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Do fundo do baú

Um píer, um barco e uma bunda

Alguns anos atrás resolvemos aproveitar a semana do Carnaval para juntarmos uma turma bacana e irmos para um local longe do agito dos grandes centros. Assim, reservamos uma pousada na região de Cananéia, litoral sul de São Paulo, e rumamos para uma semana de lazer, descanso e, óbvio, grandes oportunidades de aventuras.


Em nossa de turma, composta por 15 pessoas, existiam alguns casais, mas também muita gente solteira, muitos convidados no esquema de amigo-do-meu-amigo, o quê nos dava a oportunidade de conhecer melhor algumas pessoas que só havíamos visto uma ou duas vezes, apenas superficialmente.


Assim eram diversas das gatas que nos acompanhavam, e pouco a pouco fomos nos conhecendo melhor e nos entrosando, e logo haviam alguns casais novos na turma. Eu estava me entrosando muito bem com a Samantha, uma morena de 27 anos, cerca de 1,70, cabelos pretos lisos, um pouco abaixo dos ombros, de sorriso dócil e fala mansa.


Samantha era separada, e parecia extremamente segura de si ao lidar com os homens do grupo, visto que era bastante assediada. Como passávamos a maior parte do dia ou na praia, ou na pequena piscina da pousada, o dia inteiro estávamos em roupas de banho. Era impossível não reparar na Samantha, quer pelo bronzeado com de pecado da sua pele, quer pelas três tatuagens que decoravam seu corpo esguio e cheio de curvas tentadoras.


Porém, o que fazia invariavelmente todos torcerem o pescoço quando ela passava, era a sua bunda. A bunda da Samantha era digna de uma capa de revista, de qualquer revista. Empinada, redonda, firme e muito mal coberta por um biquíni sumaríssimo, o qual teimava em se esconder por dentre aquelas polpas tentadoras, aquele pedaço de carne povoava a mente de todos os homens do grupo, suscitando conversas abafadas e desejosas.


Eu não fazia questão (e a bem da verdade, nem conseguiria) de esconder minha admiração por ela, mas talvez por ser menos afoito que os demais solteiros do grupo, acabei me dando bem com ela. Sempre que saímos para jantar ou tomar sorvete a noite, caminhávamos juntos pelas ruas de pedra da cidadezinha, despertando os ciúmes dos demais.


Passada a folia do Carnaval, a cidade que já é pequena teve o leve movimento praticamente esvaziado, e víamos cada vez menos pessoas nas ruas. Na noite de quinta-feira, após jantarmos, chamei o pessoal para um sorvete, apenas 3 casais toparam. A sorveteria ficava próxima de um pequeno cais de pescadores, com cerca de uma dúzia de barcos ancorados. Pegamos os sorvetes e, como sempre, sentamos ao final do píer para tomá-los, tendo por companhia somente os barcos e os sons vindos do balançar preguiçoso deles, movimentados pela maré fraca.
Os outros dois casais resolveram ir embora com medo da chuva que ameaçava cair, e fiquei sozinho com a Samantha. Ficamos conversando bobagens, e eu cada vez mais afim dela, quase não prestava mais atenção na conversa. Apenas olhava fixamente para seus lábios, imaginando como seria beijá-los. Ato contínuo, minha mente passou a imaginar outra coisa passando por eles, que não a minha boca. A Samantha tinha um jeito erótico, sensual, e devia ser uma fera na cama, eu poderia apostar.

- “O quê foi? A minha conversa está chata?”, perguntou ela, quebrando meu devaneio.
- “Imagine... por quê você disse isso?”
- “Porque estou falando sozinha, oras.”
- “Desculpe... mas não consegui parar de olhar para a sua boca, e imaginar...”, deixei o resto no ar.
- “Imaginar o quê, seu safado?”
- “Imaginar como seria te beijar...”, e me aproximando dela juntei meus lábios aos dela. Ela não se afastou, mas também não se entregou.
- “Sabe o quê é, Marcos... vou ser sincera e direta com você. Gosto de você, você é um cara bacana. Mas esse é o problema...”


Beijei novamente sua boca, meio ignorando a conversa, certo de que logo ela pararia de falar e começaria a me beijar de verdade. Lá embaixo, despertado pelo toque suave da sua boca, meu pau começava a ensaiar um ‘boa noite, eu também quero!’.

- “Que bom que você me acha legal... Por um momento pensei que você não estaria a fim de mim.”
- “Mas esse é o ponto. Você é muito legal, e eu não quero compromissos... Você sabe, sou separada, ainda vejo relacionamentos como coisas confusas e que só servem para machucar as pessoas.”
- “E ?”, perguntei, beijando-a pela terceira vez.
- “Para com isso... É sério... não quero me envolver com você, nem quero te machucar. E muito menos me machucar de novo.”


Fiquei pensando um pouco na situação, e nas possibilidades que eu tinha. Olhando-a de perto, agora eu vislumbrava o contorno dos seus seios, soltos dentro de uma camisa de malha de alça finas, que dava a eles um balanço tentador. Decididamente, eu não estava disposto a deixar passar aquela chance, sozinho com ela. Na pousada pequena onde estávamos, privacidade era praticamente um luxo inexistente.

- “Samantha... Eu não vim para essa viagem planejando arrumar um noivado ou um casamento. Mas não estou morto aqui, nem você está. Acho um desperdício não aproveitarmos, por um medo bobo seu... Por quê você não relaxa e aproveita?”

Falei isso abraçando seu corpo, e beijando-a agora mais profundamente. Ela demorou, mas correspondeu, abrindo seus lábios e brincando com a sua língua junto a minha. Senti o seu braço se arrepiar, e comecei a ficar realmente animado.

- “É melhor não... A coisa começa assim, de leve, de brincadeira, daqui a pouco estamos um cobrando coisas do outro... Melhor não fazermos nada.”
- “Olhe aqui... fazemos assim, então... Eu arrasto você para esse barco aqui na frente, arranco a sua roupa e te como bem gostoso ali. Eu gozo, você goza, ambos aproveitamos... Depois vamos embora e não nos falamos nem ‘bom dia’ amanhã... Que tal assim?”


Ela começou a rir alto, do meu jeito meio moleque de lidar com as angústias dela, mas logo passou os braços pelo meu pescoço, me beijando de novo.

- “Ah, é assim, é... você pensa que eu sou dessas, que transa na primeira saída e não quer mais nada no dia seguinte?”
- “Olha, em primeiro lugar foi você quem disse não querer compromisso. Em segundo lugar, não é a primeira saída, estamos juntos a 6 dias.E em terceiro lugar, sim, eu acho que você deve ser uma tarada na cama...”


Nos beijamos de novo, dessa vez com um abraço mais apertado, e de uma forma mais longa, nossas mãos se mexendo, deslizando pelas nossas costas e pescoço.

- “Por quê você acha que eu seja uma tarada na cama? De onde você tirou essa idéia?”, disse ela, segurando minha cabeça e passando sua língua, languidamente, pelo meu pescoço. Aquilo me arrepiou inteiro.
- “Sei reconhecer uma, quando a vejo...”, respondi, deslizando a minha mão por baixo da sua camisa folgada, atingindo a base do seu seio.

Voltei a beijar a sua boca, enquanto minha mão subia, contornando seu seio, e atingindo seu mamilo, já devidamente ouriçado e apontando, arisco, para mim. Pressionei-o entre a ponta dos meus dedos, enquanto mordia de leve seus lábios. Ela soltou um leve gemido, e me agarrou apertado.

- “O quê mesmo você disse que ia fazer comigo naquele barco?”
- “Disse que ia te comer gostoso ali no barco... Te fazer gozar, e depois gozar em cima de você?”
- “Humm, que safadinho... Como você iria me fazer gozar, conte para mim...”


Ela ia falando ao mesmo tempo que suas mãos iam percorrendo meu corpo. Logo ela estava apalpando meu pau, por cima do shorts.

- “Eu vou te fazer gozar com a minha boca...”, respondi, mordendo a orelha dela. – “Depois vou fazer você gozar com o meu pau...”, e ao falar isso deslizei minha mão por baixo da mini-saia que ela usava, tocando a renda da sua calcinha, e já sentindo sua xaninha quente.
- “Depois disso, eu vou comer sua bunda gostosa, e gozar em cima das suas costas.”


Ela se arrepiou à medida que eu ia falando besteiras, e estremeceu ao meu lado. Beijou minha boca furiosamente, enquanto sua mão nervosa agarrava meu pau pela perna do shorts, libertando-o, e começando a alisa-lo. A sorveteria às nossas costas já havia fechado, e estávamos sozinhos na ponta do píer.

- “Hummmm, sabia que eu adorei tudo o quê você falou? Eu vou adorar ter esse pau duro, gostoso, dentro de mim...”


Sentei de frente para ela, deslizando novamente a mão pelas suas coxas, atingindo sua calcinha. Continuei beijando-al enquanto afastava a calcinha para o lado, e tocava seus grandes lábios, já molhados de tesão. Ela se levantou, olhando para o último barco parado da fila, a nossa frente. Sorriu para mim, e balançou a cabeça para ele.


Ela estava de costas para mim, sentado ainda, e aproveitei a posição para levantar a sua saia, de tecido branco. Revelou-se uma calcinha minúscula, bem no estilo dos biquínis que era usou a semana inteira: Um pequeno triângulo de tecido no alto de uma bunda deliciosa, empinada, durinha, tentadora. A parte de baixo da calcinha estava, assim como ficaram os biquínis, parcialmente engolido pelas polpas da sua bunda, atiçando a imaginação da gente. Ela abaixou a saia com um tapinha, brincando, e foi na direção do barco.


Fiquei pensando se não haveria alguém dormindo dentro do barco, para tomar conta, mas bastou uma olhada para perceber que essa não era uma preocupação por aquelas bandas. Os barcos apenas balançavam ali, languidamente, ao sabor das fracas marolas. O barulhinho do cais servia ainda como uma cortina de disfarce para nós, que furtivamente passamos para dentro do último barco do pequeno píer. O barco era pequeno, mas possuía uma parte coberta na popa, logo atrás da minúscula cabine de comando. Era apenas uma cobertura para proteger a tripulação do sol, totalmente aberta dos lados e atrás, mas que servia perfeitamente para nos esconder de olhares indiscretos. Apesar que, aquela hora...


Assim que entramos no barco fui para cima da Samantha, encostando-a em uma espécie de plataforma que existia na área de trás do barco, e enquanto a beijava minha mão foi subindo pela sua coxa e levantando a sua saia. Logo eu estava alisando sua xoxota por cima da calcinha, enquanto nossas línguas duelavam furiosamente. Virei ela de costas para mim e ajoelhando atrás dela, na altura da bunda dela, puxei a calcinha para baixo. Para resumir em uma palavra, a bunda dela era MARAVILHOSA. Não resisti, e dei um beijo longo em seu reguinho, enfiando minha língua o mais fundo que consegui. As nádegas dela se arrepiaram, me excitando ainda mais.


Levantei, encoxando-a com meu pau já em ponto de bala, e enquanto minhas mãos subiam por baixo da sua blusa, sussurrei em sua orelha:

- “Que rabo maravilhoso que você tem... Vou meter meu pau bem gostoso no seu cuzinho!”
- “Hummm, que delícia... sabia que eu adoro isso?”


Era tudo o que eu precisava ouvir para sentir o próprio dono não só de todos os barcos dali, mas do próprio oceano inteiro. Virando-a de frente para mim, coloquei-a deitada sobre a tal bancada onde estávamos apoiados, e afastando as suas pernas cai de boca sobre a sua xaninha. Que delícia de xoxota. Os poucos pelinhos que ela tinha, muito bem aparados, formavam uma estreita, logo acima dos seus lábios. A lateral era toda lisinha, e minha boca achou aquele terreno feito para ela.


Beijei, lambi, chupei e mordiquei aquela boceta gostosa, por um tempo que pareceu uma breve eternidade para mim. Ela rebolava manhosa sob meu rosto, até o momento em que meus dedos começaram a explorá-la. Primeiramente um dedo, para logo em seguida ser acompanhado por um segundo. Sua xoxota mordia meus dedos, deliciosamente. Senti que ela estava prestes a gozar, e esfregando o dedo no seu suco, deslizei-o primeiramente sobre seu cuzinho. Ela levantou a cintura para facilitar meu acesso, e enquanto eu segurava seu grelinho entre meus lábios, empurrei meu dedo para dentro do seu rabo. Ela gozou ruidosamente, tremendo sobre a bancada.


Me puxou para sua boca, e me deu um longo beijo, enquanto sua mão procurava meu pau.

- “Vem cá, até agora só você brincou. Não é justo, eu também quero...”
Me livrei do meu shorts, ficando com o pau duro apontado para ela. Ela estava meio sentada sobre a bancada, então subi na bancada levando meu pau até a altura do rosto dela. Ela não o chupou diretamente. Primeiro o segurou com as duas mãos, alisando-o, como se fosse uma espécie de troféu. Segurou então o saco com uma mão, e começou a me masturbar com a outra. Meu pau parecia crescer ainda mais na sua mão. Então, colocando as mãos por baixo das minhas pernas, me puxou na direção da sua boca.


A princípio fiquei meio preocupado que ela resolvesse fazer um fio-terra em mim, coisa que decididamente não curto, mas felizmente ela apenas segurou minha bunda com as mãos e me puxou em direção a sua boca. Engoliu meu pau, me arrepiando, e começou a me puxar pela bunda, me fazendo literalmente foder sua boca. Como era safada aquela morena.
De cima eu via meu pau sair e entrar da sua boca, brilhando com a sua saliva, e já me imaginava enchendo sua boquinha com minha porra. Mas me segurei, e resolvi que era hora de comê-la.


Deitei ao lado dela, em cima da bendita bancada do barco, e puxei-a para cima de mim. Ela passou aquela perna deliciosa por cima de mim, e ajeitando a bocetinha quase carequinha sobre meu pau, desceu, engolindo-o.

- “Affff... Hummmm, que delícia de cacete... Assim, vem, me come... assim, não para, vai...”
Eu na verdade só ficava ali parado, de pau duro apontado para cima, enquanto a morena fazia todo o serviço, subindo e descendo sobre mim.
- “Isso, assim... vai morena gostosa, cavalga meu cacete... bocetinha gostosa, vem...”

Passei a alisar aquela bunda gostosa, já cheio de intenções com ela. Ela seguia se mexendo em cima de mim, engolindo meu pau. Coloquei um dedo na sua boca, e ela passou a chupá-lo com cara de safada. Com o dedo molhado de saliva, deslizei-o pelas suas costas, cheguei à sua bunda e fui para seu buraquinho.

- “Seu safadinho... você quer comer meu cuzinho, né? Eu vou dar ele para você... Você tem que manter seu pau assim, bem duro... Aiiii, delícia!”


Troquei de posição com ela, partindo para um papai-e-mamãe inspirado, comigo fodendo-a compassadamente, de modo rápido e profundo. Ela agarrou minhas costas, e de olhos fechados passou a gemer mais profundamente, denunciando outro orgasmo que se aproximava. Concentrado em dar prazer a ela, eu mantinha minhas estocadas fundas e cadenciadas, e a respiração dela foi ficando cada vez mais entrecortada.


Sua boceta era uma delícia, e apertada, mastigava inclemente o meu pau. Logo ela arqueou o seu corpo e, com os dentes cerrados, gozou pela segunda vez na noite. Foi ficando mole, em seguida, relaxando sobre meu corpo, ainda com meu pau duro dentro dela. Beijei seus lábios, e saindo dela, fiquei deitado ao seu lado, sentindo o leve balanço do barco.

- “Cacete, Samantha... Como você é gostosa.”
- “Hum... obrigada. Você também é uma delícia. Me fez gozar com sua boca, e com esse amiguinho aqui.”, disse, alisando meu pau, ainda duro. – “Você realmente é um homem de palavra.”
- “Pois é... e agora vou completar a minha promessa.”, brinquei, alisando a bunda gostosa dela, enquanto ela continuava me masturbando.
- “Vem, então... põe essa rola gostosa no meu cuzinho, põe...”, disse, rolando e ficando de costas para mim, de ladinho.


Levei minha boca até a sua bunda e, afastando suas nádegas beijei se rabinho, deslizando minha língua ao redor do seu cuzinho. Ela estava molhadíssima por conta dos dois orgasmos, e penetrei seu rabo novamente com meu dedo. Logo coloquei dois dedos, e ela gemia languidamente, ainda de lado.

Levantei-me e, meio ajoelhado sobre ela, apontei meu pau para o meio daquelas nádegas morenas, pintadas com um minúsculo triângulo branquinho, no local do seu biquíni. Encostei a cabeça no seu buraquinho, e fazendo uma pressão fui entrando. Ela abria a bunda com a mão, facilitando a minha vida, enquanto seguia me instigando, falando besteiras:

- “Aiiii, assim... vem... que pau duro, gostoso... Assim, come minha bundinha, come... Vai, enfia, enfia, assim... ~


E eu comia... Que delícia de rabo aquela morena tinha. Passei a sentir falta de uma cama, onde eu pudesse comê-la mais confortavelmente, mas estava valendo, e muito. Quase como lendo meus pensamentos, a Samantha resolveu mudar de posição, e se separando por um momento de mim, veio por cima, descendo sobre meu cacete. Ela estava de costas para mim, e levantando a cabeça a visão que eu tinha era maravilhosa. Seu corpo moreno sobre o meu se mexia para cima e para baixo, fazendo meu pau sumir no meio da sua bunda, deliciosa. Ela olhava para trás e me provocava:

- “Está gostando de comer meu cuzinho? Você gosta disso, safado? Ai, que delícia que é ficar em cima desse cacete gostoso...”
- “Assim, tesão... mexe... que delícia de rabo... Ahhh, eu vou gozar, gostosa...”


Ela saiu de cima de mim, e segurando meu pau começou a chupá-lo. Meu gozo veio intenso, forte, bem no momento em que ela tirou meu pau de dentro da sua boca, enquanto mordia de leve o corpo dele. Livre, a cabeça do meu pau jorrou forte, espirrando porra sobre meu peito, lavando minha camisa. Ela seguia chupando-o, e masturbando-o, arrancando suspiros de mim.


Ficamos uns minutos respirando, recuperando o fôlego, antes de nos vestirmos e voltarmos para a pousada. Fiquei olhando a Samantha vestir a calcinha e saia, e imaginando como eu era sortudo de ter conseguido pegar uma morena com o corpo tão gostoso, mas que acima de tudo gostava tanto de transar.


O caminho de volta para a pousada foi extremamente longo, já que em diversos pontos do trajeto parávamos para nos beijar e darmos mais um malhinho, meio de brincadeira. Nos beijávamos, alisando o corpo um do outro, quase a cada esquina. Em determinado ponto, meio escondidos por um pé de mamona em frente a uma casa, quase fomos as vias de fato novamente. Enquanto a beijava, levantei sua saia e deslizei minha mão por dentro da sua calcinha, alisando sua bunda.

- “Caralho, Samantha... Fiquei tarado pela sua bunda. Preciso comê-la de novo!”
- “Hummmm, é mesmo... e eu fiquei tarada por ‘ele’.”, disse ela, segurando meu pau que estava duríssimo.
Puxei também a parte da frente da calcinha dela para baixo, e comecei a masturbá-la, deslizando meus dedos pela sua xaninha, enquanto por trás eu penetrava seu cuzinho com o dedo. Meu shorts também estava abaixado, e ela me batia uma punheta.


Resolvemos sair do meio da rua, meio que consolados pelo fato de estarmos chegando a pousada. Eu não queria falar de continuarmos a trepar nos próximos dias, por conta da promessa (boba, eu já pensava) feita no píer, mas queria muito continuar a comê-la. Infelizmente, na pousada não havia como. Todos os quartos estavam ocupados, e ambos tínhamos companheiros em nossos quartos.


Chegamos e encontramos tudo em silêncio. Nos despedimos e fomos cada um para seu quarto. Fui tomar um banho, já que decididamente eu precisava. Alguns minutos depois, visto que eu não conseguiria dormir mesmo, sai para o pátio interno da pousada. Surpreso, encontrei a Samantha, de camisola, na porta do seu quarto. Ela me viu e acenou para mim.
Cheguei perto dela, pensando em roubar mais um beijo e mais uma alisada naquele corpo gostoso, mas ela mais uma vez me surpreendeu.

- “Vem cá... Fique quieto, nem pense em fazer nada com a Carol. Ela está dormindo, então não faça barulho. Vem entra...”


Carol era a amiga da Samantha, que havia viajado junto com ela. Bem diferente da Samantha, era loirinha, num estilo meio mignon, mas muito bonita e bem gostosa. Havia sido muito simpática comigo, e se as coisas não tivessem caminhado bem com a Samantha, ela era meu ‘alvo’ número 2. ‘


Entrei no quarto pequeno, e no escuro quase absoluto, reparei na Carol sob o lençol, dormindo. A Samantha me puxou para ela, falando:

- “Nem olhe para ela, seu safado... Você só está aqui por minha causa.”
- “Mas e se ela acordar?”
- “Ela não vai... Agora deixa eu fazer o quê eu quase fiz lá na rua...”, disse, enquanto me beijava, de pé, encostado na parede.


Eu alisava seu corpo por baixo da camisola, e logo minha mão estava novamente dentro da sua calcinha. Ela segurava meu pau para fora do shorts.

- “Não faz barulho...”, disse, e ajoelhando na minha frente, começou a me chupar.


Segurei a cabeça dela, afastando seu cabelo para o lado, e fiquei ali, fodendo a boca dela. Por um momento me pareceu que a Carol havia se mexido na cama, mas a Samantha mudou de posição, ficando paralela à parede, e voltei a me concentrar nela. Tirei o pau de dentro da boca dela, e bati com ele no rosto dela, que sapeca, ficou rindo e gostando daquela ‘surra de pinto’. Voltei a colocar o pau na boca dela, e já estava adorando aquilo, nem pensando mais na Carol, que dormia a 2 metros de nós.


A Samantha então resolveu me dar o prêmio final da noite. Levantou-se, tirou a sua calcinha, e indo para a sua cama ficou de quatro, na beirada dela. Levantou a camisola, mostrando aquela bunda maravilhosa para mim. Com os meus olhos já acostumados à escuridão, aquela visão era maravilhosa. Me aproximei por trás dela, e então vi: A Carol claramente estava se tocando por baixo dos lençóis, com certeza se masturbando.
Me senti meio idiota em ter acreditado na história de que ela estaria dormindo, mas ai compreendi que provavelmente ela não queria se envolver, e a Samantha deveria provavelmente ter ‘negociado’ o uso do quarto com a condição de que não mexêssemos com ela. Mas com a transa rolando ali, logo ao lado dela, ela provavelmente não agüentou e começara a se tocar.


Pensei mais ou menos ao longo de uns 2 segundos, se tanto, e conclui o óbvio: Estava tudo bom demais para mim como estava, e não havia porque estragar o clima. Assim, fazendo de conta que ainda acreditava no sono dela, me esforcei para sequer olhar na sua direção, porém passei a fazer meus movimentos de modo calculado para ela ver.


Caminhei lentamente para trás da Samantha, segurando meu pau duro. Comecei a alisar a xoxota dela, por trás. Me abaixei, e dei uma lambida lenta e molhada na boceta dela, arrancando suspiros dela. Levantando novamente, molhei minha mão com saliva, e passei lentamente ao longo do meu pau, de modo provocante. A Samantha seguia de quatro na cama, agora olhando para mim por cima do ombro. Coloquei meu pau na sua boceta, e comecei a comê-la, lentamente, profundamente. Ela puxou um travesseiro e afundou a cabeça nele, sufocando seus gemidos.

Ao lado, fingindo dormir, eu percebia a Carol se tocando, mas me esforçava para não olhá-la diretamente. Molhei minha mão novamente com saliva, e passei a alisar o cuzinho da Samantha. Ela olhou para mim, meio assustada, meio
assanhada. Coloquei meu dedão para dentro do seu rabo, sem parar de comer sua boceta. Ela estava arrepiada. A Carol levantou um pouco uma das pernas, facilitando sua masturbação silenciosa.


Tirei o pau de dentro dela, e descaradamente cuspi nele. Eu queria ter certeza de que a Carol entenderia que eu ia enrabar a colega. Eu estava simplesmente adorando aquele jogo, bancando o ator pornô para a menina. A Samantha apenas suspirava, fazendo seu jogo, acreditando que eu não sabia de nada. Me afastei um pouco, para que a Carol pudesse ver meu pau, duríssimo. Coloquei a perna direita sobre a cama, ao lado do corpo da Samantha, de quatro na minha frente, e apontei o cacete para o cuzinho dela. Encostei e comecei a penetrá-la. Lentamente...


A Samantha mordia o travesseiro para não fazer barulho, e eu a enrabava lentamente, deliciosamente. Segurava-a pela cintura, e punha e tirava meu pau de dentro dela, sem pressa, com tesão. Fiquei assim alguns minutos, enquanto agüentei prolongar aquilo.


A Carol, ao lado, parecia se preocupar pouco agora em fingir-se de adormecida, já que se masturbava rapidamente. Eu continuava sem olhar em sua direção, e sacando o pau de dentro do cuzinho da Samantha, anunciei baixinho (mas para a Carol também ouvir) que iria gozar. Por sobre a bunda da Samantha, esguichei forte meu gozo sobre as costas dela. O som do meu gozo batendo em suas costas pareceu-me altíssimo no quase silêncio do quarto, e tive certeza de que a Carol também ouvira. Fiquei me masturbando ainda alguns segundos, sobre a bunda da Samantha, que passei em seguida a encoxar, deslizando meu pau pelo seu reguinho.


Ela se levantou, enfim, me beijando, e segurando meu pau, que teimava em não baixar ainda. Aliás, eu seria capaz de apostar que se a Carol suspendesse o teatro e jogasse o lenço para o lado, eu tranquilamente pularia no meio das coxas dela e a comeria ali sem a menor cerimônia. Mas isso não aconteceu. A Samantha já estava me tocando dali, quando eu disparei:

- “Você não gosta de porra? Então, chupa meu pau, chupa sua sacana...”


Ela me deu um tapinha no braço, meio ofendida, mas em seguida abaixou e segurando meu pau, que começava a dar mostras de baixar, falou:

- “Você não presta, é um tarado...”, e colocou meu pau na sua boca, extraindo as últimas gotas de leite dele.


Em seguida, me tocou dali, quase sem me dar tempo de vestir o shorts. Sai dali com a certeza de ter vivido o melhor dia da viagem toda, fascinado com a minha sorte de ter me acertado com aquela máquina de sexo que era a Samantha.


Mas, devo confessar, fui dormir pensando na Carol... e na Samantha, juntas!

Sobre este texto

Cialis

Autor:

Publicação:7 de agosto de 2015 21:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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