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Kátia, tesuda e incestuosa (Parte 1 )

Kátia, tesuda e incestuosa (Parte 1 )
Autores : Cris e Rodrigo

Mauro estava saindo de casa pra encontrar uma “amiga” quando sua mãe grita dizendo que sua sobrinha Kátia iria chegar de viajem as 17 h e que tinha que buscar a menina na rodoviária.
Mauro tinha 30 anos, morava com sua mãe e trabalha no banco e estava no ultimo semestre de Eng da Produção, era moreno alto, cabelos pretos e lisos, era a sensação da faculdade.
Sua mãe já tinha desistido de mandá-lo ir pro motel com as meninas que trazia pra casa.
Já Kátia tinha 19 anos, tinha passado na mesma faculdade que seu tio, estava de mudança pra casa de sua avó até conseguir uma republica,
Ela tinha cabelo liso comprido, uma pele mais branca do que nunca; sua mãe, Cristine, uma bela mulher nos seus 40 anos, vivia a chamando de Branca de Neve. Mas Kátia era o tipo de mulher gostosa, por onde passava chamava a atenção; tinha pernas maravilhosas, uma bunda arrebitada e redondinha, seus peitos eram firmes e grandes, não existia um homem que a visse e não a desejasse.
Mauro estava indo encontrar Luciana, que fazia Economia e Mauro a conheceu em uma festa e estava louco pra ter aquela mulher, mas quando sua mãe falou que teria que buscar Kátia, logo seus planos foram por água a baixo, pois já eram 14 hrs.
Ficou revoltando pensando “Puts, agora vou ter que dar uma de babá e cuidar dessa menina”, pegou o carro, ligou pra Luciana desmarcando e foi esperar sua sobrinha em uma lanchonete da rodoviária.
Já Kátia estava pensando no seu ex-namorado que havia deixado na sua cidade, ela o amava mas não deixaria de realizar seu sonho de ser Pediatra por conta dele, ainda pensava na sua ultima noite com Filipe, seu ex, foi a melhor noite da vida dos dois...
Filipe tinha feito algo lindo para Kátia, espalhou rosas pela sua casa que levava até a cama do seu quarto onde estava repleto de velas e c as luzes apagadas, Kátia quando abriu a porta só leu o bilhete que estava na parede “siga o caminho”, quando chegou no quarto ficou maravilhada, na cama tinha um espartilho vermelho todo sexy rendado , Kátia foi logo para o banheiro se trocar vestiu e se olhou no espelho que tinha outro bilhete de Filipe “Te espero na cama, toda gostosa para mim”.
Kátia se sentia a mulher mais poderosa do mundo, e apesar de ter a certeza que aquela era a ultima semana com o seu homem, a queria fazer inesquecível. Ela saiu do banheiro e Filipe estava na cama esperando ela com uma cueca branca e Kátia o amava daquele jeito;
Kátia olhou Filipe e quis ir correndo até ele pra ele tirar tudo dela e a comer só do jeito que ele sabia, mas se controlou e começou a rebolar para o namorado, a dançar lentamente mais muuito sensual;
No quarto de Filipe tinha um poste de dança sensual, Kátia nunca gostou muito daquilo mas foi até lá e começou a dançar como se fosse uma puta fazendo um espetáculo. Filipe já estava com o pau duro e sentava na cama, passando a mão em seu cacete se deliciando com a cena de Kátia ali na sua frente, logo a chama:
- Vem minha putinha, vem pra eu te dar uma surra, uma surra de pau que sei que vc adora...
Kátia desce do poste e senta no colo de Filipe e começa a rebolar em cima de seu pau,
- Ai meu gostoso, com vou sentir saudades disso...
- Eu também minha gostosa, ninguém rebola como você...
Filipe começa a desabotoar o espartilho de Kátia e beija suas costas suavemente, subindo sua mão para seus peitos e fazendo massagem em cada um, quanto os dois já estavam mais duros do que o normal, os peitos de Kátia é seu ponto fraco, não aguenta ficar ali e empurra Filipe na cama e tira a cueca e começa a chupar seu pau , seu pau era grosso e tinha uns 17 cm Filipe estava louco com Kátia ali chupando seu pau.
- Ai meu amor, me chupa gostoso, chupa até sair meu leitinho...
Kátia chupava e amava aquilo, estava cheia de tesão...
Mas ela estava só sonhando dentro do ônibus e acorda quando o motorista avisa que tinham chegado. Kátia desce na rodoviária dando suspiro, resolve ligar pro seu tio pra saber onde ele estava sua mãe havia dado o numero.
-Alo, Mauro?
- Oi é sim, quem é?
-Tio é a Kátia acabei de descer, a mamãe disse que viria me buscar...
- Você já chegou? Qual é a cor da sua blusa? Vc deve ta diferente desde quando te vi...
- Já sim, estou com um vestido vermelho de florzinha, estou na plataforma 23.
-Ok, me espera ai, já estou indo.
- Ta tio Mauro, obrigada.
Kátia não via seu tio desde os noves anos, não lembrava quase nada dele.
Mauro foi logo atrás de Kátia, quanto mais rápido a pegasse, mais rápido iria ver Luciana.
O que Mauro não imaginava era sua reação quando visse Kátia, pois quando a viu aquela moça com o vestido vermelho de florzinha, branquinha, gostosa com um corpão não acreditou que era Kátia a menininha que tinha visto da ultima vez.
Kátia viu seu tio, não se lembrava dele ser tão novo e tão bonito.
Mauro foi todo simpático com a sobrinha, logo a levou para o carro e foram conversando no caminho de volta para casa,
- Nossa Kátia, como vc cresceu...
-Também tio, você nunca vai pra lá, sempre trabalhando...
- É a vida né, mas e ai sua mãe disse que tava namorando, não esta mais?
- Não resolvemos terminar, afinal viria para cá e ele tava indo pro EUA,achamos melhor assim - Kátia falou com tristeza.
Seu tio percebeu a tristeza e logo mudaram de assunto, mas quando Kátia resolveu arrumar o cinto seu vestido subiu e Mauro não conseguiu desviar o olhar... que coxas! pensou.
Lembrou-se daquela garotinha que, já aos nove anos, prometia muito... Mas ele desvia desses pensamentos. Se bem que, na verdade, Kátia tinha a quem puxar. Cristine, sua mãe, e irmã de Mauro, era uma das moças mais paqueradas quando era solteira.
Kátia olhou para o tio, feliz. Estava gostando do ar daquela cidade.
- Tio, vou precisar muito da tua ajuda – disse ela.
- Conte comigo sempre, sobrinha – disse ele, que, sem saber por que, já havia se esquecido de Luciana.

Cristine, a mãe de Kátia, estava no seu quarto. Sentia falta da filha, mas sabia que aquela viagem seria importante para a formação dela. Falara com seu marido sobre a vontade da filha, e este fora completamente de acordo. Além disso, ela e o marido precisavam estar um pouco a sós. O casamento deles dera uma esfriada, e eles precisavam urgente de privacidade.
Cristine estava no seu quarto. Toni, seu marido, fora trabalhar.
Ela se olha no espelho. Tem toda a consciência que, mesmo aos 40 anos, preservara o viço da juventude. Aliás, os anos só a fizeram melhor. Despe-se, ficando apenas de calcinha.
Os seios, pequenos, já estão com o bico duro.
Doces lembranças lhe vêm à mente.
Lembranças de um tempo que não parecem tão distante, pois estão sempre voltando.
Lembranças de beijos roubados, trocados em lugares escondidos, mãos se acariciando mutuamente, se descobrindo, se dando prazer...
- Será que você ainda se lembra do que fazíamos? – sussurra ela, esperando que a resposta fosse trazida pelo vento.
Ela introduz a mão sob a calcinha, tateando entre os fartos e sedosos pêlos...
- hmmm... lembro de quando vc me tocava aqui... eu gostava tanto... oooh
Ela pronuncia um nome bem baixinho.... aliás, aquele nome era sempre pronunciado baixinho quando dos seus orgasmos solitários em noites quentes de ...
- ooh... como eu gostava de vc.... oooh... como era bom...
Ela introduz um, dois, três dedos... seu corpo se move, sensualmente... ela faz um vaivém gostoso sobre sua mão intrusa...
E então, o gozo vem, forte, ardente, solitário...


Kátia achou máximo a casa da vó, principalmente o seu quarto, bastante confortável. Mais tarde, sabendo que ele nem a vó estavam em casa, ficou bisbilhotando por ali. Achou tudo muito organizado.
Ficou pensando em quantas mulheres ele não deveria trazer ali. Solteiro, bonito e bem financeiramente, o que faltava pra ele?
Lembrava-se dele, de como gostava da sua companhia, de se acomodar no colo dele, que achava muito aconchegante. Mas um dia ele fora embora com a vó, e nunca mais se viram.
Soubera de suas visitas mas sempre houvera um desencontro entre eles.
E assim ela foi crescendo, até se desacostumar da presença dele.
Entrou num quarto que notou ser o dele, pois havia sapatos masculinos perto da cama.
Curiosa, remexeu algumas gavetas, tomando cuidado para não desarrumar.
Já ia fechar uma das gavetas, quando algumas fotos chamaram sua atenção. Eram fotos de mulheres, todas lindas e... nuas!
Algumas estavam deitadas na sua cama, outras saiam do Box quando foram clicadas, outras posavam para ele, lânguidas.
Ela toma um susto quando vê uma das fotos: uma das fotos aparecia uma garota chupando, gulosamente, o seu membro.
O que chamou sua atenção foram as dimensões daquela vara, que eram impressionantes.
Kátia fica impressionadíssima. Era imenso! Grosso e comprido.
Kátia ficou como que magnetizada por aquela foto. Aquela cabeçona rubra nem entrava na boca da menina!
Lembrou do membro do seu namorado... perdia feio para o tio!
Ela ouviu o ronco do carro na garagem, e ela então guardou a foto e saiu do carro, rapidamente.

Mais tarde, jantavam. A vó fora com amigas jogar bingo num clube.
Mauro percebeu o olhar insistente da sobrinha, e ficou intrigado.
- Quer me falar alguma coisa? – perguntou.
- nada, não – disse ela, disfarçando.
- Kátia, vamos combinar uma coisa: vc está em casa, sinta-se totalmente à vontade; vc, a partir de hoje, é quem comanda este barraco, ok?
- oh, tio. Vc não existe. Mas estou bem, juro. Só com saudades dos velhos...
- ah, também sinto falta deles...
- posso te perguntar uma coisa? – diz ela, após alguns segundos quieta.
- claro, o que quiser...
- vc tem namorada?
Ele tossiu e quase engasgou com a comida.
- Eu? Não, no momento não...
“Mentiroso... comendo aquela mulherada toda”, pensou ela, com malicia no olhar.
- mulher não deve faltar, não?
- bem, dou minhas saídas... afinal, sou um cara normal, não?
- claro? Pergunto isso porque não quero atrapalhar sua vida...
Ele olhou para ela com carinho.
- Vc não atrapalha. To gostando demais ter você aqui em casa. Nem penso em mulher nenhuma.
Ela deu uma gargalhada.
- ta bom, tio? Me engana, vai?

Ela dormiu maravilhosamente naquela noite.
No dia seguinte, que era um sábado, pensou em ir convidar o tio para levá-la a algum shopping.
Procurou pela vó, mas esta parecia ter saído. Devia ter ido à feira.
Ela foi até o quarto de Mauro, e entrou pela porta que estava apenas encostada.
No mesmo instante em que ela entrava, Mauro saia do interior do Box. Estava totalmente nu.
E seu membro pendia, e apesar de mole, mesmo assim grosso e comprido.
Kátia quase grita.
- oh, desculpa, tioo – disse ela, ficando de costas.
- ah, nada a ver, Kátia. Pronto, já me cobri. Ah ah ah
- desculpa, mesmo, devia bater antes de...
- deixa de frescura... não foi nada... somos da mesma família, não?
Ela sentiu-se menos envergonhada. Ele lhe passava tanta segurança.
- é que pensei em sair com você e...
- eu tava pensando nisso, acredita? Me dá um minuto, que já saímos.
Ela, feliz, saiu do quarto.

Enquanto isso, Cristine levava o marido até o portão de casa, e de lá despediu-se dele.
Todo sábado ele tinha jogo de pôquer com o pessoal do clube. Ela detestava.
Ela parecia ansiosa em ficar sozinha. Sempre ficava assim. Era na sua solidão que se realizava, que trazia para si doces, deliciosas lembranças de um passado que jamais voltaria...
Joga-se na cama e sua mão já sobe o vestido, revelando as deliciosas coxas, a calcinha... cenas lhe vêm a cabeça, que parecem reais.
Ela então se lembra...
Ela abrira a porta para ele.
- entra – pedira ela, ansiosa, a urgência flagrante no tom da voz.
- ele demorou para sair – dissera ele.
- oh, eu já não agüentava mais... eu estava ficando louca...
Se abraçaram e se beijaram com fome um do outro.
Ele subira o vestido dela, com aquele jeito brusco, que ela adorava.
- fica de costas – pedira ele.
Ela obedece. Apóia-se na parede com ambas as mãos.
Ela sente suas mãos levantando seu vestido por trás, descobrindo-a, e abaixando a calcinha, deixando-a na metade das coxas.
Ele adorava fazer aquilo.
Logo ela sente o mastro quente, latejante, nas coxas, nas nádegas.
Ele era assim.
Sem meias palavras, sem meios termos, sem frescura.
As vezes não tinha preliminares.
E quando tinha, se alongava, levando-a a um estado de luxúria inimaginável.
- abra as pernas, gostosa – sussurra ele.
Sua barba por fazer roça sua nuca, e ela geme.
Ela se abre para ele. E ele se ajeita por ali.
Ela começa a sussurrar seu nome, em êxtase, enquanto que ele, lascivo, pincela os lábios da sua boceta já encharcada.
- oh, Cristine – geme ele – vou te comer... vou te comer muito...
Ela reage àquelas palavras projetando o bumbum para trás, e a cabeçona se aloja dentro daquela gruta quente, aconchegante, deliciosamente receptiva.-
- aah, meu homem! Meu homem gostoso... aah! – delira.
Ele então entra fundo, muito fundo, e quase a levanta pela parede.
- ooooh! – exclama a bela.
Ele inicia um vaivém, um entra e sai, num ritmo que a faz falsear as pernas...
Ele então sai dela, e olha seu próprio membro, que sai pingando...
Olha aquela aquela gruta toda aberta, vermelha, da qual escorre liquido viscoso... e o cheiro de sexo invade aquele quarto.
Ele a ergue do solo com facilidade, e, como um fauno enlouquecido de tesão, a carrega para a cama.

O toque do celular traz Cristine de volta para a realidade. Era Kátia.
Ela retira lentamente os dois dedos que estavam atolados na sua boceta.
- oi, mãe. To ligando daqui de um restaurante. O tio Mauro ta mandando um abração – disse Kátia, do outro lado da linha.
- Manda outro pra ele. Que bom, filha. Divirta-se.
Trocaram mais algumas palavras, e ela então desligou o celular.
Fechou os olhos.
Aquelas cenas logo viriam novamente diante de si.
Lambeu os lábios, sensualmente.
- Vem... vem pra mim... – sussurra, languidamente.
E com todas as suas lembranças, Cristine encontra o seu maior prazer, e assim acaba gozando.


Kátia está com seu tio no restaurante almoçando, após ficarem andando pelo shopping e dando varias risadas...
- Obrigada pelo passeio tio, foi muito divertido...
- Por nada, minha querida, fazia tempo que eu não passeava...
Kátia começa a pensar no passeio e começa dar risada sozinha...
- Do que ta rindo, Kátia?
- De nada tio. Ainda assim dando risada...
- Fala menina... Mauro estava curioso...
- Só estava rindo, das meninas que só faltava te comer com os olhos...
- Até parece, os homens só ficavam olhando para você...
- Ciúmes já tio?
- Você é minha sobrinha, é bonita, nova na cidade, tenho que fica de olho...
- Então me acha bonita?
- Claro, deve ter sempre um monte de rapazes nos seus pés pela sua beleza...
- Olha quem fala, sei que você atrai um monte de mulheres também...
- E como pode ter tanta certeza assim garotinha, mal chegou aki...
- Pelos olhares das garotas... e... deixa quieto...
Kátia quase conta das fotos, mas seu tio ficaria muito bravo...
- Tio, vamos pra casa, preciso ainda ver uns negocios da faculdade...
- Deixa quieto o que, Kátia?
- Nada, tio
Kátia estava percebendo que ia acabar falando...
- Se você não me falar, a gente não vai embora daqui...
- Ta bom, mas vê se não fica bravo comigo, não fiz por mal...
- Ta agora fala que estou curioso...
- Eu tava andando pela casa da vovó e acabei entrando no seu quarto, ai sem querer acabei vendo umas fotos suas que tava na gaveta... Foi sem querer tio, não briga comigo...
- HAHAHAHA, serio? que é isso? Não precisa ficar preocupada, seria a mesma coisa que se você achasse uma revista pornô, mas sem problema, só são lembranças de momentos...
- Nossa, desculpa mesmo assim, pensei que brigaria comigo...
- Não, você é muito linda pra eu brigar.
Mauro segura sua mão, e Kátia não entende o porquê, mas sente um frio na barriga, e fica vermelha...
- Porque está vermelha, pequena?
- Nossa, tio, até parece que ainda sou uma criança rsrs... Mas estou vermelha por conta do que te falei...
- Não, você não é mesmo, já se tornou uma moça muito... maravilhosa...
Kátia percebe que não era isso que seu tio iria falar, percebe novamente o olhar de desejo do seu tio, mas por mais que ache estranho, até que gosta daquilo...
-Obrigada, tio.

Os dois vão para casa, e começam a pensar em todo o decorrer daqueles dias.
Kátia não consegue tirar da cabeça a foto que viu daquela menina chupando aquele cacete enorme e grosso do seu tio, e em todos os elogios que ele lê fez.
Mauro por sua vez, também não tira o pensamento da sobrinha, apesar de ser filha de sua irmã, não conseguia não admirar o corpo tão definido que ela possuía...

No dia seguinte, Kátia estava no seu quarto, (antigo quarto de sua mãe) indo tomar banho quando tira sua roupa e fica só de calcinha e sutiã de frente pro espelho admirando seu lindo corpo, suas curvas, seus seios e sua bunda; ela tinha noção de como deixava os homens, mas nunca foi muito assanhada, só se já tivesse em um relacionamento. Quando Kátia olha para o reflexo da porta no espelho vê alguém saindo de frente da porta, mas não tem certeza de quem é, pois tinha sido muito rápido, mas têm quase certeza que era seu tio...
- Não pode ser ele, afinal é meu tio... mas quem dera não fosse... kkk

Mauro quando saiu do seu quarto em direção a cozinha pra tomar café, passou em frente ao quarto da sobrinha e acabou reparando que a porta estava um pouco aberta, foi em direção a porta pra fechar pensando que ela ainda estava dormindo, quando ao olhar para dentro do quarto repara que sua sobrinha estava no espelho se despindo, não consegue resistir e acaba olhando... a cena o estava deixando louco, mas tinha consciência de que não poderia fazer barulho, ele ficava olhando aquela menina tão gostosa ai se admirando, seu pênis já estava acordando pois a cena de Kátia ali, só de calcinha e sutiã preto na sua frente
Era um paraíso, mas quando Katia faz menção de virar para trás, Mauro sai rapidamente, pois não seria legal ela o ver ali.
Mauro esperava muito que Kátia não tivesse visto ele ali, mas logo pensa se o visse o que será que ela faria?
Depois do seu banho, Kátia desce pra cozinha. Sua vó está lá, mas seu tio tinha ido jogar bola com seus amigos e estaria de volta antes do almoço.
Kátia conversa um pouco com sua avó e vai para o quarto, coloca um biquíni branco com detalhes rosa que sua mãe havia lhe dado e vai para piscina,
Ela fica lá por um bom tempo tomando sol e acaba cochilando,mas quando houve um barulho acaba acordando, percebe que é seu tio que chegou...
Mauro vai até a sobrinha pra saber como ela estava e ter a certeza se ela viu ou não ele na porta...
- Oie,tio, não vi você chegar...
- Desculpa, não queria te acorda, cheguei agora, entrei pelos fundos queria nadar um pouco tirar o suor do corpo...
Kátia percebe que o tio está sem camisa e fica louca com a cena, sempre teve uma enorme queda por homens com a barriga bem definida, mas disfarça...
- aah, sem problema, vim tomar um sol, então vamos entrar juntos afinal não teria graça ficar te olhando...
- ée...
Kátia levanta e o tio percebe o quanto seu biquíni é pequeno, deixando aquela bunda tão redondinha a mostra... sua sobrinha era perfeita, ele nunca tinha visto corpo tão gostoso quanto aquele, dentre todas as meninas que já tinha transado...
Kátia percebe o olhar do tio, e logo pra deixar ele sem graça fala:
- Tio?
- Oi?
- Tem um pouquinho de baba escorrendo pelo canto da boca kkkkk
Mauro fica sem graça e tenta disfarçar...
- Não precisa ficar sem graça, agora vem entrar na piscina, porque só me animei porque você disse que iria entrar também...
- Ok, to indo, deixa eu só ir lá ao banheiro pegar uma toalha pra mim...
Kátia da um mergulho perfeito, empinando ainda mais a bunda e Mauro novamente a olha com olhar de desejo, mas vai para o banheiro e começa a pensar que tem que tirar aqueles pensamentos da cabeça que poderia acabar dando em merda...
Kátia ta gostando cada vez mais de ter seu tio com olhar de desejo para ela, se sentindo mais viva, e acaba esquecendo cada vez mais Filipe...

Mauro chega à piscina e da um pulo daqueles, jogando água para todo e qualquer lado, Kátia se diverte com a situação e fica um bom tempo jogando conversa fora com seu tio. Sua avó fala que vai ir jogar bingo com umas amigas, mas que volta para a janta.
Kátia e Mauro ficam ainda na piscina, um e outro reparando cada vez mais no corpo do outro. Mauro sai uma vez para buscar cerveja para os dois e Kátia repara no volume que mostra sua sunga, mesmo sabendo que seu tio não estava ereto, é impossível não notar como seu membro marca na sunga e lembra da cena do seu tio saindo do banho de como seu pênis, que mesmo naquelas condições era tão grosso e grande...

Mauro e Kátia bebem até o fim da tarde na beira da piscina dando muitas risadas, e já estando alterados por conta do álcool, quando Mauro resolve brincar com a sobrinha...
- Kátia, que tal relembrarmos os velhos tempos e brincar que nem quando você era uma criancinha de tubarão, eu nado e você tenta escapar de mim?
- E o que eu ganho se você não me pegar, ou o que vc ganha se me pegar?
- Naquela época eu pagava um refrigerante, se vc quiser a gente sai e eu te pago uma bebida, e quando eu ganhava você me dava um abraço, isso ainda pode continuar...
- Ok então... kkk
Os dois começam a brincadeira, Kátia conseguindo escapar do tio muitas vezes apesar de ser um pouco difícil, mas Mauro acaba a pegando no final...
- aaah, tio, assim não vale, queria ganhar pra gente sair e nos distrair um pouco, afinal amanhã voltamos à rotina...
- Sem problema, a gente sai, mas quero meu abraço... kkk
- Ta, née, trato é trato... kkk
- Nossa, menina até parece que é difícil me abraçar...
- Não só estou brincando, tio...
Kátia vai até seu tio, e o abraça.
Mauro pediu o abraço sem nenhuma das intenções, mas quando Kátia foi se aproximando, com aquele cheiro e aquela pele macia encostando-se à sua, acaba voltando a desejar cada vez mais Kátia...
Ela, por si só, também se sente toda arrepiada quando seu tio a encosta...
Mauro, com todo esse desejo, puxa ainda mais sua sobrinha para si, e Kátia até tenta se afastar, mas parece estar gostando cada vez mais da pele de seu tio na sua;
mas quando olha para seu tio, percebe que ele está desejando-a também, e Mauro sem ao menos pensar no que está fazendo, acaba dando um beijo em sua sobrinha.
Kátia fica sem reação, não sabe se sai dali ou se prossegue o beijo, mas quando sente novamente os lábios macios do seu tio nos seus, não consegue desviar e acaba correspondendo o beijo.
Mauro percebe que sua sobrinha não se afasta, e começa por alisar suas costas, subindo suas mãos até a cordinha da parte de cima e brincando com aquilo...
Seu membro já mostra sinais de vida, com o simples toque da pele de sua sobrinha sobre a sua e seus lábios junto aos seus.
Kátia, depois de uns 5 minutos, se afasta do tio e o olha com um olhar de confusa...
- Desculpa Kátia não pensei na hora, não devia ter acontecido...
- Calma, tio, não é a primeira vez que me roubam um beijo, mas enfim esqueci isso, vou subir e tomar um banho, a gente sai umas 20 h, pode ser?
- Pode sim linda.

Kátia foi tomar banho e não tira da cabeça a sensação que foi beijar seu tio, lembra que em poucos minutos sentira seu membro crescendo ao toque de sua pele..
Fica novamente arrepiada, mas sabe que é o melhor isso não ocorrer de novo.
Mauro pensa no fato de Kátia ter correspondido, mostrando que estava querendo aquilo e se sentia atraída por ele...
Mauro acaba percebendo que poderia, sim, investir em sua sobrinha...

Às 20 h Mauro já espera Kátia na sala, vestindo uma pollo vermelha e uma calça jeans clara.
Quando ela chega à sala seu tio leva um susto... A beleza de Kátia estava mais que perfeita, ela vestia um vestido preto curto muito justo que definia todo seu corpo e um sapato alto vermelho, onde, para ficar ainda mais sexy, o vestido era aberto nas costa indo até o começo de sua bunda, com aquela sua pele de branca de neve se destacando ainda mais, mostrando o quão provocante era.
- Nossa! isso tudo é pra arranjar um namorado novo?
- Não, titio, estou saindo com você, logo toda a beleza é pra vc...
- Mas só a beleza mesmo? — perguntou ele, com uma insinuante cafajestice.
Kátia fica constrangida e foge do assunto, chamando-o para ir pro carro.
Lá dentro Kátia não consegue colocar o sinto de segurança e pede ajuda para seu tio; esse por sua vez acaba encostando nas pernas da menina e sua mão pousa ali, sem ele mesmo entender porque não tirou ou porque começou a alisá-las.
Kátia se assusta com o toque do tio, mas não tira sua mão dali, gosta daquilo, gosta da sua mão roçando sua pele, as mãos dele não era nem tão áspera nem tão suave, da maneira que ela gostava, e aquilo estava deixando ela perdida
Mauro, com sua outra mão, libera o seu cinto e se aproxima de Kátia.
Ela sabe o que ele vai fazer, mas não se afasta, também desejando seu beijo...
Não tirava a cena deles se beijando na piscina.
E assim Mauro a beija novamente, só que dessa vez com menos receio.
Beija com vontade, sua mão já aperta aquelas coxas, acariciando até a barra do vestido que está muito curto alias...
O beijo dura um bom tempo, a respiração dos dois já está ofegante e assim param o beijo calmamente, nenhum dos dois sabe o que está acontecendo, nem o que dizer, mas logo Kátia fala...
- Melhor já irmos, se não fica muito tarde...
- É.

Mauro a levou a um restaurante chique, onde jantaram. Conversaram bastante sobre quase tudo. Mauro a deixava totalmente a vontade para falar, e parecia divertir-se com aquele jeito expansivo e moleca.
— Vou te levar para um lugar legal, já que vc gosta de dançar, sobrinha — disse ela.
Ela gostou imensamente da idéia.
Pouco depois os dois chegaram a uma boate, muito freqüentado pela juventude local. Mauro logo pediu dois drinks, dando um para sua sobrinha. Ela estava embevecida como ele a tratava, com todo cuidado e carinho. Ele se portava como um verdadeiro gentleman, e destoava da maioria dos rapazes daquele lugar.
— Hum, está uma delicia... — disse ela, provando o drink.
Ele sorriu, observando cada reação dela.
— Tio, se vc não me convidar para dançar, fico ofendida.
— Estou a sua disposição, minha linda — respondeu ele, de pronto.
Tocava uma música internacional hiper romântica, e os dois foram até o centro da pista. Ela o abraçou primeiro, e Mauro a enlaçou pela cintura.
Ele a traz para si, e aspira o perfume da moça... Eles se fitam profundamente, e lá embaixo, seus quadris roçam um no outro.
Kátia não tem como não sentir a protuberância escandalosa roçar nela, na altura dos quadris... Não tem como evitar que um calor comece a invadir seu corpo todo.

Longe dali, Cristine olha seu marido que adormecera no sofá. Como sempre, ele não conseguia assistir todo o filme.
Frustrada, ela o desperta.
— Amor, não acha melhor ir para a cama?
Já no quarto, Cris não consegue adormecer. Ela olha para o marido que já dorme profundamente.
Ela vai até a sala, sentando-se no sofá.
Aquele mesmo sofá...
Quando tudo começara? Olhares furtivos, toque nas mãos, palavras soltas ao acaso...
Lembra-se daquela manhã de sábado, quando seu marido Toni lhe procurara na cozinha.
— Amor, eu preciso sair, mas os pedreiros estarão na área trabalhando.
Toni havia contratado uns profissionais para reformar a varanda e a churrasqueira.
— Amor, vou ficar sozinha aqui com esses homens?
— Só por duas horas. Ah, e se eles pedirem água, seja gentil com eles, por favor.
Ele saíra e ela ficara ali. Os homens, especialmente um deles, um jovem de uns 25 anos, lhe pediram água por várias vezes, e ela os atendera gentilmente.
— Bonita casa a sua, dona Cristine... — elogiara o rapaz.
— Obrigada. Mais água?
— Obrigado — dissera ele, olhando-a com especial atenção.

À noite, Toni convidara alguns amigos da empresa para jantarem em casa. Cássio, um dos colegas de trabalho de Toni, era um deles.
Cris nunca falara nada para Toni, mas Cássio a assediava constantemente, aliás, como alguns homens daquela cidade. Na primeira oportunidade, Cássio a cercara na cozinha.
Ele tinha 35 anos, e tinha fama de garanhão.
Toni entrara na cozinha, e vira a esposa conversando com o colega.
Cris se adiantara.
— Amor, o Cássio ta me contando o lance do novo estagiário...
— Ah, sim, eu esqueci de te contar essa... foi divertido... pagaram geral em cima do coitado... kkkk — gargalhara Toni.
— Como vcs são cruéis... fazendo isso com esse menino — criticara Cris.
Cássio lançara um olhar para Cris, e todos saíram para a varanda.
Uma semana se passara.
Ela o vira várias vezes, naqueles dias...
Naquele dia, uma tarde quente, “ele” entrara na sua casa.
Ela não pode mais evitar nenhum contato com ele. Seu corpo cobrava, ansiava com um contato muito mais intimo com ele.
Eles ficariam juntos, isso era inevitável.
Beijaram-se num canto da casa. Estava só ela e ele. Toni estava trabalhando. Chegaria a tardinha, somente.
Ela pode sentir o seu calor, o seu desejo por ela.
— Eu... eu estou com medo que nos vejam... — dissera ela.
— Ninguém vai perceber nada... — ele a tranqüilizou.
E com um beijo, fez dissipar todos seus receios.
Ele a jogou na cama fofa, e se despiu para ela.
Ela não reteve suspiros de emoção e admiração. Era a primeira vez que trairia Toni. Coisa que nunca lhe passara pela cabeça, apesar de toda desatenção do marido para com ela.
— quero te ver nua... ando sonhando com isso — sussurrou ele.
Ela sorri, maliciosa.
Ela conhecia seu potencial, tinha consciência da sua beleza, da sua sensualidade de falsa magra, de pernas bem torneadas e coxas grossas e alvas.
Todo nu, ele senta-se na cama. Ela se ajoelha, e começa a realizar o sonho dele.
Em pouco tempo, ela está nua, toda nua, e se comporta como se fosse uma oferenda à ele.
“Ele” a beija dos pés a cabeça, sem esquecer um detalhe sequer... fica uma infinidade de tempo cheirando-a naquele lugar, para em seguida, começar a lamber sua rubra, trêmula e palpitante carne, o que a faz gemer como uma loba... uma loba faminta.

No clube, Katia e o tio se beijavam ardentemente. Suas bocas estavam praticamente fundidas uma na outra num longo e sensual beijo. Suas línguas chocavam-se uma na outra, provocando emoções inimagináveis em ambos.
Kátia abraçara-se toda a ele, e projetara seus quadris de encontro ao dele. Mais do que nunca, estava ali sentindo toda a ereção do tio, sentindo o grau de excitação em que ele estava.
Ela, enfim, descola suavemente sua boca da dele.
— O Filipe que me perdoe — diz ele — mas nunca beijei boca mais gostosa...
— Ah, tio, duvido...
— Juro... Nunca mesmo...
— Você também não é de todo mal — provoca ela.
Voltam a se beijar.
— Vamos sair daqui? — convida ele.
Ela aquiesce, com um movimento de cabeça.
Saem de mãos dadas. Entram no carro e partem.
Mauro a leva a um lugar ermo. Escuridão total a volta.
Dentro do carro, eles se beijam apaixonadamente.
Mauro não tem mais como evitar, e enfia sua mão sob o vestido da sobrinha, e emite uma exclamação de prazer ao sentir aquela pele macia, deliciosa de se tocar...
— Kátia, já falei que você é linda?
— Rss... acho que ainda não...
— Vc tem coxas grossas e macias... gosto assim... ainda mais branquinhas... vc é um sonho de garota...
— Tio, to adorando ficar com vc...
Ela mesma procura a boca dele. E sente a mão enfiar-se entre suas coxas. Ela se abre para ele, permitindo aquela invasão que a deixa louca de prazer.
Mas Mauro, repentinamente, sai dela.
Ela não entende.

Sobre este texto

Cris

Autor:

Publicação:28 de setembro de 2013 00:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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  • Irineu
    Postado porIrineuem28 de setembro de 2013 09:00

    Kátia Flávia
    É uma louraça belzebu, provocante
    Uma louraça Lúcifer, gostosona
    Uma louraça Satanás, gostosona e provocante
    Que só usa calcinhas comestíveis e calcinhas bélicas
    Dessas com armamentos bordados
    calcinha framboesa, calcinha antiaérea, calcinha de morango,
    calcinha Exocet
    calcinha framboesa, calcinha antiaérea, calcinha de morango,
    calcinha Exocet

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