Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Comi Meu Priminho No Churrasco

Comi Meu Priminho No Churrasco
Eu me chamo Dom Monteiro e tenho 41 anos. Já comi muita mulher nessa vida, desde moleque quando eu tinha 15 anos a faxineira lá de casa me levava escondido para o fundo do quintal e começava a chupar minha pica. Acho que essas experiências desde menino me amadureceram rápido para o sexo e me tornaram insaciável. Na adolescência eu comia muita buceta de meninas da minha idade que davam mole pra mim, já tirei muito cabaço por aí e com 17 anos pegava até mulher mais velha. Eu era encorpado, malhado e atraía olhares das mulheres bem mais velhas e ninfomaníacas. Aos 17 minha pica já tinha lá uns 19 cm, era grossa e cabeçuda pra dar conta dessa mulherada viciada em adolescentes garanhões.
Mas foi com 19 anos que eu descobri também como é gostoso tirar cabaço de afeminadinhos, comi um no apartamento da minha Irma, lambi ele inteirinho, tinha uma bunda lisinha e pele moreninha cheirava a creme de leite kkkk, minha rola ficou gigantesca, quando vi ele de bermudinha curta, todo menininha, depois que comi ele , nunca mais parei. Adoro comer uma buceta mas quando vejo uns afeminadinhos, eu sempre dou mole para els , ai depois de levá-los para casa , coloco sainha, vestidinho, piruquinha, sandalinha, e brinco deliciosamente, kkkkk. Principalmente aqueles branquelinhos afeminados, criados em apartamento metidos a Mauricinhos, com bumbum de mocinha que não comem ninguém e ainda tem medo do que verdadeiramente sentem. São CDzinhas naturais. A gente vê logo que o putinho gosta de pica só pela cara.
O que vou relatar agora aconteceu em fevereiro deste ano, quando estava em uma chácara com a família para passar o carnal longe da bagunça. A família se reuniu pra um churrasco e fazia um tempo que eu não comia uma cdzinha devido o trabalho e Já estava louco de vontade de brincar com uma menininha rs. Entre minhas irmãs e meus cunhados, e sobrinhos(as) tinha minha prima Lucia é mais velha do que eu ela tem 47 anos tem um casal de filhos e eles foram, o Juliano tem 16 aninhos , quando eu vi ele eu assustei pois parecia uma menininha, era não muito magrinho , com uma bunda que parecia de moça, bem redondinha e empinada, um rostinho de anjo inocente, mas que guardava escondido a safadeza de um putinho só esperando ser deflorado. O pivete era muito mimado pela minha prima, sempre muito protegido tinha todas as suas vontades atendidas.
Logo comecei a reparar no rabo dele ,estava com um short de malha curto, ressaltando ainda mais a poupinha daquela bundinha branca ,e tinha umas coxas grossinhas sem um fio de cabelo. Vestia uma camiseta branca, deixando ver que se formava uns peitinhos .Toda hora enfiava a mão na bunda e tirava o short do rego, numa sensualidade inocente de ninfeta. Aquilo me deixou com um tesão da porra.
Enquanto rolava o churrasco da família, meus primos e sobrinhos, já a maioria todos adultos, inventaram de brincar de pique esconde e eu fui participar também,mas sair fora do carnal para ir ficar com a família em uma chácara é para isso né , brincar virar criança de novo Como eu era o mais velho alí na turma e já conhecia bem a chácara pois eu sempre fazia mas festinhas ali, eles nunca me encontravam. Só que o Juliano por ser mais lento pra correr, toda hora era o pique (que contava e procurava os outros).
Por sorte e a muito custo, Juliano acabou saindo do pique e passou a esconder também. Era a minha chance de agir pra tirar meu atraso naquele rabinho lindo.
Na hora de esconder eu cheguei pra ele e disse:
- vem se esconder comigo , se nção vão ficar sempre fazendo você de bobo, Você é lento demais.
Ele aceitou na hora.
- Poxa Dom, valeu!
O primeiro passo estava dado. Juliano já estava no esquema e era hora do teste. Corri com ele para trás de uma casa onde o caseiro guardava ração pra animais.
Fiz questão de o mandarele ir um pouco mais na frente pra ficar olhando aquele rabão de putinha virgem, que a cada passo engolia o tecido fino do short, revelando as papadas branquinhas, redondinhas e lisinhas que só a mamãe, até aquele dia podia dar tapinhas.
Meu pau estava duro já fazia um volume de lado a lado na minha bermuda. A ansiedade e nervosismo aumentavam ainda mais a minha vontade de meter gostoso e fazer aquele putinho gemer na minha pica.
Chegamos atrás da casa onde havia um vão, uma espécie de corredor que só podia entrar um de cada vez. Vi logo que lugares assim são ótimos pra testar esses afeminadinhos, ver se vai dar mole, pois você tem uma boa desculpa do lugar ser apertado pra começar a encoxar e apalpar a bundinha deles sem deixar tão claro suas verdadeiras intenções.
Eu entrei primeiro pra ficar por trás, mandei o Juliano entrar e ficar na minha frente:
- Juliano fica olhando pela quina da parede pra ver se vem alguém, beleza?
Ele disse: “Ok!” e ficou olhando de cantinho recostado na parede sem desconfiar que assim sua bundinha ficava bem na posição que eu queria.
A visão era boa!! Dava pra ficar só olhando e tocar uma punheta. Meu pau estava como pedra dentro da bermuda só de saber que eu tinha uma bundinha virgem na minha frente pra poder brincar. Mas eu tinha que ir devagar, putinhos novinhos e virgens tem medo de dar mole muito rápido e serem ridicularizados pela turma se depois a pessoa abrir a boca. Tentei tocar a bundinha dele com meu pau bem de leve. Percebi que ele recuou um pouco, por reflexo talvez, mas continuou olhando lá fora pela quina da parede.
Resolvi tentar uma aproximação melhor e perguntei pra ele:
- E aí Ju, tem alguém vindo aí?
- Ainda não…-sussurrou todo animado.
Aí eu dei uma de desconfiado e falei:
- Peraí , deixa eu ver isso direito! Tá um pouco apertado aqui, vou ter que encostar-se a você, viu?
- Tá bom.- respondeu.
Como ele estava inclinado eu me debrucei encostando o peito nas costas dele com a desculpa de me esticar para olhar também. Foi aí que arrisquei ser mais ousado e cravei forte meu pau pressionando na bundinha dele.



Fingi procurar os outros meninos ele ficou parado, aceitando meu pau na bundinha sem reclamar, sentindo toda potencia da minha rola na bunda dele.
Pronto! A isca tinha sido jogada e foi muito fácil como imaginei que seria! Ceder a uma situação dessas sem reclamar é típico de quem quer brincar.
Meu pau encaixava perfeitamente naquele rabo. Sentir aquele bumbum macio e meio frio por ficar exposto ao ar livre em contato com minha pele da perna era muito excitante.
Pra tentar disfarçar, ele continuou olhando fingindo não estar percebendo o que acontecia e fez uma pergunta meia sem sentido demonstrando seu nervosismo:
- Será que eles estão ainda procurando a gente?
- Não sei! Vamos ficar de olho.
Eu achava que a situação estava sob controle já que ele estava aceitando a condição de ter minha pica cravada no rabo dele como se fosse sem querer. O próximo passo era começar a bolinar, me esfregar naquele rabinho e comecei bem devagar pra ele ir se acostumando. Percebi que ele ficou tenso, mas não disse uma palavra, sinal que eu já tinha dominado o putinho para aceitar minha encoxada. Comecei a empurrar com um pouco mais de força, rebolando, fazendo um movimento lento de vai e vem, de um jeito que o short dele foi subindo e se enfiando no reguinho. Ele parecia bem receptivo comigo, enquanto continuava olhando lá fora.
- Continua olhando, viu ?- falei baixinho.
- Tá, popode dedeixar.- respondeu quase gaguejando.
Como ele estava quietinho, aceitando minhas investidas, me ergui pra olhar seu rabinho pressionado na minha pica. Era uma delícia ver aquela bundona empinada e poder encoxar e me esfregando todo nela. Sem pudor e muito ansioso, segurei a cintura dele com as mãos e disse na maior cara de pau:
- Deixa eu te segurar pra você não cair.
Falei isso pra ele se sentir seguro, como se assim ele não estivesse me confessando ser uma putinha e que estava adorando aquela nossa brincadeira.
Segurando a cintura dele com mais vigor sem tirar ainda meu pau pra fora, só arumei a rola dentro do meu shrots de modo que a cabeça ficou bem pontuda, kkk e ficou dentro do rego da bunda dele dividindo a banda da bunda por cima do shortinho dele. Ele deu uma empinadinha no rabo, mostrando o prazer em ser dominado, facilitando ainda mais o contato da minha pica na sua bunda.
O próximo passo era dar umas apalpadas naquele rabo, alisar, passara mão e tentar cutucar o cuzinho com o dedo.
Soltei as mãos da cintura dele e comecei a tocar as polpinhas da bundinha. Era uma pele lisa e macia, gostosa de tocar como uma bundinha de uma ninfeta tem que ser. Apertei, alisei, abri as nádegas daquele rabinho na maior ousadia e ele não falava nada.
Puxei o short pra cima, deixando como se fosse um fio dental, comecei a enfiar o dedo por dentro, quando puxei bem a bermudinha dele, vi que ele estava usando uma cuequinha feminina todinha enfiada na bunda, minha rola ficou maior ainda e pulsando no rego da bunda dele. Mas quando eu toquei na portinha quentinha do seu cuzinho com meu dedo, e tentei meter o dedo La dentro, ele se assustou, acho que não agüentou tanto tesão, e ficou com medo. Seu corpo tremeu todinho e ficou ainda mais tenso. Coloquei a rola pra fora e esfreguei a cabeçona na porta do cuzinho , ele começou a piscar a bunda sem parar , quando sentiu minha rola batendo na porá do cuzinho,Ainda tentei abraçá-lo e ganhar de novo um pouco da confiança, mas ele falou numa vozinha trêmula:
- Aacho que eles estão vindo pra cá! Vou correr para não me verem, tchau. - E saiu dalí correndo. Fiquei alí alisando minha pica que parecia querer explodir de tanto tesão. Meu coração estava batendo a mil… Pensei em desistir, bater uma uma punheta alí mesmo, já que a rola estava babando e acabar com aquela agonia e voltar para a festa chata no casarão da chacara. Mas uma coisa devo admitir, eu nunca tinha sentido tanta vontade de meter num cuzinho como estava sentindo naquele momento. A bunda daquele filho de uma puta era linda e gostosa demais. Tinha que tentar mais uma vez, pensei.
Arrumei um pouco o monstro pra não ficar tão visível enfiei a mão no bolso da bermuda e fui correndo pra me salvar do pique. Chegando lá eu vi aliviado que o Juliano tinha conseguido se salvar também.
A família toda tava na maior gritaria, festejando, bebendo bastante sem ao menos prestar atenção na nossa brincadeira, eu fui até a geladeira e peguei uma cerveja, outros sobrinhos foram também uns pegaram refri, outros cerveja, minha sobrinha Fernanda do outro conto que contei , estava La também com seu marido, e estava deliciosa, com uma bundona empinada , de calça legue, ela me olhava louca para eu dar um tapa na peteca dela de novo, mas eu iria ficar ali os 4 dias e com certeza iria comer minha sobrinha Fernanda de novo, agora eu queria outra coisa rs .Íamos para mais uma rodada de pique esconde e eu tentava bolar uma nova abordagem com o Juliano , só não sabia se ele ia aceitar a voltar se esconder comigo. Meus ovos estavam cheios de porra pra jorrar que até doíam, estava com um puta tesão mas tentava parecer calmo escondendo dos moleques o meu pau estourando a minha bermuda.
Olhei para o Juliano e dei uma piscada de olho, ele não parecia estar com raiva, exibia até um sorriso de ponta a ponta no rostinho. Saltitava como uma gazela de um lado para o outro e começou a olhar o volume do meu pau na minha bermuda, mas quando eu chegava perto pra tentar dar umas encostadas nele dava uma risadinha e saia dando os pulinhos como uma gazela .
- ! Venha cá meu filho.- minha prima chamou da varanda do casarão.
O Ju foi lá atender seu chamado e eu pensei:
“ Ele não vai mais voltar, a chata da minha prima vai encontrar alguma maneira de manter o filinho quietinho lá dentro da casa pra não se sujar…”
Enquanto ele andava, eu vi que seu short estava meio torto por causa do sarro que eu tinha dado, imaginei ver aquela bundinha nua se abrindo pra mim e tive a certeza que eu necessitava meter naquele cuzinho de qualquer maneira. Um friozinho na barriga subiu até minha garganta acelerando meu coração.
Como ele era todo mimadinho a mãe foi logo mandando:
- Conserte esse short meu filho, tá todo torto. - E arrumou o short nele.- Bebe uma aguinha pra não desidratar e deixa eu colocar um pouco de protetor solar em você meu lindinho.
Eles iam recomeçar a brincadeira, achando que o Juliano não voltaria mais eu perdi totalmente o interesse de continuar brincando e olhava ao redor procurando um lugar pra bater uma punheta.
- Peraí gente! Me espera que eu vou alí e volto agora.- gritou o Juliano .
“O que será que o ele foi fazer?” Pensei.
Ele não demorou, voltou logo, sorrindo e me olhando. Eu tremi só com a esperança de ter uma nova chance pra recomeçar a nossa brincadeira. Fiquei tentando pensar rápido numa maneira de chamar ele pra ir comigo, mas ele me surpreendeu quando chegou perto de mim e disse:
- Então, Dom vamos esconder?
Isso mostrava que ele estava gostando da nossa sacanagem, mas não significava que ele tava no papo. Não podia correr o risco de ir com sede demais no pote e assustar de novo a putinha.
- Vamos para aquele lugar de novo.- falei.
Corremos para trás da casa velha sem querer desperdiçar um minuto. Como um bom afeminadinho, sentindo a tentação e o fogo no rabo queimando, ele foi logo deixando eu passar primeiro pelo vão pra eu poder ficar por trás. Fazendo a pinta de inocente ele voltou a olhar pela quina da parede, colocando o bumbum de vadia à minha disposição, arrebitando bem seu rabinho ele empinou a bunda e e abriu um pouquinho mais as pernas. Ele parecia estar mais a vontade comigo, ainda disfarçando com a mentira de estar preocupado em não ser visto. Ele colocou as mãos no joelho se oferecendo todo pra mim. Fiquei por um momento encantado, olhando minha presa na mira da minha pistola. Fui alisando, passando a mão por baixo do short, apertando a bundinha dele e tive outra surpresa, descobri que ele havia tirado a cueca feminina!
Afastei seu shot para o lado e comecei a massagear seu cuzinho virgem com o dedo enquanto ele ainda tentava parecer despercebido e inocente. Molhei meu dedo com saliva e tentei meter a pontinha no seu cuzinho que piscou e se retraiu, impedindo a invasão. Forcei um pouco mais e entrou a pontinha do meu dedo.
- Aiiiiii… Que você tá fazendo Dom? Tá doendo, viu?- sussurrou com uma voizinha dengosa e safada de putinho louco pra receber pica.
Se afastou tirando meu dedo do seu rabinho e achei que ele escapar de novo, mas eu não podia deixar esta oportunidade passar. Desculpe Ju vou ser mais cuidadoso. Definitivamente eu não queria ficar somente nas encoxadas, eu queria meter toda minha pica naquele cuzinho quentinho e bem apertadinho. Tinha que pensar numa estratégia bem convincente pra ele acreditar que ninguém ia nos ver e que eu nunca ia contar pra ninguém.
Fica quietinho olhando se os moleques estão vindo pra cá. - sussurrei bem no ouvidinho dele que tava me levando a loucura.
Beijei de leve o pescoço dele e fui metendo meu dedo de novo naquele buraquinho quente.
- Aiiii Dom…- reclamou mais um pouquinho minha ninfetinha linda.
- Psiuuu ! Quietinho. Olha que eu vou fazer.- murmurei e fui logo dando mais beijinhos na sua nuca. Eu me ajoelhei atrás dele e comecei a dar beijinhos na poupa da bunda dele, coloquei minha mão por baixo da sua camiseta e fui alisando seu corpo até encontrar o peitinho arrepiado dele. Fiquei alisando o biquinho e apertando bem de leve. Minha língua estava dentro do cuzinho dele , sentia a portinha abrir e fechar na minha boca, aiiii Dom, aiiii, que você esta fazendo.. aiiii. Ele começou a rebolar na minha boca, e apertar a bunda, dei algumas mordidinhas na poupa, e abri um pouco mais as pernas dele, pois queria ver o pau dele e por todo na boca, quando abri a perna dele um pouco mais, o saco vermelhinho e lisinho ficou balançando eu cheirei e enfiei todo na boca as duas bolinhas. Tava na hora de traçar aquele putinho, eu não agüentava mais e ele parecia estar completamente entregue. Quando puxei as bolas com a boca para trás, o pau veio junto e a cabeça molinha entrou com bola e tudo na minha boca, ele saltou assustado com os gritos dos moleques bem perto da gente e saiu correndo e arrumando a bermuda.
Fiquei olhando aquela bundinha se distanciando sem puder fazer nada. Um dos moleques me viu e percebi que aquele lugar era muito arriscado. Era perfeito para a sacanagem inicial, uma mão boba no começo, umas alisadas disfarçadas até fazer ele confiar na gente. Até se fosse para uma mamada rapidinha ou uma gozada básica não tinha lugar melhor, o risco faz tudo ficar ainda mais gostoso, mas eu tinha decidido ir até o fim, eu queria fuder aquele rabinho gostoso sem pressa.
Quando todos se preparavam pra mais uma rodada do pique esconde, cheguei no Ju e falei:
- Vamos pra outro lugar, onde a gente tava estava muito a vista e eles podem chegar a qualquer momento sem a gente perceber.- falei.
- Humm...Não Dom, é perigoso alguém ver a gente fazendo essas coisas.
De maneira nenhuma podia recuar agora e deixar minha presa escapar, nem que eu tivesse que me contentar em só meter meu dedinho e gozar numa punheta.
Começamos a correr para atrás do curral, eu puxei ele pra um cantinho mais escondido segurei em sua meu pau da minha bermuda, coloquei no meio das suas pernas, abracei forte deu uma fungada no cangote dele e falei baixinho:
Vamos continuar esta brincadeirinha num lugar mais escondidinho, só quero ficar mais a vontade com você sem correr o risco de alguém nos pegar no flagra. Você não vai me deixar deste jeito, vai?- quando ele olhou para trás, e viu o tamanho do monstro, ele arregalou os olhos , nossa Dom, que isso , eu não vou agüentar, sou virgem , nunca dei meu cuzinho e ainda mais para um pinto tão grosso, olha a cabeçona! Você não tinha visto La atrás? Lógico que não pensei que era sua mão rs, é enorme. Prometo ser carinhoso vamos brincar em outro lugar?Falei bem baixinho e dei um abraço apertado.
- Hummmm…- suspirou- Mas Dom, e se alguém desconfiar e ir procurar a gente? E se alguém ficar sabendo dessas coisas?
- Vai ser nosso segredinho seu bobo..
Pronto. Ataque perfeito!! Ele ficou todo molinho, se entregando de vez pra mim.
O importante é deixar eles saber que não vamos espalhar pra todos que ele gosta mesmo é de pica, como se pudesse esconder de alguém seu jeitinho de menininha. Outra coisa é fazer o joguinho de quem a muito tempo espera por esta oportunidade e vai ficar super chateado se ele te rejeitar.
Femeazinhas adoram se sentir desejado por um macho pegador.
Saímos daquele cantinho e levei ele para um galpão onde ficavam os filhotes dos cavalos. Lá tinha luz, era bem escondido e dava pra comer ele no chão, bem sossegado.
- Agente não pode demorar, minha mãe vai me procurar e vão desconfiar.
Realmente eu não tinha pensado nisso. Então eu não podia perder tempo no meu próximo passo, tinha que convencê-lo a dar um trato na minha pica logo.
Muitas vezes é necessário dar boas desculpas e fazer acordos para os afeminadinhos aceitar tudo numa boa. Eles, a princípio tem nojo de tudo, muito medo da dor, medo de assumir que tá mesmo com tesão no rabinho e muita vergonha. Alguns até que preferem ser fudidos no cuzinho logo, sem muito alisamento, resistindo a tentação de ter um pau babado na boquinha. Mas todo mundo sabe que depois da primeira vez que um afeminadinho sente o gosto de uma pica, parece que ficam viciados e não conseguem mais ver um pau duro sem querer cair de boca nele.
Entramos no galpão, acendi a luz e fechei o portão de madeira.
- Aqui é bom de esconder pois eles não vão nem imaginar em nos procurar por estes lados.
Nisso Ju sentou no chão coberto de palhas, fechou as perninhas abraçando-as como se fosse uma donzelinha com medo do bicho papão. Eu podia ver o corpo dele tremer e percebi que teria que re-iniciar as investidas com calma, pra não assustar o putinho.
Deixar um afeminadinho admirar teu cacete inteiro, duro e babando, mostrando o quanto estamos loucos pra fude-los deixa eles louquinhos, capazes de fazer qualquer coisa pra nos satisfazer. Foi isso que eu fiz, La atrás e ele veio logo comigo, então cheguei perto dele , onde ele estava sentado e alisei a rola na frente dele, ele ficou olhando para cima esperando alguma coisa e eu puxei a rola para fora abrindo o zíper. Ele ficou tentando disfarçar, mas não conseguiu desviar os olhos do meu cacete duro. Fiquei alisando, simulando uma punheta bem lenta, passando minha mão pelo meu saco , deixando ele se deliciar com o que via.
-minha esta assim faz tempo Ju olha só.
Ele não desviava os olhos e nem piscava.
- Por que ele esta babando? perguntou se fazendo mais uma vez de inocente.
- Você sabe o porquê pega aqui pra ver como ele está duro.
- Eu não, tá doido Dom?- ele disse rápido.
-pega Só pra você sentir e ver como não tô mentindo. Juro que ninguém nunca vai ficar sabendo.
Ficou pensativo, com um olhar de pidão, quase babando.
- Você vai guardar segredo?- falou.
- Não conto,! Pega aí, sente só. Confia em mim.
Como todas as fêmeas, se fazem de difíceis mas nunca resistem a uma bela pica. Ajoelhou-se no chão e segurou com vontade no meio da minha pica. Daí ele disse olhando meu pau sem conseguir esconder a admiração:
- Nossa! Tá dura mesmo- e esta enorme, como foi que ele cresceu tanto assim ! Meu coracão disparou, pulando descompassado no peito e tive que me controlar pra não avançar e gozar muito rápido.
Alisa ele alisa bebe ...- falei olhando a sua carinha.
Abaixei minha bermuda deixando meu pau livre e a disposição para o seu olhar de encantamento, enquanto ele tirou o pintinho dele pra fora também ele puxou a bermuda de ledo e começou a mexer na rola vermelha de uns 14cm. Ele se maravilhava em puxar a pele do meu pau pra baixo revelando a cabeçona meladinha, quanto mais ele punhetava a rola babava e escorria.Ele estava adorando aquilo e resolvi dar um outro passo.
- Pode por na boca se quiser ou passa só a lingüinha nele ju .
Ele mais uma vez ficou pensativo, tentando resistir, olhou pra mim e falou:
- Tá todo melado.- isso é baba da rola amor ate você tem. Chupa um pouquinho se você não gostar você pára.
- Você jura que não conta pra ninguém?
- Claro que juro Ju!- falei.
Segurei no meio da rola Aproximei meu pau do rosto dele e falei baixinho:
- Chupa .
Ele segurou novamente, apertou e punhetou um pouquinho, alisando e espalhando a minha babinha por todo meu cacete. Eu queria era meter minha pica de uma vez naquela boquinha, se ficasse nessa demora não ia dar tempo pra nada. Coloquei minha mão na cabeça dele, fiz uma leve pressão e sussurrei:
- Shiii… Chupa, vaiii…
Como todo bom putinho ele não se fez de rogado, fechou os olhos e caiu de boca. Só que mal entrava a cabeça da minha pica na boca do putinho. Ele até que se esforçava, passava a língua na cabeçona, abria a boca e tentava engolir meu cacete. Tentei ajudar segurando ele pelo cabelo, forçando seu rosto e sua boca contra meu pau, rebolando com vontade, bem lento, porém firme. Ele estava delirando, suspirando e gemendo baixinho sem deixar meu pau sair da sua boquinha, a outra mão estava na rola dele olhei e vi que estava bem dura a pica dele e babando também. Escorria baba pelo meu saco e seus lábios ficavam ainda mais gostosinhos meladinhos e escorregadios para meu cacete entrar e sair.
Como o putinho já estava 100% dominado na arte de dar uma mamada, eu já podia iniciá-lo de verdade.
Puxava ele pelo cabelo, tirava o pau da boca dele, ficava batendo na carinha de anjinho enquanto ele tentava de todo jeito voltar a me chupar. Tinha se transformado em minutos numa vagabundazinha de primeira. Eu esfregava minha pica por todo o rostinho dele, no nariz, nos olhos, nos lábios, deixando ele todo meladinho de baba. Femeazinhas adoram essas coisas, o macho tem que mostrar quem está no controle da situação, tem que saber provocar até quase fazê-los implorar pra ganhar rola. Só então eu soltei seu cabelo, abri mais minhas pernas e rebolei gostoso, metendo minha pica na sua boquinha faminta. Ele tirou da boca e ficou segurando olhando para mim, Dom, nunca chupei um pau assim, nossa rs que gostoso, você nunca chupou um pau Ju? Sim, já chupei mas assim grande e desse jeito não, você é safado kkk.. vem aqui minha putinha ,Tirei o short dele e coloquei ele de quatro com aquela bundona pra cima. Enfiei a língua dentro do cuzinho dele, lambia a porta, as beiras, a poupa, o rego, ele com a mão empurrou a rola para trás, entendi que ele tinha gostado do que eu fiz, então segurei na cabeça da rola dele e enfie na boca, haaaaaaa, Dom, aaaai chupa, virei a cabeça para trás dobrando o pinto dele e lambia o cuzinho e a cabeça juntos ele se arrepiou todo , e começou a rebolar, eu senti a rola dele pulsando e entendi que ele iria gosaram segurei por baixo, e enfiei toda a rola na boca saco e tudo ele deu um grito e um jato de porra invadiu minha garganta, deixando meu estomago cheio de leite,haaaaa, hummmm,Dom, nossa, Dom.... levantei ele ficou de 4 mole apoiado sobre os cotovelos, eu cuspi toda porra que estava na minha boca que ainda não tinha engolido e lambuzei todo o buraco do cuzinho dele aproveitando que a bunda estava lubrificada de baba e porra, comecei a esfrega a cabeça do monstro na portinha do seu cuzinho, Quando a cabeça do meu cacete começou a entrar, ele se fechou, travou o cuzinho e soltou um gritinho de menininha magoada.
- Aiiii… Pára Dom. Você ta me machucando. Eu acho que não vou agüentar assim de cara um pau tão grosso Dom, ele falou com rinha de choro, e fazendo biquinho, eu ia ficar ali 4 dias poderia esperar mais, você entende né Dom, sim amor entendo, amei sentir seu leitinho , sim quero que você me faça gosar de novo , mas quero que me coma de vagar e com tempo, quero beber seu leite ai vamos embora, senão vão desconfiar.



Fiquei na frente dele de pé ele de joelhos, sentindo o calor da minha porra borbulhando no meu saco pronta pra explodir. Ele segurou com as duas mãos, e começou a chupar, enfiando na boca, e babando bastante agora mais ousado, lambia o saco, e a cabeça como se fosse um bezerro, fazendo barulho como uma mamadeira, ele tirou da boca ,nossa ta pulsando to sentindo seu coração aqui na minha boca, gosa, gosa na minha cara, tirei a rola da mão dele segurei no queixo da putinha , ele me olhou assustado, abre a boca minha vadia, abre, vou te dar leitinho, a porra saiu estourando tudo,a primeira jorrada foi no nariz e começou a escorre, ele abriu a boca, e a segunda foi dentro da boca, eu enfiei a rola dentro e acabei de jorrar o resto da porra acomulada, hummm, hummm, aaaai Dom, vomitou um pouco de porra, engoliu o resto e começou a tosir, segurando minha rola, lambeu o resto que pingava, limpou a boca e saiu correndo. Foi bom demais!!
Caí do lado tonto por ter gozado tão intensamente e fiquei deitado descansando daquela sacanagem toda. Eu estava satisfeito. Apesar de todo o trabalho, eu tinha dado uma fantástica gozada e era isso que importava. Ele que se limpasse depois. Com os olhos fechados sorri dos meus pensamentos de predador, sem culpa nenhuma da inocência perdida.
Depois conto o que aconteceu nos outros 3 dias restantes, ate minha sobrinha, Fernanda entrou na rola de novo beijos. ... se tiver algum putinho novinho lisinho querendo ser iniciado por mim, faça contato, vou adorar sentir sua pele de putinha .

Sobre este texto

Dom Monteiro

Autor:

Publicação:12 de setembro de 2016 14:41

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 12/09/2016.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*