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Do fundo do baú

Dra. Katia me punhetou no escritório de advocacia



Nosso escritório de advocacia vinha passando por um momento delicado , já que dois de nossos sócios montaram outra sociedade e levaram grande parte de nossos clientes com eles. Por isso mesmo todo e qualquer processo que entrava era muito bem elaborado, muito bem estudado para que não houvesse a menor possibilidade de perdermos o caso e também com ele a receita.
Dra. Katia era minha sócia a muito tempo, mulata alta, cabelos curtos, porte de deusa africana, sempre bem vestida como a profissão exige, muito bem centrada quase nunca desviava-se do trabalho quando mergulhava nele.
Poucas foram as vezes que almoçamos juntos sem falar de trabalho. Algumas vezes participamos de algumas audiências juntos eu como o responsável, ela como auxiliar. Divorciada , 35 anos , sem filhos morava sozinha na praça da bandeira.
A algum tempo comecei a olhar Dra. Katia com olhos de desejo, sobretudo depois que a vi apenas de blusa fina num dia de calor em sua sala do escritório. Belos braços, colares, brincos reluzentes , uma cor maravilhosa que me lembrava chocolate, chegava a ficar com vontade de morde-la de tao linda que era.
Pois bem , certo dia , eu estava apreciando um processo e precisava de sua opinião, sai de minha sala e bati em sua porta e como de costume entrei, ela comia uma barra de chocolate com os olhos perdidos na janela. Pedi licença e me aproximei falando o que tinha ido fazer em sua sala , que precisava de ajuda e essas coisas.
Ela perguntou-me do que se tratava, eu mostrei os documentos que carregava e me aproximei dela, ela curvou-se sobre os papeis na mesa e começou analisar o que eu dizia, nisto notei seu decote, e o belo par de seios seguros por um pequeno sutiã. Dra. Katia tinha os braços apoiados na mesa de modo que os cotovelos ficaram um pouco pra fora dela , quase chegando em sua barriga, de repente ela me pede para aproximar-me mais para explicar-lhe algo no documento.
Instantaneamente fui em sua direção e expliquei-lhe os detalhes e tudo , de repente percebi que meu pau roçava-lhe o cotovelo. Olhei disfarçadamente para ela que permanecia imóvel, resolvi permanecer assim também, e a medida que forçava um pouco mais, meu pau começou a ficar duro, Dra. Katia sem dizer nada , sentada como estava, tirou os braços da mesa e com a mao direita tocou minha coxa sobre a calça social, senti um tesao maluco e quando tentei falar algo , ela colocou o dedo em meus lábios fazendo o sinal de silencio, desceu a mao e acariciou meu pau ainda por sobre a calça.
Apertava vorazmente, me punhetava apertando a cabeça, abriu meu zíper e pegou meu pau sobre a cueca que a esta altura já estava molhada, um minuto depois ela levantou-se, puxou a cadeira um pouco mais pra fora da mesa e me sentou. Foi em direção a porta e trancou, fez novamente o sinal de silencio com o dedo em frente a seus lábios e ajoelhou-se na minha frente.
Desabotoou meu cinto, abriu mais meu zíper , puxou a calça pra baixo me deixando apenas de cueca, apertava gostosamente meu pau por cima da cueca, fazendo movimentos de vai e vem, tirou meu pau da cueca e puxando a cabeça viu meu liquido escorrer entre os dedos, aproximou-se e deu uma deliciosa lambida na cabeça, colocando ele ate a metade na boca, tentei colocar a mao em sua cabeça mas ela automaticamente tirou meu pau da boca, nada dizia, nada me permitia dizer, e continuou a me punhetar, cada vez mais forte, cada vez mais suave, cada vez mais rápido.
Minhas contrações foram chegando cada vez mais intensa , sua mao de ébano brilhava com meu liquido , ate que gozei. Gozei um jato forte e espesso que foi lançado longe, ela apertava meu pau me fazendo sentir um misto de dor e prazer ao mesmo tempo. Brincava com meu pau melado que começava a ficar mole outra vez, pegou um lenço de pano na bolsa, limpou-se , me ofereceu, enquanto me recompunha ela disse alto virando a chave para abrir a porta novamente “ acho que a gente consegue resolver este problema neste processo”.
Desde então sempre que posso levo algo para ela me dar sua opinião pessoal.




Sobre este texto

Dom Claudio

Autor:

Publicação:8 de setembro de 2014 16:13

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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Comentários

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  • Paulo silva
    Postado porPaulo silvaem6 de maio de 2016 13:54

    Que grande loucura mesmo

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