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O Gordinho Que Não Se Achava Sexy

Kaynan não era o cara mais gordo do mundo, ele só era um pouquinho fora do peso. Acho que na verdade nem tanto. Ele tinha uma barriga, braços e pernas grossas e sua cara era redonda como uma bola, mas ele era bonito se você reparasse bem. Ele tinha descendência chinesa e seus olhinhos puxados eram fofos. Nunca o tratei mal, sempre o cumprimentei e ouvia ele contar sobre as histórias em quadrinhos que ele lia. Essas conversas começaram quando eu contei a ele que gostava do filme dos X-Men e como ele era meio deslocado, deixava ele falar e ás vezes ele falava a beça e eu não me importava porque gostava de ouvir. Um dia ficamos juntos no trabalho de Artes que deveríamos apresentar. Tínhamos que escolher sobre um escultor famoso e falar sobre ele e suas peças. Chamei Kaynan pra minha casa e não tinha ninguém lá, além de nós dois. Depois que já estávamos cansados de pesquisar, decidimos dar uma pausa e eu lhe ofereci um lanche, mas ele não aceitou. Eu insisti e foi quando ele disse que estava de dieta. Eu o parabenizei, mas só depois me toquei que ao dizer "Meus Parabéns" poderia ter soado um pouco ofensivo e eu pedi desculpas.
- Tudo bem. - Ele disse olhando pro balcão da cozinha aonde estava sentado. - Eu sei que estou gordo.
- Você não é tão gordo assim. - Eu disse abrindo a geladeira. Olhei pra ele e me desculpei novamente.
- Eu só estou cansado de ser assim... E não ser amado.
- Quem disse que você não é amado? - Eu perguntei. - Aposto que sua família ama você e você tem amigos.
- Você não entende, Caio! - Ele olhou pra mim. - Eu gostaria de satisfazer alguém e ser satisfeito sexualmente. Eu nunca peguei nenhuma garota e nunca vou pegar porque sou repugnante! - Ele voltou a olhar pro balcão.
Me aproximei dele.
- Você não é repugnante. Você é bonito!
- Não precisa dizer isso pra fazer eu me sentir bem. - Ele disse.
- Eu não... - Me sentei no banco ao lado dele e toquei em seu ombro. - Olha, eu sei que quando somos adolescentes temos... Necessidades, mas sexo nem sempre é tudo.
- Mas eu nunca fui beijado também. E eu já perdi as contas de quantas garotas já fiquei a fim e que nunca se interessaram por mim. Eu levei um fora de umas das meninas mais bonitas das escola. Eu queria ser pelo menos sexy.
Eu ri na mesma hora.
- Isso! Ri a vontade. Eu nem ligo mais!
- Não é disso que estou rindo. - Respondi. - Estou rindo porque você está sendo patético. Olha se quer mudar sua aparência, vai em frente, é bom se manter saudável, mas dizer que é sua aparência que não faz as garotas reparem em você é patético. Porque você é bonito e eu sei que sexo é legal, mas... Acho que quanto mais ficar pensando em ser o rei do sexo, menos favorável vai ser e depois não reclame se as coisas não forem do jeito que você quer, porque criamos muitas expectativas e nos decepcionamos.
Ficamos um tempo sem dizer nada um para o outro. Ele estava mesmo triste, então decidi pega-lo pela mão e leva-lo até meu quarto. Paramos em frente ao espelho.
- O que você vê? - Eu perguntei.
- Um gordo idiota que não pega ninguém e um garoto legal.
- É eu também vejo um garoto legal, mas não esse tal gordo idiota que você disse. - Eu disse. - Eu vejo um menino bonito que só precisa ficar um pouco em forma pra se manter saudável e não pra pegar mulher. Olha, vai por mim, o sexo nem é sempre importante e pegar várias meninas não irá te fazer feliz. Um dia você vai encontrar a menina que vai te amar pelo jeito que você é. Por dentro e não por fora e acredite em mim, o sexo pelo o amor é mil vezes melhor do que pela sacanagem. - Eu sorri.
- Quando você teve sua primeira vez, foi com amor? - Ele perguntou. Conversávamos sem tirar os olhos do espelho.
- Não! - Baixei os olhos ao responder. - Mas eu não me arrependo. Acredito que tudo na vida tem uma razão e eu aprendi boas lições. - Olhei pra seu reflexo e ele sorriu.
- Você me acha mesmo bonito? - Ele perguntou.
- Sim.
- Eu queria ser mais do que isso. - Ele disse em voz baixa.
Por impulso, eu tirei sua camisa e ele deixou. Realmente ele não era gordo demais, apenas um pouquinho fora do peso. Ele não tinha banhas, só uma barriga. Eu a alisei.
- O que é ser sexy pra você? - Eu perguntei sem parar de alisa-lo.
Em nenhum momento ele me mandou parar ou se afastou de mim.
- Não sei... Ter uma aparência como a sua?
- Pra mim... Ser sexy é ser inteligente. - Eu disse isso tocando no seu pinto por cima de sua calça. - Eu já estive com muitos garotos bonitos, Kaynan. Eles nem sabem transar direito.
Ele riu. Eu continuei alisando e apertando seu pênis por cima da calça e ele fechava e abria os olhos devagar. Sua respiração estava quase ofegante e ele tremia um pouco.
Eu beijei seu pescoço.
- Já estive com caras magros. - Beijei seu peito esquerdo que parecia uma teta. - De tanquinhos. - Beijei sua barriga, eu estava me abaixando. - Pau grande. - Olhei em seus olhos, ajoelhado. - Cheiro delicioso. - Desabotoei sua calça jeans e arriei o zíper. - Mas com cérebro pequeno. - Arriei sua calça e me surpreendi. Seu pênis não era pequeno como pensei, era médio. Acho que devia ter um 16, quase 17 centímetros e era grosso... Olhei pra cima de novo. - Ainda acha que a aparência é tudo? - Eu me levantei e o encarei por uns segundos.
Suas mãos se envolveram em minha cintura e seus lábios tocaram os meus.
Kaynan não era tão gordo, mas de longe era o cara mais gostoso do mundo, só que como sempre, os caras por quem eu realmente me interessei tinham algo dentro de si que me despertava uma chama de prazer. Eu nunca consegui explicar, mas eu nunca precisei de um cara extremamente gostoso pra me satisfazer. Ele só precisa ter um pênis e inteligência pro sexo ser gostoso.
Eu já estava pelado em cima do Kaynan na minha própria cama segundos depois. Sentir sua pele grossa encostando na minha me levava em alto êxtase. Seu pau estava mesmo duro e eu podia sentir enquanto ele roçava no meu. Não parávamos de nos beijar e aqueles amassos eram demais. As mãos de Kaynan subiam e desciam pelas minhas costas e suas mãos eram pesadas e agarravam minha bunda como se fosse um goleiro agarrando a bola e não querendo soltar mais. Eu soltava gemidos enquanto minha língua se enroscava na dele, e seus dentes mordiscavam meus lábios e ele deixa minha língua deslizar pelo seus pescoço e eu lhe dar aquela mordida que fazia seu corpo tremer. Logo depois, sentir seus dedos grossos brincarem com meu rego. Seu indicador mais pareciam dois dedos fazendo rodelas no meu anel e quando ele começou a enfiar, eu gemi que nem um gatinho. Ele enfiava sem parar dois dedos no meu cu e eu podia jurar que era como sentir mais de dois dedos no meu cu. Ele batia com a outra mão nas minhas nádegas e apertava com força minha bunda. Eu esfregava meu pau na sua barriga e a cabeça roçava bem no seu umbigo. Eu podia sentir a gala do seu pau descendo pela minha perna. Eu lhe dei mais um beijo e olhei nos seus olhos. Saí de cima dele e fui até meu armário, peguei uma caminha e joguei pra ele. Ele pôs no lado dele e se sentou na cama. Deu tapinhas no seu colo e eu subi em cima dele.
Kaynan tinha a minha idade, 18 anos, mas parecia que eu sentava no colo de um papai gostoso de mais de 30. Eu rebolava no colo dele e eu deixava suas mãos alisarem todo meu corpo.
- Eu sempre quis isso. - Disse ele aos beijos. - Eu precisava disso. - Ele mordiscava meus lábios.
Eu olhei pra ele e alisei seu cabelo e passei a mão pelo seu rosto.
- Eu não acredito que vou deixar de ser virgem. - Ele disse.
Eu ri e o empurrei. Abri suas pernas grossas e comecei a chupa-lo. A barriga não atrapalhava (como já ouvi em muitas histórias). Eu segurava com a mão e descia meus lábios apertando e punhetando bem o cacete do gordinho. Ele dizia coisas do tipo:
- Isso porra! Não acredito que isso está acontecendo comigo.
Ele gritava "É!" o tempo todo e eu cheguei a revirar os olhos, mas me concentrei em curtir o gosto da sua pele na minha boca. Eu sentia um líquido quente e docinho bater na minha língua, mas ele ainda não tinha gozado. Era sua gala. Parei de chupar e cheirei sua cabeça. Adoro o cheiro da cabeça de um pau escorrendo gala. Dei umas lambidinhas na cabeça do pênis dele. Fui passando a língua como um cachorro bebe a água de sua tigela. Envolvi o tronco do seu pau com a minha língua e deslizei meus lábios pra baixo e enfiei até o talo e ele gemeu mais alto. Tirei a boca e comecei a punheta-lo e beijei cada extremidade de seu pinto até chegar nas bolas. Sem parar de bater pra ele, fui chupando suas bolas como se fossem balas. As bolas dele eram tão enormes quanto ele em si. Eram bolas grandes, um sacão e eu chupava aquele saco todo e sem parar de chupar, senti o seu líquido quente e grosso descer pela minha mão e respingar no meu rosto, enquanto ele dava gritos de puro prazer.
Deitado na minha cama, ele estava ofegante e cansado. Limpei meu rosto e minha mão e deitei do lado dele. Eu o abracei e alisei seu corpo e fiquei acariciando sem parar. Não dissemos nada um para o outro e só ficamos ali deitados.
Minutos depois eu subi em cima dele e comecei a beijá-lo. Esfregando minhas nádegas no seu colo, eu senti seu pau começar a crescer e enrijecer com o calor do meu corpo. Ele me olhou com uma expressão faminta e agarrou meu cabelo e apertando com força minha bunda ele começou a me beijar. Sua pegada estava mais forte do que antes e eu estava adorando o jeito como ele me possuía, como se fosse matar alguém que tentasse me roubar de si. Ele pegou a camisinha e vestiu no seu cacete grosso e sem lubrificar nem nada, deixei que ele enfiasse dentro de mim. Ele começou a mexer seu quadril, me agarrando com força, pressionando seu corpo contra o dele e gemendo sem parar. Ele dizia:
- Ah!, Caio! Ah!, Caio! Isso, Caio! É! Vai! Isso!
Eu então o empurrei com força e ele deitou de novo na cama e pressionando minhas mãos na barriga dele e olhando em seus olhos fechados de chinês, eu rebolei minha bunda. Eu tremia minha bunda e piscava meu cu. Tremia minhas nádegas em cima dele e nós fodemos assim, bem gostoso e ficamos daquele jeito por um tempo, até ele me pedi pra comer de quatro, porque ele sempre quis saber como era comer alguém nessa posição.
Foi no chão! No chão, que nem cachorro: de língua pra fora, de quatro e balançando o rabo, eu deixava o gordinho se exercitar no meu cu. Ele ia pra frente e pra trás num ritmo frenético. Ele estava faminto de tesão e agarrava meu quadril com toda força que achei que ele poderia arranca-lo fora. Kaynan começou a urrar e ele meteu com mais força. Gritando ele gozou:
- Ah! Caralho! Isso! Isso! Isso! Isso! Uhul!
E eu comecei a rir. O gordo não cessou o ritmo nem mesmo depois de ter gozado e eu fiquei com medo da camisinha estourar. Quando ele finalmente parou, sem parar de rir eu me deitei no chão olhando pro teto e ele se sentou do meu lado rindo e olhando pra mim.
- Posso vir amanhã de novo? - Ele perguntou.
- Claro! - Eu disse ofegante. - A gente tem que terminar o trabalho. - Eu tentava recuperar o folego. - E quem sabe, a gente não arranja outros trabalhos outros dias...
Seu sorriso se abriu mais ainda e ele se debruçou e me beijou.

Hoje Kaynan tem 21 anos de idade e tem um tanquinho como sempre quis. Ele realmente era lindo e ficou mais evidente isso com seu rostinho magro. De vez em quando fazemos trabalho juntos, mas nada se compara aquele dia... Porque pra ele, foi especial. E ele é bi, teve sua primeira garota meses depois disso.

Meu e-mail: [email protected]

Sobre este texto

Doce Menino

Autor:

Publicação:18 de novembro de 2015 15:28

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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