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Julia - Um Fruto Proibido

Julia - Um Fruto Proibido
Dona de um rosto angelical e uma sensualidade surpreendente, Julia tem possuído minhas fantasias e tornado minha vida um verdadeiro tormento.

...

Mesmo antes de Vera e eu casarmos era impossível não notar sua beleza. Meu olhar costumava se perder em entre teu sorriso e o corpo de menina, na época com apenas 16 anos.

Julia é filha do primeiro casamento de Vera, e passamos a dividir o mesmo teto quando casei com sua mãe. Passei então a ter o privilégio de ver Julia passeando pela casa em trajes mais leves e por diversas vezes pude vê-la somente de calcinha e sutiã ou com aquela inesquecível camisola transparente. Suas calcinhas eram sempre minúsculas e aquilo me enlouquecia ainda mais.

Com o passar de dois anos percebi que seu olhar havia mudado. Estava mais safado e pior, estranhamente ela parecia conhecer meus pontos fracos e usava-os para me provocar. Comecei a me sentir um verdadeiro fantoche, pois ela conseguia qualquer coisa ao falar comigo, e com isto Vera passou a me criticar por estar tirando sua autoridade sobre a filha.

Certo dia enquanto assistia o Jornal e Vera preparava o jantar, ouvi Julia me chamar. Perguntei o que ela queria, e ela respondeu pedindo pra que eu pegar a toalha que havia deixado no quarto.

Subi as escadas sem raciocinar muito. Fui até o quarto de Julia, peguei a toalha e chegando próximo da porta do banheiro avisei que ia deixá-la pendurada na fechadura. Mas assim que terminei a frase a porta do banheiro abriu-se e Julia surgiu diante de mim completamente nua, com o cabelo molhado e aquela carinha de anjo.

Fiquei sem reação, apenas olhava-a. Julia deu um passo, espiou o corredor, sorriu, e deu mais um passo ficando diante de mim. Nas pontas dos pés Julia foi aos poucos encaixando sua boca na minha, até que começamos a nos beijar. Meus braços a envolveram, nossas línguas se entrelaçavam de forma safada e ao mesmo tempo sua mão apertava meu pau sobre o short.

Para minha tortura Julia de repente interrompeu o beijo e disse:

- Obrigado Rogério – se afastou e fechou a porta do banheiro com um sorriso sapeca.

Desci as escadas e sentei no sofá da sala perplexo com o que havia ocorrido. Neste dia fui até dormir mais cedo e acabei nem jantando com a desculpa de estar com dor de cabeça.

No dia seguinte durante o café da manhã nos tratamos normalmente não tocamos no assunto e ela só poderia querer me deixar completamente louco usando apenas aquela calcinha fio dental e uma blusinha de alcinha. Não entendia como Vera a deixava andar assim pela casa na minha presença. Possivelmente Vera depositava tanta confiança em mim que não se passava em sua cabeça que sua filha se tornaria um dos meus desejos mais sacanas e proibidos.

Assim que Julia acabou de tomar seu café da manhã, me encarou nos olhos e disse que iria trocar de roupa.

Momentos depois eu saí da cozinha deixando Vera lavando a louça. Na sala, respirei fundo e fui subindo os degraus da escada. Caminhei até a porta de seu quarto e lá estava ela em frente ao seu armário, completamente nua, escolhendo uma roupa ou apenas esperando por mim.

Fiquei encostado junto à porta olhando-a até o momento que ela me viu pelo espelho. Seu sorriso era encantador e ao mesmo tempo sádico. Andando até mim, Julia colou seu corpo no meu, ficamos nos olhando até que as bocas foram ficando próximas e então começamos a nos beijar com volúpia.

- Você me deixa maluco! – eu disse ao pé de seu ouvido segurando firme seu cabelo.

Então se distanciando um pouco Julia colocou um dedo na boca fazendo aquele famoso gesto pedindo silêncio, e sorria. Acabei de entrar no quarto e enquanto eu tirava minha camiseta a via fechar a porta com cuidado.

Novamente junto de meu corpo Julia apertou meu pau por cima da bermuda, mordia os lábios enquanto fazia aquilo demonstrando seu tesão. Imediatamente voltamos a nos beijar e de repente a espertinha se encontrava com a mão dentro da minha cueca punhetando meu pau.

Sentando-se em sua cama Julia puxou minha bermuda junto com a cueca, fiquei completamente nu diante dela e olhando-me de forma safada abocanhou meu cacete passando a chupá-lo com maestria. Chupava minhas bolas enquanto me masturbava, logo em seguida voltava a colocá-lo todo em sua boca e chupava-o com vontade.

Depois de quase me enlouquecer chupando meu cacete ela deitou-se na cama. Olhava-me safada com aquele sorriso de garota sapeca, então me chamou com o dedinho.

- Arhhh sua putinha! – deitando-me na cama ao seu lado segurei sua perna trazendo-a para a lateral do meu corpo e meio de lado ajeitei meu cacete e penetrei-a até o fundo, sentindo aquela boceta quente, úmida mordiscar meu pau.

Minha boca completou a sua e voltamos a nos beijar de forma ousada. As línguas entrelaçadas só faziam aumentar ainda mais o desejo. Subitamente Julia me empurrou me fazendo deitar por completo e então sentou-se sobre meu corpo. Segurando meu pau ajeitou-o em sua boceta e foi deslizando sobre ele. “Arhhh!! Que Delícia!!”.

Eu via seu esforço para controlar seus gemidos que ora ou outra acabavam ressoando pelo quarto deixando tudo ainda mais excitante. Que loucura! Vera estava em casa, fazendo afazeres e eu transando com sua filha!

Julia começou a rebolar e eu senti sua boceta mordiscar meu cacete de forma impressionante e foi neste momento que não me contive. Segurei-a forte e fui empurrando com certa violência e quando ele começou a gemer mais alto a puxei pela nuca e a beijei. E não parava de estocar e ela de cavalgava bruscamente até que gozamos juntos! Inundei sua bocetinha.

- Caralho! Gozei dentro! – falei em voz baixa.

Julia me olhou sorrindo enquanto rebolava bem gostoso no meu pau. Me beijou e então disse baixinho no meu ouvido – Que gostoso Rogério, você tem um pau muito gostoso, sabia?

E enquanto ela beijava e mordiscava meu pescoço, eu mantinha o olhar perdido para o teto, já preocupado com as possíveis consequências daquilo que havia acabado de acontecer.

Sobre este texto

Dante Gavazzoni

Autor:

Publicação:4 de agosto de 2014 13:04

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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