rio, a temperatura era baixa, o que potencializava o arrepiar de meu corpo. Nos banhamos na água fria do rio da montanha, e em seguida não resisti, arrebitei bem a bunda, afastei o maiozinho, e ofereci meu cu, que de um fôlego foi invadido pelo seu caralho, nesse tempo todo de relacionamento aprendi a dominar os esfíncteres anal, portanto quando ele empurrava seu pau em mim eu dilatava meu rabo, quando ele o afastava eu o prendia, isso o enlouquecia, em seguida invertia o movimento e por fim apreendia a cabeça de sua pica com meu cusinho, claro eu gozava feito uma louca e ele esporreava meu buraco. Deleite puro. Ora de dormir.
Poucas horas depois o celular tocou, era do laboratório da Universidade da Califórnia, o modelo computacional parecia explicar o funcionamento do planeta, nova ligação agora nossa, montamos o acampamento e um veículo nos esperava, iria para a Califórnia apenas por aquele dia, pois pelo visto um longo período de testes tomaria “meu professor” de mim. E foi o que aconteceu, voltei ao meu doutorado, acompanhando a evolução do modelo físico-matemático que explicava o interior da Terra, ao que tudo indicava iria trazer uma nova noção a Geofísica. Parece que o professor queria ganhar o Prêmio Wegener, o equivalente em Geologia ao Prêmio Nobel, não em prestígio mas em recurso era até maior, podendo individualmente levar, a aproximadamente US$ 2 milhões, bem como a convites a todas as universidades do mundo, ao menos para conferências.
Bem a essa altura preciso explicar esse modelo da Terra e quem foi esse tal de Wegener. Podemos imaginar, grosso modo, nosso planeta como um ovo cozido, formado por três camadas, no caso do ovo, temos a casca, a clara e a gema, para a Terra temos a crosta, o manto e o núcleo. No entanto, na prática a Terra, é bastante mais complexa que esse modelo, por exemplo, o Núcleo é formado por duas partes o Núcleo Interno e o Núcleo Externo, e uma das modificações propostas nas pesquisas de meu amante era no comportamento físico e químico do Núcleo Externo.
O raio de nosso planeta é de cerca de 6.300 Km, a Crosta tem uma espessura média de 30 Km, já o Manto de 2.900 Km, portanto, o restante, ou seja, cerca de 3.400 Km é formado pelos dois Núcleos, o primeiro chamado Núcleo Interno é formado basicamente por Ferro e Níquel, mas um número grande de núcleos atômicos pesados e superpesados também são comuns, porém a presença do Ferro e do Níquel explicam o grande campo magnético da Terra. Sabemos também que a temperatura dessa região chega aos 6.300 ºC, mais quente que a superfície do Sol, porém a pressão nessa região, que suporta todo o peso das outras camadas do planeta é da ordem de 6,5 milhões de atmosferas. Nessas condições extremas o que mantem o núcleo equilibrado é justamente o equilíbrio entre a pressão termodinâmica que tende a expandir o núcleo em razão de sua temperatura imensa e contração provocada pela enorme pressão exercida pela grande massa do planeta, dessa forma o Núcleo Interno se mantem sólido e estável, mas essa estabilidade pode ser desfeita rapidamente. No Núcleo Externo a relação é bem menos estável, pois sua temperatura varia de 6.300 ºC à 3.500 ºC, com uma média de cerca de 4.500 ºC, e a pressão ao redor de 3,5 milhões de atmosferas, é na verdade uma zona de transição entre o Núcleo e o Manto, de uma forma bem simplificada é como se fosse uma mudança de fase, como quando a água a 0 ºC, estivesse passando do estado líquido para o estado sólido, aqui e acolá já se percebe formação de cristais de gelo, mas convivem sólido e líquido, por isso, a maioria dos geofísicos dizem que o estado do Núcleo Externo é líquido. Porém meu querido professor, afirma o contrário, na verdade a região é um sólido com comportamento plástico, como uma borracha por exemplo, na verdade ele gosta de dizer que tem o aspecto de um queijo de minas, outro exemplo poderia ser o vidro ou o piche, que são líquidos de alta viscosidade, escorrem lentamente, mas escorrem, como notamos nas igrejas medievais da Europa. Seus vitrais de ao menos mil anos, já tem uma deformidade entre a base e a parte superior, graças ao lento escorrer do vidro, por isso, o cuidado, o silêncio, necessário nas visitas, porém o comportamento do Núcleo Externo é o contrário, ou seja, é um sólido que as vezes apresenta comportamento líquido, isso ocorre em razão da decomposição radioativa, principalmente do Tório e do Urânio, que estão presentes abundantemente nessa região, bem como a transferência de calor do Núcleo Interno, aliado a diminuição da pressão. Usando o modelo do queijo de minas, é como em seus orifícios aplicássemos um doce de leite bem quente, semi pastoso, essa é a idéia do comportamento físico e químico do Núcleo Externo. O excesso de calor, tanto do Núcleo Interno, quanto o da radioatividade do Núcleo Externo, vazam para o Manto. E quando isso acontece, forma-se ondas de calor, chamadas de “plumas”, são essas plumas que muito quentes, vão diminuindo a densidade da matéria e subindo em direção a superfície, dessa maneira, não é o Manto que é pastoso, como o senso comum acredita, na verdade ele é bastante sólido, o que acontece é que com a passagem das ondas de calor o material se derrete, formando o magma, que por sua composição, temperatura e menor densidade sobe, como quanto mais sobe menor o peso das camadas do planeta e menor a densidade, maior a formação de magma, por isso, próximo a superfície dependendo do tamanho da pluma, encontramos enorme quantidade de rocha pastosa, como no caso da Astenosfera, a camada que antecede a Crosta e por onde a mesma desliza. A pluma ao atingir a superfície pode deformá-la de várias maneiras dependendo do tipo de rocha que encontrar na superfície, se a rocha for plástica pode deformar bastante a superfície mas sem rompê-la, formando montanhas, se o material for rígido, no entanto, pode fraturá-la, provocar fortes tremores, ou ainda expelir o magma, ou seja uma erupção vulcânica, nesse caso o magma ao extrudir passa a denominar-se lava, pode ocorrer ainda do magma extravasar na divisa das placas tectônicas provocando sua movimentação. Mas antes de continuar preciso voltar a minha tese de doutorado, que estava pronta e era bem mais modesta que as pesquisas de meu namorado, minha vida universitária nesse período era de muita leitura, escrita e participação em congressos, mas havia tempo para descansar e namorar, numa dessas escapadas fomos a Islândia a convite dos pesquisadores locais com a finalidade da apresentação das pesquisas de meu amor, o avião antes de pousar em Reikjavik, fez uma imensa curva no território do país nos permitindo avistar a grande geleira Vatnajoküll, a última palavra, quero dizer joküll significa geleira na língua local, então a palavra queria dizer geleira Vatna, considerada a maior geleira permanente em um país, cerca de 10.000 Km², era avistada de barco a mais de 100 Km, daí dizem o nome do país, ou seja, IceLander, de onde Ice quer dizer gelo e Lander significa terra, donde Terra do Gelo para Islândia, esse batismo foi dado pelos Vikings, que ao se aventurem pelo mares nórdicos, com seus barcos Knorr, avistaram a Islândia de longe, na verdade avistaram a imensa geleira, imaginando que estivessem na costa de uma imensa terra gelada. Além disso é um dos paraísos para os geólogos, primeiro porque depois do Japão é o país que mais apresenta vulcões no mundo, segundo que mistura o gelo de sua alta latitude e o fogo desses vulcões e fontes geotermais, por fim por ser a mais extensa das partes emersas da grande Dorsal Meso-Atlântica, a grande fenda que separa as placas tectônicas que se limitam no meio do Oceano Atlântico, como é o caso das Placas Norte-Americana e Eurasiática, ou ainda, da Sulamericana e Africana, mas antes de explicar, nesse diário para quem no futuro possa lê-lo, o que são placas tectônicas, preciso narrar nossa estadia na Islândia, uma série de palestras do novo modelo do interior da Terra nos custou uma semana, em seguida fomos curtir o país, alugamos um chalé junto as piscinas geotermais o que nos permitia tomar banhos nus, já que é um país bastante liberal, em plenas madrugadas claras do Ártico, as águas quentes faziam a limpeza dos poros, principalmente quando corríamos para o chuveiro externo ao chalé com água fria corrente, nesse paraíso ficamos repousando uma semana, e claro minha libido ativada, numa dessa noites me preparei para ele. Na parte de cima não usava nada, apenas o seios fartos e duros apontando para ele, como farol em luz alta, na parte de baixo um shortinho de algodão egípcio bastante flexível e que entrava em todas as saliências de minha bunda e buceta, mais revelando do que escondendo, quando entrei na água o shortinho ficou mais justo o que o levou a loucura. Em sua sunga o mastro parecia arrebentar o tecido, suguei-o por fora, de repente o tirei e engoli o todo imediatamente, meu queixo batia em seu saco, era como engolir uma espada, usava a garganta para abrigar parte de seu saboroso caralho. Chupei-o, concentrando na cabeça do membro, até que estrondosamente sua porra esguichou. Tomei porra na cara, na garganta e na língua, enquanto ele urrava de prazer como um leão. Continuei mamando até limpar sua barriga, seu saco e sua pica, dei-lhe um banho de língua, pedi para que tirasse a porra de meu rosto e me desse na língua, o que tornou seu membro duro novamente, virei-o com força e mergulhei em sua bunda, chupei cada dobra, cada poro, em seguida chupei lenta e gostosamente seu cu. Que delícia! Mas era ora de uma nova experiência, levei-o para o quarto coloquei-o de bruço na cama, fiz-lhe uma massagem na nuca, pescoço, costas, coxas até chegar aos pés, depois com ainda mais carinho massageei a bunda, inclusive o cusinho, como usava um óleo de amêndoas, bastante fino e deslizante, deixei um dedo roçar seu rabo levemente, fiz uma pequena pressão e em seguida deslizei o dedo dentro daquela carne quente e levemente enrugada, pronto havia ultrapassado a barreia do cu do meu macho. Seu cu era meu! Mas para quem consegue deslizar um dedo, dois não é problema, na verdade fui deslizando um a um até que todos estavam dentro de seu rabo, olhando surpreso para mim, já que agora estava virado me olhando de soslaio, comecei um imensa massagem em sua próstata, usando apenas um dedo, massageando a região suave e circularmente, ao mesmo tempo usava a outra mão para acariciar seu saco, em pouco tempo ele usando sua mão tocou uma rápida punheta e gozou desvairadamente, aproveitando-se de meus xingamentos, eu o chamava de minha puta, viadinho, biscate, bichinha, gosta de dar o cu, enfim, todo tipo de sacanagem possível, em seguida dormimos como duas crianças, mas antes pensei que estávamos no auge da putaria, como ele estava aceitando jogos eróticos de quem confia muito um no outro, na próxima vez que viajássemos prepararia um nova surpresa. Fim da viagem a Islândia, estava próxima a minha defesa de tese, bem como o título de Doutor, enquanto isso ele continuava seu modelo computacional, agora para provar o deslocamento das placas tectônicas, se assim o provasse o modelo integraria todos os grandes modelos geofísicos da Terra, tanto o interno que já estava provado, quanto o externo, fundamentando teoricamente o modelo de funcionamento do planeta. Bem penso que agora seja o momento de registrar o que são as placas tectônicas e para isso voltemos ao passado do nosso planeta.
A Terra surgiu por volta de 4 bilhões e 560 milhões de anos atrás, de uma grande nebulosa que se concentrou graças a explosão de uma supernova próxima, esse empurrão dado pelo deslocar de gases fez com que a porção interna da nebulosa se agregasse dando origem a um corpo mais massivo, que ao adquirir mais massa foi aumentando sua força gravitacional e assim atrainto mais massa, acontece que era tanta massa que seu centro supercomprimido levou a queima do hidrogênio em hélio, para que houvesse estabilidade entre a compressão provocada pela massa e a expansão provocada pela fusão de hidrogênio em hélio, resultado o corpo se equilibrou, mas ao mesmo tempo se acendeu, ou seja, aparece no centro da nebulosa uma estrela, que nós chamamos de Sol. Na periferia da nebulosa, devido a irregularidade da distribuição da matéria se formaram grãos de matéria menores, não tão densos como o central, mas suficientemente densos para se agregarem e formarem os planetas e satélites naturais, na porção mais interna, em razão da densidade da matéria e da temperatura formaram-se planetas de silício, oxigênio, carbono, magnésio e ferro, os chamados planetas rochosos, como a Terra, já na parte externa a densidade menor e o frio, possibilitaram a formação de gigantes gasosos, como Júpiter. Voltando a Terra, a temperatura inicial do planeta era estupenda, da ordem dos 3.000 ºC, 2.000 ºC, a rocha na verdade, da forma que nós a conhecemos não existia, a superfície da Terra era um mar de lava, no entanto, nosso planeta não tinha atmosfera, e essa superfície estava em contato com a temperatura do espaço, de - 270 ºC (3 K), o que levou a um choque térmico imenso, acabando por endurecer a rocha, originando assim a Crosta Terrestre, acontece que na prática as coisas não são tão simples assim, como a Terra é formada por diferentes elementos químicos, que possuem pontos de fusão diferentes, o esfriamento gradual deu origem a partes que se solidificaram primeiro e partes que se solidificaram depois, originando regiões da Crosta que enrijeceram primeiros que as outras, formando, como se fossem imensas peças de um quebra cabeça, partes da Crosta, mas que se encaixam perfeitamente, a qual denominamos Placas Tectônicas. A palavra tecton vem do grego que quer dizer carpinteiro, como são bem encaixadas parece que foram feitas por um carpinteiro. O fato das placas terem se solidificado diferencialmente, também permitiu que entre elas formassem vales, rifts, brechas, fendas, por onde o magma saísse em forma de lava, acontece que essa extrusão fazia-se sobre forte pressão, tanto vertical quanto horizontal, no caso da pressão vertical foi moldando a superfície da placa, originando o relevo, já no caso da pressão horizontal foi promovendo o deslocamento das placas. Originando o tectonismo, os abalos sísmicos e o vulcanismo, além dos continentes e os oceanos. Mas o que produzia o movimento dessas placas? Bem uma camada entre o Manto e a Crosta, formada de magma, conhecida como Astenosfera. Era por onde a Crosta sólida e rígida se deslocava, portanto o Manto não é pastoso, mas sim uma camada entre ele e a Crosta. Agora o que gerava esse deslocar das placas? E esse magma? Justamente as Plumas que chegavam do Núcleo Externo sob alta temperatura. Portanto era necessário acrescentar as novas variáveis que descrevi até agora para verificar se o programa de o supercomputador tornava essa Terra simulada estável, tal qual nosso planeta, feito isso modelos experimentais seriam testados em laboratórios geofísicos.
Nesse ínterim defendi meu doutorado, e em seguida me matriculei no pós-doutorado, fui aceita em uma universidade do norte da Califórnia, meu amante estava no sul, porém estávamos próximos. Antes de iniciar minha nova etapa acadêmica, saímos de férias, começamos uma nova longa caminhada, de onde paramos o Vale da Califórnia. Fiquei inclusive de desvendar a plasticultura, parte do Dry Farming e que tanto modificara a paisagem desértica do vale. Esse deserto é fácil de explicar, pois estamos num vale, numa depressão, entre a Cadeia da Costa e a Serra Nevada, logo o vento que carrega as nuvens e por sua vez as nuvens cheias de umidade eram barradas por uma barreira orográfica, constituída pela Cadeia da Costa. Explicando melhor na medida em que as nuvens vindas do Oceano Pacífico iam escalando o relevo, a temperatura e a pressão caiam, logo ocorria a precipitação em forma de chuva, mas só na vertente do Pacífico, na vertente interior sobrava o vento seco e uivante conhecido como Chinook. Bem mas além da irrigação o que então modificou esse vale seco, sabemos que o solo foi revolvido para que os nutrientes fossem trazidos à tona, e que a evapotranspiração de um deserto é enorme, portanto para evitar perder a água trazida via irrigação de gotejamento ou pivô, foi desenvolvida uma proteção, uma cobertura para evitar a perda de água por parte das plantas e da evaporação, pois bem essa proteção era fotossensível, ou seja, na medida em que a planta se desenvolvia a proteção plástica se degradava, porém esse plástico orgânico era incorporado ao solo ajudando-o na fertilização. Esse material é um plástico orgânico feito de várias plantas, por exemplo da mandioca. Outro destaque é o rígido controle da umidade e das condições dos solos, feitas por cabines refrigeradas instaladas no campo e informatizadas, graças a tudo o que descrevi o Vale da Califórnia tornou-se um grande produtor de frutas, um Fruit Belt, muito famoso em todo o mundo, inclusive com um dos melhores vinhos do mundo! Posteriormente esse vale seco e de baixa umidade, além de rico em matérias primas eletroeletrônicas e energéticas, tais como o silício, o ouro, a prata, o cobre, o urânio, entre outros, iria abrigar indústrias de telecomunicações, materiais bélicos e a fina flor da indústria da informação, daí a denominação Vale do Silício, mas por tudo que já retratamos era momento de arrumar as mochilas e enfrentar as frias e altas passagens da Serra Nevada, modesta em termos de altitude, mas seu nome revela sua geografia, pois aí encontramos os primeiros picos cobertos de neve da costa oeste dos EUA, passando em seguida, acompanhados pelo gelado Chinook, a um imenso altiplano entre as Nevadas e as Rochosas, as Rocky Mountains, nelas encontramos os terremotos, picos altos atingindo em território yankee, 4.800 m, e muitos vulcões. Mas antes de atravessá-la seria importante falar do Platô do Colorado, uma das partes do Altiplano, essa área é cortada pelo rio Colorado, que ao atravessar o arenito friável do sudoeste americano, entre os EUA e o México, esculpiu na rocha um vale belíssimo que atinge até 1.800 m, revelando rochas de bilhões de anos, mostrando todo um perfil geológico, uma escala estratigráfica prática, que revela boa parte da História Geológica do Planeta, trata-se do Grand Canyon , pois resolvemos acampar por um tempo em uma de suas escarpas, de onde podíamos nos banhar em um água corrente. Respiramos o ar puro, vimos o nascer do Sol que coloria de forma diferente cada camada do cânion, era um espetáculo, ar puro, comida boa, desligamos do mundo, ele era fã da região, eu fiquei. Bem mas chega de falar de relevo e geologia, que tal relatarmos agora um pouco de putaria? Pois para essa nova noite havia preparado uma peça única que cobria do pescoço ao tornozelo, preta e semitransparente, se não bastasse, extremamente agarrada ao corpo, o que mais revelava que escondia, quando ele me viu notou meu estado de excitação, ao mesmo tempo a segunda pele me escondia e revelava ao mesmo tempo, minha bucetinha por exemplo era profundamente contornada pelo tecido e até as dobras de meu cusinho eram visíveis quando estava de quatro. Bom bastou isso para um bacanal a dois, dessa vez finalizei a foda trepando em seu pau com o apoio das pernas, num tremendo movimento de vai e vem, mas a trepada foi feita com o meu cu, a gozada foi maravilhosa escorrendo pelas minha pernas, o dois ficaram mortos, mas não perdi tempo iniciei a massagem em suas costas, terminando com meus dedos em seu rabo, quando ele já relaxava, eu os tirei e penetrei-lhe com um pequeno vibrador, confesso que ele levou um susto, mas como o consolo estava muito lubrificado logo se acostumou, porém antes de virar para sua tradicional punheta de final de noite, tirei o pequeno membro e enfiei-lhe um mastro enorme, lentamente, ele reclamou um pouco, mas fiquei firme e logo estava curtindo, antes de gozar, pedi para que sentasse no pau e cavalgasse um pouco, ele riu mas fez, fez e se soltou, e na medida em que penetrava com mais gosto, mais eu o xingava, falei muitos palavrões, destratei-o, humilhei-o, resultado um gozo forte e quente lavou meu rosto, em seguida mamei seu membro, deixando-o limpinho. Que foda de puta e puto maravilhosa, a cada saída nossa a putaria crescia loucamente, era puro deleite, claro já tinha preparado a próxima foda que o faria mais putinha ainda. Assim curtíamos a vida entre a ciência, as viagens e as putarias homéricas. Acordamos e resolvemos caminhar, pelos próximos dias até passar as Rochosas, inclusive destratamos uma possível escalada, para atingir as grandes planícies do centro dos EUA, mas apenas vislumbraríamos aquela maravilha, o percurso para atravessá-las ficaria para uma próxima vez, pois ele estava no momento crucial de provar sua teoria, inclusive com o supercomputador a sua disposição por três meses, já eu tinha resolvido finalizar, o mais rapidamente possível o meu Pós-Doc e em seguida procurar emprego nas universidades norte-americanas, de preferência na Califórnia, mas antes de tudo isso se realizar tínhamos uma viagem a Europa, dessa vez para a Itália onde ele palestraria em Roma e Milão, depois na Suíça em Genebra e por fim na Áustria em Viena.
No dia do embarque veio a grande notícia, a simulação do modelo matemático, com todas as variáveis que contei nesse diário, estava pronta, no computador a Terra se comportava como na realidade, mais que isso o modelo simulou passo a passo, segundo as variáveis de sua pesquisa, uma evolução para o planeta desde a sua formação, cada etapa funcionou conforme o previsto, resultando na Terra atual. Estava provado o modelo evolutivo e do interior da Terra, inclusive a Teoria das Plumas. Agora era só publicar, isso mereceu uma champanhe, voamos para a Europa saudados pela equipe da Califórnia, durante o voo a caixa de e-mail lotou, e um esboço de artigo foi enviado para os pareceristas, ao mesmo tempo pululavam propostas de empregos e verbas, mas precisávamos nos concentrar nas palestras européias que ele refez na parte final do voo. Tínhamos o primeiro dia livre e resolvemos ficar em Milão de onde avistaríamos os Alpes, curtimos a manhã em museus, a a tarde descansamos um pouco e a noite pegamos o trem que contornava os Apeninos, belíssima viagem. Ao chegarmos a Cidade Eterna fomos atrás da hospedagem e de localizar a Universidade de Roma. As duas palestras foram impactantes, dignas das maiores descobertas da ciência, ao mesmo tempo seguidas de debates acaloradas, mas depois de dois dias, fomos aos Alpes de carro, resolvemos acampar na fronteira da Itália com a Suíça, nem preciso descrever a impressionante beleza e imponência da paisagem, o frio era grande, mas rolou um clima e aí fomos para mais uma foda, o chalé possuía uma pequena sauna, pois antes de entramos, propus uma venda, ele faria amor sem ver, pois bem proposta aceita tirei sua roupa, claro acariciando, lambendo e chupando cada parte de seu corpo, mamei muito seu caralho, as bolas do saco, a bunda inteirinha e chupei deliciosamentoe seu cusinho. Quando ele estava bem a vontade peguei uma calcinha branca, nem preciso dizer que era fio dental e vesti meu macho com aquele fetiche, ele percebeu mas não tinha certeza, ficou excitado e em seguida enrabei aquele cusinho lindo, fazendo ele gozar em minha boca. Gritei que a porra estava deliciosa, posicionei-o de frente ao espelho e lhe disse, depois do espanto, que agora sim ele era minha mulherzinha, xinguei-o muito, e foi dormir de calcinha. Pela manhã antes de deixarmos a montanha, trepei mais uma vez no seu cusinho, agora ele usava um fio dental amarelo, disse-lhe que ele precisava de um macho de verdade para fuder seu cu enquanto eu batia uma punheta com minha bucetinha. Gozamos enternecidos e agradecidos pelo prazer intenso. Mas era dia e precisávamos pegar o trem para a Suíça, arrumamos as malas e corremos dali para a estação, atravessamos os Alpes por uma de suas passagens, vimos lagos alpinos, era um viagem a ser refeita, além de planejarmos escalar o Mont Blanc, pico culminante da Europa Ocidental com seus 4.807 m. Enfim chegamos a Suíça, e fomos para a universidade, acabamos falando em Berna, Zurique, Constance e por fim em Genebra, a viagem se prolongou e saiu da rota, mas a teoria estourou e ele foi indicado para o Prêmio Lyell e Wegener, logo todas queriam ouvi-lo e, claro, conseguimos um prazo maior da universidade da Califórnia. Ainda entre os Alpes, fomos para a lendária Viena, porém paramos um pouco no Tirol para descansarmos e é claro trepar. Alugamos um outro chalé, entre as montanhas tirolesas, cabana isolada, para chegar até ela usávamos um teleférico depois um esqui montanha abaixo, mas havia muito conforto, inclusive uma cama linda. Fui banhar-me enquanto ele foi para a sauna, quando entrei no quarto, surpresa, ele usava uma calcinha string, ou seja, mais larga, mas que formava um triângulo lindo em sua bunda e me pediu pra comer seu cu, pois ele era um viadinho, nossa fiquei enlouquecida, cheia de tesão e dessa vez mostrei o enorme consolo de 30 cm, que ia enfiar no seu cu, antes fiz jurar que deixarei eu contratar um macho pra enrabar seu cu de verdade, e que ele faria uma chupeta e engoliria a bola do saco se humilhando para esse puto. Não deu outra ele prometeu, fudemos muito, ele com um pau enorme no rabo, com o cu arrombado tocava uma punheta se xingando até gozar em minhas mãos, no reflexo dei-lhe a porra que ele sugou com tesão, sentindo-se a puta mais devassa do mundo. Pronto meu macho, era uma puta, que gozava em sua puta no cu, na buceta, na cara e na boca, mas que dava um cu com gosto, era a foda completa.
No outro dia pela manhã, ele fez a conferência em Viena, mas não cumpriu a nova agenda de falar em outras cidades austríacas e de adentrar a Baviera e falar em Munique, pois em sua caixa de e-mail havia uma mensagem surpreendente de que ele havia auferido o Prêmio Lyell, e que deveria se apressar para não perder a cerimônia de entrega que era em Edimburgo na Escócia, esperamos um pouco, mas o telefone tocou e confirmou a premiação, providenciamos rapidamente passagens aéreas para a cidade escocesa e ao chegar ele precisava, ao menos, passar a tarde toda ensaiando os protocolos, aproveitei e sai por Edimburgo, precisava preparar uma nova surpresa, tínhamos um dia antes de cerimônia. Conheci algumas pessoas, através de amigos nos EUA, que me indicaram uma agência de acompanhantes, e contratei um belíssimo homem para nos fazer surpresa no começo da madrugada. Estava excitadíssima. Fomos jantar, mas meu coração estava acelerado e minhas pernas trêmulas, tomamos umas cervejas a mais para comemorar o prêmio e tudo que tínhamos passado juntos até ali, fomos para casa, banho, cheiros e lindas lingeries, levei uma tremenda chupada na buceta, que continuou na bunda e foi parar no meu cu, ofereci meu rabo como um pavão, fodi gostoso no rabo até gozar, cavalguei em seu pau falando besteira até que ele disparasse porra em meu cu que o melou todo pois escorreu. Foi sensacional! Mais banho, chá para esquentar, começamos o segundo round, claro papéis invertidos, mandei que ele vestisse um maiozinho fio dental, e que usasse uma venda, enquanto eu usaria um chicotinho, bem mamei o pau, o saco, a bunda e por fim seu delicioso cusinho, sem que ele percebesse o belíssimo macho entrou em nosso quarto, começando por esfregar o volume da cueca em sua cara, pensei que ele fosse reagir, e até reagiu, mas dei-lhe uma chicotadinha na bunda e ele entendeu o recado, aos poucos foi se soltando, protegido pela venda, pois ainda não conseguia encarar aquela situação, meu homem, foi se depravando para outro macho, e eu assistindo aquela novela real, maravilha, bati uma punheta com meu clitóris, gozei ardentemente. Aos poucos ele foi ousando e tirou a cueca de seu macho, cheirou seu baixo ventre e parece ter curtido, tanto, que lentamente foi chupando o primeiro pau de sua vida, primeiro de lado com a língua em seguida com os lábios, assim que se sentiu a vontade mergulhou o caralho na garganta, inteiro, até ter ânsia, eu já estava gozada e morria de paixão e tesão, queria foder os dois, mas ainda não era tempo. Continuou a sacanagem fazendo uma chupeta no saco, lambia, esfregava o rosto, falava, xingava, dizia ser puta, biscate, cadela, filha da puta, mulherzinha de rola, que amava uma pica, que não vivia sem pau, que precisava de caralho e que queria engolir muita porra, sem deixar cair nem um pinguinho, pedia pra ser humilhado, e para que seu macho fudesse seu cu sem dó, que lambesse o cusinho, e esfregasse seu maiozinho no fundo do rabinho. Não acreditava no que estava ouvindo, só vi o momento em que ele mamou e tirou porra do caralho, engolindo o pau, deixando a porra escorrer, depois com o dedo sugando o líquido, e olhando em minha direção. Era uma puta completa, ou melhor um viado total e era o que eu queria. Como se tratava de um profissional, o pau continuou duro, de súbito, em com força virou meu macho, colocando-o de quatro, besuntou o cusinho da putinha com creme, depois lambuzou seu pau e foi colocando devagar, com carinho, com amor, e mexendo, em resposta meu gaysinho, foi rebolando e falando, rebolando mais e fodendo, até que o pau do macho saia e entrava com força e veloz, tirava e mostrava para mim, o buraco enorme em que tinha se transformado o cu da putona, deitou-o e fudeu por cima dele, cena inenarrável, em seguida era a vez da minha bichinha cavalgar o caralho, nunca vi nada parecido, como ele fazia aquilo de forma linda, parecia muito experiente e era apenas a sua primeira vez, bem tudo acabou em muita porra tanto da minha cadelinha, como do macho contratado, que terminou a encomenda, se vestiu rapidamente, pegou o dinheiro sobre a mesa, fez uma mesura e saiu discretamente, nos deixando sozinhos para conversarmos sobre tudo aquilo. E foi o que fizemos, sem pudores falamos sobre tudo e ficou acertado que dá próxima vez eu participaria ativamente da brincadeira e ele não usaria venda. Fomos descansar depois de um bom banho quente e uma sopa suculenta. No outro dia ficamos envolvidos com a cerimônia do prêmio que foi deslumbrante, aproveitamos tudo aquilo com o maior carinho, mas pela madrugada embarcamos para Munique, ele faria a conferência com o prestígio nas alturas, porém nossa passagem seria relâmpago, a universidade na Califórnia o chamou de volta, pois muito provavelmente ele ganharia o Prêmio Wegener. Bem mas ao chegarmos a Baviera, enquanto ele foi ter com os alemães, eu corri atrás de serviços de acompanhantes, que por indicação sabia que eram discretos, higiênicos, saudáveis e primeira categoria, claro que por isso tudo mais caro.
Feita a conferência, jantar de gala, fomos descansar, pois pela noite, ainda daquele dia embarcaríamos para os EUA. Ele já sabia da novidade, que durante a madrugada adentrou nosso quarto, era lindo, enorme, bem torneado fisicamente, por isso, para não gerar ciúme deixei-o fazer as vezes. Pois ele me surpreendeu e lhe disse que roupa gostaria que eu vestisse. Era um conjunto dourado de sutiã aberto, revelando o bico dos seios e uma calcinha fio dental, mas não de tecido mas de metal flexível, para ele só uma calcinha string que cobria um quarto da bunda, mas que ao mínimo movimento enterrava em sua bunda dura, redonda e enorme, que fazia sumir meu rosto quando eu mamava aquele rabo com cheiro de cu, que no seu caso tinha um gosto doce, e que caverninha quente! Começamos a sacanagem, dessa vez ele me ofereceu a nossa visitante, ordenando que eu mamasse seu pau e ficasse olhando pra ele, e toda vez que tirasse o pau da boca, falasse ‘tá vendo sua puta de rola, seu corno’, ‘gosto desse macho’, ‘você é uma putinha’, ‘veja que rolão que ele tem, corno, você tem um pintinho, por isso, tem que dar o cu’, fui enlouquecendo com aquela xingação toda e logo depois daquela minha chupada de pau e saco, que tanto adorava, já estava rebolando a xana no pau do meu alugado, enquanto isso mamava a benga do meu macho. Em seguida fizemos um trenzinho, meu amor, comendo minha buceta, mas levando no rabo ao mesmo tempo, eram tantos palavrões, tantos cheiros misturados, tantos pedidos por porra, que aquilo transbordou e ficou alucinante, levei um jato quente de porra na xana, mas meu macho teve o cu todo melecado de esperma que lentamente ia escorrendo pelas pernas, desfalecemos, mas não encerramos. Pós descanso, penetração dupla, meu amor no meu cu, o macho alugado na minha xana, depois trocamos levava no cu de um estranho pauzudo, enquanto meu macho comia minha bucetinha, antes de terminar, punhetei-os na minha cara e levei dois jatos de porra na boca, que escorreu pelo rosto, mas com sede limpei tudo. Puro tesão. Ato final, última enrabada em meu homem, que tomou mais uma vez no cu, era lindo ver aquele vai e vem, principalmente quando acontecia lentamente, e o alugado tirava seu caralho do cu e depois colocava novamente, havia sincronismo, meu macho gozou sem ser punhetado e em seguida fez uma chupeta no pau melado de cu do meu macho, pura putaria, tudo ocorrendo com olhares direcionados para mim, por fim um jato de porra na boca do meu macho, que não engoliu de uma vez, deixava vazar e ia tomando devagarinho até sorver cada gota da porra do amante, lambeu os lábios, levou um beijo na boca, em seguida o garoto de aluguel, sem esboçar uma palavra pegou seu dinheiro e nos deixou a vontade. Banhou-se, roupa nova e saiu sem olhar, apenas desejando boa noite. Sem nenhuma dor de consciência fomos fazer um bom café, tomamos banho, conversamos e dormimos. O sono foi breve pois tínhamos um vôo transatlântico a fazer, corremos ao aeroporto, o vôo estava um pouco atrasado, curtimos um café e em breve estávamos dormindo em nossas poltronas, chegamos a Nova York e fizemos uma conexão imediata para Los Angeles, estávamos bem cansados, só nos apresentaríamos a universidade no outro dia. E assim transcorreu, outro dia pela manhã, fomos para a universidade tomarmos o café, quando o prêmio Wegener foi anunciado oficialmente, assim como uma conferência de quinze dias no Japão. Nossa vida estava muito acelerada, apesar da pausa nas pesquisas, por isso, sempre preocupada, procurava algum prazer pra inserir nessa vida louca, e cidade mais maravilhosa para isso que Los Angeles não havia no mundo. Porém antes de entrar em contato com amigos e amigas, ele me avisou que além, do prêmio, ganhamos uma semana antes de embarcar para o Japão e resolveu passar esse tempo no campo, voltaríamos para nossa viagem pelas paisagens naturais dos EUA. Fomos a cerimônia do Wegener, muito bem vestidos, o glamour envolvido era imenso graças ao valor e ao reconhecimento provocado pelo prêmio, a tentativa de prever o comportamento da Terra e sobretudo o de prever cataclismas naturais era uma pesquisa considerada tão essencial, como ao da cura do câncer, AIDS, e melhoria de qualidade de vida. Fomos apresentados a editores dos mais respeitados periódicos do mundo, a editores de livros já interessados em publicar uma biografia e livros de divulgação científicos para agradar o grande público, diretores de canais de televisão e apresentadores de talk-shows pediam agendamentos, agências de fomento de pesquisa, que antes nos ignoravam, agora ofereciam verbas imensas, os convites para palestras e propostas de trabalho eram contadas as dezenas, nesse assédio todo, recebi um bilhete de uma mulher belíssima, que ergueu sua taça de champanhe ao cruzar nossos olhares. Era mulher de um editor de uma respeitadíssima editora norte-americana, mas por estar só com sua bebida parecia infeliz, e aquela altura ousaria dizer que de pileque, correspondi ao seu sorriso, me fez sinal para conversarmos num dos saguões, dei um beijo nele e me retirei, como já esperava sua conversa era a de uma mulher carente, enriquecida pelo trabalho do marido, bem sucedida na carreira, mas infeliz, tinha informações de nossas aventuras, informações que circulavam num circuito muito restrito, mas bem liberal e quis saber se não aceitaria um affair. Não me fiz de difícil disse que sim, mas precisava consultá-lo, saber se gostaria de correr o risco, ela interrompeu dizendo que não haveria risco algum, o marido viajava muito e ela, também, logo, se ofereceu para uma estadia breve em nossa casa na Califórnia, e se necessário, viajaria conosco, para cobertura dos eventos científicos mais importantes. Aceitei. Pediu-me que lhe acompanhasse ao banheiro, mas antes deteve-me num quarto, que só mesmo, alguém que muito conhecesse a casa era capaz de reconhecer, sem fazer cerimônia me beijou e ergueu o lindo vestido, o corpo era sensacional, para uma mulher de meia idade, o perfume invadiu o recinto. Sofri ao ver aquela linda bunda. Aquele sofrimento de luxúria, sufocante, suspirante, em um átimo, estava com a boca em suas nádegas, babando, mordendo, lambendo, cheirando seu rosado rabo. Ordenei que arrebitasse seu rabo, pois iria chupar seu cu, ela molhou sua chana de imediato, amei seu cu com toda a força que uma mulher é capaz, prometi enrabá-la, ela se virou e beijou-me falando sem números de bobagens. Beijava, raspava seus lábios nos meus, sentia minha respiração e falava do gosto, do seu, cu que eu tinha no rosto e do cheiro dele nos lábios, os carinhos mútuos foram sendo trocados, mas logo interrompidos, pois nossa ausência, certamente, seria notada, voltamos a sala, antes passado no toalete, notei a falta de meu querido. Pensei logo que ele deveria estar se aventurando como eu, depois soube dá surpresa. Ele sempre foi muito gentil para com todos, e seu tratamento era tão igual, que se dava desde com gente mais simples até com os milionários, não fazia distinção e isso era dele, parecia sempre grato ao que as pessoas podiam fazer ou faziam por ele, era solícito, acessível. Quando entrou na cozinha para pedir uma nova taça, e sua cerveja preferida, deparou-se com uma visão sensacional, segundo ele, uma das serviçais, estava com o vestido erguido e agachada, sustentada pelas torneadas pernas, pele morena, corpo bonito, moça de meia idade, cobrindo-lhe as partes desejadas uma pequena tanga, que naquele movimento já estava completamente enterrada em seu rabo, visão fantástica, inesperada, até a cor, laranja, impactou seu cérebro, olhando de lado, ela percebeu sua presença, e mordiscou o lábio, como se sugerindo alguma coisa, ele não resistiu, tocando-lhe a bunda firmemente, ela soltou um leve gemido e em seguida falou-lhe coisas de puta, pronto, ele estava fisgado. Percebi que meu professor, sentiu alguma coisa diferente por aquela menina, sei lá, o cheiro, o corpo, o cabelo, não consegui identificar, mas com ela foi diferente. Aproveitando toda a agitação, marquei um encontro com minha nova “amiga” falei para meu homem, ele concordou, como sempre, estava cansado de todo o show business e disse-me que iria descansar um pouco. Me preparei da melhor maneira possível, vestido vermelho justíssimo, calcinha nova sem costura que entrava em meu ponto V, dando a impressão de um U. despedi-me dele, e fui ansiosa encontrar minha nova conquista, mas, apesar, da noite maravilhosa, fiquei um pouco intrigado com a mudança do meu bem. Na verdade, entediado, talvez abandonado ou ainda, cansado de minha vida devassa, ele também se arriscou num affair. Sim, ele foi ao endereço da garçonete, antes ligou e disse que queria vê-la, talvez tomar um drinque, ela não recusou, pegou um táxi e foi para um bairro humilde da cidade, bem afastado, ela lhe indicou uma taberna rural, simples, mas aconchegante para que tivessem o primeiro contato. E lá aconteceu o primeiro encontro, foram os dois felizes, como crianças que vão brincar pela primeira vez, penso que entre eles, embora houvesse o desejo, houve uma cumplicidade entre duas pessoas puras, o que não era o meu caso, se falar que não senti ciúmes, por ser tão liberal, estaria mentindo, o fato é que naquela noite, tanto ele, quanto eu, nos divertimos muito. Fui para uma casa requintada, linda, metade de madeira, metade transparente graças ao vidro, uma piscina fabulosa, ao chegar, minha nova amiga estava me esperando, como presumi, estava reveladora, usava uma camisola de seda transparente, sem sutiã, com uma calcinha minúscula, fio na traseira, tapa sexo na frente, claro que meu corpo ferveu, sem respirar ela me olhou profundamente como quem quer comer uma presa e me beijou, enquanto isso as lágrimas escorriam pela sua face de pele linda, macia e branca, suas mãos abraçaram minha bunda com uma delicadeza de uma gueixa, me beijava e ao mesmo tempo passeava pela bunda até encontrar meu cu, quente, dilatado, transpirando, rapidamente deslizou um dedo para dentro, aproveitando-se da umidade natural, antes que me acostumasse ela retirou o dedo e o levou a boca, antes cheirou-o, desfaleci, meu corpo estava flácido, sem forças, ela era uma Vênus e mandou o recado de quem mandaria naquela noite. Fui para o jogo.
Simultaneamente meu amante, estava, ainda, conversando com sua nova amiga, beberam um pouco de cerveja, mastigaram alguns petiscos, mas saíram da taverna, em meio a uma imensa neblina, nisso ele lhe ofereceu a mão e ganhou um beijo leve, mas doce, como se fosse de alguém que começasse um namoro, essa candura foi conquistando meu professor, tanto que ele a levou para casa e não quis ficar, não a levou para o hotel o coisa que o valha, respeitou aquela pureza. Precisava daquilo.
Quanto a mim, já estava com o rosto entre as pernas de minha amante, cheirava-lhe a boceta, depois a mordiscava, em seguida sugava-a sentindo o suor, e a umidade própria dessa região, não me agüentando dei-lhe um bela e prolongada chupada do clitóris, seus lábios vaginais se entreabriram o que me permitiu a visão de seu canal vaginal, meti-lhe a língua simulando um pinto voraz, deixei-a mole, orgasmática, mas não esmoreci, pois queria-lhe a bunda, o cu, queria o cheiro de suas entranhas o gosto daquele buraco rosado e estriado, mamei lhe a bunda tantas vezes que minha língua doeu, mas avancei em seu cu sem dó, eis que minha doçura, puxa de uma gaveta um imenso e grosso consolo. Ela queria oferecer o cu pra mim. Queria ser enrabada. Fodida. Queria e pedia um cu largo. Queria cagar no pau, pra demonstrar que não agüentava um pau daquele tamanho. Que estava sendo arrombada. Empalada. Saquei-lhe o lubrificante, empinei sua bunda, e fui colocando devagarzinho, ela se acostumou e começou a rebolar freneticamente, e pedindo pra ser enrabada com força, no fundo, foi o que fiz, ela curtiu, xingou, delirou, falou e de fato cagou no pinto de plástico, deixando o sujo, fedido, mas feliz em não agüentar toda a foda de um pau gigante. Foi ao banho e me chamou para que lhe servisse de serva. E assim foi, explorei todo seu corpo, deixando o limpo, novo, cheiroso, saciada e feliz me devolveu a recompensa, deu-me um banho revigorante, colocou-me em um maiô transparente, pegou-me pela manhã e sussurrando em meu ouvido me prometeu vários gozos.
Enquanto as duas amantes se prometiam e se pegavam, meu amor foi para casa, louco de tesão por sua nova ‘namorada’, mas se aguentou, queria que fosse mais devagar, mais natural, no entanto, ela tomou a iniciativa e disse que estava indo pro hotel, precisava vê-lo, para ela a noite não tinha acabado, em pouco tempo estavam juntos novamente, conversaram longamente e nasceu um novo romance, ele propôs que ela fosse com ele para os EUA, explicou sua situação, mas disse que me deixaria, que estava muito cansado de toda aquela exposição, sem fim, a um jogo sexual, que segundo ele, não tinha fim, era viciante e perigoso, ele precisava de uma vida mais tranquila, depois dessa reflexão, para mim inesperada, ele deixou uma mensagem em meu celular, em plena putaria com meu novo amor, precisava falar comigo urgentemente. Pedi licença ao meu doce, ela disse que entendia, mas só se eu voltasse pra ela, disse que sim, que não se preocupasse, disse que a queria por mais que uma noite. Ela me mostrou um membro gigante e disse que queria me foder, me rasgar, beber do meu gozo, beijei-a longamente e sai.
Fui para o hotel, bastante apreensiva, ao chegar ele estava só, a conversa foi calma, mas franca, percebi que tinha passado do ponto, do limite dele, quando introduzi homens em nossa relação, ele tinha aceitado bem o jogo, até o momento dos meus fetiches, do uso de fantasias, dos vibradores, de penetrá-lo, de vesti-lo do jeito que eu queria, mas contratar alguém para penetrá-lo, ao que percebi, fui longe demais, ele sabia e aceitava que eu fosse ninfomaníaca, mas colocou um ponto final em nossa relação, choramos muito os dois, decidimos que cada um faria de sua vida o que bem entendesse, de forma amiga, mas pelos seus próprios caminhos, decidi ficar na Europa, terminaria meus estudos por aqui e lecionaria e pesquisaria em um dos países da União Européia, o que sinceramente, foi fácil, também continuaria o relacionamento com minha nova amante, quanto a ele, depois dos compromissos, voltou para os EUA, com sua nova mulher, sim após dar um tempo de relacionamentos, voltou pra cá, fez a proposta, que foi aceita, e mudou para a Califórnia.
Trabalhando na Suíça, estava próximo de tudo, e a bastante tempo não tinha um homem, pois num final de semana, eu e ela, fomos para as ilhas Baleares, onde o casal de editores tinha uma casa de veraneio, fomos apenas eu e ela, e minha amante havia percebido que um macho precisava acabar com aquela angústia. Tomamos sol na piscina, fomos servidos por empregadas ótimas e que nos deixavam a vontade, e melhor que isso, eram discretas e pareciam nada ver, depois de curtir a praia, fomos para a academia e em seguida um banho numa piscina gelada, eis que vieram nos servir, dois lindos homens, jovens, monumentos mesmo, percebi que havia uma eletricidade no ar, ela tinha montado tudo. Começou o jogo da sedução, ela piscou e me disse qual deles você quer o negro nigeriano, ou o loiro sueco, ambos são dotadíssimos e insaciáveis, vão meter e gozar contigo até você pedir pra parar, são dois garanhões de cem euros a hora. Se posso escolher, quero os dois, um de cada vez, depois os dois juntos, claro que ela atendeu meu pedido. Me vestiu com um vestido apertado, vermelho, transparente, com um tapa sexo minúsculo e me entregou a eles. O nigeriano nada me disse, sequer me beijou foi logo chupando minha buceta, sua língua parecia um pinto, era cumprida e grossa, já quase gozei, estava tão feliz que sequer pensei num 69, pois em seguida ele arrebitou minha bunda, abriu meu cu, e enfiou sua língua, tantas vezes que não resisti, olhei para seu volume para alcançá-lo, e fiquei estupefata, era uma membro negro, de mais de 30 cm, e muito, muito grosso, mal conseguia chupar sua cabeça, mas ele me forçava a engoli-lo, tive muitas ânsias de vômito, enquanto isso minha senhoria ria, xingava e mandava. O negro enfiou uma das bolas de seu saco em minha boca, mas não conseguia engoli-la, tudo nele era grande. Confesso, fiquei com medo, ao perceber ele foi me acalmando, me relaxando, logo eu estava muito a vontade, com as palavras sacanas pronunciadas ao ouvido, com os dedos deslizando em meu cu, num vai-e-vem frenético, logo eu estava bombando sua rola, agora tão a vontade que pedi o loiro. Queria dois machos, estava liberando toda a frustração pelo que passei, dava a chana, ao mesmo tempo em que fazia uma bela chupeta, ainda havia o senhorio, que com certeza iria se unir a suruba, fiz de tudo naquele ambiente maravilhoso, até que levei dois grandes jatos de porra que se espalharam pelo meu rosto, cabelo, e boca, gulosa como sempre, tomei tudo, cada gota, deixei-lhes os paus limpos, mas na medida que os lambia, senti uma nova ereção, me colocaram de quatro e começaram a me enrabar, não sei como aguentei aquelas duas grandes jebas, mas fiz, perdi um pouco de sangue, fiquei arrombada, e claro deixei um pouco de merda em cada um dos paus, mas me empalei, levei até o final os dois grandes caralhos, sai da sala fui ao banho, senti o ardor do cu e da chana rasgada, fui para a sauna, ouvia os gritos dos machos metendo com a senhoria, que os pagou, despediu-se deles e veio ter comigo, indagou-me se estava bem se havia curtido, gozado, disse que sim, que precisava daquilo, mas ainda me faltava alguma coisa, estava empregada, bem empregada, minha senhoria me tratava com todas as regalias, mas aquele mundo de sentimentos momentâneos e artificiais me cansava, talvez isso tivesse afastado meu professor. Ela me consolou e até me fez uma proposta de casamento, mas fiquei de pensar.
Enquanto isso meu professor, estava de volta a Califórnia, mesmo depois de ser muito homenageado, voltou ao seu emprego original, dava algumas aulas na pós-graduação, mas o principal era seu trabalho de campo, queria provas concretas do modelo computacional, por isso, se embrenhava no oeste dos EUA, como um escorpião do deserto, sua vida conjugal o ajudava, sim, ela era uma mulher doméstica, caseira, tranquila, mas uma puta na cama, tudo que ele precisava, por ser de origem humilde não se importava de passar muito tempo em uma barraca no meio do nada. E assim ele achou a companheira ideal, prestativa, submissa, adorável, bem isso é o que penso, e claro, estou cheio de inveja. O casal percorreu todo o Grand Canyon, as Montanhas Rochosas, a Cadeia da Costa, a Serra Nevada e cada vale do Havaí, entre uma escalada e outra foram se tornando grandes amigos, além de amantes, ela se tornou uma prática com notório saber, sua profissão anterior, sua origem rural, o fato de ter facilidade para falar línguas, foi fundamental para que isso ocorresse. Mas como se tornaram um casal? Aquilo me ofendia. Como uma mulher simples daquela poderia satisfazer meu vigoroso professor? Fiquei mortalmente depressiva, entrei para o mundo das drogas, a verdade que apesar de minha nobre profissão eu consumia cada vez mais cocaína para sentir um pouco de felicidade, as orgias eram homéricas, estava perdida, enquanto isso, a felicidade dele era crescente ao que saiba também viviam uma paixão ardente, ela era pequena, mas de peitos fartos e rijos, não graças as academias, mas a sua própria genética e ao trabalho, por isso tinha a formosura de quem vai formando o corpo ao longo dos anos, pernas grossas e torneadas, e uma bunda deliciosa, como era submissa, fazia tudo o que o marido pedisse, ou melhor dava-lhe a fartar, tudo que fantasiasse para não ter que procurar fora do casamento o que não tivesse em casa, metia muito, sabia dar delícias a um homem, foi educada para isso, fazia ainda com mais vigor, porque tirara a sorte grande. Sim, para ela o fato de ele ser um intelectual, um homem que ganhava a vida com a inteligência, e que era reconhecido entre tantos, era algo inimaginável, apesar de sua família valorizar os estudos, mas ela mesmo não foi longe, por isso, ela se submetia como uma ninfa aos deuses, não o perturbava, parecia não ter vontade, vivia pra ele, o que só pelo fato de ela o deixar em paz, sem preocupações mundanas, com tempo só pra ele pensar, era o máximo, aliado a isso, quando ele queria ela lhe dava a sobrar, ele se achava um homem de sorte, não que ela também não gostasse daquilo, armava estratégias, claro, para que ele a possuísse mais que seu intelecto clamava, era ardil, astuta, inteligente, não culta, mas muito inteligente, ela não o havia roubado de mim, ele que a procurou, ele que a desejou, ele que não queria aquela vida transviada que eu oferecia, ele não curtia uma vida de tantos compromissos sociais como eu gostava e ela fez esta leitura, agora era a gostosa dele. Os dois tinham as noites livres após a reunião de discussão sobre o trabalho de campo do dia, e nesses momentos se curtiam, tinham uma vida livre de amarras, várias vezes foram vistos pelados se banhando nos riachos, quando não engatados fazendo amor, mas não se expunham, ela o preservava, porém esse amor natural, gostoso e verdadeiro, abruptamente foi interrompido por uma tragédia. Um dia, em suas viagens pelo Alasca, sozinho, pois impedira a esposa de se aventurar por uma fenda de geleira, escorregou, uma queda de mais de cem metros, era seu fim. Seu resgate foi difícil mas rápido, os toques na parede da geleira deveria ter amortecido a queda, talvez tivesse chance de sobreviver, porém o jeito em que foi a queda o impediu de viver, enroscou-se na corda a altura do pescoço, a corda o enforcara, ao prosseguir na queda, já estava morto, por isso, havia uma série de ossos quebrados típicos de quem não se esforçara para amortizar a queda. A esposa ficara desconsolada, a ciência havia perdido um querido membro, a geologia um pesquisador do quilate de Alfred Lothar Wegener, James Hutton, Charles Lyell, Xavier Le-Pichon, Harry Hess, era uma lástima. Quanto a mim morro a cada dia, viciada em drogas, devassa, prostituída, vítima do HIV contraído em uma dessas loucuras.
Para escrever essas palavras contei com o apoio de sua querida esposa, num gesto nobre, alegando não saber escrever, forneceu seu diário pessoal e o de campo, munido dessas preciosidades e dando minha interpretação dessa vida, relatei a vida de uma grande pessoa, ao mesmo tempo mostrei a minha vida, a vida que se perdeu.

24/03/2012











Sobre este texto

Carlo Michelle Caravaggio

Autor:

Publicação:25 de agosto de 2013 17:02

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Marcelo
    Postado porMarceloem13 de janeiro de 2014 12:53

    Que novela incrível, riqueza de detalhes. História de duas vidas, com muito sentimento. De dar inveja à promiscuidade.
    Adorável!
    Pra quem gosta de mais conteúdo que textos mal escritos só de putaria, este é um tesouro.

  • Ademir
    Postado porAdemirem26 de agosto de 2013 11:30

    Louco de mais esse texto...

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