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Seu território - Dom 06

Seu território - Dom 06
Eu adoro esse momento. Cada segundo de novidade que ele proporciona eleva cada vez mais a adrenalina. é alucinante.

As maiores formalidades do baile já haviam acontecido, muitos estava dançando e eu estava o esperando observando aquela valsa.
Eu estava pensando na viagem, como ele exigiu que eu fosse com ele, como a boca dele fazia que eu concordasse com ele...fácil fácil..Era praticamente hipnose, me segurando contra o peito dele com força e as negras sobrancelhas desenhando aqueles olhos. Quando ele queria, realmente era só me olhar.
Chegamos na cidade na hora do almoço e quando entramos no hotel a refeição foi basicamente outra.
A tarde ele tinha contratos pra resolver e eu aproveitei pra descansar enquanto esperava, fui acordada pela boca dele pelo meu corpo todo.
Depois nos arrumamos para esse baile, era uma festa anual de uma ONG, clássica, jantar e orquestra, por isso escolhi um longo verde acetinado com o corpo todo ajustado e a longa saia que caia solta até meus pés tinha somente uma fenda até a coxa direita. Quando me vesti ele me prendeu na parede perguntando se eu me lembrava do dia que usei uma lingerie que possuía um corselet parecido com este vestido. Foi extremamente difícil sair do hotel.
Após formalidades e discursos ele estava fechando alguns detalhes de negócios e eu fui até o bar, eu o observava enquanto tomava o champanhe. Toda hora nossos olhares se cruzavam. Era uma espécie de choque.
Um rapaz parou ao meu lado e começou a puxar assunto, ofereceu-me outra bebida e eu aceitei. Eu sabia o quanto isso irritava o Beto. Ele me olhava com olhos fulminantes enquanto eu respondia educadamente ao rapaz, João.. Não me lembro João do Que.
Olhei pra ele pra responder alguma coisa e quando dei por mim não conseguia mais ver o Beto.
Aí começou aquela sensação.
O rosto esquentou e uma pulsação forte no meio das minhas pernas. Algumas borboletas no estômago.
Tentei encontra-lo e não o via ao redor do salão, apesar de eu sentir ele me olhando.
João tentou ainda continuar com o papo e eu pedi desculpas e saí.
Contornei o grande círculo até quase completa-lo quando senti sua mão no meu braço, ele segurou meu pulso e me puxou para segui-lo, eu o acompanhei quase correndo até uma grande escadaria que levava até a parte de cima do salão que estava fechado.
Era muito difícil acompanhar ele, ainda mais que meu coração batia forte e eu quase tremia.
O andar de cima não tinha decoração, somente sua própria arquitetura, luzes apagadas, algumas mesas empilhadas e outras coisas armazenadas.
As sacadas daquele mezanino, projetadas como camarotes para assistir algum espetáculo, eram ornadas com cortinas e foi perto de uma dessas que ele parou.
Não soltou meu pulso quase dormente, pelo contrário, buscou o outro me trazendo para o peito dele.
- Por que você insiste em ser educada com esses moleques?
Eu estava tremendo tanto que quando fui dizer qualquer besteira acabei batendo os dentes.
- Não dê falsas esperanças aos outros, Carly.
Me olhando firme baixou seu tom para aquele que eu conhecia e adorava
- Não é bonito...
Nem tentei dizer mais nada.
Eu só olhava ele, ele trouxe meus braços para trás do meu corpo me envolvendo, me apertando e eu tentava manter minha respiração mais calma, sentia meu colo subir e descer contra o peito dele. Elevava e diminuía o volume dos meus seios a cada vez que eu respirava.
Seus olhos baixaram dos meus para os meus seios e de volta aos meus olhos, eu lambi e mordi meus lábios e pareceu não suportar colocando seus lábios nos meus quase no mesmo instante. Suas mãos soltaram meus braços enquanto uma subiu até meus cabelos a outra desceu até a fenda do meu vestido. As minhas colaram no pescoço dele, puxando ele pra mim, ou me levando até ele, não sei dizer.
Eu estava na ponta dos pés, novamente entregue a ele, enquanto a mão subiu pela coxa até a calcinha e a puxou até minhas coxas e deslizou até meus pés.
Puxei abruptamente o ar para os pulmões, gemendo quando senti seus dedos em mim.
Dois dedos deslizando entre os lábios sempre me entregavam deslizando em toda umidade que ele causava.
Ele me colocou na parede enquanto a palma de sua mão pressionava fazendo movimentos circulares no monte enquanto seus dedos tocaram de leve meu clitóris.
Eu, ofegante, gemia em sua boca enquanto a língua dele penetrava meus lábios e se encontrou com a minha.
Ele realmente adorava me possuir daquela maneira.
Senti sua mão abaixando meu vestido, expondo um dos seios que estavam arrepiados e meus mamilos rijos chegavam até a marcar o tecido. Ele começou a brincar com ele entre os dedos, sem parar de me beijar e sem parar de massagear minha buceta que já deixava sua mão molhada.
Sugou meu lábio inferior entre os dentes, forte, quase machucando, beijou meu queixo e pescoço mordiscando por onde passava. E não foi diferente ao chegar no meu mamilo, sugando tudo que cabia em sua boca e segurou ele entre os dentes até quase me fazer gemer alto depois, não sem antes tampar minha boca. Ele me previa bem demais.
Entre chupadas e mordidas ele penetrou seus dedos em mim. Ele era mestre nisso, me deixava maluca, me distraía com um beijo enquanto me penetrava de uma vez, impossível se estar preparada para duas sensações assim sem gemer como ele queria.
Eu estava com os seios expostos e a saia quase toda elevada quando ele me pegou no colo e me colocou sentada numa mesa, me puxou pra beirada e começou a me chupar.
Aquela boca, ele bem sabia como me fazia de boneca e me deixava refém.
Me chupava enquanto sua língua brincava dentro de mim, me suagava inteira até que eu estivesse inteira na sua boca, lambia, mordia, beijava e suas mãos ainda brincavam com meus seios até eu não poder mais aguentar e quando sentiu que eu iria gozar tampou novamente minha boca.
Ele se levantou e eu segurei a mão dele, peguei o dedo médio dele e coloquei em meus lábios chupando seu dedo todo enquanto passei minha perna no meio das pernas dele.
Desci da mesa e coloquei minha mão em cima da calça dele, apertando e massageando enquanto ele me olhava. Ele me prendeu denovo na borda da mesa tomando meus braços ele rosnou beijando meu pescoço:
- Você não manda nessa hora, lembra?
Opa, atravessei a linha do nosso jogo.
Ele ficava possesso quando eu tentava medir forças com ele. Eu adorava, principalmente por que adorava quando eu o deixava com esses instintos primitivos.
Ele abriu a calça me pegou no colo e me penetrou. Eu abracei o pescoço dele onde abafei contra sua pele todo o tesão que eu sentia. Ele praticamente rugia e eu tentava não gemer alto demais então tomei os lábios dele enquanto a cada estocada nossas respirações cortava o beijo.
Eu já estava quase sem forças e já havia gozado varias vezes quando ele gozou.
Ele me colocou de pé e arrumou meu vestido e cabelo, enquanto ele fechava sua calça eu passava os dedos nos cabelos dele que havia bagunçado, ele me abraçou e beijou meu rosto inteiro e nos beijamos mais algum tempo.
Ele me conduziu e inesperadamente dançou uma linda música que tocava.
No caminho para a saída passamos por João-não-sei-de-quê e o Beto, muito formalmente acenou pra ele.
A noite ainda seria longa com ele.

Sobre este texto

Carly Green

Autor:

Publicação:24 de março de 2014 17:30

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Nark
    Postado porNarkem1 de janeiro de 2016 01:29

    Adorei seus contos, vc tem muito talento e inteligência.

  • Carla Juliana Silva
    Postado porCarly Greenem26 de março de 2014 18:05
    Carly Green é uma autora no História Erótica

    :*

  • Bill
    Postado porBillem26 de março de 2014 12:21

    Não deixe de postar a continuação desta noite o quanto antes.

  • Bill
    Postado porBillem26 de março de 2014 07:52

    Quantas saudades!
    Estava sentindo falta de um conto novo, delicioso como sempre.
    É prazerosa a forma como escreve, você consegue me levar para cada uma dessas situações.
    Você é incrível.

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