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A prima da vizinha

Se a minha vizinha Fátima ( Veja "Fátima, minha vizinha"- http://www.casadoscontos.com.br/texto/200912695), por si só já era uma benção na minha vida juvenil, me permitindo ter trepadas fantásticas sem nem mesmo precisar sair de casa, imaginem o que dizer do fato dela ter uma prima do interior que virava e mexia vinha passar uma temporada na casa dela.


Carla era uma loira de parar o trânsito. Não muito alta, mas com um corpo absolutamente fantástico, peitos deliciosamente grandes e permanentemente apontados para frente, assanhados, e uma bunda que me deixava totalmente sem ação quando ele passava. Desinibida, Carla tinha um jeito desenvolto, estava sempre de alto astral, e me parecia particularmente acessível.


É engraçado como são essas coisas, mas ela era tão gostosa, chamava tanto a atenção, que acabava assustando a maioria dos caras, que achavam que iriam sempre tomar um fora. Assim, ela vinha para São Paulo esperando se divertir, mas acabava ficando sozinha. Isso para mim era a chance de conseguir algo com ela.
Felizmente, a mesma tática que funcionava para me aproximar da Fátima, funcionava com ela também: O telefone de casa. Virava e mexia, ela vinha em casa pedir para usar o telefone. A questão era a oportunidade (estar sozinho) e partir para a ação. A chance veio em uma tarde de sábado.


Ela veio usar o telefone e, ao entrar, quase cai para trás. Ela sempre se vestia de maneira provocante, mas aquele dia estava foda. Com um macacão listradinho, super agarrado ao seu corpo, parecia que ela estava pelada. Os peitos estavam quase furando aquele tecido levinho, e a parte da calça estava tão enfiada na sua bunda, que eu duvidava haver uma calcinha ali embaixo.


Ela falou ao telefone por uns 10 minutos, enquanto eu, sentado no chão, toda hora desviava o olhar da TV para ela, já imaginando minimamente as punhetas que bateria pensando naquele monumento. Mas não hoje, pensei. Eu precisava fazer algo. Ela de vez em quando olhava para mim, me pegando no flagra comendo-a com os olhos, e dava uma risadinha. Estava marcando uma balada para aquela noite. Quando desligou falou:

- “Posso fazer mais uma ligação? É para outra amiga que vai sair comigo hoje.”
- “Claro, sem problemas.”, quanto mais tempo ela ficar aqui, melhor, pensei.
- “Droga, está ocupado. Posso esperar um pouquinho?”
-“Sem dúvida... Assim posso ficar mais tempo olhando para você.”, arrisquei.


Funcionou mais rápido do que eu imaginei... Decididamente, aquela gata estava mesmo afim de alguma coisa.

-“Hummm, gatinho. Você está gostando do que está vendo? Achou que minha roupa ficou legal?”
-“Você está uma gata, Carla. Com certeza deve deixar os caras loucos por onde você passa.”


Ela recomeçou a tentar o número que estava ocupado, meio se fazendo de difícil.

-“Que nada... Acho que o pessoal aqui da cidade não gosta das meninas do interior. Acredita que ninguém chega em mim, nas baladas?”


Claro que aquilo era um exagero, para não dizer uma provável mentira, mas entendi a deixa. Me aproximei por trás dela, que continuava ao telefone esperando alguém atender. Quase encostando nela por trás, aproximei minha cabeça da orelha livre dela, e afastando um tufo de cabelos loiros dela, falei ao pé do seu ouvido, quase cochichando:

- “Não sei eles, mas EU não deixaria você passar em branco em uma balada.”
- “Hummm, é mesmo? E o que você faria?”
- “Eu começaria dançando com você, e então te convidaria para um drinque.”, falava, ainda no ouvido dela.
- “E que mais?”
- “Ah, depois dos drinques, com você mais altinha, eu dançaria bem pertinho de você, bem juntinho.”, falei, e como que demonstrando, encostei o corpo nas costas dela, sentindo a forma da sua bundinha deliciosa, e me arrepiando ao contato.


É agora, pensei... Ou vai, ou racha. Ou ela continua no joguinho, ou me afasta e eu me fodo. Mas aconteceu outra coisa. A amiga dela atendeu.


Ela começou a falar com a amiga, falando dos planos para noite, e eu aproveitei que ela não me afastou e fiquei com a boca perto do ouvido dela, falando bobagens.

-“Eu ia dançar bem juntinho de você, e colar meu corpo no seu.” – falei, agora puxando ela pela cintura e encoxando-a descaradamente... “Ia começar a passar minhas mãos pela sua cintura, pelas suas pernas... ”, dizia enquanto ia fazendo o quê narrava. Em seguida beijei sua orelha, e enfim consegui. Ela se arrepiou toda.


A amiga deve ter perguntado o quê estava acontecendo, porque ela deu um gemido. Na maior cara de pau, ela começou a descrever para a amiga o quê estava rolando.

- “Cíntia, você acredita que meu vizinho está me bolinando aqui?”, disse, rindo.
- “Estou cobrando o uso do telefone...”, emendei, enquanto minha mão deslizava pela sua perna.
- “Ele disse que está cobrando pelo telefone... rsrs. Nossa, amiga, então eu estou danada, se ele resolver cobrar por todas as ligações passadas...”


Encarei aquele papo como mais do que um sinal verde, como um verdadeiro holofote-verde piscando. Era mais do que óbvio que ela estava afim de algo mais, fosse pela tal “secura da capital” que ela mencionara, fosse por qualquer outra razão. Eu estava prestes a descobrir que, na verdade, era por ela ser realmente sacana.


Enquanto ela me descrevia para a amiga como “um vizinho mais novo da prima dela, que era uma gracinha”, eu dava às minhas mãos um verdadeiro banquete... Alisava suas coxas firmes, pegava nos seu peito... Ah, e que peito!
Carla tinha os seios realmente volumosos, porém completamente firmes, apontados constantemente para frente. Eu me deliciava neles, e ela continuava narrando a aventura para a amiga:

- “Cíntia, ele está pegando no meu seio agora... Não sei, espera que eu vou ver...”, e falando isso baixou sua mão para as costas, segurando no meu pau que estava duríssimo a essa altura.
- “Amiga, você tem que ver isso. Você não vai acreditar no tamanho disso!”, disse, rindo sapeca.


Ato contínuo, virou-se de frente para mim e me beijou de um jeito erótico, safado, bem molhado. Enfiei minha língua na sua boca, como se ela fosse a última mulher da terra. Minha mão agora explorava sua bunda perfeita. Pude sentir uma minúscula calcinha por baixo do seu macacão, e estava louco para vê-la ao vivo. Assim, interrompi o beijo e virei de costas para mim, novamente. Enquanto voltava a encoxá-la, encostando meu pau naquela bunda maravilhosa, comecei a abrir o zíper da sua roupa, expondo aquele corpinho dourado delicioso. Sem sutiã para prendê-los, seus seios saltaram ariscos, prontos para serem devorados.
Ela falava ao telefone:

- “Eu estou ficando nua, aqui, amiga... preciso de ajuda!”- e ria, safada.

Por um lado aquilo era excitante (ela narrar o quê eu ia fazendo), mas por outro soava meio como gozação, como se ela não acreditasse que eu, mais novo do que ela, fosse capaz de levar a termo aquela aventura. Pois ela estava muito enganada.


Virando-a novamente para mim, cai de boca naqueles peitos deliciosos, arrancando um longo suspiro de prazer dela. Com sua roupa já aberta, fui abaixando-a, deixando a mostra uma calcinha minúscula, branca, deliciosa. Minhas mãos deslizavam, uma pela sua bunda, com meus dedos mergulhando no seu rego, e outra alisando sua bocetinha por cima do tecido da calcinha. Ela estava toda arrepiada.

- “Eu estou pelada mesmo, Cíntia, só de calcinha. Hmmm, os dedos dele estão me roçando, me atiçando. Estou ficando toda molhadinha. Ai, hoje não vai ter jeito, amiga. Hoje acho que vou transar mesmo.”

Sem dúvida que ia. Sussurrei no seu ouvido:

- “Não tenha dúvida... Hoje vou te comer, todinha.”
- “Ele disse que vai me comer todinha, Cíntia...”


Ajoelhei na frente dela, e comecei a puxar a calcinha para baixo. Fiquei sentindo o delicioso aroma da sua bocetinha, fui virando-a e dando de cara, e mais do que isso COM a cara na sua bundinha. Beijava e dava mordidinhas nela, enquanto puxava sua calcinha para o chão. Ela continuava a gemer.


Virando-a novamente para mim, já nua, pude apreciar sua bocetinha de pelos aparados, quase lisinha. Coloquei uma das suas pernas no sofá, e deixando-a aberta para mim comecei a beijá-la. Ele seguia na narrativa, agora entrecortada por gemidos.

- “Aiiiii, ele está beijando minha boceta agora... Hmmmmmm, que língua gostosa... Assim, assim, não para...”

Eu chupava ela enquanto brincava com meus dedos, indo da sua boceta para seu cuzinho. Passeava o dedo por ali, sem penetrá-la, mas provocando-a. E ela seguia falando:

- “Hmmm... assim, põe o dedinho, põe... Não, safadinho, ai não... Cíntia, ele está me cutucando atrás também.... Aiiiii... Como assim ‘deixa’, sua safada?”

Meu pau parecia que ia estourar a calça. Resolvi que era hora dela entrar na ação, já que até agora havia ficado apenas na narrativa. Levantei, não sem antes beijar novamente seus seios, e olhando-a nos olhos, pus a mão no seu ombro, direcionando-a para baixo.

- “Hum, acho que ele quer que eu retribua, minha amiga... Vamos ver o que temos aqui, você acha que devo abrir a calça dele? Ok, vamos ver... Wow!!!, nossa você não vai acreditar no que ele esconde aqui... Puxa, como isso está duro.”


Ela ia falando essas besteiras, enquanto abria meu zíper e puxava meu pau para fora. Quando minha calça caiu no chão, ela ficou segurando meu pau, punhetando-o, e descrevendo-o para a amiga. Eu olhava para aquela boca carnuda, e estava quase implorando para ela colocá-lo na boca. Ela, óbvio, percebeu:

- “Você quer que eu chupe seu pau? Então peça, para a Cíntia ouvir...”

Peguei o telefone da mão dela, e comecei a fazer o que ela vinha fazendo...

- “Vai, loira, abre a boquinha e põe meu pau dentro, vai... Está vendo como você deixou ele duro. Agora abocanha ele. Isso... Ufssss... assim... bem devagarzinho, chupa ele todo...”


A tal Cíntia devia estar adorando o joguinho, porque logo começou a me falar bobagens também:

- “Seu pau está duro mesmo? Jura que ela está te chupando mesmo, não é gozação? Ai, eu não acredito... Conta para mim, como é seu pau? É grande? Fala... o quê ela está fazendo?”

Perguntei se ela estava se masturbando.

- “Estou deitada no sofá, com o dedinho na minha bucetinha... ai, estou toda molhada... Queria que você me chupasse como você chupou a Carla”
- “Sua sacana, se você continuar a me falar besteiras vou acabar gozando na boca da Carla.”
- “Não vai, não, seu puto...” – disse a Carla. “Agora que você me deixou excitada, vai ter que me comer direitinho.”


Ordens, são ordens, pensei... Coloquei ela deitada no sofá, de pernas bem abertas, apreciando aquela bocetinha linda. Dei mais uma chupada nela, dessa vez brincando com os dedos dentro dela, primeiro um, depois dois. Ela gemia, e falava bobagens. Com o dedo já lambuzado, comecei a brincar na porta do seu cuzinho, e pouco a pouco fui forçando o dedo para dentro, enquanto continuava o banho de gato nela.

- “Putz, como ele chupa gostoso... Ai, ele pos de novo o dedo lá atrás. Amiga, acho que ele vai me dar trabalho. Vem, para com isso... Vem põe seu brinquedinho aqui, põe...”


Disse isso me afastando e, com as pernas abertas, brincando com seus dedos por sobre sua xoxota, Fui até a estante, vendo-a no sofá, de pernas abertas, se masturbando. Peguei uma camisinha na minha carteira, e a vesti o mais rápido que pude. Com o pau brilhando me ajeitei entre as pernas dela, ajoelhado no chão, e encostando o pau nos seus lábios, fui entrando.


Que delícia... Ela gemia alto, me deixando preocupado que alguém fosse ouvir. E continuava no telefone.

- “Ahhhh... isso, vem, me come. Mete... Ai que delícia... não para, não para...”

Parar era a última coisa que eu pensava em fazer. Sua boceta era quente, gostosa, molhada. Meu pau parecia um pedaço de ferro deslizando para dentro dela, brilhante. Segurei-a pela cintura e comecei a acelerar os movimentos, fodendo-a cada vez mais rápido. Ela parou de falar ao telefone, e só gemia. Cada vez mais rápido.
Realmente aquele tesão de mulher estava meio a perigo, mesmo. Mal havíamos começado a transar e ela já estava em ponto de bala. Segurei sua bunda com uma das mãos, e ela se arrepiou toda. Aquela tarde realmente seria fantástica. Pensando na sua bunda deliciosa, resolvi atiça-la ainda mais. Assim, levantei as suas pernas e as coloquei sobre meus ombros.

Meu pau deslizou inteiro para dentro dela, profundamente. Ela falava besteiras desconexas para a Cinthia, algo sobre meu pau estar cutucando-a por dentro. Ignorei o falatório dela e, aproveitando que agora ela estava com a bunda levantada do sofá por causa da posição, deslizei meu dedo de novo para seu cuzinho. Metendo nela e fazendo-a gemer, molhei meu dedo no meu pau, lubrificadíssimo, e deslizei o dedo para dentro do seu rabo. Tiro e queda! Ela começou a gozar quase instantaneamente.

- “Ahhhhhhhhh... Isso, isso... Põe o dedo, assim, enfia... Ahhhhhhhhh... Assim, mete no meu buraquinho...”

Precisei começar a pensar nas provas da escola para desviar a atenção da trepada e não gozar antes da hora. Ela estremeceu e gozou profundamente, ficando meio amolecida em seguida. Estávamos os dois suados com aquela trepada avassaladora, mas eu queria mais. Peguei o telefone da sua mão:

- “Cintia, sua amiga é um tesão! Como essa loira fode gostoso.”
- “Você gozou nela?”
- “Não. Estou aqui, de pau durão, querendo mais. Pena que você não está aqui.”, provoquei.
- “O quê você iria fazer comigo? Fala, safado, que eu estou me masturbando”
- “Eu ia pegar meu pau, duro como está agora, e enfiar na sua boca, até a sua garganta... Depois ia te foder inteirinha.”

A Carla que estava recobrando as forças não gostou da provocação, e resolveu retomar as rédeas da putaria:

- “Êêêê... vamos parar com essa safadeza ai. Se você quer comer alguém, vai ter que me comer.”
“Puxa”, pensei eu... “Que trabalho maravilhoso!” Fiquei em pé ao lado dela, com o pau em riste, apontado para cima.

Ela, de novo ao telefone, falou para a Cintia enquanto alisava meu pau:

- “Amiga, você vai precisar conhecer esse pau. Duro, grosso, uma delícia. E ele vai me comer de novo, agora...”, riu ela.

Sentei no sofá segurando o pau para cima e chamei ela para vir sentar em cima de mim. Ela não se fez de rogada. Passou uma perna de cada lado do meu corpo, ajeitou-se e veio descendo sobre meu cacete duro. Sentou até o fim, e começou a se mexer para cima e para baixo, lentamente. Fiquei alisando suas pernas, e cai de boca nos seus seios deliciosos.

Ela estava curtindo a festa tanto quanto eu, a julgar pelos seus olhos fechados e lábios cerrados. Delirava subindo e descendo sobre meu pau. Beijei a sua boca, ao mesmo tempo que deslizei minha mão pela sua bunda. Se eu queria realmente comer aquele cú, agora era a hora. Mais um pouco daquela deusa rebolando sobre meu pau e eu ia acabar enchendo aquela camisinha de porra.


Comecei a brincar com o dedo na porta do seu cuzinho, e ela foi rebolando com mais vontade em cima de mim. Me aproximei do seu ouvido, o que estava com o telefone, e falei para a Cintia também ouvir:

- “Agora seja uma garota bem vadia, e deixe eu foder seu cuzinho... Deixa eu botar meu cacete dentro do seu rabo gostoso.”

- “Cintia, esse tarado quer por na minha bunda...”, disse ela, de um jeito safado. “Você acha que devo deixar?”


A pilantra falou isso saindo de cima de mim, e virando de costas para mim, mostrou a bunda... Levantou uma perna, apoiando-a no braço do sofá, abrindo a bunda bem na minha cara. Não resisti e cai de boca na sua bunda. Comecei a lamber e molhar seu cuzinho delicioso, forçando minha língua para dentro dele.

Ela ajoelhou no sofá, empinando aquele rabo maravilhoso, e passou o dedo no seu cuzinho.

- “Se quiser brincar aqui, tem que ser com jeitinho!”
- “Deixa comigo... relaxa e empina essa bundinha gostosa.”

Nem precisaria pedir, porque ela já ficando de quatro no sofá, com aquele rabo maravilhoso empinado. A minha reação foi automática. Na hora me veio a imagem daquela bunda redondinha escondida primeiro pela calça justa, depois pela calcinha enfiada no seu rego, e agora ali, maravilhosa, abertinha para mim, com seu buraquinho piscando, me esperando.

Resolvi não deixá-lo esperando mais. Coloquei primeiro um dedo, penetrando-o. Logo passei para dois, e ficou claro que ela já havia feito aquilo vááárias vezes... Ela rebolava na minha mão, dengosa, enquanto continuava falando besteiras para a Cintia.


Coloquei meu pau na entrada do seu cuzinho e fui apertando. Ela gemia, e olhando para trás falou com a voz mais safada do mundo:

- “Vem, meu vizinho pintudo... põe tudo no meu cuzinho, põe.”


Obediente que sou, segurei ela pela cintura e, devagar porém com firmeza, deslizei meu cacete inteiro para dentro daquela bunda gostosa... Nossa, foi uma das melhores sensações que já tive. Meus pelos encostaram naquela bunda gostosa, e então eu repeti tudo. Tirei meu pau de dentro dela quase inteiro, deixando só a ponta da cabecinha naquele buraquinho gostoso. De novo enfiei tudo, devagar mas com firmeza.
Ela gemia como uma doida, e repetia, ainda ao telefone...

- “Aiiiiii.... assim, faz de novo, faz de novo... ahhhhh, asssssim, isso... põe tudo, põe gostoso...”


Comecei a comer aquela bunda mais rapidamente, e aquilo estava demais. Ela tinha uma bunda perto do que podemos chamar de ‘perfeita’. Proporcional ao seu tamanho, durinha, empinada, e absolutamente redondinha. Uma marquinha mínima de biquíni fazia o conjunto parecer uma visão do paraíso.

E no meio daquilo, meu pau, duro como um pedaço de ferro, pronto para explodir, ia para dentro e para fora cada vez mais rapidamente. Eu a fodia apoiada no sofá, sem me importar mais com os gemidos dela. Suas pernas abertas me recebiam inteiro, e meu pau parecia que iria estourar.
Anuncie o gozo...

- “Ahhh, loira, que bunda gostosa... eu vou gozar... Vem aqui, vem...”, clamei, e ela veio.


Me sentei no sofá, com o pau doendo de tão duro, apontado para o teto. Ela se virou e veio na minha direção, ainda segurando o bendito telefone. Com um só gesto arrancou minha camisinha e, ato contínuo, enfiou meu pau na sua boca.
Aquela visão foi demais para mim. Explodi em sua boca, num gozo avassalador. Devo ter soltado uns quatro ou cinco jatos de porra para o alto. Não sei ao certo porque ela abocanhou meu pau e engoliu metade deles. O resto escorreu pelos seus lábios e rosto, enquanto ela continuava a chupar meu pau, arranco suspiros meus.
Ficou brincando ainda um tempo com meu pau duro na boca, escorregando aquela boca gostosa para lá e para cá.


Realmente aquela loira era uma delícia mesmo, maravilhosamente mal-aproveitada, para a minha sorte.
Finalmente ela desligou o telefone, já que precisávamos nos arrumar antes que chegasse alguém em casa. Ela foi até o banheiro, já que estava literalmente ‘gozada’. Eu fui me lavar no banheiro de cima, e ao voltar à sala encontrei ela voltando, só de calcinha. Ver aquela loira tesuda, com os peitões para fora, e só com aquela calcinha minúscula, me deu a certeza de como eu era um cara de sorte. Que tesão de gata.


Ela recolocou o macacão, enquanto eu fiquei admirando-a. Me aproximei dela e, beijando sua boca, passei a mão pelo seu corpo, relembrando os momentos de luxuria de pouco antes. Ela não deixou por menos. Colocando a mão em cima do meu pau disse:

- “Menino, se eu soubesse que você tinha um pau tão gostoso, já teria feito isso antes.”
- “Bem, agora você sabe que pode sempre contar comigo. Estou a sua disposição, sempre”- falei, enquanto alisava sua bunda por cima da calça. Foi como ligar um fio na tomada. Sentir aquela bundinha gostosa imediatamente despertou meu cacete.


Ela, que ainda estava segurando-o, sentiu o efeito.

- “Hummmm... tem alguém aqui querendo acordar.”, disse, e me puxando mordeu minha orelha. –“Deixa eu chupar ele de novo, só mais um pouquinho”.


Mal pude acreditar no que eu estava ouvindo... e menos ainda no que estava acontecendo. Ela me empurrou de volta para o sofá, até eu cair sentado. Puxou minha roupa para baixo e, sem a menor cerimônia, se pos a chupar meu pau de novo. Em segundos meu pau estava de novo em ponto de bala, escorregando para dentro daquela boquinha carnuda.
Ela, dessa vez, parecia mais safada ainda, agora que éramos íntimos (o que não faz por um relacionamento uma bela enrabada!). Segurava meu pau duro, e batia com ele na cara. Passava a língua no saco, deslizava por ele até a cabeça, e chupava... nossa, como ela chupava. De onde eu estava, sentado no sofá, tinha uma visão privilegiada, tanto da sua boca engolindo meu pau duro, como dos seus peitos deliciosos querendo fugir pelo zíper aberto do seu macacão, até a sua deliciosa bundinha, que eu acabara de comer, e via agora por cima do seu corpo.
Percebi que, seguindo esse ritmo, iria gozar de novo na boca dela.

- “Pare com isso, senão vou gozar na sua boca de novo. Vem cá, deixa eu te comer de novo.”
- “Eu até queria, mas não vai dar tempo... seus pais já vão chegar.”
- “Então, mais um motivo para não demorar... vem...”

Falei e, levantando de onde estava, puxei ela para perto da escada. O problema com o delicioso macacão dela, era que não me dava acesso ao corpo dela, sem ter que abri-lo e abaixa-lo além da sua cintura. Mas nada iria me impedir de fodê-la mais um pouco. Abaixei o macacão até as suas coxas, e por trás comecei a encoxá-la. Meu pau no meio da sua bunda novamente, ainda que por cima da calcinha, já me deixava louco.

- “Sua bunda é um tesão.”
- “Você gostou dela, né?”, perguntou de um jeito safado.
- “Tenho que comer seu rabo de novo.”
- “É, mas não hoje...”

Falou isso e foi até os primeiros degraus da escada. Ali, colocou uma das pernas no segundo degrau, ficando assim empinada para mim. Puxei a sua calcinha para o lado e, lubrificando meu pau com saliva(como se precisasse) encostei na sua boceta por trás e forcei.

Ela estava super molhadinha, e deslizou para dentro dela fácil. Logo estávamos fodendo de novo. Meu corpo batia na sua bunda por trás, e me deixava louco. Assim eu iria gozar muito rápido, e eu queria aproveitar mais um pouco.
Arrastando-a do jeito que dava (ela estava com o macacão ainda preso nos tornozelos) voltamos para o sofá. Sentei e puxei ela para cima de mim. Ela sentou como pode, puxando a calcinha novamente para o lado e descendo sobre meu pau. Assim seus seios ficavam na altura correta (a da minha boca), e não me fiz de rogado.
Ela pulava sobre meu pau, se excitando cada vez mais. O tempo, porém, continuava correndo. Lembrei da primeira trepada, e apelei. Coloquei minha mão dentro da calcinha dela, por trás, e encostei o dedo no seu cuzinho. Ela realmente gostava disso.
Começou a gemer mais rápido, e a sussurrar bobagens na minha orelha. Fui empurrando meu dedo dentro do cuzinho dela, e ela subindo e descendo no meu pau. Em mais dois minutos dessa cavalgada ela estava gozando pela segunda vez na tarde. Meu pau parecia uma rocha. Eu a fiz levantar e virar de costas para mim, com a sua bunda sobre meu pau. Do jeito que ela já estava mole, até dava para comer seu rabo outra vez com ela assim, mas sinceramente eu preferia pegá-la de jeito, com calma. Assim, coloquei meu pau de novo na sua xoxota, enquanto ela ficava roçando aquela bunda gostosa sobre mim. Segurando eu seus peitos e beijando seu pescoço, só precisei de mais alguns minutos para explodir de novo em gozo.


Tirei meu pau da sua xoxota bem a tempo de gozar sobre ela. O tesão era tanto que, mesmo sendo a segunda gozada em pouco tempo, minha porra voou até seus peitos, caindo ainda sobre sua barriga e sua xoxota. Ela delirava.
Safada, ela brincava com meu gozo sobre seu corpo:

- “Olha só o que você fez... Agora toca eu voltar ao banheiro. Já imaginou se chega alguém?”

Sei que aquela foi uma tarde realmente maravilhosa. Minha sorte foi que celular ainda era uma coisa para poucos.

Graças a isso, eu ainda recebi várias outras visitas da Carla. Bem, não só por causa disso, é claro...

Sobre este texto

Cialis

Autor:

Publicação:10 de agosto de 2015 08:54

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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