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Do fundo do baú

CAPITULO 2 - MORANGO A FRUTA MAIS DOCE

– CAPÍTULO DOIS –


MAGGIE


A casinha da piscina era um tanto apertada e cheirava a cloro e capim. Estava cheia de coisas velhas. Uma bicicleta, redes, peças de uma bateria enferrujada, um braço de guitarra e uma pequena mesa de madeira com uma calcinha velha jogada por cima. Mal havia espaço pra uma pessoa, porém estávamos nós dois ali, corpos encaixados um no outro, ardendo de tesão, ofegantes e suados até a alma. Paul saiu de dentro de mim, me pegou no colo e me colocou de quatro, apoiada na mesa, abriu minhas pernas e voltou a me penetrar com brutalidade. Urrei ao sentir aquela pica entrando Como eu gostava daquilo. Como eu precisava de sexo!
– Isso Mag, isso! – Ele gritava meu nome entre gemidos.
Segurei-me o mais forte possível na mesa. Paul suava e urrava atrás de mim, metia forte e profundo. El me segurava pelo cabelo enquanto me chamava de puta e me comia com toda aquela força.
Meu Deus, como eu gostava de ser a putinha dele! Pedi pra que ele não parasse. Eu estava quase gozando. Essa seria a primeira vez em meus 20 anos que eu gozaria como uma cadela no cio. Gemi o mais alto que pude, sem me importar se alguém estaria ouvindo lá fora. Paul aumentou o ritmo, quase me rasgando, me fodia e me chamava de vagabunda. Desejei intensamente que ele não parasse. Então ele gritou, cravou as unhas na minha bunda, enfiou o mais fundo que pôde e eu senti seu liquido quente me preenchendo por dentro.
Paul saiu de cima de mim e começou a se vestir. Droga, eu estava quase chegando lá. Virei-me e cobri o corpo com minhas roupas jogadas no chão.
– Você gozou dentro de mim. – Constatei incrédula, pondo a mão sobre a nudez entre minhas pernas.
– E dai? Não é como se você fosse engravidar de uma foda rápida.
Limpei-me o máximo que pude com a calcinha, e no final ela estava tão suja e úmida que resolvi não vestir de novo e a deixei ali mesmo. Naquele momento percebi o porquê de ter uma calcinha velha ali e o quanto fui burra. Quantas meninas Paul já havia trazido até aqui pra dar uns amassos. Meus olhos arderam. Eu era só mais uma pra lista dele.
– Então, quem foi a última? – Perguntei sem ter certeza se queria saber a resposta.
– O quê? Do que está falando? – Paul estava abotoando a calça e parou para me encarar, raivoso. Encarei de volta.
– Quem foi a última que você fodeu aqui neste quarto! Imagino quantas você já enganou como eu.
– Ninguém te enganou aqui! Em momento nenhum eu disse que queria me casar e ter filhos com você. Foi só uma transa, por que se importa? – E voltou a se vestir, mais irritado do que nunca. Senti-me suja e desprezada, como aquela calcinha velha jogada ali, estava fedendo a sexo. As lágrimas chegaram aos meus olhos. Lágrimas de raiva, mas eu não choraria ali. Não na frente desse babaca.
– Me responde uma coisa. – Perguntei. – Por que veio aqui comigo?
– Não é obvio Mag? Você e a garota mais gostosa de Artes. – Disse ele enquanto sorria sarcasticamente.
– Alguém já disse que você é um idiota?!
Paul já estava saindo do pequeno quarto, parou antes de atravessar a porta.
– Por que você não aproveita o sexo como sua amiguinha faz? Cat, não é? Um pouco gordinha, mas parece que faz o tipo dele.
– Do que você está falando? – perguntei desesperada, o sangue subiu até a cabeça. Terminei de me vestir e me aproximei de Paul repleta de ódio.
– Ah, você não sabia? Vi sua amiga subir para um dos quartos da casa. Ela deve estar gemendo feito uma cadela agora mesmo. Diferente de você.
– Com quem... Com quem ela subiu Paul?
– Mike Manning.
– Oh, meu Deus. O Mike não. – Empurrei Paul para fora do caminho e sai correndo aos tropeços do quarto. Torcendo pra que não fosse tarde demais.


5 ANOS ATRÁS


CATELIN


Lembro-me como se fosse ontem. Lembro-me de cada detalhe. Do dia quente que estava fazendo. Da sensação de enjoo que tive durante a viagem toda. Do ônibus lotado com a minha classe da sétima série e do Sr. Morgan tentando chamar a atenção dos alunos que não paravam de falar um minuto sequer.
– Muito bem classe. – Disse ele. Ninguém pareceu prestar atenção. Eu prestei. – Classe, silêncio, por favor. Estamos a poucos minutos de chegar ao sítio. Vamos passar dois dias e três noites lá, então eu gostaria de ped... Ei, Jon, não ponha a cabeça pra fora do ônibus! Maggie sente-se. Ainda estamos na estrada! Oh, Deus!
O Sr. Morgan era o professor menos respeitado entre os alunos, mas dava aula de biologia, minha matéria preferida e odiada pelo resto da turma. Ele parecia ser o único que não queria estar ali, assim como eu. Como tudo na minha vida , eu não podia dar opinião. Estava a duas semanas de fazer quinze anos. Eu viajaria pra Disney um dia antes do meu aniversário. Meus pais já haviam arrumado as passagens, estadia e tudo mais. A única coisa que estava entre mim e meu sonho era essa droga de acampamento escolar. Eu odiava tudo ali. Odiaria cada segundo desse final de semana até que acabasse.
Revirei novamente a bolsa de roupas que eu trouxe comigo. Tinha poucas coisas, apenas para dois dias. Encontrei o biquíni roxo no fundo da bolsa. Ele parecia estar me provocando. Sem chance de eu usar isso, repetia pra mim mesma. No auge dos meus quinze anos, todas as garotas da minha sala eram lindas, já tinha ganhado peitos e bunda. Eu era apenas a Cat–sem–graça. A gordinha. A desajeitada. Eu nunca seria tão bonita quanto aquela idiota da Maggie, com suas pernas grossas e aqueles peitões empinados. Como era possível que peitos tão grandes ficassem de pé? Era injusto. Olhei para os meus peitos, com uma vontade enorme de me matar. Um vulto passou por mim e agarrou algo dentro da minha bolsa.
Era Maggie e sua turminha, segurando um pedaço de pano roxo que logo identifiquei ser meu biquíni.
– Devolve isso já! É meu! – Gritei. Vermelha feito sei-lá-o-quê.
– Olha gente, o biquíni feio da Cat–sem–graça! Eu não sabia que baleia usava biquíni. – A classe inteira explodiu de risos. Eu me enterrei no meu banco, desejando sumir do mundo.
As lágrimas estavam começando a brotar quando o Sr. Morgan surgiu, pegou o biquíni da mão da Maggie encarando–a com uma carranca e a mandou se sentar. Ele me devolveu e pediu para que eu não ficasse por ai exibindo minhas roupas íntimas. Injusto. Insuportavelmente injusto. Repeti a mim mesma.



ATUALMENTE


CATELIN


O quarto de cima era bem arrumadinho. Iluminado pela luz que entrava pela janela junto com o som da festa lá fora que estava completamente alheia ao que estávamos prestes a fazer. Mike fechou as janelas e a porta. E o silencio reinou. Um silêncio constrangedor. Parecia que o mundo tinha acabado fora daquela porta e tudo que restava tudo que importava estava ali dentro. Apenas eu e Mike. E era só isso que importava. Mike deslizou até mim. Encostou a testa na minha, e acariciou meu rosto enquanto sua outra mão percorria pelas minhas costas. Ele me beijava enquanto sutilmente desfazia o nó do meu biquíni, que foi ao chão oferecendo uma visão privilegiada dos meus seios. Bem durinhos e empinados. O jeito como ele olhava meus peitos me deixava louca de tesão. Mike devorava-os com os olhos, e logo depois os devorou com a boca. Senti um prazer tão grande. Meus mamilos ficaram duros na hora.
– Mais forte. – Pedi e ele prontamente atendeu. Lambendo-me, beijando, apertava um enquanto sugava o outro. Segurei em seus cabelos trazendo mais para dentro de mim, possuída pelo desejo pedi que ele terminasse o que começou.
– Já não aguento mais esperar, estou louca de tesão. – Eu disse enquanto ele me deitava na cama.
– Você sempre foi muito impaciente. Eu faço as coisas quando quero. E você me obedece.
Ele sugou meu peito mais uma vez. Lambeu em volta e percorreu a língua pelo centro do meu peito. Forcei meus seios de modo que os dois tocassem o rosto dele, a barba mal feita roçando contra minha pele era simplesmente irresistível. Então ele desceu, entre carícias e apertos por todo meu corpo. Parou para beijar meu umbigo e continuou me lambendo até chegar a parte de baixo do biquíni. Deu um beijo e provavelmente sentiu o quanto eu estava molhada.
Mike mordiscou meu biquíni e foi tirando–o com a boca, bem devagar. Quando enfim terminou ele voltou para mim beijando–me os pés, a panturrilha. Beijou atrás do meu joelho, mordeu minha coxa e chegou a minha virilha, onde chupou mais forte. Fiquei louca de tesão, agarrei–o pelo cabelo e posicionei sua boca na entrada da minha boceta. Sua língua me penetrou bem quente e profunda, tenho certeza que naquele momento eu me lubrifiquei mais um pouco pois senti o meu mel escorrendo de dentro de mim, fiquei com vergonha. Mike por outro lado parecia estar adorando, me chupando, sugando e lambendo meu grelinho, depois voltando a introduzir a língua. Puxei seu corpo para cima de mim. Tirei sua blusa, para poder ver seu corpo forte, másculo. Avistei a cicatriz em sua costela esquerda.
– Ficou uma cicatriz... Desde aquele dia? – Perguntei me sentido culpada.
– Algumas marcas ficam pra sempre. – Ele disse.
Eu não sabia ao certo se ele estava se referindo a cicatriz ao dizer isso.
Alisei seu corpo, seu peitoral e beijei a cicatriz. Torcia pra que ele não me culpasse por ela. Beijei e lambi seu abdômen. Meu Deus, que tanquinho. Ele pegou minha mão e pôs em cima de seu short. Sentia aquela coisa dura e enorme na minha mão Era simplesmente enorme. Devia ter crescido bastante nos últimos anos. Baixei seus shorts, já não aguentava mais esperar. Quando baixei a cueca, seu pênis saltou duro e grande para fora, dei um beijo. Ele estava pulsando. Tão gostoso. Tentei por na boca, mas não cabia, com medo de machuca-lo, resolvi parar, me deitei novamente. Mike se encaixou nas minhas pernas. Eu o envolvi entre elas puxando seu corpo mais pra mim. Senti sua tora dura tocando minha buceta. Estava a poucos segundos de ser a mulher mais feliz do mundo. Mike roçou seu pau na minha entradinha e posicionou para me penetrar. Eu podia sentir a cabecinha entrando já.
Que delícia. Meu corpo inteiro desejava por aquilo. Praticamente tudo em mim se abria para ele.
E então alguém bateu à porta. Uma voz irritada e urgente.
– Maggie – Reconheci a voz dela me gritando do outro lado. Como Mike pareceu não se importar tive que fazer força para me desvencilhar dele e me vestir. A porta abriu e lá estava Maggie bufando ao lado de Paul que abrira a porta com a chave.
– Ela me forçou, Brother. – Disse Paul, se desculpando.
– Você está louca? O que está fazendo junto com um tipinho como esse? Já se esqueceu do que houve à... – Maggie parou de falar. Soltou um urro de raiva, me pegou pelo braço e me arrastou pela porta dos fundos até seu carro.
– Você só pode estar louca. – Disse ela enquanto dava a partida.
– Desculpe – Choraminguei.
– Sinceramente, Catelin. De todas as pessoas no mundo!
– Desculpe.
– Você está proibida de vê–lo novamente, ouviu? Proibida!
– Desculpe. – Afundei no banco do carro, uma lágrima quente escorrendo no rosto.

Sobre este texto

Diego Pessoa

Autor:

Publicação:16 de abril de 2015 09:39

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Este texto foi lido 163 vezes desde sua publicação em 16/04/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Dhiego Cipriano Pessoa
    Postado porDiego Pessoaem16 de abril de 2015 09:41
    Diego Pessoa é um autor no História Erótica

    COMENTEM E AVALIEM PARA EU SABER SE JÁ POSSO PUBLICAR O CAPÍTULO TRÊS

  • Dhiego Cipriano Pessoa
    Postado porDiego Pessoaem16 de abril de 2015 09:41
    Diego Pessoa é um autor no História Erótica

    COMENTEM E AVALIEM PARA EU SABER SE JÁ POSSO PUBLICAR O CAPÍTULO TRÊS

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