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SAMBA, SUOR E SEXO, SEXO, SEXO...

SAMBA, SUOR E SEXO, SEXO, SEXO...
Olá, queridos leitores.
Depois de algum tempo ausente, estou de volta para relatar mais algumas aventuras ‘picantes’ que se passam pela minha vida (aliás, deliciosas por sinal).
O Carnaval pode ter passado, mas as lembranças continuam firmes na minha memória e resolvi dividir mais uma delas com vocês. Espero que gostem e comentem.
Carnaval é a época onde todas as pessoas liberam seu libido, onde se extravasa a sensualidade, o amor, o sexo, tudo que na maioria das vezes é guardado entre quatro paredes.
Minha história começa num sábado de Carnaval. Existe uma cidade próxima a minha, onde o Carnaval de rua é muito famoso. Escolas desfilando na avenida, pessoas nas arquibancadas e camarotes, muito parecido com os desfiles mais famosos das capitais.
Eu e meu marido, em conjunto com alguns amigos, tínhamos alugado um camarote para os 3 dias de folia.
No camarote, havia espaço para até 15 pessoas, mas éramos apenas 10, então meu marido combinou de convidar mais alguns conhecidos dele para completarmos o camarote.
Primeiro dia de desfile e me preparei para aproveitar a folia. Vesti um short jeans bem curtinho (pois o calor era insuportável) e uma regata bem colorida e junto com meu marido, nos encaminhamos à Festa de Momo.
Assim que chegamos, todos os nossos amigos já estavam lá, tudo regado a muita comida e bebida e música.
Qual não foi a minha surpresa, quando percebi dois rapazes muito familiares, de costas conversando em um canto, e quando se viraram, meu coração quase saltou pela boca.
Eram Pedro e Sérgio (vocês devem se lembrar deles do conto ‘Duas Surpresas Maravilhosas’, mas se não leram, por favor, leiam, please).
Depois daquele final de semana maravilhoso com eles na capital, vê-los de novo era a última coisa que imaginava.
Meu marido, com um sorriso safado, me conduz até eles, cochichando no meu ouvido que meu Carnaval ainda não tinha chegado ao ápice.
Nos cumprimentamos, e ficamos conversando durante algum tempo sobre as novidades da vida de cada um. Bebemos, rimos e nos divertimos muito, pois além de muito ‘gostosos’, eles são super simpáticos e prestativos.
A festa estava deliciosa, mas lá pela madrugada, eu estava observando uma escola, quando sinto uma ‘mão boba’, passando pelas minhas coxas. Aquilo me arrepiou toda e ao mesmo tempo me encheu de tesão.
Era Pedro, que em um simples olhar, pediu para segui-lo para os fundos do camarote. Resolvi obedece-lo e saímos do camarote, e acabamos no estacionamento aos fundos.
Pedro então me pega e me arrasta para um canto bem escuro e me beija loucamente, passa a língua pela minha boca e me apertando com seus braços fortes. Aquilo me encheu de mais tesão… naquele momento, eu desejada ter aquele homem todinho para mim.
Enquanto retribuia os loucos beijos de Pedro, senti uma mão na minha cintura e uma boca começou a beijar meu pescoço.
Me assustei, mas quando me virei, dei de cara com Sérgio, que antes que pudesse falar alguma coisa, me agarrou a me beijou longamente.
Os dois safados estavam tão excitados quanto eu, mas apesar do estacionamento estar lotados de casais se ‘pegando’, e eu amar transar em locais públicos, achei que ali não era o momento e pedi para eles se ‘recomporem’ para sairmos dali.
Dado momento, meu marido estaciona perto de nós, dirigindo meu carro, uma SUV, e pede para que entrassemos rapidamente.
Os três safados já estavam combinados desde o começo, mas excitada como estava, resolvi participar da situação.
Eu e Pedro, sentamos no banco de trás e Sérgio e meu marido ficaram no banco da frente.
Meu marido ficou dirigindo pela cidade, enquanto eu e Pedro nos enroscávamos no banco de trás. O pênis de Pedro estava latejando dentro da sua bermuda, eu o peguei por dentro da cueca e comecei a masturbá-lo.
Pedro não aguentou a baixou toda a bermuda, tirou a cueca e exibiu sua ‘tora’ pulsante para mim. Me segurou pelos cabelos e forçou minha cabeça conta aquela ‘pica’ deliciosa.
Comecei engolindo a glande inteira, passava a língua pela extensão do pênis e lambia seus testículos. Pedro gemia muito de prazer e com uma das mãos apertava firmemente um dos meus seios.
Como os vidros do meus carro são fumê, não me preocupei em ser vista. Olho para o retrovisor dianteiro e vejo meu marido sorrindo, excitado com a situação. Ele estava com o pênis para fora da calça se masturbando, enquanto eu e Pedro estavamos ficavamos na pegação.
Sérgio também muito excitado, pede para meu marido parar o carro. Ele desce e se junta a mim e Pedro no banco de trás. Comecei novamente a chupar Pedro e Sérgio me coloca de quatro e começa a esfregar seu pênis nas minhas coxas, enfia por dentro da minha bermuda, só me excitando.
Meu marido, pega a estrada, para voltarmos a minha cidade, e neste momento, Pedro agarra minha blusa e a arranca de uma só vez. Sérgio desabotoa minha bermuda e a tira. Calcinha e sutiã foram as próximas. Estava totalmente nua para os meus três machos. Pedro e Sérgio também se despedem totalmente.
Então eu me sento entre meus dois amantes e coloco uma perna sobre a coxa de cada um, deixando minhas pernas abertas, para que meu marido visse minha vagina pelo retrovisor.
Sérgio começa a estimular meu clitóris com as mãos enquanto Pedro enfia seus dedos na minha xaninha;
Que delícia…. meus machos estavam me masturbando… cada um deles começou a sugar um seio, dando mordidas nos bicos, engoliam eles inteiros e chupavam com força até ficarem vermelhos.
Gozei várias vezes com aquela situação louca…. de carro na estrada, nua com 2 machos, sendo masturbada e vendo meu marido enlouquecer de tesão.
Sérgio então me agarra pela nuca e e força meu corpo para frente. Ele me coloca entre os dois bancos dianteiros e esfrega meu rosto contra o pênis do meu marido.
Chupa o corno, vadia…. ele merece uma compensação por deixar a putinha dele foder com a gente… dizia.
Comecei a chupar o pau do meu marido, enquanto sentia o pênis de Sérgio, passando pela entrada da minha grutinha sem nunca penetrar.
Eu queria ser ‘invadida’ por eles, desejava sentir seus ‘paus’ dentro de mim, mas eles estavam se guardando para mais tarde.
Sérgio continuava me segurando pela nuca, forçando minha cabeça contra o pau do meu marido…. embora seu pênis fosse menor que o deles, cheguei a engasgar várias vezes, inclusive, melando todo o colo dele com minha saliva, que saia litros pela minha boca. Pedro ficava dando tapas de leve na minha bunda, deixando seus dedos marcados nas coxas.
Ficamos naquela ‘esfregação’ até chegamos na minha cidade e meu marido se dirigiu a toda velocidade para minha casa.
Abrimos o portão eletrônico e mal ele se fechou, Sérgio me puxa para fora do carro… coloca a mão sobre minha barriga e ainda segurando minha nuca, me força para frente, para que eu ficasse quase de quatro…
Mal me recompus, e Sérgio enterrou sua ‘tora’ com tudo dentro de mim. Soltei um grito de dor, mas isso só o estimulou. Deu três, quatro, cinco estocadas fortes e violentas que quase me fizeram cair de cara no chão.
Pedro me puxa, me pega no colo e pede para meu marido abrir a porta de casa rapidamente. Meu marido abriu a porta.
Pedro me carrega até o sofá, me coloca sentada, mas puxa meu quadril para fora do assento, levanta minhas pernas, apoiando-se seu corpo sobre elas, e enterra sua pica dentro de mim…
Pedro ‘bombava’ com a mesma intensidade e violência que Sérgio. Eu urrava e gemia numa mistura de dor e prazer.
Meu marido apenas gravava tudo com seu celular, em todos os ângulos imagináveis.
Pedro ficou metendo forte durante longos minutos que me fizeram gozar intensamente; ele ao contrário não ejaculou.
Saiu de mim, momento em que Sérgio começou a lambuzar meu ânus com um lubrificante.
Sérgio se sentou no sofá e me segurando pela cintura, pede que eu sente na sua ‘rola’. Seguro o pênis e Sérgio e tento me colocar numa posição confortável. Admito que foi difícil a cabeça do pênis penetrar no meu cuzinho, mas quando entrou… senti arder minhas pregas.
Fui sentando devagarinho, enquanto sentia a pica de Sérgio me invadindo. Eu não sabia se gemia ou gritava enquanto enterrada aquela ‘tora’ no meu cuzinho. Sérgio me segurava pela cintura, uma vez que não podia voltar, só descer lentamente.
Quando todo o pênis de Sérgio entrou dentro de mim, a dor era tanta que não conseguia cavalgar nele, a posição era desconfortável demais.
Pedro percebendo meu desconforto, pede para que Sérgio deite no tapete da sala (era um tapete felpudo).
Sem tirar o pau dentro de mim, Sérgio se levanta e nos deitamos juntos no tapete. Fico de ladinho e Sérgio começa a bombar meu cuzinho… primeiro devagar e depois forte. Grito de dor e prazer… aquela posição era deliciosa.
Pedro então deita-se no tapete conosco.. abri minhas pernas e me penetra pela frente. Agora tinha novamente, duas toras deliciosas dentro de mim…como senti saudade e ter aquelas duas ‘vergas’ me arreganhando.
Agora não gemia mais, só urrava de prazer, enquanto as picas de Sérgio e Pedro me invadiam juntas.
Ficamos naquela DP por vários minutos quando senti Sérgio gozar litros dentro do meu cuzinho. Pedro continuou bombando ainda por um tempo, até que dando momento, ele sai de dentro de mim, coloca seu pênis no meu rosto e me manda abrir a boca. Pedro goza intensamente no meu rosto e boca que fica toda branca…. com a língua, limpei toda a extensão do pênis de Pedro para que não ficasse um resquicio que fosse daquela porra deliciosa.
Meu marido que estava se masrtubando e gravando, me puxa pelos cabelos e ejacula dentro da minha boca, completando minha dieta de esperma.
Ficamos deitados no meio da sala por horas…. relaxando e converdando…. Vez ou outra, Sérgio colocava seu pau entre meus seios e fazia uma ‘espanhola’ para depois me ‘comer’ mais um pouco.
Não voltamos para os outros dois dias de folia no camarote, mas subustitui pela minha folia de samba, suor e sexo com meus machos….
Comentem meu amores…. Beijos

Sobre este texto

Crisalli

Autor:

Publicação:11 de março de 2015 09:54

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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Este texto foi lido 878 vezes desde sua publicação em 11/03/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Jorge
    Postado porJorgeem11 de março de 2015 14:55

    Caramba adorei o texto a foto. Me conta é você na foto? Vou ler os outro textos. beijo

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