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Do fundo do baú

Te Extraño

Te Extraño
Que droga! Mais um dia daqueles em que eu me pego pensando em você.

Paz é tudo o que venho tentando encontrar, mas sabe como é, bate aquela saudade e logo começo a me lembrar de todos os dias que passamos juntos, das noites sem dormir, e por fim as mentiras que contou por alguém que talvez deixei de conhecer. Tenho tentado evitar tudo o que me faz lembrar você, mas aí me olho no espelho e tudo que eu vejo? A tatuagem... rs... Marca algo que hoje prefiro esquecer.

Sentado no sofá assistindo TV me levanto e vou até a cozinha. Na geladeira, pego a velha companheira Heineken, gelada. Causou um alivio imediato assim que ultrapassou a fronteira da minha garganta.

É... dia atípico, sexta-feira e eu não estava alcoolizado, drogado e muito menos envolvido em um verdadeiro menage. Não, eu estava em casa, e sozinho.

Voltei para a sala, e minha atenção foi brevemente voltada para a estante de bebidas. “Tequila...” rs... “Como vou sair desta merda deste jeito...”. Navegando entre os inúmeros canais da TV a cabo paro em um filme que já havia assistido 1 milhão de vezes, mas que continuava sendo a melhor opção entre Crepúsculo, Vingadores e o Homem Aranha.

Desde o inicio do ano me sentia estranho, não estava bem, não sabia exatamente o que era, ou até sabia. Havia passado o último ano me esforçando pra esquecê-la, e fiz muito bem porque vivenciei ótimos dias, de sexo então, nem se fala, foi uma das melhores temporadas. Mas faltava algo, e em todas as noites que eu saia e voltava dirigindo muitas vezes completamente bêbado, sentia aquele vazio.

“Há quem quero enganar? Sempre preferi viver algo mais intenso do que este bando de momento fúteis... poxa vida, você nunca acreditou que poderia dar certo não é? Esqueceu tudo que dissemos, fizemos... desperdiçou nosso tempo, e agora? Agora você está aí vivendo um novo amor e eu aqui destruído... poxa, sempre pedi pra ser honesto comigo... mas não, você virou as costas pra justamente quem te queria bem...“

Uma lágrima desceu dos olhos ao me lembrar daquelas palavras ditas por mim ao volante do carro antes do acidente. “Caramba, quase perdi minha vida e ainda penso nela, sou um filho da puta mesmo!”.

- Só você mesmo para me trazer momentos de tanta alegria viu! – fiquei rindo de mim mesmo ao notar que conversava com uma garrafa, “nossa... que loucura...”. Continuei assistindo ao filme até que os olhos começaram a ficar pesados.

...

A campainha tocou, continuei deitado no sofá, mas ela não cessava. Até que levantei nervoso, “... isto é hora!”, abri a porta.

- Você!!??

- Desculpa vir sem avisar, mas é que estava sentindo sua falta...

- Mas você não pode simplesmente aparecer aqui e dizer que sentiu minha falta... – pestanejei mesmo sendo aquelas palavras as que mais queria ouvir nos últimos tempos.

- Olha, eu trouxe Tequila, e é José Cuervo – disse abrindo um leve sorriso. E aquele sorriso sempre me desarmou, ela estava incrivelmente sensual em um vestido preto curto, e salto alto. Fiz uma pausa respirando fundo e olhando-a nos olhos com um tímido sorriso respondi:

- Você venceu... entre...

Abri a porta deixando-a entrar, seu perfume, fazia meu coração disparar. Na sala ela deixou sua bolsa e a Tequila sobre a mesa e virou-se para mim. Nos olhamos, sem nada dizer, até que ela veio aproximando-se. Tinha um semblante safado, sempre gostei daquele olhar, daquela boca. Ao encostar-se a meu corpo ela levou seus braços por trás do meu pescoço e logo nos beijamos.

O beijo começou a ganhar mais intensidade, as mãos mão paravam quietas, enquanto a beijava começava guiá-la para o meu quarto. No meio do caminho eu já me encontrava completamente nu sentindo sua mão a masturbar meu cacete completamente enrijecido e pulsando de tesão.

Joguei-a na cama e olhei-a firme, ela veio manhosa conseguindo me quebrar. Sentou-se na beirada da cama, levou sua mão ao meu pau e começou a acariciá-lo até por fim abocanhá-lo completamente, “Arrhhh... que Droga! A quem quero enganar? é ela que eu quero!”, pensando enquanto sentia aquela boca chupando meu pau de forma safada.

Minutos depois estávamos deitados na cama, completamente nus.

Segurando as pernas dela pra cima penetrei-a forte, gostava de fazê-la sentir meu cacete até o fundo. E lá estava ela mordiscando meu pau com sua boceta, “lembrei-me do nosso primeiro encontro, quando ela nem sabia que tinha aquele talento todo para o pompoarismo rs...”.

Tirei meu cacete e disse:

- Fique quieta! – levantei-me, abri uma gaveta no armário e peguei uma venda, quatro amarras e ela logo abriu um sorriso vendo aqueles conhecidos objetos.

Depois de vendá-la, amarrei seus braços à cabeceira da cama e suas pernas aos pés.

Fiquei por um tempo em silêncio só admirando-a, sentia sua respiração ofegante. Agachei-me e subi meu rosto por sua pele, fazendo-a sentir minha respiração e levemente o toque dos meus lábios em sua pele. Ouvia-a sussurrar. Continuei por suas coxas até finalmente abocanhar sua boceta, chupando-a com tesão.

Ao sentir minha boca em sua boceta ela imediatamente soltou gemido “Ahhhmm.. Como senti sua falta... falta de tudo isto...”, dizia mordendo os lábios com um sorriso safado. Reservei um bom tempo me deliciando naquela boceta deixando-a extremamente molhada.

Levantando-me fiquei ao seu lado na cama, e entreguei meu cacete em sua boca fazendo-a chupá-lo, “Uhmm... Tesão...”... era um prazer único voltar senti-la.

Olhei para a gaveta aberta, lá estava sua coleira, peguei-a e a olhei por alguns segundos. Depois de soltar as amarras, coloquei aquela coleira em seu pescoço, no mesmo instante ela respirou forte. Ordenei que se ajoelhasse no chão, prontamente ela obedeceu.

- Boa menina... agora responda, quem é o seu Dono?
- Dante... você é o meu Dono.

Perfeito, aquelas palavras voltaram a soar em meu ouvido como antes. “Será que eu deveria ter amado esta mulher? Ou deveria ter mantido somente uma relação..., mas puta que pariu não consegui!”, estava confuso, pensava em tudo aquilo enquanto guiava-a para minha sala com uma corrente presa em sua coleira.

Assim que chegamos à sala a deixei ajoelhada sobre o carpete no centro, liguei a TV e enquanto cortava alguns limões para a Tequila fiquei olhando-a. E como ela era linda, e aquela imagem extraordinariamente sensual só fazia aumentar meu desejo por ela.

Servi aquele pequeno copo com uma dose de Tequila e levei até ela.

Coloquei o limão com sal em sua boca fazendo-a chupá-lo e em seguida dei-lhe a bebida. E como já era tradição logo após tomar a dose, beijei-a com luxúria, aquele gosto! Já havia provado aquela bebida em outras bocas, mas nunca! Ela foi tão prazerosa como naqueles lábios.

Levei-a até o sofá, ordenei que ficasse em pé e depois que se sentasse no meu colo, como ela estava vendada ajudei-a naquela ordem.

- Venha aqui... quero você cavalgando no meu pau.

Tateando meu corpo ela jogou uma perna para um lado, e a outra para o outro ficando sobre meu corpo. Segurando meu pau ajeitei-o em sua boceta e ela então deslizou sobre ele. "Que delicia!"

Ela cavalgava intensamente e meu tesão só aumentava a cada instante. Segurando firme seus braços comecei a jogar meu corpo contra o dela metendo, fazendo aumentar a profundidade. E aquele ritmo frenético seguiu-se até ouvi-la vê-la desfalecer sobre meu corpo, suas pernas tremiam e sua boceta mordiscava meu pau com maior intensidade, denunciando seu prazer.

Depois de alguns beijos e trocas de caricias, adormecemos deitados em minha cama e pra mim não existia mundo lá fora, tudo que eu precisava pra me sentir feliz estava ali naquele momento.

No dia seguinte pela manhã acordei umas 10hs, estava sozinho na cama, “Onde ela foi?”, ouvi um barulho vindo da cozinha, “Uhmm esta preparando o café...”, sorri, respirando fundo. Levantei-me, vesti aquela boxer que ela adorava e fui até a cozinha.

- Bom dia meu amor... – eu disse ao cruzar a porta da cozinha, me deparando com o vazio, não havia ninguém ali. “Estou ficando louco?”, olhei em volta e logo vi na estante de bebidas a garrafa de Tequila vazia.

Imediatamente entendi tudo que aconteceu.

Sobre este texto

Dante Gavazzoni

Autor:

Publicação:4 de agosto de 2014 13:05

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Heterossexual

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