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Do fundo do baú

20 CENTÍMETROS NO CU DO TRAVECO

Parecia uma boneca de louça. Delicada e gentil. Não era espalhafatosa e nem falava alto. Era amável e carinhosa. Não estava lá só pelo dinheiro do programa. Parece que sentia prazer no trabalho que exercia. Até para vender o corpo a pessoa tem que ser profissional e atender o cliente como um ser humano. Muitos recorrem a estes serviços para espantar a solidão e até mesmo para ter uma companhia por algumas horas. Alice era o tipo de pessoa perfeita para exercer essa função.
Assim que ela entrou em meu apartamento fiquei surpreso com sua beleza. Não parecia um travesti. Era uma mulher linda de rosto e de corpo. Vestia com sobriedade e era de uma educação impressionante.
Ofereci uma taça de vinho que estava tomando e sentamos para um bate papo preliminar antes do programa em si. Falamos de assuntos interessantes e ela explicou o porquê de escolher aquela profissão. Depois de uns 30 minutos, ela colocou delicadamente a taça de vinho em cima da mesa de centro e perguntou em voz branda e suave o que eu desejava fazer.
A principio fiquei constrangido em demonstrar meus anseios, mas pedi apenas aquilo que ela fazia com os clientes. Evidente que um travesti só poderia me dar um sexo oral e anal. Não podia pedir mais.
Expliquei que era minha primeira experiência com um travesti e ela me deixou a vontade ao tirar a blusa e perguntar se gostaria de ver seu corpo antes da relação.
Tirou a roupa lentamente seguindo o compasso da música romântica que tocava. Não preocupou com o horário que estava perdendo comigo. Afinal, o combinado era uma hora e o prazo já estava esgotando sem ao menos chegarmos as preliminares.
Quando a vi completamente nua, de costas, percebi que estava diante de uma das mulheres mais lindas e fascinantes que havia conhecido. Tinha um corpo escultural. Do rosto que era lindo a bunda arrebitada e volumosa, as coxas muito bem desenhadas e uma delicadeza na forma de andar e de se comportar que me encantava.
Tirei a roupa devagar sem tirar os olhos daquele corpo magnífico e pensei no que faria primeiro. Lambi e mordi seus seios durinhos e carnudos, belisquei suas nádegas carnudas e firmes, suas coxas deliciosas e pedi que ela ficasse de quatro em cima do sofá.
A ânsia era tamanha que ela me aconselhou a prática de um sexo oral antes da penetração. Aceitei e sentei no sofá com o pênis ainda flácido devido ao constrangimento que sentia com sua presença feminina, mas intimamente sabia que era um homem com quem ia transar.
Pegou meu pau com as duas mãos e colocou da boca de forma que a língua prendia entre os lábios grossos e sensuais. Nesta hora fui às alturas. Podia ser um homem, uma mulher ou um animal, mas aquela sensação me deixava em uma excitação sem limites.
Travei por duas ou mais vezes para não gozar na boca da Alice que continuava em movimentos sincronizados, enfiando meu pau até a garganta e tirando, prendendo docemente a cabeça com os lábios para não sair da boca. Era experiente e sabia como deixar um cliente à vontade e excitado.
Não conseguindo controlar mais aquela ansiedade, ela ficou de costas para mim e sentou lentamente no meu cacete sem, no entanto, fazer a penetração. Roçou o ânus lubrificado com a saliva deixada no meu pau e fez movimentos circulares até pegar um creme gel e passar no ânus para facilitar a penetração. Cortou o invólucro do preservativo com os dentes, demonstrando toda sensualidade e sem tirar os olhos esverdeados dos meus, colocou no pênis que estava completamente ereto e mal conseguia segurar aquela mão que o acariciava, certificou-se de que estava tudo em ordem, ajoelhou na beirada do sofá deixando a bunda carnuda empinada e com a voz doce e angelical deu a ordem: _ Sou toda sua, use e abuse desde corpo de mulher.
Passei o pau por toda sua bunda, desci pelo reguinho e encostei no ânus que deu uma travada. Nesta hora senti que já esperava pelo pior. 20 centímetros atolados naquele cuzinho não seria uma sensação das mais agradáveis. Como tinha que agradar o cliente, relaxou e a cabeça entrou sem dificuldades. Uma socada de leve, outra mais e entrou a metade fazendo com que ela gemesse e sussurrasse palavras inaudíveis. Talvez tentando tranquilizá-la de que o bicho não era tão bravo como parecia. Outras estocadas um pouco mais fortes, segurando firme em suas coxas contra meu corpo e ao empinar mais a bunda a serpente acomodou por completo na caverna escura e cheia de mistérios.
Comecei os movimentos de vai e vem com um pouco mais de energia e ouvi a primeira frase que me deixou completamente louco: _ Mete esse caralho com força e rasga esse rabo gostoso. _ Aumentei a força das estocadas e ela sentia a piroca grossa e comprida dentro de sua bunda fazendo um baita estrago.
Na hora de gozar não pude perdoar e meti com vontade a uma velocidade impressionante, fazendo ela gemer bem mais alto e rebolar gostoso de um lado para outro, talvez querendo desvencilhar da mandioca que rasgava seu cu. Foi uma gozada tão intensa que fui obrigado a lamber a marquinha do biquine mais clara em suas costas deliciosamente provocantes e bronzeadas.
Sem tirar de dentro, continuei as estocadas viris, apesar do apelo que fazia para ir mais devagar. Não conseguia frear. Era uma bunda deliciosa e precisava aproveitar tudo que eu tinha direito para não ficar com a consciência pesada depois. Soquei fundo e desta vez senti quando seu rabo mordeu no meu pau. Senti que Alice estava masturbando para aliviar a tensão. Fantástico! Uma gozada de primeiro mundo. Fiquei até mais leve ao tirar lentamente o pau daquele cuzinho que fechou imediatamente a saída da piroca. Percebi que ainda era nova na profissão. Voltamos a sentar em cima de uma toalha que cobria o sofá e tomamos mais uma taça de vinho.
Apesar do papo agradável, apressou-se em ir embora. Tinha mais dois compromissos naquela noite. Depois de um banho e já na cama, fiquei pensando nos dois felizardos que comeriam aquela bunda.
Abri a gaveta do criado mudo e guardei o cartão com o número do celular que deixou comigo para futuros programas. Tinha a foto dos olhos azulados como pano de fundo. Fechei os olhos e durante a noite sonhei com aquela bunda carnuda empinada virada para mim a minha inteira disposição e suas frases serenas e calmas: “Sou toda sua, use e abuse deste corpo de mulher”.

Sobre este texto

Charliespencer

Autor:

Publicação:24 de julho de 2015 15:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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