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CAPÍTULO UM _ MORANGO A FRUTA MAIS DOCE

Parte 1 – Morango é a fruta mais doce

Catelin

Ele estava sentado em uma cadeira de plástico branco de lado para a piscina onde eu estava. Por sorte ele não podia me ver, mas por outro lado eu podia admirar cada detalhe do seu corpo. Dos seus cabelos negros bagunçados, seu maxilar másculo contraído, o suor descendo pelo pescoço, passando pela clavícula perfeitamente acentuada, até sua camiseta justa, branca, levemente molhada.
Estávamos em uma festa na casa de um amigo da Maggie, minha melhor amiga . Ela me convenceu a vir depois de muito choros e alguns goles de álcool depois da aula na faculdade de artes. E aqui estou eu. Uma estranha no ninho. "Cat, a estranha." Não havia um único rosto familiar nessa maldita festa, exceto Maggie, que neste exato momento estava na casinha da piscina pegando algum aluno do quinto período, e Mike, que ainda permanecia na cadeira branca, tomando sol com o corpo apoiado para trás. Mike afastou do rosto uma mecha de cabelos molhados e naquele momento me veio a mente a imagem de um Deus grego. Se algo como uma divindade poderosa e intimidadora existisse, esse algo seria Mike Manning. Se eu tivesse que descrevê-lo em duas palavras seriam sensualidade e covinhas. Se fosse em uma seria tanquinho.
Mike virou o rosto para o lado onde eu estava e num movimento involuntário mergulhei na agua deixando apenas os olhos de fora. Para o meu alivio ele não me notou, estava prestando atenção ao dono da festa que caminhava de braços abertos ao seu encontro.
"Acalme-se Cat", disse a mim mesma. É logico que eu sabia que o grande Mike Manning nunca iria querer nada comigo, a Cat-sem-graça. Ficar me torturando com isso não vai me levar a lugar nenhum. Embora eu não conseguisse tirar da cabeça um certo verão atrás, numa certa cabana, num certo acampamento escolar, onde um certo Mike Mannning, ainda não tão conhecido, se aproximou de mim e levou toda minha inocência embora. E com ela, meu coração. Desde aquele verão a cinco anos atrás eu não tenho falado com ele. Nem uma simples palavra, apenas olhares discretos que eu lutava para que não transparecesse o quanto estava louca de saudades do corpo dele. Estava começando a ficar excitada quando uma sombra surgiu em cima de mim.
"Catelin?" ouvi uma voz grave chamar.
Mike estava a menos de dois metros de mim com uma expressão impaciente no rosto. - Cat, você pode se afastar um pouco? Quero pular na água.
Corei imediatamente. Me senti a mais idiota das garotas, sai de seu caminho para que ele entrasse e afundei novamente, ficando apenas com os olhos para fora d'agua.
Mike emergiu da agua, balançando os cabelos negros espirrando agua para todos os lados.
- Ei!! - Reclamei.
- O que é, tem medo de se molhar dentro de uma piscina?
Ele estava certo, não fazia sentido. Nada fazia sentido quando ele estava a poucos metros de mim porém a atitude arrogante dele me irritava.
Mike se aproximou de mim, com o olhar curioso, mexeu no meu cabelo, por instinto desviei.
- Você cortou o cabelo. - Ele disse.
- Está maior do que estava da ultima vez que... Bom, você é homem. Não perceberia nem um esquilo dançando de calcinha no seu nariz.
- Ah é mesmo? - Mike lançou um sorriso sarcástico e se aproximou invadindo violentamente meu espaço pessoal. - Eu venho notando algumas coisas Srta. Catelin.
Só ele me chamava pelo meu nome, e ele sabia o quanto aquilo mexia comigo. Tentei manter máximo da compostura antes de responder.
- E o que você percebeu? Que suas ficantes loiras e gostosas não nasceram dotadas de inteligência? Rá - Tinha sido uma boa piada. Senti orgulho de mim mesma.
- Ah, não. Percebi algo muito mais interessante. - Mike colocou os braços ao lado do meu corpo e segurou na borda da piscina me impedindo de fugir. Por alguns instantes esqueci de respirar. - Percebi que a algum tempo venho sendo seguido, vigiado, acuado, por uma certa pessoa. Me pergunto se você saberia me dizer o que pode estar acontecendo.
De um segundo para o outro eu me tornei enrubreci como um tomate fresco. Não era possível que ele tenha notado.
- Você acha que eu não sei, mas eu sempre sei. Eu vejo o quanto você quer isso, e eu quero te dar. - Mike pôs a mão sobre minha cintura e apertou forte. Chegou no meu ouvido e pude sentir seu hálito quente ao dizer:
- Hoje você é minha de novo.
Senti minhas forças sendo sugadas do meu corpo. Ele apertou mais forte e envolveu seus braços em mim. Eu estava cimpletamente entregue. Sinto a mão dele passando pela minha coxa, traçando pequenas linhas, apertando, e logo alcançando meu biquini.
- Mike. - supliquei, quase como um sussurro. - Aqui não.
Ele acaricia por cima do biquini, de certo percebeu o quanro eu estava excitada Mije afastou o tecido fino do biquini com um dedo e começou a brincar com meu clitóris, me fazendo gemer de leve.
- Por que está fazendo isso? - Perguntei. A ultima coisa que o ouvi dizer foi:
- Porque eu gosto de ver o poder que eu tenho sobre você. - E penetrou o dedo em mim. Tive que morder algo para não gritar de prazer e esse algo acabou sendo a orelha dele. Eu começou a mexer o dedo dentro de mim. Minha nossa como eu adoro isso.
A sensação de proibido. De ter o homem que eu desejei por tanto tempo.Meus pensamentos foram jogados para longe quando ele começou o movimento de enfiar e tirar, tentei afastá-lo de mim,mas ele era muito mais forte que eu. Me entreguei. Tentei abafar o gemido o máximo possível, nas vacilei e acabei soltando um grunhido baixe quando gozei no seu dedo. Estava completamente ofegante.
- Vamos.
- Para onde? - perguntei.
- Vamos terminar o que começamos. Vou estar no segundo quarto de cima. Não demore.
E saiu da piscina , me deixando ali naquele estado.
- Eu era virgem! - Disse antes que ele pudesse se afastar demais. - Há cinco anos atrás, digo. Você foi o meu primeiro. Senti meu rosto ferver.
- Você também. - Foi o que ele disse antes de ir.

Sobre este texto

Diego Pessoa

Autor:

Publicação:14 de abril de 2015 18:28

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Este texto foi lido 23 vezes desde sua publicação em 14/04/2015. Dados do Google Analytics

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