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Do fundo do baú

Pequena Morte

Todo mundo já pensou alguma putaria enquanto observa o mundo pela janela de um ônibus e espera para chegar ao seu destino. Parece algo inevitável, você não pode fazer muita coisa que não seja esperar o tempo passar. E enquanto se espera os pensamentos são os mais diversos, contas, compromissos, algumas lembranças e, por fim, sacanagem. No meu caso nem era assim tão por fim, costumava pegar estrada uma vez por mês para visitar meus pais e não percebi quando acabei realizando a associação entre o ônibus e as sacanagens feitas ou por fazer. Passei a me imaginar em alguma situação erótica e realizando algumas loucuras dentro do ônibus. Certa vez esses desejos acabaram se tornando realidade.
Era um final de semana de feriado prolongado e planejei viajar logo após o horário do expediente. Não consegui sair no horário marcado e precisei correr para a rodoviária. Quando cheguei faltava pouco tempo para o embarque, não havia tempo para comprar as passagens antecipado, o jeito foi correr para a plataforma e torcer para ainda haver lugares no ônibus. Não era incomum em épocas de feriados que os ônibus partissem lotados. Particularmente gostava de viajar com o outro assento vazio, isso me permitia maior conforto e às vezes quando minha imaginação se perdia eu acabava por me tocar dentro do ônibus. Mas a fila que se formava era indicativo de que eu precisaria dividir assento.
Enquanto embarcava minha mala vi algumas pessoas subindo e não pude evitar em reparar um cara bonito que havia me dado um olhar de retribuição. Bem longo e demorado. Era um homem com seus 35 anos, cabelos castanhos cortados rente, jeans justas delineando uma bunda grande e carnuda e uma cara de sério que me desmontava. Sou versátil e a maioria das minhas experiências foram como ativo, mas sempre curti homens sisudos, daqueles que mesmo quando são passivos parece que te dizem que se você não fodê-los direito, eles vão te quebrar na porrada. É um certo tipo que transforma o sexo em algo parecido com uma luta, e a maior parte do tesão é domar aquele macho e socar pica até e depois que ele pedir para parar.
Quando entrei no ônibus procurei pelo meu alvo, aquele olhar não podia ser ignorado, precisava tentar alguma aproximação. Eu já estava no fim do ônibus e quase desistindo de encontra-lo quando ouvi algum dizendo que tinha lugar livre perto dele, acho que minha felicidade era evidente quando percebi que era ele. Sentei e dali em diante começamos a nos provocar mutuamente. Abri as pernas exageradamente para que ficasse pressionando as persas dele, ele fez o mesmo com o seu braço que encostava no meu de forma a indicar sua intenção de proximidade. Não falávamos nada. Sabíamos que as luzes permaneceriam acesas até chegarmos na estrada e não nos atrevíamos a passar disso por hora. Permanecemos nesse toque dissimulado para que ninguém ao redor reparasse o que estava acontecendo.
Bastou que as luzes se apagassem para que tudo ficasse mais intenso. Não aguentando de tesão dei um beijo em sua boca. Tudo tinha que ser silencioso, foi um beijo intenso e era como se tivéssemos parado de respirar por um tempo. Minha cabeça já estava louca de tesão quando os toques começaram a ser mais diretos e ele abriu minha calça e puxou meu pau para fora da calça ainda segurando ele embaixo da minha blusa. Fiz o mesmo com ele e começamos a nos punhetar sem ruído. O pau dele, assim como o meu, já estava todo babado, eu pegava um pouco daquele liquido e deslizava pelo resto do pau, deixando o movimento fácil e lubrificado. Peguei mais um pouco, esfreguei em meus dedos e coloquei em sua boca. Que tesão era vê-lo chupar sua própria porra.
Ele parou para se certificar de que ninguém estava nos observando. A única poltrona que tinha visão para a nossa era ocupada por uma senhora que dormia. Estávamos a salvo, mas só a possibilidade de que alguém pudesse nos pegar a qualquer momento deixava tudo ainda mais excitante. Quando dei esse respiro, minha cabeça parecia não acreditar que aquilo estava acontecendo, mas tive a confirmação de que era verdade quando ele se ajeitou de lado e começou a me chupar. Puta que pariu, não sei como não gemi alto naquela hora. A sua boca era quente e ele abocanhava todo o meu pinto de uma vez. Seus movimentos com a língua eram experientes. Em retribuição eu procurei seu rabo com uma mão enquanto eu apertava seus cabelos com a outra.
Aquilo estava gostoso demais para que eu conseguisse me segurar, sua boca subia e descia sem medo de engasgar, eu precisava segurar cada vez mais a respiração para não gemer e a pressão que isso causava só me deixava mais louco de tesão. Depois de um tempo dei alguns tapas pequenos em sua cabeça para indicar que iria gozar, mas ele permaneceu e engoliu cada gota da minha porra, deixando meu pau limpo. Dizem que orgasmo é como uma pequena morte, naquela noite eu tive certeza que isso era verdade, nunca havia saído do meu corpo daquele jeito e só voltei a sentir o ambiente ao meu redor quando ele me beijou e me fez sentir o gosto da minha porra em sua boca.
Então ele deu um sorriso safado e, enfim, se apresentou. Rimos disso, até então não sabíamos nem mesmo nossos nomes, mas o gosto do meu pinto ainda estava lá em sua boca. Essa noite ainda rendeu mais loucuras, mas isso eu deixo para outra hora. Por hora eu estava lá extasiado demais para saber quem era meu companheiro de assento.

Sobre este texto

Dolmancé

Autor:

Publicação:22 de abril de 2014 01:35

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Gays

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