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Hard Way

Hard Way
Depois de ficarmos juntos dois dias seguidos eu já estava entendendo bastante sobre o Beto.
Ele não tinha simplesmente me contado sobre as preferências sexuais mas peguei alguns pontos.
Ele era extremamente intenso, gostava muito da dominação, ficava particularmente puto comigo quando eu teimava (ia perder?)
Eu não tinha certeza do quanto ele estaria dentro disso, eu mesma, na realidade sabia muito pouco...mas o que ele fazia comigo, meu corpo e tudo mais... me deixava louca.

Passei o dia sem o ver, fiquei sabendo que na parte da manhã ele não estava no escritório, então decidi tentar ficar bem na minha a tarde, até por que não sabia o que fazer quando o visse.
A tarde transcorreu muito bem...ouvi ele mas não o vi e no final do dia soube que ele tinha ido embora fazia uma meia hora já.
Então tudo bem para o primeiro dia. Desci para ir embora, mas quando entrei no estacionamento eu vi o carro dele parado junto ao meu.

Ele estava sentado dentro do carro com a porta do passageiro aberta ao lado do meu. Parei e abaixei pra olhar dentro e sorri, e ele muito calmo fez sinal para que eu entrasse, eu abri minha porta e coloquei minhas coisas dentro do carro e sentei no banco do carro dele. Ele veio por cima de mim e fechou a minha porta e aproveitando a posição me beijou enquanto a mão esquerda correu atras da minha orelha, no meu ombro depois traçando meu decote, por cima dos meus seios, desceu por baixo da blusa e buscou minha cintura. Nos beijamos. Coloquei a mão em seu peito tentando falar, com medo que fossemos vistos.
- Dorme comigo, deixa seu carro ai...
- É doido? Como vou deixar meu carro aí...
- Vamos comigo, amanha você volta comigo...
- Meu Deus, só pode ser doido..
Depois de muito discussão entre beijos ele topou de cara fechada que eu passasse em casa para poder tomar banho e pegar outra roupa para o dia seguinte. Quando eu achei que iria pra casa e depois o encontraria na casa dele vi que estava enganada quando ele começou a me seguir.
Abri a garagem e entrei, ele entrou logo atrás.
Estava pegando minhas coisas quando ele abriu a porta do carro me tirando de lá, me encostou de bruços na lateral do carro. Ele ja tinha desabotoado minha calça quando o portão estava terminando de baixar.
Com um puxão só ele subiu minha blusa me deixando só de sutiã, ele mordia meu pescoço e a mão dele deslizou pra dentro da minha calça.
Sentia o carro gelado a minha frente e o Beto quente nas minhas costas. Com a mão aberta ele tomou minha buceta inteira.
Com a outra ele desceu minha calça até os pés e me deixou apenas de sutiã, uma calcinha que eu tinha colocado com todas as más intenções, um fio dental que exibia pra ele somente um triangulo preto.
Quando ele viu a minha calcinha manteve a mão direita na minha bucetinha e desceu o rosto na altura da minha bunda. Passou o rosto, beijou, mordeu e esfregou a barba, então ele ficou de pé, mas antes passou a língua de baixo em cima.
A mão direita continuando a me torturar, ele me tomava inteira.
Ele pressionava com a palma me fazendo rebolar enquanto os dedos me preenchiam, com o dedo médio ele desenhava formas abstratas que deslizavam facilmente denunciando o quanto eu estava molhada.

Na minha bunda a pressão do pau duro se esfregando em mim, seu tronco me prendendo a lateral do carro exceto a mão esquerda tomando meus seios.
Os dedos dele começaram a me foder rápido e intensamente e não demorou muito para eu chegar ao extremo. Quando ele sentiu que meus joelhos quase cediam ele afastou minhas pernas e foi ainda mais rápido culminando com o som de sua palma batendo na minha bucetinha molhada e eu gozei quando ele mordeu minha nuca.
Foi extremo e forte e meus joelhos fraquejaram, ele me pegou no colo e me carregou pra dentro.
Apesar de grande, minha casa não tinha o tamanho da dele então foi fácil encontrar o quarto.
Chegando lá ele me colocou deitada atravessada na cama, segurou um pé, tirou minha sandália, segurou o outro e repetiu o processo.
tirou o sapato, a camisa e a calça e veio por cima de mim.
Ele abaixou o tecido do meu sutiã expondo meus seios que ele chupou com gosto. Ele colocou as mãos por baixo e o soltou, depois foi a vez da calcinha.
Ele desceu até que eu sentisse a respiração quente dele em frente a calcinha molhada.
Ele se encaixou entre minhas pernas e me colocou em sua boca, molhando ainda mais o tecido.

Massageou com sua língua e eu sentia começar a ferver novamente.
Ele puxou a calcinha pra baixo em seguida me deu um beijo.
Senti a língua dele percorrer toda a região, mesclando com chupões que me fazia sentir o interior da boca dele...
O que me alucinava era a língua que massageava meu clitóris e me fazia rebolar na boca dele.
Gemi mais alto quando a língua dele entrou em mim e conforme os movimentos ficaram mais rápido e a barba dele chegava arranhar o interior das minhas coxas eu gozei novamente.

Ele subiu e me beijou e eu senti meu gosto nos lábios dele e sua pele quente no meio das minhas pernas.
Ele introduziu o pau latejante em mim e eu gemi quase sem forças, mas a cada vez que ele me ouvia gemer algo primitivo acordava nele.
Sentia nossas peles se encontrando no vai e vem e cada vez era como um choque.
Ele me fodia e me beijava me consumindo por inteira e eu gozei mais uma vez quase sem forças seguida logo por ele.
Ficamos abraçados, sem fôlego com os corpos quase como um só.

Depois de uns minutos em silêncio, eu estava brincando com o cabelo dele, ele suspirou e olhou no relógio de pulso. Achei que como já tinha rolado aquela loucura que ficaria por isso mesmo...

Ele se levantou, me puxou pela mão e me beijou.
- Acredito que você disse que gostaria de tomar banho...
Eu ri e disse:
- Me acompanha?
Fomos até o banheiro e entramos embaixo do chuveiro forte e morno.
Ele ficou todo tempo atrás de mim, hora me ensaboando, hora massageando.
Ele me encostou de costas na parece e me beijou longa e profundamente e nossos corpos deslizando com sabão.
Logo eu senti o quanto ele estava preparado novamente.
Saímos do chuveiro, ele me enrolou em uma toalha e me colocou sentada em cima da pia, abriu minhas pernas e começou a me chupar, ele me penetrava com a língua e eu já estava muito sensível já estava longe, ele me olhava observando tudo que eu fazia.
Então ele parou.
-Vamos jantar.
Queria matar ele quando fazia isso.
Fomos pro quarto e quando ele colocava a roupa dele eu buscava algo no meu guarda roupa.
Peguei uma roupa pro dia seguinte se fosse o caso.. e coloquei um vestido azul, com o decote super delineado, ele tinha o corpo bastante ajustado e o fecho de zíper e saia godê.
Depois de ele me atentar bastante nós saímos.
Chegamos ao restaurante, entramos e começamos a tomar um vinho.
Ok. Vinho me altera fááácil..
Estávamos na entrada com torradinhas e eu dei uma em sua boca, logo após ele foi retribuir e quando ele colocava em mim boca, peguei seu dedo médio com os lábios e o chupei ele abriu a boca de leve.
Estávamos em uma mesa estilo sofá e toda hora as mãos se perdiam embaixo da mesa como dois adolescentes.
Ele estava com a mão na minha coxa, com o dedo mínimo dentro da minha calcinha quando ele pegou a lateral dela e começou a puxar.
Ainda tentei parar ele mas isso resultou em um beliscão na parte interna da coxa enquanto ele enfiava o dedo dentro de mim. Aquilo quase me deixou sem ar e ele como se nada estivesse acontecendo terminou de puxar minha calcinha para fora.
Me arrumei enquanto ele chamava o garçom tentei tirar a mão dele embaixo do meu vestido mas não conseguia. Quando o Garçom chegou ele começou a falar com ele naturalmente e eu me encolhendo pra que não desse pra ver.
quando o garçom perguntou o que eu queria ele começou a mexer os dedos dentro de mim resultando em um monte de baboseira da minha parte. Enfim ele pediu pra mim.
Quando o garçom foi embora ele tirou o dedo e chupou.
- Você está pronta pra ser servida.
Brinquei dando um tapinha no braço dele:
- Você não presta! Agora você fica observando só..eu vou ao banheiro.
Levantei, me ajeitei e fui desfilando ao banheiro.
Na volta encontrei um amigo entrando no restaurante.
Ele me abraçou e me beijou o rosto, só o normal mesmo. Quando olhei pro Beto ele estava sério, muito sério me olhando, então meu amigo me abraçou denovo, dizendo que estava com saudades e que me ligava e que eu estava linda, quando ele me soltou senti uma mão na minha cintura e olhei pro Beto ao meu lado:
- Acredito que não nos conhecemos, Roberto De Ávila.
- Bruno..Oliveira.. Disse ele sem graça... Então Carly, depois a gente se fala.
Ele me levou de volta pra mesa.
Fiquei olhando pra ele e ri.
-Olha, isso foi engraçado...
- Oras, só
- fui cumprimentar seu amigo..
Senti ele bastante tenso o resto do jantar mas me fazia carinhos o tempo todo e beijos tão intensos que eu estava ficando molhada.
Terminamos de jantar e ele pediu um pudim que me deu na boca,lambendo meus lábios sempre que eu engolia.
Quando fomos embora ele estava extremamente quieto e foi em direção a casa dele.
Ao chegar lá ele serviu um whisky e me beijou com gosto de Bourbon.
- Você ta quieto, ou bravo desde aquela hora do restaurante, se está bravo deveria ter me deixado em casa.
- Não tô bravo...só cheguei perto antes que aquele moleque te espremesse... Ele se levantou do banco e veio em minha direção...Cheio de dedos e más intenções ele tinha que saber que você está acompanhada. ele disse isso me prendendo a parede, subiu minha saia e começou a massagear minha buceta que logo ficou inchada e molhada. Ele me segurou pelo cabelo e me beijou me levando pro quarto.
Tirei a camisa dele enquanto ele soltava meu vestido, tambem perdemos calçados e qualquer outras peças pelo caminho.
Na cama ele me jogou e veio por cima beijando e mordiscando.
Ele chegou em meus seios e beijou o mamilo, em seguida chupou e com a outra mao tomou o outro seio e mordeu meu mamilo causando uma dor aguda.
Desceu até minha boceta que estava bem olhada a tempos e chupou me fodeu com a lingua e mordeu onde já estava roxo me fazendo reclamar de dor. Essa foi grande e uma lagrima escorreu...
Em seguida ele me deitou de bruços, Eu tentei ainda para-lo dizer algo mas ele me virava e mexia como seu eu fosse uma boneca.
Ele me colocou de quatro, quando sua lingua passeou por mim novamente, ele esfregou o pau quente na minha bunda enquanto segurava minha cintura com força...
Ele parou na minha entrada e eu arrebitei a bunda para que ele pudesse entrar.
Suas mãos deslizando pela minha bunda faziam carinhos mas não sairam no lugar. Sem nunca imaginar, senti um tapa na região entre a coxa e o bumbum.
Ele veio duro e seco...me fez ver estrelas.. e eu gritei. Quando achei que iria levar outra ele enfiou até o final.
e Começou o vai e vem de estocadas brutas ele me dava um tapa no mesmo local. Logo lágrimas escorriam e ele continuava a me foder.
Eu acho que não podia mais entender nada. Aquele dor que emana ardendo e o calor após ela que me deixava em êxtase!
Carinhos na pele ardendo, tapas que pareciam erupções como vulcão e o ritmo das estocadas. Eu sei que gritava de tesão e dor.
Quando gozamos eu fiquei deitada de bruços e ele se deitou ao meu lado, deitei minha cabeça no braço dele, só tentando entender enquanto ele limpava meu rosto das lágrimas disse:
- Me perdoe..eu perdi a cabeça.
Eu sequer tinha entendido o que aconteceu, quanto menos o que senti com isso, permaneci olhando ele..

Sobre este texto

Carly Green

Autor:

Publicação:3 de fevereiro de 2014 18:49

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Bill
    Postado porBillem24 de fevereiro de 2014 12:54

    Muito delicioso.
    Continuaria lendo seus contos incansavelmente, além de bem reais são muito excitantes.

    Beijos,

  • Antonio de Jesus Trovão
    Postado porTrovãoem4 de fevereiro de 2014 08:46
    Trovão é um autor no História Erótica

    Como eu sou muito curioso a respeito do universo BDSM, acho quer você também ganhou um eterno fã. Beijos e Felicidades.

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