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Quatro no paraíso - Primeira parte

Eramos 2 casais saindo juntos pela primeira vez. Beth e eu, Lisa e Alex. Todos na faixa dos cincoenta e poucos: Beth ruiva, lindos peitões, muito safada e 100% minha cúmplice; eu grisalho, gordinho, devoto de sexo; Lisa, uma volumosa morena das que chamam a atenção em qualquer ambiente, alegre e extrovertida; Alex, bem magro, moreno, agitado e muito divertido. Nos conhecemos através de um site de swingers onde trocamos mensagens, fotos e resolvemos sair mesmo sem maiores conversas, tipo "vamos ver aonde isso nos leva".

Nos encontramos em um bar, no Saco de S. Francisco, em Niterói. Uma delícia de lugar; calmo, reservado e muito aconchegante. Demos a sorte da noite estar maravilhosa, com a temperatura ideal para saborearmos bons queijos e vinhos, o que rapidamente "quebrou o gelo" e permitiu que a conversa evoluísse para temas cada vez mais picantes. Eles nos contaram que já haviam tido algumas experiências com outros casais que, exceto uma onde não houve sintonia, foram muito boas. Nós falamos sobre as duas vezes que havíamos saído com um mesmo casal, mas sem nos satisfazer inteiramente, motivo pelo qual buscamos novas amizades. Explicamos que somos abertos a tudo que possa dar prazer, respeitando sempre os limites de cada um que, em nosso caso, é não gostar de violência.

Enquanto a conversa rolava, eu estava fascinado pelos peitos da Lisa, que praticamente pulavam do grande decote e balançavam gostosamente a cada movimento enquanto nossos joelhos se esbarravam em baixo da mesa. Em dado momento, Alex sugeriu trocar de lugar comigo, de forma que ele ficou ao lado da Beth e eu da Lisa, permitindo maior contato e também que as mãos pudessem explorar uns aos outros. Logo vi que Beth alisava o pau do Alex, e deduzi que devia ser bem interessante pois ela sorria muito. Eu, claro, parti para apalpar os peitos da Lisa, apoiando por baixo para sentir seu peso, acariciando delicadamente os mamilos que endureciam mais a cada minuto; macios, redondos, pesados e grandes, muito grandes: que peitos gostosos. Eu já estava quase perdendo o controle e caindo de boca... Enquanto isso ela alisava minha coxa por dentro, com a ponta das unhas, subindo até meu pau, a essa altura já inchado de tesão, depois voltando e subindo de novo, devagar, fazendo pressão. Eu estava todo melado e creio que o Alex também pois a Beth é mestra em manipular um pau. Resolvemos ir para um motel ali perto. Pedimos a conta e o garçom ficou nervoso, olhos fixos nos decotes, errou a soma 3 vezes. A saída do bar foi um vexame: Não dava para disfarçar os paus duros. Deu prá perceber os comentários nas outras mesas, o que achamos muito divertido e aumentou mais ainda nosso tesão.

Fomos em dois carros, já com os pares trocados, mas quem olhasse de fora só veria o motorista de cada carro. Dá prá imaginar o porque! E como a Lisa chupava bem.. que boca! E melhor ainda porque era evidente quanto ela gosta. Ela mama com prazer e isso me excita muito. Em vez de chegar no motel, quase cheguei no céu, e imagino que Alex e Beth estavam na mesma sintonia. Mas enfim, chegamos ao motel e pegamos a suíte principal. Estacionamos e, saindo do carro, vi que a Beth estava com o rosto todo melado de gozo... ela olhou nos meus olhos e deu o mais sacana dos sorrisos, como se estivesse dizendo: – Olha sua putinha toda esporrada! E eu sei que ela não limpou de propósito, só prá me mostrar. Ela estava linda!!

A suíte era muito melhor do que pensei. A decoração elegante, de gosto refinado, bem ampla e equipada: Tinha tudo que se pode esperar de um motel de 1ª. Além disso cheirava a limpeza. A água da piscina estava cristalina e a qualidade dos lençóis, toalhas, roupões e demais objetos demonstrava o cuidado com cada detalhe. Fiquei feliz de estar ali, com aquelas pessoas e por isso pedi um champagne para brindarmos.

Enquanto esperava o champagne, puxei a Beth num canto prá saber detalhes picantes. Ela me disse que estava fascinada pela pica do Alex, porque além de grande e grossa, era bonita, cheirosa e tinha a pele muito gostosa, bem lisinha, "uma delícia de engolir" e disse que não via a hora de senir ela entrando inteira na sua bucetinha. Eu fiquei doido de tesão. Contei prá ela dos peitos da Lisa, da xoxota que parecia um lago de tão molhada e que eu estava animado porque a Lisa tinha metido um dedinho no meu cú, tipo testando para ver minha reação e eu, é claro, demonstrei que gostava muito de ser penetrado, e ela falou no meu ouvido: "humm, vc vai dar esse cuzinho prá mim, vai?". Enquanto trocavamos essas confidências, a Beth ficava passando a mão no meu pau, que latejava dentro da calça, esfregava os peitos em mim, me beijava e eu puxava ela pela bundinha e exibia essa sacanagem para nossos amigos, que retribuiam já começ˜do a tirar suas roupas. A Lisa ajoelhou, abriu a calça do Alex, puxou aquele pauzão enorme prá fora e ficava lambendo e me olhando nos olhos. Uhhh que tesão que aquilo tudo me provocava. A Beth não fez por menos e engolia meu pau inteiro se mostrando pro Alex.

Nisso, soa a campainha anunciando a chegada de nosso pedido. Todos nos dirigimos para a saleta e no caminho, "sem querer querendo" esbarrei minha mão no pau do Alex (realmente, como a Beth disse, uma pele maravilhosa!), que percebeu, me olhou e sorriu. Levantamos um brinde: –A nós e ao tesão! E imediatamente a Lisa puxou nós três para um beijo. Uma sensação muito diferente, quatro bocas, quatro línguas e todos, sem qualquer dúvida, adorando aquilo. O beijo se desenvolveu em mãos se alisando, roupas caindo, corpos se esfregando, champagne sendo lambido em peitos, paus e bucetas. Em dado momento a Beth pega o pau do Alex e põe na minha boca. Eu não resisti, engoli até entrar na minha garganta –ele gemia e forçava mais– e a Lisa chupava a bucetinha depiladinha da Beth e metia dois dedos no meu cú, que a Beth oferecia abrindo minha bunda para ela. Para minha surpresa, o Alex esfrega seu pé em meu pau e goza abundantemente na minha boca. Eu faço o mesmo com Lisa e Beth, que puxam o Alex para mamar também. Uma loucura geral, que derrubou qualquer resto de barreira que algum de nós pudesse ter. Dali prá frente seria só prazer, sem limites. Todos nós inteiramente entregues uns aos outros. Se existe uma forma de definir "Paraíso", eu asseguro que é essa.

Bem, esse foi o primeiro capítulo. Em breve segue o segundo, onde as coisas esquentam de verdade.

Leitores interessados em viver fantasias como essa, mandem e-mail para [email protected]

Sobre este texto

Dzjod4

Autor:

Publicação:1 de setembro de 2012 22:14

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Swingers

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Este texto foi lido 1.633 vezes desde sua publicação em 01/09/2012. Dados do Google Analytics

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