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Do fundo do baú

Cada Vez Mais Fundo - Parte 1

Eu ainda não tinha tido a experiencia de fuder alguem. Sempre era eu quem era fudido e pra falar a verdade, sempre gostei disso. Mas quem resistiria a Vinicius? Eu não resisti. Meu pau doi te tanto latejar toda vez que lembro daquele dia. Ai, ele ta latejando agora. Ainda me lembro que foi numa tarde de um sábado...
Num churrasco feito pela família, todos estavam se divertindo muito, mas eu estava mais concentrado num livro que eu estava lendo. Adoro ler e sempre que leio me perco nas histórias. Meu primo Ricardo trouxe seu amigo pra jogar video game. Vinicius era mais baio que eu e um ano mais novo e era muito lindo e fofo. Os dois ficaram um tempão insistindo pra eu jogar video game com eles que acabei topando. Depois de um tempo eu disse que ia voltar a ler e Vinicius pegou o livro na mão e leu em voz alta o título:
- Cinquenta Tons De Cinza... Aí, Ricardo, parece que você não é o único safado da família.
- O Caio? Caio não é safado. Ele só gosta de ler. - Disse Ricardo.
- Mas já viu o livro que ele está lendo?
- Não tem nada demais nesse livro, é um romance! - Eu disse.
- Sei, um romance com muita putaria. - E Vinicius começou a rir.
- Não. Tem uma história. É claro que é erotico, mas o sexo faz parte da vida humana.
- E da sua? Faz parte? - Ele me encarou.
- Do Caio? Ele é um alienigena, então isso prova que não. - Riu Ricardo e Vinicius o acompanhou.
Ri meio sem graça, peguei meu livro de volta e saí. Confesso que tinha uma parte do livro que me excitou. Christian Grey com certeza era o homem dos meus sonhos. Quem não ia querer ser submisso de um lindo e rico poderoso? Confesso que a parte bruta dele me preocupa um pouco, mas também confesso que adoro correr perigo.
- Tá ficando excitado! - Vinicius me assustou vindo por trás de mim, onde eu estava, lá atras da casa.
- Merda, você me assustou.
- Quem não deve não teme, não?
- O que? Olha, eu não gosto que me interrompe quando est... - Ele me interrompeu tirando o livro da minha mão e começou a ler.
Ele lia com bastante atenção e eu fiquei ali, parado e encarando ele.
- Me devolve, por favor? - Finalmente disse.
- Agora saquei por que está excitado. Esse livro é demais.
- O livro nem é tão bom assim e eu não to excitado. - Respondi.
Ele me olhou, ergueu uma sobrancelha, depois olhou em direção ao meu pênis e pra mim de novo.
- É. Claro que não está.
Eu não havia notado no volume da minha calsa.
Então ele me devolveu o livro e disse:
- Gostaria de fazer com você tudo isso aí.
- O que? - Me espantei.
- Você ouviu. Esse volume... - Ele disse, já meio ofegante e olhando pro meu pau. - Me dá água na boca. Eu quero abocanha-lo...
- Você ficou maluco. - Espero que não.
- Não! - Que bom que ele disse isso. - Eu sempre observei você e confesso que você me dá um certo tesão. E sei que você é gay, todo mundo consegue notar isso por de trás desse seu jeitinho doce e inocente.
Por que será que todo mundo com quem eu me envolvia achava que eu era doce e inocente?
- Posso? - Ele perguntou indicando meu pau.
Eu não respondi.
Ele se aproximou com as mão, desabotoou meu short e tirou eu pau pra fora. Até eu me espante com o volume do meu pau.
- Ele é lindo. Grande, grosso. Olha essa textura. - Ele disse, analisando e acariciando meu pau.
Então ele começou a se aproximar com a boca. E enfiou tudo. Ele foi descendo com a sua boca quentinha. Eu fiquei ali parado, vendo ele descer bem devagar com sua boquinha. Seus lábios retornaram o caminho que haviam feito e pararam na cabeça do meu pau. Ele foi então chupando a cabeça e eu não me aguentei e gemi. Procurei gemer baixinho pra ninguém ouvir. Ele então passou a lingua na dobrinha da cabeça e depois foi lambendo minha cabeça como se fosse um picolé até descer com a lingua até a base. Ele então subiu com a lingua, abriu sua boquinha quente e desceu. Ele então sugou meu pau. E foi sugando até a cabeç .Eu fechei os olhos. Aquilo era maravilhoso. Ele estava namorando meu pau. Ele foi então chupando meu pau devagar. Ele foi lambendo e beijando a cabeça. E ele descia com sua boca quente e depois subia. Ele fazia tudo direitinho. Eu fiquei todo babado com sua salivia. Ela escorria pelo meu pau. Ele não parava de chupar.
- Ai, Vinicius. Isso, me chupa. Vai, ai que delicia. Não para. Ai garoto. Isso, você sabe o que faz. Isso, devora meu pau, vai. Abocanha ele desse jeito. Não para não, moleke. Você é maravilhoso. Ai! Ahhh.
E ele não parou de chupar por um bom tempo. Então ele começou a enfiar até o talo. Ele foi abocanhando todo meu piru. Ele forçava e entrava na sua goela. Ele foi sensacional. Ele então parou.
- Por que parou? - Perguntei.
- Não quero que goze.
- O que?
- Bem, pelo menos não agora. - Disse ele se levantando. Ele começou a se despir na minha frente. Ele ficou todo peladinho na minha frente. Aquele corpo branquinho ali na minha frente. Ele então desceu e se sentou no meu colo. Ele começou a me beijar. Nós trocavamos caricias e iamos nos beijando. Nossas linguas se encontravam e faziam uma perfeita dança. Nossos lábios se colidiam como meteoros. E eu apertava sua bundo com força. Eu não parava de apertar aquele cu maravilhoso. Ele então desceu sua boca no meu pescoço e me deu um chupão. Ele tirou minha camisa. arriou as calças e se deitou ali no chão atrás da casa. Eu subi em cima dele e comecei a beija-lo. Nossos penis se roçavam. O dele fininho e o meu grosso. A gente estava ali, se beijando e roçando. De repente eu já não pensava mais em nada, nem mesmo na possibilidade de alguém nos ver ali. Ele levantou suas pernas e disse no meu ouvido:
- Me come.
- O que? - Olhei pra ele intrigado.
- Me come! - Ele disse olhando nos meus olhos.
Eu ainda não tinha tido a experiencia de fuder alguem. Sempre era eu quem era fudido e pra falar a verdade, sempre gostei disso. Mas quem resistiria a Vinicius? Eu não resisti. E então enfiei meu pau. Aquele cu era apertadinho. E quente! A sensação era maravilhosa. Meu pinto foi entrando e rasgando aquele cu. O cu dele foi abrindo alas cada vez mais que meu pau chegava. Eu não parava de forçar até que consegui chegar no fundo.
- Isso, enfia lá no fundo. - Ele me disse.
E foi isso que fiz. Eu fiz um vai e vem e toda vez que eu voltada no seu cu eu ia fundo. Eu fui naquele ritmo devagar. Eu ia mais fundo. E mais fundo. E mais fundo. E então comecei a enfiar com intensidade.
Ele fazia uma cara de dor e prazer. Seus sentimentos estavam misturados. Ele fazia essas feições sem tirar os olhos do meu. Era uma coisa deliciosa, sentir meu pau rasgando um cu bem apertadinho e quente daquele jeito. Nossa, eu estava pirando. Eu então aumentei um pouco a velocidade e continuei na mesma intensidade. Eu fudia aquele cu gostoso com gosto. Sem tirar os olhos do dele. Então ele pediu pra eu parar. Imaginei está o machucando. Então saí de cima de dele.
- Desculpa. - Eu disse.
- Não gato. Ainda não acabamos. - Então ele ficou de quatro. Fiquei observando aquele cu. Estava aberto. Gostei do resultado. Meu pau entrou com tudo nele. E continuei. Dessa vez fui um pouco mais rápido, só que sem perder a intensidade. Eu estava disposto a ir tão fundo que sentia minhas bolas bater em suas nadegas. o barulho dos nossos corpos se colidindo daquele jeito, era maravilhoso. (flop, flop, flop, flop...) Eu estava louco. Eu então gemia. E ele dava caladinho. Eu só ouvia sua respiração ofegante. Ele estava sorrindo. O sorriso do safado me enlouqueceu e eu fui mais fundo. Eu queria acabar com o cu dele. Eu agarrei em seu cabelo e puxei. E ele ria daquilo. O viado tava adorando tudo. E eu mais ainda. Meu pau entrava com facilidade agora. Era tão gostoso sentir aquilo. Eu ia muito mais fundo. Cada vez mais fundo. Cada vez mais. E mais. Mais fundo. Eu não parava. Eu gemia e metia. Eu gemia. Eu metia. Eu fudia aquele cuzinho gosotoso e quentinho. Ele era meu. Eu então sai e sentei. Do mesmo jeito que eu estava quando eu estava lendo o livro. Ele sentou no meu colo, de costas pra mim. E ele sentou rebolando. O desgraçado não parava de sorri. Ele me dava com muito gosto. Ele então foi sentando e rebolando. Ele descia e mexia o quadriu e depois subia. Ele descia rebolando. Parava, quicava um pouco e depois subia. Ele agia feito uma puta. Eu agarrei ele e comecei a beijar seu corpo. Eu beijava seu corpo e ele quicava no meu pau. Ele fez meu colo de pula pula. Eu não parava de acaricia-lo e beija-lo. Ele sentava com gosto. Então eu senti que ia gozar.
- Ai! - Eu gemia. - Ai! - Eu gritava. - Vo gozar.
Quando eu anunciei, ele se levantou e sentou do meu lado. Pegou sua mão com vontade no meu pau. Ele me punhetou e me beijou. Ele ficou ali me beijando e eu gozando. Eu gozei pra caralho. Mas do que eu imaginaria que poderia gozar. Litros sairam de dentro de mim. E nossos lábios ficaram ali, se tocando. Ele alisou minha barrigava e ficou me beijando. Nos beijamos por um tempo. Depois ele se levantou e se vestiu.
- Meus pais passam o dia inteiro trabalhando e eu fico sempre sozinho em casa. Aparece lá qualquer dia pra jogar video game. - E piscou e foi embora.
Eu fiquei ali parado, refletindo tudo e respirando. Ai meu deus! Eu fudi um cu! Eu fudi um cu! Eu fudi um cu! Eu tive vontade de gritar, mas apenas ri. Me levantei e me vesti. Peguei meu livro e fui no banheiro terminar de me limpar. Assim que eu ia fechar a porta, alguém a segurou com o pé.
- Agora é minha vez! - Disse Ricardo, meu primo.

Sobre este texto

Doce Menino

Autor:

Publicação:23 de dezembro de 2014 12:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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