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Outro conto de 50 tons de Pica

Todos sabiam da obsessão pela promiscuidade de Renan, mas apenas eu sabia o quanto ele era obcecado por sexo. E como eu sabia, afinal, até hoje sinto as dores daquela noite. O dia em que meu ânus foi brutalmente machucado. O dia em que descobri o quanto também sou pervertido.
Mas a obsessão de Renan, não era apenas por sexo, era por mim. Dia e noite eu recebia mensagens de voz no celular. Era ele, falando coisas do tipo.
"Quero comer você de ladinho" "Toda vez que alguém diz seu nome, meu pau pulsa" "Vou destruir seu cu! Arromba-lo mais do que ele já está"
Era exatamente isso que me excitava nele, o fato de ele ser um garoto louco. Renan começou a ter um ciume maluco por mim e nem eramos namorados. Eu não podia ter amigos. Não podia sair para um lugar onde ele não pudesse me viajar. Não podia transar com mais ninguém. Nem me masturbar... Ou ver pornô, pois ele queria que eu pensasse apenas nele. Com um tempo, ele parou de me chamar de eguinha, mas foi assim que a perversão aumentou.
Era uma sexta-feira, às 23:00h da noite. Tinha combinado com a minha amiga de dormir na casa dela pra gente ver filmes até de manhã e passar o sábado inteiro dormindo. Mas isso não rolou. Eu já estava descendo o elevador pra pegar o táxi. Foi quando cheguei no térreo e o vi parado no portão principal do prédio. Sua expressão era séria, mas ele exibia um sorriso malicioso. As mãos no bolso da calça.
- O que faz aqui? - Perguntei ao me aproximar.
- Nós vamos sair hoje.
- Nós? - Ergui uma sobrancelha.
- Sim! Nós! - Ele ficou mais sério.
- Não posso. Eu combinei de ir pra casa da minha amiga hoje a noite. Vou dormir lá. - Andei, mas ele segurou meu braço.
- Sua amiga? Ou um amigo?
- Nem somos namorados, por que você insiste em agir assim, ein?
- Ok! - Ele soltou meu braço. - Mas apenas quero você essa noite. Tive um dia estressante. Preciso de você. - Ele me beijou.
- Sinto muito, mas também tive um dia estressante. Olha, já estou atrasado. Falo com você depois.
- Não! - Ele me segurou de novo. - Sabe que sou capaz de estuprar, não sabe?
- Renan...
- Não Caio! Eu quero você! AGORA! - Enfatizou a última palavra.
Apesar de detestar receber ordem, Renan sempre faz com que você atenda os caprichos dele.
- Eu passei o dia inteiro esperando ver você. - Envolveu suas mãos na minha cintura, descendo até a minha bunda, onde agarrou com bastante força. - Passei o dia inteiro de pau duro, esperando pra ficar com você. - Ele me virou e imprensou seu volume nas minhas nádegas. - Eu quero você, Caio. Você é a unica pessoa que pode me da o que preciso agora. - Ele beija meu pescoço e depois o chupa com força. Fecho os olhos e suspiro.
Sem resistir, sou capturado por seus lábios que me devoram rapidamente. Ele me beija e eu correspondo os toques de seus lábios nos meus. Sua pegada é forte e me faz vibrar. Eu tinha um compromisso?
Ele me joga contra a parede da porta do elevador e o chama, apertando o botão. Sem desgrudar dos meus lábios. Tinha um segurança na porta do prédio. E tinha o porteiro na recepção. Eles não disseram nada. Acho que estavam curtindo. O que era uma coincidência, pois eu também.
Entramos no elevador, assim que ele se abriu. Ele me pegou no colo e tirou a minha blusa. Minhas pernas o enrolaram. Ele arriou suas calças, mas ao invés de enfiar seu pênis em mim, ele me tirou de seu colo e me pois de costas. Eu comecei a gemer ao sentir sua lingua no meu cu. Ela entrou e trabalhou bem lá dentro. Ele lambia meu ânus e depois foi cuspindo e mordendo. Ele esfregava a cara no meu cu e o chupava. Eu gemia como uma gata no cio.
Agora sua lingua lambia minha orelha e a mordiscava.
- O que você fez comigo Caio? Me enfeitiçou? O que seu ânus tem, ein?
- Sou eu? Pensei que fosse você que havia me enfeitiçado.
Chegamos na cobertura. Graças a Deus, ninguém estava em casa. Abri a porta enquanto sua rola roçava nas minhas nádegas. Era uma sensação tão boa que eu nem podia explicar.
- No meu quarto! - Eu disse.
- Sim! - Ele gemeu, tornando a tocar meus lábios com os seus.
Ao entrar em meu quarto, eu já estava completamente nu e ele também. Ele me jogou em minha cama, onde pude admirar seu belo corpo definido. Nu, moreno, magro e musculoso. Ele também me observava. Veio andando devagar. Chegou seus lábios no meu umbigo, engatinhando, foi até meus lábios e chupou minha língua. Me agarrou com força e nossos pênis se roçavam. Sua pele roçava na minha. Eu gemi ao sentir seus lábios descendo de novo. Eu estava em chamas. O fogo aumentou ao sentir seus lábios abocanhando lentamente meu pênis. Ele nunca havia me chupado. Ai meu Deus, como eu gemi. Descendo e subindo, sua boca quente sugava meu pinto, o saboreando como um sorvete. Eu suava, estava calor demais. Eu me contorcia, gemendo. Gemendo. Gemendo. E me contorcendo.
- Ah! - Foi quando perdi o controle. Meus olhos reviraram. Meu pênis pulsou. Sua lingua passava na dobra da cabeça do meu pai, ele ainda estava sugando ao mesmo tempo. Sua lingua envolveu meu tronco, fazendo cocegas deliciosas em mim. Ele tirou a boca do meu pau. Olhamos um nos olhos do outro, enquanto ele apertava com força minhas bolas. Senti contrações. Ele as apertava, chupando apenas minhas cabecinha.
Gemi mais alto. Tão alto que pude escutar o eco. Ele fechou os olhos e enfiou a boca lentamente até a base, sem parar de apertar minhas bolas. Depois de um longo vai e vem bem lento, me fazendo contorcer por horas. Respirei um fundo ao sentir ele me virar. Agora ele voltou a trabalhar sua lingua no meu ânus. Ele lambeu meu cu e depois ficou enfiando e trazendo de volta sua lingua. Cuspiu e esfregou o dedo em volta. Ri, pois fez cosquinha. Ele enfiou. Gemi, dizendo "ai". Ele enfiou e tirou o pau de lá. Enfiou de novo e mexeu com o dedo lá dentro. Ele enfiou outro dedo. Os dois dedos trabalharam lá dentro. Ele enfiou o terceiro e foi fazendo um vai e vem. Depois esfregou sua mão no meu cu. Tirou a mão de lá e alisou minha bunda.
- Ai! - Gritei após sentir sua mão pesada se chocar contra minha nádega.
- Doeu? - Ele perguntou.
- Sim! Faz de novo.
Ouvi sua risadinha e senti a mão alisar minha bunda e em seguida bater nela de novo. Eu gostei.
- Seu safado!
Eu ri.
- Fico feliz de não usar mais nomes femininos pra mim.
Ele deu outra risadinha.
Agora alisando minhas mãos, ele subiu e chegou seus lábios na minha orelha onde a mordeu. Ele esfregou seu pau no meu cu, sem enfiar. Eu rebolava minha bunda e ele mexia seu quadril. Nossas peles se roçando daquele jeito, era uma coisa maravilhosa. Ele me agarrou, ficando abraçado comigo. Em cima de mim. Ele gemeu quando começou a enfiar bem devagar sua tora dentro de mim. Ele foi gemendo, gemendo.
- Ah! - Suspirou ao deixar tudo dentro de mim.
Voltando a mexer o quadril, seu movimento era como uma dança. Era gostoso. Eu mexia meu pescoço, sentindo todo seu pau dentro de mim. Nos beijamos. Nossas linguas se roçavam. Seu pau mexia bem dentro de mim. Ele foi tirando devagar e colocando bem devagar. Aquele ritmo era bom. Ele fazia um vai e vem bem lento. Eu não parava de sorrir. Ele foi aumentando o ritmo. De repente, estavamos num ritmo estavel. Eu com a minha bunda, rebolando. Ele enfiando. Mais quando ele chegava bem fundo de mim, ele mexia seu quadril. Era tão gostoso.
- Doce menino! - Sussurrou em meu ouvido.
Rapidamente, ele me colocou de frango assado. Sem tirar seu pau de dentro de mim. Ele alisou meu corpo até chegar suas mãos no meu mamilo. Onde apertou com força. E ele começou a meter bem forte.
- Ah! Renan! Me devora.
- Ai amor! Você gosta disso.
- Acaba comigo! - Eu fechei os olhos.
Ele fez isso. Ele foi enfiando seu pau em mim com tanta força que minhas chamas estavam se espalhando por toda parte. Então comecei a sentir. Meu pau tremia, meu corpo enrijeceu. Ele veio com seus lábios de encontro com meu. Seu vai e vem não era rápido, mais era forte. Era gostoso. Alisando suas mãos fortes o meu rosto e meu quadril. Nosso ritmo era constante, paciente. Sua pegada era bem forte, assim como suas estocadas. Eu enclinei a cabeça pra trás quando senti o prazer chegar ao seu limite. Ele mordeu meu pescoço, gemendo.
- Goza comigo, amor! - Ele disse.
- Me devora! Até não estar nada de mim! Acaba comigo Renan. Acaba! - Eu disse como se eu estivesse correndo uma maratona.
Foi quando ele começou a urrar. Eu gemia bastante. Então senti seu liquido espirrar bem dentro de mim. E eu comecei a gozar. Meu gozo escorreu nas nossas barrigas, grudando-nos mais ainda. Mas não paramos. Continuamos nosso ritmo. Estavamos num perfeito orgasmo. Eu não parava de gemer, a sensação era boa demais, como na primeira vez que bati punheta e gozei. Ele estava tomado de tesão, porque não parou um segundo de me beijar, como se sua vida dependesse de mim.
Nosso ritmo foi desacelerando. Nós então paramos. Ele ainda estava dentro de mim. Ele olhou nos meus olhos.
- Quer namorar comigo? - Ele perguntou.
Eu sorri e o beijei.

AVISO: Todos os meus contos foram reais, mudei apenas os nomes. Esse foi meu último conto aqui no site. Hoje tenho 24 anos, isso aconteceu quando eu ainda tinha 17 anos. Hoje, dia 08/02/2015, completo sete anos de namoro. Um grande abraço a todos que leram e curtiram. Se quiserem manter contato, acesse meu email: [email protected]

Sobre este texto

Doce Menino

Autor:

Publicação:8 de fevereiro de 2015 17:38

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Comentários

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  • Matheus
    Postado porMatheusem13 de fevereiro de 2015 12:53

    Meu Deus!Nãããão!!!!!!!!Volta a escrever, por favor.Quero mais de vc!Ai,esse conto então foi maravilhoso

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