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Joana e Eu - Parte 4

No dia seguinte, já ao sair do meu quarto com minha esposa, dei de cara com minha cunhada. Nos cumprimentamos normalmente, mas quando passou por mim, Joana deu uma beliscadinha na minha perna, o que já me fez ficar todo acesso em relação às possibilidades do dia.
Começamos tomando um belo de um café da manhã e depois decidimos ir até a cidade. Ao voltarmos, já quase na hora do almoço, as crianças estavam doidas pra entrar na piscina. Atendendo então aos seus irresistíveis pedidos decidimos todos entrar na água. O dia estava tão gostoso que até meu sogro resolveu dar uns mergulhos, coisa que raramente fazia na presença de outros. Nos divertimos por umas 2 horas, e eu tentando não olhar muito pra Joana de biquine, pra não dar bandeira.
Engraçado como o fruto proibido sempre é mais tentador. Minha esposa, ali do meu lado, com um traje tão sensual quanto o da minha cunhada e um corpo em muitos aspectos até mais atraente, não me despertava nenhuma luxúria naquele momento. Mas minha cunhada, com aquela pele morena brilhante e aquela bunda redondinha me fazia ter medo de perder o controle.
Foi então meus sogros resolveram sair e minha esposa também, com intenção de preparar o almoço que já estava mais que atrasado. Não mais 10 minutos e um dos gêmeos começou a reclamar dizendo que queria ir ao banheiro. Como a maioria dos gêmeos, quando um faz uma coisa ou outro quer fazer também e aí as duas crianças começaram e falar que queriam ir ao banheiro.
Aí eu tive a minha primeira surpresa. A Joana, que estava deitada tomando sol no canto da piscina virou pro meu cunhado e disse: _ Ah Romeu, o sol tá o maior gostoso. Leva eles pra mim, vai?
Na hora eu já saquei. E meu amiguinho também. Foi tão rápido que pensei: “Tomara que eu não precise sair daqui agora porque não vai dar pra esconder isso.”
Meio reclamando, meu cunhado pegou as crianças e foi até o banheiro que tem do lado da piscina. Minha cunhada só levantou a cabeça e baixou os óculos olhando a porta do banheiro se fechar. Depois se virou pra mim e ficou me olhando com um sorrisinho meio safado nos lábios.
Ela ficou e encarando sem falar nada e aí eu disse: _ Não vai entrar na água não, Joana?
Ela me devolveu: _ Por quê? Tem alguma coisa aí pra mim?
_Talvez – respondi, tentando fazer uma expressão meio cafajeste.
Ela olhou de novo pro banheiro e entrou de uma vez na água. Isso fez ela se arrepiar inteira e reclamar: _ Caaaaaraaaaalho! Que água gelada da porra!
Eu deu risada e disse: _ Aqui perto tá quentinho. – E fui me aproximando.
Ela nem me deixou chegar perto e já me puxou e tacou um beijo de língua. Aquela neguinha beijava de um jeito como se estivesse desesperada. Ela enfiava a língua lá dentro da minha boca e girava como se quisesse limpar as minhas bochechas por dentro. Depois parou um segundo e olhou ao redor, vigiando pra ver se não tinha ninguém e começou de novo, mas agora fazendo um daqueles carinhos violentos que só ela sabia no meu pau. Eu não me fiz de rogado e passei a acariciar a buceta dela, primeiro por cima da calcinha, depois colocando a calcinha de lado com o meu dedo e enfiando a pontinha lá dentro. Assim como me impressionava o fato de eu ter uma ereção tão rápido quando estava com ela, me impressionava também o quanto aquela grutinha ficava lubrificada, mesmo dentro da piscina.
Depois de mais uma sessão de amassos, ela mais um vez se virou e se apoiou na borda da piscina para ver melhor se alguém estava olhando ou se o marido dela saia do banheiro com as crianças. Então eu aproveitei e encochei ela. Segurei pela cintura e puxei a bunda pra perto de mim e comecei a roçar meu pau por entre as coxas dela. Joana não falou nada, só continuou vigiando, mas se assustou quando sentiu eu afastando a calcinha dela pro lado: _ Célio, não! Cê tá doido? – falou dando um pulinho de susto.
Eu sem falar nada apenas encaixei meu amiguinho na entrada daquela grutinha quentinha e fui entrando devagarzinho.
Eu não acreditava naquilo. Eu tava comendo aquela neguinha safada. Finalmente, depois de todo aquele jogo de sedução e putaria eu tava entrando naquela buceta gostosa com a minha pica. Foi demais, Demais.
_ Ai, Célio! Cê é foda, caralho! – falou, começando a rebolar aquela bundinha, e fazendo o meu cacete entrar ainda mais.
Comecei a fazer o movimento de vai-e-vem e fui acelerando, segurando naquelas ancas carnudas. Começaram a se formar ondas na piscina que batiam na borda com força.
_ Vai mais devagar, filha da puta! Tá fazendo barulho! – reclamou, mas ao mesmo tempo forçando a bunda pra trás, em cadência com os meus movimentos.
Conforme meu corpo e o dela se batiam, faziam um barulho seco, abafado pela água.
_ Ai, seu cuzão! Pauzudo do caralho! – ela começou a xingar baixinho, quase como num pensamento. Aquilo me excitou de tal modo, que me fez virar um animal. Eu comecei a socar com força mesmo, não tava mais nem aí se alguém fosse ouvir.
_Ai! Ai! Viado! Pára! Mais devagar! Tá fazendo barulho, cacete! – reclamou, enquanto gemia.
Eu, transformado, segurei no cabelo dela e puxei a cabeça pra traz: _ Não dá, sua puta! Essa sua buceta é gostosa demais! – e enfiei a língua na orelha dela.
Nunca tinha feito algo daquele jeito. Sempre fui muito respeitador com a minha esposa e apesar de não ser puritano, nunca xinguei ela durante nossas transas. Eu era outra pessoa, uma que no meu íntimo sempre quis ser. Foi demais! Demais! Eu tava comendo aquela neguinha gostosa, que rebolava na minha pica loucamente.
As ondas na piscina já começavam a transbordar, tamanho era o nosso frenesi. O barulho nem se fala, nem sei como ninguém ouviu.
_ Goza, caralho! Goza! Goza logo, seu filha da puta! – começou a gemer ela, agora já não tão baixo assim.
Então eu acelerei ainda mais, urrando de prazer e fazendo uma grande quantidade de água transbordar pela borda da piscina. Joana soltava um “Ai!” a cada estocada que me fazia ficar ainda mais selvagem. A coisa tava chegando ao ápice quando ela me afastou assustada: _ O Romeu tá saindo! Pára!
Parece que me jogaram gelo pelas costas. Eu me afastei num susto tão grande que quase bati a cara na escadinha na lateral da piscina. Meu cunhado saiu do banheiro com a crianças, brincando e correndo com elas pelo gramado. Depois virou e viu que a Joana estava dentro da piscina: _ Ué, tá fazendo o que dentro d’água?
Joana pensou rápido e falou: _ Esse corno do seu cunhado, ficou jogando água em mim. Aí eu entrei de uma vez.
Romeu então olhou pra mim com uma cara séria. Ele então falou em tom de ameaça: _ Aí, rapá! Que história é essa de ficar molhando minha mulher?
Eu gelei na hora e fiquei totalmente sem graça. Ainda mais por causa da situação em que eu e a Joana estávamos á poucos segundos. Não consegui disfarçar. Mais aí, meu cunhado tratou de me tranquilizar ao brincar: _ Tá querendo levar uma voadora com os dois pés no peito, mano?
Dei um sorriso meio amarelo tentando compactuar da brincadeira. Ele não percebeu que eu estava totalmente sem graça, mas minha cunhada sim. Ela então falou pro seu marido: _ Me ajuda a sair, que eu vou ver se a sua mãe e sua irmã tão precisando de alguma coisa lá na cozinha.
Meu cunhado então correu e mergulhou na piscina, depois ajudou ela a sair. Eu aproveitei para dar uma última olhada naquela gostosa, saindo quase em câmera lenta, com água escorrendo pelo corpo moreno. Observei aquela cena quase chorando por causa da foda mais louca da minha vida ter sido interrompida. Ela saiu e foi pra dentro da casa e eu fiquei mais um pouco na piscina, junto com meu cunhado, tentando disfarçar o meu descontentamento.

CONTINUA...

Sobre este texto

Celiosouza1980

Autor:

Publicação:10 de maio de 2013 17:12

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Casal

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Este texto foi lido 366 vezes desde sua publicação em 10/05/2013. Dados do Google Analytics

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