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Do fundo do baú

O baile a fantasia

Uma vez, eu e a Amanda, fomos convidados pra um baile a fantasia.
A Amanda é uma amiga minha da escola, que toda vez que vou na casa dela, curte brincar de boneca comigo. Gosta de me vestir com suas roupas, me pentear, me maquiar, pintar minhas unhas, me deixando que nem uma menina de verdade.
É claro que pra festa a fantasia, ela não ia fazer diferente. Falou que ela ia escolher as fantasias e todos os detalhes. Dizendo pra eu não me preocupar com nada “Tudo bem, Amanda”, falei.
Como todas as tardes, não tem ninguem na casa dela, pudemos nos preparar com calma. Tomamos um banho demorado na banheira de hidromassagem no quarto de seus pais.
Voltando pro quarto dela, passamos um creme bem cheiroso pelo corpo todo. Ai ela abriu seus armarios e começou a escolher as roupas pra mim “Essa, sim... essa não. Deixa eu ver... Já sei, voce vai fantasiado de bruxinha” olhei pra ela e ri.
Então ela me deu uma calcinha preta, transparente, com detalhes em renda. Uma cinta liga toda rendada e meias de nylon, tudo preto. Fui vestindo cada peça, vagarozamente, me olhando no espelho.
Ela ficou sentada na cama, peladinha, observando atentamente eu me vestir, com os olhos brilhando.
O toque suave da lingerie acariciando minha pele, o elastico da calcinha apertando meu bumbum, o nylon das meias escorregando pelas minhas pernas, tava me deixando excitado. Meu pau ficou durinho, dentro da calcinha minuscula. A Amanda percebeu, me deu um tapinha na bunda “Ta ficando linda” falou.
Ai pegou um vestidinho preto, dizendo “Esse aqui é perfeito” vesti e me olhei no espelho. Era tão curto que deixava a calcinha aparecendo e ao menor movimento, mostrava todo o bumbum. O preto da roupa contrastava com a minha pele branquinha e meus cabelos loiros.
Me colocou sentado no banquinho da penteadeira e foi me maquiando com cores escuras, bem carregadas, mas com um resultado muito sensual. Passou esmalte preto nas unhas das minhas mãos e dos pés, tambem “Vai arrumando o cabelo que eu já volto” e saiu.
Voltou logo em seguida, vestida com um terno branco, camisa preta, gravata colorida, sapato bicolor e chapéu branco tambem. Riu e falou “Adivinha o que é” e eu disse “Bicheiro?” e ela “Nauuum” pensei um pouco “Pai de santo?” e ela “Não! Cafetão. Voce é a putinha bruxinha e eu sou o cafetão” e rimos.
Me passou um perfume bem doce e sensual e nela, passou a colonia pós barba, com um cheiro bem másculo, do seu pai.
Enquanto a gente se olhava no espelho, pra ver se estava tudo certinho, ela me abraçou por por tras e ficou me encoxando. Senti uma coisona grande e dura na minha bunda “Que issooo?”
A Amanda, abriu a calça e colocou pra fora um vibrador preto enorme, bem grossão, preso no seu corpo com cintas. Ela pegou aquilo na mão e ficou balançando pra mim “Um cafetão precisa ter a rola grande né” rimos e fomos pra sala.
Tomamos uns drinks todas excitadas, falando, rindo e imaginando como seria a festa, se ia ter homens gostosos, muita pegação e tal.
Então fomos pro baile, que era num prédio lá perto.
Fomos a pé e as pessoas na rua ficavam olhando nossas roupas, com cara de bobos. Alguns carros que passavam perto, buzinavam e mexiam com a gente.
Apesar da minha amiga estar de terno e gravata, com um volume enorme pendurado, balançando no meio das pernas e um cavanhaque preto que ela desenhou no rosto, não tinha como esconder suas formas femininas bem definidas. Dava pra ver nitidamente os seios firmes e redondinhos, a bundinha empinada e seu rostinho lindo de menina.
Eu naquele vestidinho curtissimo, ficava tentando em vão esconder meu bumbum dos olhares do povo. Como não tinha jeito, deixei rolar. Relaxei e fui me exibindo pelo caminho, com um pouco de vergonha, mas no fundo sentindo muito tesão com aqueles ohares famintos, secando minha bundinha de calcinha preta transparente.
Chegando lá, a festa estava bem animada. Musica alta. Gente fantasiada de um monte de coisa. Tinha zumbis, vampiros, fadas, super heróis, travestis, monstros... fantasias de todos os tipos e cores, mas nada infantis. Todas tinham um apelo bem sexy. As fantasias das meninas, evidenciavam bem os seios, as pernas e o bumbum. Os meninos usando calças ou sungas apertadas, deixando bem a mostra suas malas, que eles exibiam na maior cara de pau.
Eu e a Amanda pegamos uma bebida e ficamos olhando o movimento. O pessoal tava dançando, bebendo, conversando, alguns se pegando pelos cantos. Tudo bem descontraido mesmo.
Fomos dançar. Enquanto estavamos na pista, reparei num cara fantasiado de Batman, encostado la num canto, que não tirava os olhos de mim. Continuei dançando normalmente, mas de vez em quando dava uma ohadinha pra ele.
Na pista de dança, na sala do apartamento o pessoal já tava bem doidão com as biritas, muito a vontade. Os corpos se roçando, mãos bobas passando. No ar um cheiro inebriante de perfume, suor e bebida.
De repente senti alguem me agarrar pela cintura, dançando agarradinho comigo. Olhei pra tras, era o Batman. Como tava todo mundo bem alto, inclusive eu, e muita gente dançando do mesmo jeito, entrei no clima e deixei rolar.
Continuei dançando, rebolando na sua mala quente e volumosa. Ele vendo que eu tava curtindo, me apertou mais forte e foi me encoxando bem gostoso. Não demorou muito e sua rola tava completamente dura. Ele continuou dançando esfregando aquele pirocão quente e duro que nem ferro, na minha bundinha. Ai me agarrou pelo braço e me arrastou pro lavabo.
Fechou a porta, e sem dizer uma palavra, me abraçou e começou a me beijar como se eu fosse uma menina. Me abandonei nos seus braços, naquele amaço gostoso. Passava as mãos pelo meu corpo todo. Enfiou a mão por dentro da minha calcinha, brincando com os dedos no meu cuzinho, me fazendo tremer de desejo.
Então me fez ajoelhar no chão e abaixou a sunga de Batman. De lá pulou sua rola grande, grossa, latejando de desejo. Peguei na mão e punhetei um pouco. Dei um beijinho na glande brilhante, passei a lingua por todo o seu penis e começei a chupar com gula. Lambi e chupei as duas bolonas, duras e cheias.
Ai ele me levantou e me virou para a pia, de frente pro espelho. Se abaixou por tras de mim, tirou minha calcinha e enfiou a cara na minha bunda. Chupava e lambia meu cuzinho, me deixando louco de tesão.
Então me passou um gel lubrificante, encostou a cabeçona da rola no meu anelzinho e começou a forçar. Apoiei as duas mãos sobre a pia, abri as pernas e empinei a bundinha pra facilitar. Ele continuou forçando com carinho até que entrou. Dei um gemido de prazer. O Batman me agarrou pela cintura e começou a bombar com força. Eu gemia enquanto rebolava na sua tora grossa, gozando muito. Ele socava forte, me fodendo bem gostoso.
Ai deu um gemido, estremeceu e bombando sem parar, esvaziou suas bolonas, soltando varios jatos de porra quente dentro de mim. Guardou o pirocão na sunga, me deu um tapinha no bumbum e saiu.
Fiquei um tempo ali, apoiado na pia, recuperando o folego. Me olhando no espelho, com um sorriso de felicidade no rosto “A festa começou bem” pensei.
Vesti a calcinha, lavei o rosto e voltei pra festa.
Geeente! Me impressionei com o que vi. No pouco tempo que me ausentei, o povo ficou muito louco. Tinha umas meninas dançando peladas. Um grupo de pessoas metendo no sofá. Um casal fodendo em cima da mesa de jantar, uma loucura. Deitado numa poltrona, tinha um traveco com a rola enorme, de pernas pro ar, chupando ele mesmo. Uma garota estava ajoelhada, chupetando tres caras de uma vez “Precisa de ajuda, colega?” pensei e ri.
A musica tocava bem alto, apagaram algumas luzes deixando uma iluminação suave e sensual.
Peguei uma bebida e fiquei olhando aquele espetaculo, enquanto bebia devagarinho. Do nada apareceu um cara vestido de pirata, tirou o copo da minha mão e derramou no seu pau, que tava pra fora da calça, completamente duro. Entendi a mensagem. Me ajoelhei e começei a chupar com vontade. Ele agarrou minha cabeça e com movimentos do quadril, fodia minha boquinha.
Alguem se ajoelhou por tras de mim e começou a esfregar o pauzão duro e quente no meu bumbum. Me arrepiei todo. Olhei pra tras, era um zumbi. Sorri pra ele e empinei a bundinha, me oferecendo. Ele puxou o elastico da minha calcinha pro lado e foi enfiando sua rola, com movimentos de vai e vem.
Continuei chupando gulozamente o caralhão do pirata, enquanto era fodido pelo zumbi. Aquilo tava uma delicia. Eu gozava com as bombadas fortes que levava no cuzinho e mamava bem gostoso. Ficamos um bom tempo naquela foda gostosa, esquecidos do que rolava a nossa volta. Até que começamos a gozar juntos.
O pirata ia enchendo minha boca de leite quente, com jatos fortes e densos que eu ia engolindo, sem perder uma gota. O zumbi gozava na minha bunda, socando com furia, me inundando de esperma. Ai os dois sairam dançando, com os pirocões de fora, balançando no ar.
Continuei ajoelhado, tremendo de tesão. Apareceu um cara fantasiado de Super-homem e me levou pra um sofá grande, de couro preto.
Pelo chão tinha calcinhas de varias cores e tamanhos, cuecas, sungas, pedaços de fantasia. O baile tava ficando cada vez mais doido.
Sentamos um do lado do outro. Ele colocou a rola enorme, completamente dura pra fora da sunga e começou a me beijar e acariciar meu corpo todo. Eu punhetava seu pau, que pulsava de desejo na minha mão.
Me abaixei e começei a chupar. Ele abriu as pernas e puxou as duas bolonas pra fora da sunga. Beijei e chupei cada uma delas. Então levantei, tirei a calcinha e joguei pro alto. Me ajoelhei com as pernas abertas no seu colo, de frente pra ele e fiquei me esfregando na sua rola. Meu pau tava durinho, apontando pra cima. Ai encostei a cabeçona da sua tora no meu cuzinho, encaixei bem e fui descendo num vai e vem lento, até engolir aquela rola inteira.
Fiquei me mexendo sobre ele, bem de mansinho, sentindo sua tora enorme, grossa e quente, enterrada até o talo, pulsando dentro de mim. Nos beijavamos suavemente, lambendo nossas linguas, mordiscando os lábios.
Começei a fazer um movimento de sobe e desce lento e suave. Subia até a cabeça do pau quase sair, em seguida descia bem devagarinho, sentindo cada centimetro da sua rola deliciosa me invadir, escorregando suave até as bolas encostarem no meu bumbum, ai subia de novo.
Enquanto fazia esse movimento, beijava e lambia seus lábios. Ele segurava minha bundinha com as duas mãos, me ajudando no sobe e desce. Tava tão gostoso que eu sentia arrepios de tesão atravessarem o corpo todo.
Ele começou a fazer movimentos com o quadril, acompanhando meu ritmo. Ai foi aumentando o ritmo gradativamente. Eu gemia baixinho no seu ouvido “Ai que delicia de rola... Me fode bem gostoso, vai” Então o Super-homem começou a socar com força, bem fundo. Segurando minha bunda com as mãos, bombava com tudo “Rebola, viadinho. Rebola essa bundinha gostosa” arrebitei o bumbum, rebolei bem frenético por um tempo, depois e me abandonei sobre ele, sentindo seu caralhão me foder com força. A cada socada suas bolas batiam na minha bundinha, me deixando louco “Aaai que deliciaaa! Não para, não paraaa” eu gemia bem alto que nem uma puta e gozava muito.
O Super-homem bombava sem parar, num ritmo alucinante. Aquela tora grossa e quente me fodendo, tava me deixando nas nuvens de tanto prazer “Rebola no meu pau, viadinho. Rebola no pau do seu macho” Apoiei as mãos nos seus ombros, e passei a rebolar e cavalgar no mesmo ritmo das suas estocadas. Eu gritava fininho igual as minas de filme porno, gozando seguidamente. Ele socava forte e eu rebolava na sua rola, cavalgando com força. Até que ele estremecendo, começou a esporrar dentro de mim. Bombava sem parar nem um instante e ia soltanto jatos fartos de leite quente, bem no fundo do meu cuzinho. Uma delicia.
Então cai sobre ele e ficamos um tempo abraçados, recuperando o folego. Sua pica, toda enterrada em mim, continuava durona, pulsando forte. Eu movia o bumbum no seu colo bem devagarinho, gemendo baixinho e chupando o dedo. Eu já tinha gozado litros, mas queria mais. Minha bundinha tava num fogo só, querendo mais rola, mais porra quentinha, muito mais. E meu desejo não demorou a se realizar.
O Super-homem levantou, tirou toda sua fantasia, ficando peladão no meio da sala. Seu pirocão enorme, duro, balançava majestoso. Me colocou de quatro no sofá com o bumbum virado pra tras. Aí colocaram uma menina linda, com o resto de uma fantasia toda rasgada pelo corpo, do meu lado direito. Um menino fantasiado de anjinho a minha esquerda, e mais duas garotas peladinhas do lado dele.
Ficamos então, em cinco putinhas alinhadas lado a lado, de quatro no sofá, com as bundinhas empinadas, doidinhas pra serem fodidas. Nós olhavamos umas pras outras, rindo todas salientes, esperando rola nos cuzinhos e nas boquinhas.
O menino fantasiado de anjinho era muito lindo. Loirinho, de olhos azuis, com a pele clarinha. Estava vestido com uma batinha branca, toda rendada, bem curta que deixava sua bundinha empinada, lisinha e redondinha, toda de fora. Todo maquiado, as unhas pintadas de azul claro. Parecia uma menina, se não fosse pelo pintinho durinho pela excitação.
Então, cinco machos pirocudos se posicionaram na nossa frente e outros cinco atras. Eu tremia de excitação. Meu cuzinho piscava pelo desejo de sentir um pintão bem grosso dentro dele.
E logo meu desejo se realizou. A suruba começou. O Super-homem enterrou sua super rola no meu anelzinho, de uma vez só e começou a bombar com tudo. Na minha frente tinha um cara fantasiado de diabo, com uma rola gigantesca. Eu não acreditava no que via. Parecia um cavalo, não um diabo. Enquanto eu era fodido com tudo por tras, ele tentava enfiar aquilo na minha boca, mas era tão grande e grossa que por mais que eu abrisse a boca, não cabia. Só dava pra segurar aquela coisa monstruosa com as duas mãos e punhetar, beijar e lamber a cabeçona roxa.
Então os caras foram trocando as posições, todos fodendo o cuzinho e metendo na boquinha de todas. Nós, as putinhas de quatro, gritavamos, gozando muito. E os homens iam fodendo nossas bundinhas com toda força. Os gritinhos eram abafados com rola dura nas boquinhas, e nós chupavamos com gula, gemendo baixinho. Aquilo tava uma loucura. Eu gritava, gozando muito naqueles caralhões que me fodiam gostoso, dos dois lados. Que delicia. E eles iam mudando de posição. Todos comendo todas.
Juntaram outros homens em volta, que ficaram olhando aquela foda grupal, batendo punheta. As vezes eu beijava o anjinho lindo ou a menina que estavam do meu lado. Os homens iam socando suas rolas e fazendo o rodizio. Cada um que passava por mim, me fodendo e me agarrando, foi descosturando e rasgando meu vestidinho, até que ele caiu aos pedaços no chão.
Fiquei alí de quatro com a bundinha toda arrebitada, levando rola na bunda e na boca, só de cinta-liga e meias pretas. Gemendo, gritando, rebolando naqueles caralhos deliciosos.
Então chegou a vez do diabo com o pauzão monstruoso, me comer. Ele encostou a glande enorme e forçava, eu abria mais as pernas e empinava a bunda, pra ajudar na penetração. Ele me agarrou pela cintura e fazendo mais força, foi empurrando com decisão, até que aquela coisona entrou, arrombando meu anelzinho. Dei um grito. Meu cuzinho ardia todo. Mas ele ia enterrando sem dó. Eu via estrelinhas “Ai, tira moçooo. Ta doendo muito” chorava de dor e ele nem aí, socava aquela tora gigante cada vez mais fundo. Ele fazia um vai e vem rapido, enterrando seu pirocão descomunal, centimetro por centimetro, mais pra dentro, a cada estocada.
A dor foi passando. Meu cuzinho foi alargando e se acostumando com o tamanho e a grossura, e aquela coisona enorme e quente entrando e saindo com violencia, começou a dar uma sensação deliciosa. Ele bombava fundo, com toda força, numa velocidade louca. Eu empinava a rabeta e fazia um vai e vem junto com as estocadas dele, me arrebitando o maximo que conseguia, pra sentir aquele monstro me arrombar com tudo, enterrando o mais fundo possivel. A sensação era indescritivel. Nunca gozei tanto.
O diabo fodia como um louco, começou a dar tapas na minha bunda com as duas mãos. Eu gritava de tesão e empinava a rabeta, me oferecendo todo. Ele socava com tudo, arrombando minha bundinha com seu pirocão gigante, num vai e vem alucinante, sem parar de dar tapões bem fortes no meu bumbum. Eu chorava de tanto prazer, tremendo todo, gozando sem parar, mamando com gula a rola do cara na minha frente. Todos, gritavam, gemiam, soluçavam, falavam palavras desconexas. Queria que aquela foda não terminasse nunca. E realmente perdi a noção do tempo, delirando de tanto prazer, rebolando naquele caralhão de outro mundo. Aaai, que tesão! Aquele diabo com seu pintão monstruoso, trepava demais.
Então, depois de nos foder muito, por todos os lados, os homens começaram a gozar. Tiraram o pau dos nossos cuzinhos e boquinhas e esporraram na nossa cara, no peito, na bunda, nas costas, punhetando suas rolas com força, soltando jatos fartos de porra quentinha.
Aqueles caras que ficaram em volta, assistindo e batendo punheta, se aproximaram e gozaram esporrando tambem, todos juntos, jatos intermináveis de esperma, nos dando literalmente, um banho de porra. Uma delicia.
Terminada aquela suruba fantastica, as meninas sairam. Eu peguei o menino fantasiado de anjinho, e deitei no sofá todo coberto de esperma, com o ele deitado por cima de mim. Ficamos abraçadinhos nos beijando, cobertos de porra, sentindo o calor dos nossos corpos. Nos beijavamos ainda tremendo de tesão daquela orgia deliciosa.
Aí todos aqueles homens que nos foderam de todas as maneiras e os que assistiram, apontaram seus pirocões e mijaram sobre nós dois. Abraçados com força, nos beijando com paixão, esfregando nossos corpos, um contra o outro, tomamos aquele banho de mijo.
Quando os homens se foram, continuamos nos beijando e nos acaricando, rolando naquela poça de mijo e esperma que se tornou o sofá.
O dia ja tava clareando. A musica tinha parado de tocar. A maioria das pessoas dormiam nuas, no tapete, nas poltronas e nos outros sofás. Poucos casais e grupos ainda se pegavam, metendo de mansinho pelos cantos.
Por fim, extenuados, eu e o anjinho dormimos profundamente, agarradinhos, mijados e esporrados, naquele sofá mesmo.
Na manhã seguinte, acordei com gritinhos e gemidos. O povo retornou a suruba, se pegando pela sala toda. Que fogo tinha aquela gente.
Meu anjinho não estava mais abraçadinho comigo. Estava no outro sofá, de quatro, sendo fodido pela Amanda.
Minha amiga estava completamente nua, só com seu vibrador preto amarrado na cintura, enterrando com força na bundinha do menino. Os peitos durinhos da Amanda, sacudiam a cada estocada que ela dava.
O putinho rebolava todo empinadinho, naquela coisa enorme, gemendo com os olhinhos fechados. Seu pintinho tava apontado pra frente, todo durinho. Não resisti. Fui lá, peguei aquela coisinha linda e fiquei punhetando com os dedos. Quando meu anjinho lindo me viu, sorriu pra mim. Dei um beijinho na sua boca e entrei por baixo deles dois. Enfiei a piroquinha dele, inteirinha na boca. Depois fiquei chupando no mesmo ritmo que eles metiam. Dava pra ver por baixo, aquela coisona preta, tão grandona, entrando e saindo no bumbum do garotinho. Ele gemia baixinho e tremia todo de tesão.
A Amanda bombava num ritmo cadenciado, eu chupava aquele pintinho delicioso com gula. Então o menino começou a gemer mais alto, estremeceu todo e gozou, soltando jatinhos de esperma angelical na minha boca. Engoli cada gota. Tinha um gostinho delicioso.
Ai levantei e sai. Eu tava com o pau durinho de tesão por ter chupado o anjinho, e pela cena dele e da minha amiga, nuzinhos, transando gostoso. Tava com muita vontade de me juntar a eles e participar. Mas queria tomar um banho antes.
Minha amiga continuava fodendo sem parar a bundinha do menino, que se deliciava “Eeei, onde voce vai? Voce é o proximo” ela falou “Mais tarde Amanda, mais tarde” e fui andando pelo corredor.
Entrei no primeiro quarto que tinha, em busca de um banheiro. Lá dentro, dois casais metendo na mesma cama. Fechei a porta rapidamente. Abri a porta de outro quarto. Tinha uns caras se pegando. Me chamaram pra participar. Sai fechando a porta sem responder. Abri com cuidado a porta do proximo quarto e estava vazio “Finalmente” pensei.
O quarto era obviamente de uma menina. A cama tava coberta com um edredom de bichinhos. E pelo quarto todo tinha coisas de menina, como ursinhos e bonecas. Fui direto pro banheiro e levei um puta susto, quando vi um homem dentro do box, tomando banho.
Reconheci na hora. Era aquele que fantasiado de diabo, me comeu na noite passada. Senti um arrepio na espinha, quando olhei mais pra baixo e vi sua rola enorme. Mesmo mole, era monstruosamente grande.
Ele sorriu e fez um sinal pra eu entrar no box. Só de pensar em tomar banho junto com ele, me arrepiei todinho de tesão. Sorri pra ele, olhei de novo pro seu pauzão gigante e passei a lingua nos lábios.
Sentei sobre a tampa do vaso e fui tirando lentamente as meias de nylon, a cinta-liga e joguei tudo num canto. O cara me devorava com os olhos, alisando a rola pra me provocar.
Pude observa-lo com mais atenção, do que na noite anterior. Ele era alto, bonito. Moreno, com os cabelos curtos, saradão. Devia ter pouco mais de vinte anos. Tinha algumas tatuagens pelo corpo.
Ficava se ensaboando e olhando meu corpo, com os olhos brilhando de desejo.
Entrei no box, fiquei debaixo da agua morna por um tempo. Ele pegou sabonete liquido e começou a passar pelo meu corpo “Me chamo Luciano e sou o namorado da Isabella, a menina que organizou o baile” ele disse, enquanto me ensaboava. Passava as mãos grandes e fortes pelo meu corpo todo, me deixando tremulo de tesão “e nunca comi uma bundinha tão gostosa como a sua” murmurou com a voz rouca no meu ouvido, me arrepiando todo “Ai, para vai...” falei. Me apresentei tambem, todo timido, mas completamente lamguido de tesão “Essa Isabella, ta bem servida de rola. Que inveja” pensei. Meu cuzinho tava piscando de desejo.
Enquanto ele me ensaboava, nossos corpos se encostavam e sua rola gigantesca, roçando no meu bumbum, foi ficando dura, batendo nas minhas pernas me deixando com mais tesão ainda.
Ele encheu a mão de sabonete liquido e ensaboou demoradamente minha bunda, brincando com os dedos no meu cuzinho. Enfiava um dedo, depois outro. Eu empinava a bundinha pra ele e gemia baixinho.
Então me ajoelhei e peguei sua rola. Mais uma vez fiquei impressionado. Era monumental. Passava do meio de suas coxas, chegando quase até os joelhos. Grossa como meu braço. Pesada, quente, com as veias saltadas e a cabeçona roxa, toda exposta. Não sei como eu tinha aguentado aquilo no meu cuzinho ontem a noite. Mas uma coisa eu sabia. Queria, e queria muito ela toda enterrada na minha bunda, naquele momento.
Começei a punhetar lentamente. Tentei enfiar na boca, mas realmente não cabia. Só dava pra beijar e lamber aquele mastro. O saco era firme, com dois ovos enormes, proporsionais ao penis. Lambi e beijei, enfiei um de cada vez na boca, que mal cabiam de tão grandes. O Luciano tremia de prazer.
Ai ele fechou a torneira da agua e me levantou. Me virou de costas pra ele e começou a ensaboar minha bunda e sua rola, com bastante sabonete liquido “Ai... É agora” pensei.
E era mesmo. Encostou a cabeçona do pau no meu anelzinho e começou a forçar. Apoiei as mãos no vidro do box, abri as pernas e empinei o bumbum “Agora vou foder essa bundinha bem gostoso” segurou a rola com a mão, e com movimentos curtos e rapidos do quadril ia forçando a entradinha. Eu forçava o bumbum pra tras. Meu cuzinho foi alargando devagarinho, se abrindo cada vez mais a cada socadinha que ele dava, até que sua glande enorme entrou num pulo. Dei um gritinho do mais puro prazer. Eu tava com tanto tesão, que quase não senti dor nenhuma “Me come, me fodeee” só tesão e muita vontade de ser fodido por aquele homem.
Com movimentos do quadril ele ia fazendo um vai e vem lento, enterrando sua rola cada vez mais. Eu gemia de prazer. Aquele mastro gigantesco me invadindo devagarinho, entrando mais fundo a cada estocada, era delicioso. Me empinava mais, gemendo de prazer. Ele foi entrando centimetro por centimetro a cada socada. Até que senti seus ovos encostarem na minha bundinha. Ele parou um instante. Eu fiacava rebolando devagarinho, sentindo aquilo tudo dentro de mim, enterrado até o talo, pulsando forte de desejo.
Então o Luciano me deu um tapa na bunda “Era rola que voce queria? Então toma” me agarrou pela cintura e começou a bombar com força. Socava bem fundo, me arrombando gostoso. Aquela tora gigantesca me fodendo, era uma delicia do outro mundo. Ele começou a dar tapas na minha bunda. “Aaai que deliciaaa, me fode, me fode gostoso” eu me arrebitava, me entregando todo pra ele, gozando, gemendo, gritando, num prazer indescritivel. Eu via estrelinhas coloridas flutuando na minha frente, num delirio de prazer.
Ele bombava forte, num ritmo alucinante, me levando as nuvens. Eu gozava seguidamente, gritando de prazer. Ele socava com força, sacudindo meu corpo inteiro. Aquilo tava tão gostoso, que eu me abandonei todo nos braços daquele macho. Encostei o rosto no vidro do box e começei a chorar baixinho de tanto tesão “Chora, putinha! Chora e rebola na rola do teu macho” e começou a dar tapões bem fortes, com as duas mãos. Eu chorava bem alto e gozava litros. Suas bolonas pesadas batiam com força na minha bundinha, a cada estocada, me dando mais tesão ainda. Ele enfiou um dedo na minha boca, que eu chupava como se fosse um penis, soluçando baixinho.
O Luciano, enterrava fundo e bombava furiozamente. Eu gemia, chorava, rebolando gostoso na sua jeba poderosa que me possuia, me fodia, me arrombava deliciosamente. Que trepada alucinante.
Então apertou minha cintura com força, deu um grito abafado, começou a bombar mais forte ainda e gozou. Socava a rola bem fundo, sem parar, soltando jatos fortes, densos e fartos de esperma quente dentro de mim, me enxendo de porra. Uma delicia.
Depois de me enxugar, fui pro quarto e abri o armario, pra pegar alguma coisa pra vestir.
O Luciano estava me olhando de braços cruzados. Então se aproximou e falou “Onde voce pensa que vai?” fiquei confuso “Eu... é, eu...” ele me pegou pelo braço e me jogou na cama “Ainda não terminamos nossa conversa” sua rola gigantesca tava completamente dura.
Me comeu de quatro, frango assado, de bruço, de ladinho... Nossa, que fogo tinha aquele cara. Me fodeu horas seguidas, me fazendo ir aos ceus de tanto gozar.
Enfim, voltei ao armario, fui abrindo as gavetas e peguei ao acaso, uma calcinha e uma camiseta.
O Luciano tava no banheiro mijando.
De repente, entrou uma menina. Era a Giulia, irmã menor da Isabella, a dona da festa “Quem é que entra no meu quarto, bagunça minha cama toda e ainda por cima usa minhas roupasss?” gritou com cara de brava. Então pulou na cama, abriu as pernas exibindo a pepeca lisinha e rosada “Agora vai ter que pagar” falou, enfiando o dedinho na bucta e sorrindo. Era uma menina linda e bem gostozinha. Fiquei ali parado, sem saber o que fazer.
O Luciano voltou do banheiro com sua tromba enorme balançando a cada passo que dava. Quando a Giulia viu ele, abriu um sorriso de felicidade e começou a massagear sua xotinha.
Sai de fininho e voltei pra sala.
A festa tinha recomeçado. Só que não era mais baile a fantasia, era orgia mesmo. A musica tava alta. Tinha gente se pegando geral pela sala toda.
Num canto estava o gatinho da fantasia de anjinho. Sorri pra ele e ele retribuiu com o sorriso mais lindo desse mundo. Ele estava sozinho numa poltrona de couro, todo maquiadinho e vestido só com uma calcinha, daquelas fofas, com estampa hello kitty. Fui ao seu encontro lentamemte, devorando com os olhos seu corpinho todo. Ele tambem olhava o meu corpo com seus grandes olhos azuis, brilhando de desejo.
Aquela festa parecia que realmente, ia ser tudo de bom.

Sobre este texto

drii

Autor:

Publicação:1 de julho de 2013 23:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Este texto foi lido 778 vezes desde sua publicação em 01/07/2013. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Carlos Eduardo Paulino
    Postado porCarlo Michelle Caravaggioem31 de agosto de 2013 17:12
    Carlo Michelle Caravaggio é um autor no História Erótica

    Muito bom este conto. Completo. Alucinante. Parabéns.

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