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A Lenda do Boto

Fazia algum tempo que ELE estava viajando pelo exterior. Eu passei a ir todo fim de semana pra casa da praia, sozinha, onde curtia minha saudade e recuperava as energias de uma semana intensa: trabalho, academia, estresse de trânsito, problemas cotidianos . . .
Na semana anterior o nosso caseiro, “seu” Manoel me contou que haveria uma competição de surf na região com gente “até das australias” como ele disse. Eu não acompanho mais esse assunto, depois que parei com o esporte, ainda adolescente. Sei, como a maioria das pessoas, alguns nomes famosos que aparecem nos programas esportivos, mas nada muito especial. Encarei o assunto como um evento a ser freqüentado, para alegrar meu fim de semana. Se é que isso seria possível sem o ELE.
Cheguei sexta-feira no meio da tarde, estava um dia lindo de final de primavera, quente o suficiente para um banho de mar. Percebi que havia bastante gente na praia, sinal que o evento iria “bombar”.

Já estávamos no horário de verão e o sol se punha mais tarde, fiquei na praia até escurecer. Na saída resolvi beber uma cerveja no quiosque, que estava mais cheio que de costume. Garotas lindas, rapazes bronzeados, tudo indicando que eram de fora, alguns estrangeiros, pela babel que se instalara no serviço de atendimento. Como sou “de casa” peguei minha cerveja diretamente com o dono do lugar, que sorria satisfeito com o movimento de “verão antecipado”. Custei para achar uma mesinha vaga, mas em menos de cinco minutos alguém pediu:
- Posso dividir a mesa com você, ELA?

Eu não acreditava no que estava acontecendo. Só poderia ser um sonho, ou uma peça que o destino nos prega sem que possamos decifrar suas intenções. Mesmo já tendo identificado o rapaz, eu continuava boquiaberta olhando para ele inteiro, sem acreditar no que meus olhos me contavam.
- Não está me reconhecendo? Perguntou, colocando-se de pé bem a minha frente.
- Não! Quer dizer, sim! Claro! Mas não acredito! Quantos anos? Quinze?
- Doze, exatamente!
E nos abraçamos enquanto ele dizia bem próximo ao meu ouvido:
- Você não mudou nada, só está ainda mais bonita.
- Ah! Você mudou bastante, está um “homão”, era um menino.

Ele riu com o adjetivo e sentou ao meu lado. Os cabelos de surfista da adolescência estavam ainda mais claros, maiores no comprimento e a pele bronzeadíssima, aparentando ter prosseguido com o esporte. Seus músculos bem desenvolvidos, as costas largas, e os dentes brancos ressaltando na face sua expressão saudável.

- Me conta tudo! Com que idade você está agora? 27? 28? Perguntei, curiosa.
- Você está com 26, certo? Sem responder minha pergunta.
- Ah! Escondendo a idade? Mas sei fazer contas, você não escapa. Rimos.
- Acho que esse negócio de surf está chegando ao fim e eu não estou preparado, tento me convencer que ainda posso competir com a garotada, disse entre sorrisos.

Minha cerveja acabou e ele tentou pedir outra, mas eu mesma fui buscar pelos fundos, senão não seria atendida tão cedo naquela confusão. Quando retornei, ele não perdeu tempo e mandou a frase que eu já esperava:
- Sua bunda continua chamando a atenção, todos aqui no bar ficaram olhando, inclusive eu. Confessou.
Dei um soco no seu braço, quase na altura do ombro e fingi ter machucado a mão. – Nossa! Que músculos duros?! Quebrei meus dedos, menti. Tudo desculpa para pegar nos músculos dele e sentir como era “durinho” aquele que foi meu primeiro menino, se bem que não completamente.

Foi meu primeiro beijo na boca, quem me apalpou o corpo e chupou meus peitinhos. Tinha entre quatorze e quinze anos, quando isso aconteceu. Nem sabia identificar que era tesão o que senti na época, vindo a descobrir isso mais tarde. Mas sabia que era tesão o que estava sentindo agora. Esse cara estava me devendo!
Ficamos conversando sobre nossas vidas até os tempos atuais, enquanto a noite dominava o entardecer. Sobre o balcão já estavam umas oito latinhas vazias. Apenas eu bebia cerveja. Ele bebia água mineral, acreditem.

Ele tentava fazer com que falássemos sobre nosso “caso” juvenil, mas eu acabava cortando e mudando de assunto, sabia que aquela conversa só ia levar para um único lugar: a cama! Eu não podia dar bandeira ali no quiosque, alguns nativos estavam presentes e me conheciam, logo seria motivo de “comentários” em toda a vila. Mas ele estava excitado com o encontro e volta e meia reprisava o “nosso assunto”, até que decidi explicar pra ele a situação.

Mas a verdade é que eu também queria “terminar” o que havia iniciado há doze anos atrás e a oportunidade estava ali, ao alcance das minhas mãos. Quando teria outra chance dessas? Talvez nunca mais! Vai saber! Explicando a situação, deixei brechas para ele entender que eu estava disposta a um encontro “as escondidas”, o que o deixou ainda mais excitado. Era como um replay daqueles tempos, fazíamos nossas sacanagens escondidas em razão da pouca idade, agora queríamos fazer pelas circunstâncias. Também não podia levá-lo a nossa casa, no dia seguinte cedo a filha do “seu” Manoel viria ajeitar as coisas e não queria que ela o visse por lá.

Minha mente criativa buscava uma saída quando ele falou ao pé do meu ouvido: - Te encontro nas pedras as 10 horas, vou ficar te esperando. E beijou meu rosto, levantando-se e abandonando o lugar. Se algum nativo estivesse de olho, entenderia como “esse foi embora, não vai comer a gostosa”. Assim pensando, chamei dois nativos que conversavam próximos, de pé, para sentarem comigo. Desta forma as coisas se confirmavam. Logo depois um casal de nativos veio sentar conosco e as fofoqueiras de plantão ficaram sem assunto naquela noite.

Eram nove horas quando me despedi dos nativos, alegando estar cansada e ir dormir mais cedo. Tenho a sensação que os nativos não vão muito com a minha cara, não sei exatamente o por que. Com exceção desta noite, muito raro alguém do local ficar conversando comigo, descontraídos. Sempre percebo uma alfinetada, uma maldade, mas pode ser coisa da minha cabeça. Cheguei em casa e senti o corpo quente. Olhei-me no espelho e percebi minha excitação. Meus lábios estavam “inchados”, característica de quando estou tesuda. Fui para o quarto escolher a roupa que vestiria para o encontro nas pedras. Estava uma noite abafada, sem vento, pensei num shortinho e uma camiseta. Mas a imagem dele me despindo veio a mente e achei muita tarefa, queria logo chegar ao que nunca foi concluído.

Escolhi um vestidinho, meio antigo, o que me reportava a anos próximos daquela ocasião que iríamos reviver. Resolvi que não vestiria soutien e calcinha, por mais vulgar que poderia parecer. Eu sabia que na escuridão da noite, depois que tudo rolasse, achar aquelas peças pequenas era quase impossível. Seria como jogar no lixo e não achei conveniente desperdiçar minha lingerie tão lindinha. Fui para o chuveiro, onde minha excitação só fez crescer. Passando a mão pelo corpo, fiquei imaginando seus braços fortes me apertando e fiz um esforço enorme para não me masturbar naquele instante.

Depois que estava pronta, desliguei todas as luzes internas, deixando apenas as do jardim acessas. Sai pelo portão da praia para não passar em frente ao quiosque. Descalça, me aproximei do costão sempre pelos locais mais escuros. Era lua minguante, quase não havia luz. Quando me aproximei das pedras pude ver a silhueta dele contrastando com o mar, parte mais clara pelo reflexo da lua. Cheguei bem próxima, sem fazer barulho e fiquei olhando para ele, que ansioso, andava de um lado para o outro. Percebia quando tentava ver se alguém se aproximava, mas olhando para o lado errado, para a praia. Eu vim pela encosta e tive certeza que não me viu chegar.

Meu tesão estava cada vez maior e o dele também, pelas aparências. Resolvi surpreendê-lo, afinal ele não havia levado nosso desejo adiante naquela oportunidade, agora eu queria mostrar “quem está no comando”. Cheguei por trás dele e coloquei a mão esquerda sobre seus olhos, encostando meu corpo ao dele. Ele tomou um susto! Com a mão direita procurei pelo membro dele no short de surfista que vestia. Peguei e fiquei ainda mais tesuda, era duro e grande. E estava em débito comigo, queria os juros daquela “operação”. Massageei com a mão sua glande, enquanto ele tentava se virar para mim. – Xiiii! Sussurrei no seu ouvido! Você teve sua chance e não aproveitou, agora “eu” estou no comando. Segurando o pau na mão, fui “puxando” ele para as pedras mais próximas do mar. O caminho e o local já são meus velhos conhecidos.

A maré alta, mas tranqüila, inundava meu cantinho predileto. Tirei o vestido em um único movimento, ficando totalmente nua. Sua camiseta eu arranquei pela cabeça, só usando a mão esquerda. Já o short eu arranquei com os dentes, sem largar o pau dele um só instante. Empurrei-o para um canto, apoiando suas costas a uma pedra, ajoelhei sobre o vestido aos seus pés e comecei a chupar o pau, primeiro com a língua e depois abocanhando inteiro e com força. Só parei de chupar quando ele gozou dentro da minha boca. Era tanta porra que não consegui engolir tudo, boa parte vazou pelos cantos da boca. Delicia! Delicia! Delicia!

Não deixei seu pau ficar sem meu toque um só instante. Puxei-o para dentro da água e então me entrelacei na sua cintura, abraçando seu pescoço. Com o corpo mergulhado na água até os seios, procurei pelo pau com movimentos explícitos de querer a penetração. Sua mão esquerda ajudou a localização da minha boceta e eu “sentei” nele deixando que me invadisse. Fazendo alavanca nos seus ombros, pulei sobre aquele monumento de prazer e os primeiros gemidos mais altos se fizeram ouvir. Minutos depois eu já gritava para ele foder a sua menina, enquanto se equilibra nas pernas fortes para sustentar meu peso e meus movimentos.

Gozei cravando as unhas nas suas costas e beijando sua boca. Gemidos de prazer abafados pelo beijo, a água do mar refrigerando meu corpo quente e o pau entrando e saindo na boceta, prolongaram meu gozo com um tesão intenso. Seus braços me sustentavam e eu reverberava no pau dele, que não parava de produzir o vai-e-vem que me alucinava, ensandecia . . .
Quando gozou, joguei a cabeça para trás e o corpo para baixo, sentindo seu pau pulsar dentro de mim, jorrando porra quente e enterrando tudo a ponto de sentir seus pentelhos tocando minha vulva. Momentaneamente desequilibrou e fomos para debaixo da água, provocando um quase afogamento. Senti o gosto salgado da água na minha boca.

Minha sensação era de estar fodendo com um boto, aquele da lenda amazônica que sai da água para seduzir as virgens ribeirinhas. Seu corpo acostumado ao mar, molhado e escorregadio, cheirava a mar e eu lambia seu pescoço para sentir o gosto. Fizemos sexo mais duas vezes, naquela mesma posição. Depois pedi que se fosse, para não gerar motivos que os nativos pudessem falar. Combinamos que na noite seguinte voltaríamos na mesma hora e lugar.

Passei o dia de sábado na praia, assistindo a competição de surf , cerca de 4km adiante da nossa casa. Fui a pé, caminhando pela praia e voltando a cabeça para trás, vendo as pedras do costão onde tudo tinha acontecido. Para minha surpresa ainda estava sentindo tesão, sinal mais que claro de que queria mais. Já passava das duas da tarde quando resolvi comer alguma coisa, enjoada de tanta cerveja. O restaurante do lugar estava lotado e não achei boa idéia ir comer ali. Lembrei de um lugar interessante e continuei caminhando em direção a cidade vizinha. Dois quilômetros a frente, o lugarzinho que lembrei estava mais tranqüilo. Chamávamos de “boteco das filhas”. São cinco garotas, entre 18 e 25 anos que herdaram o lugar do pai, morto no mar em dia de tempestade.

Era um pescador que resolveu servir comida caseira açoriana, que deu supercerto. O negócio cresceu ainda mais depois que elas e a mãe assumiram o comando, parece que tinham mais “tino” para o negócio. Nos tempos do pai ainda vivo, elas já trabalhavam lá, vestidas com roupas normais, revelando a pobreza de suas origens e a caretice do velho. Depois, roupinhas mais sexy, cabelos arrumados, unhas pintadas e muito mais simpatia, atraíram o público de mais posse da região e virou um point bem freqüentado. Uma reforma no lugar completou a maquiagem e agora os preços estavam mais “rentáveis” também. Mas uma coisa não saia da minha cabeça: essas meninas não namoravam, nunca vi nenhuma delas com um garoto. E a penúltima, com no máximo 20 anos, era um pedacinho de mau caminho. As outras nem tanto, mas não eram de jogar fora, assim.

Era tudo dividido, cada setor uma atendia as bebidas, colocava a mesa e recolhia os pratos. A mais velha era uma espécie de maitrê, só anotava os pedidos de petiscos e comida. Sabia detalhar o cardápio e explicar os ingredientes. Como sempre fazia quando freqüentava o lugar, eu sempre pegava uma mesa no setor da bonitinha. Além de simpática, ela era atraente e eu flertava discretamente. Eu só não! Em várias ocasiões peguei o ELE de olho nas pernas e na bunda dela. Ela era bem branquinha, mais que as outras. A mais velha parecia ser a única que freqüentava a praia, tinha marcas de biquíni nos ombros.

Sentei-me à mesa junto da janela, de onde podia ver o restante do ambiente e a praia. Não sabia se continuava com a cerveja ou bebia um refrigerante. A bonitinha chegou com seu sorriso e olhei-a de cima a baixo. Shortinho curto vermelho e top branco, com a marca do boteco sobre o seio esquerdo. Ela sentiu meu olhar e ficou avermelhada, para disfarçar perguntou pelo ELE. – Está viajando, agora ele só quer comer macarrão na Itália, está exibido. Informei.
- Está sozinha? Perguntou.
- Sozinha e solitária, Respondi.
- Não tem medo de dormir sozinha naquela casa grande?
- Você sabe onde moro? Surpreendida.
- Sim! Domingo depois que fecha, sempre vou caminhar no final da tarde e já vi vocês lá, perto do costão, né?
- Da próxima vez quero que vá me fazer uma visita, então. É minha convidada!
- Ta certo! O que vai beber?
- Uma coca com limão e gelo, bastante gelo!
- OK! Com licença.

Afastou-se e pude ver seu rebolado atraente. Que delicia essa garota. Hum! Quanta sacanagem essa cabeça produz. Logo a seguir ela trouxe o refrigerante e sorria sem parar, deixando minha mente ainda mais atiçada. Para me acalmar, pensava nos inconvenientes de toda a situação se algo rolasse. E tinha outra coisa: ela não tinha nenhuma indicação de que gostava da mesma fruta que eu. Eu sou uma tarada mesmo! Era apenas uma garota fazendo seu papel, jogar simpatia para agradar os clientes e fazê-los voltar, já que a comida era indiscutível. Meus pensamentos foram interrompidos pela mais velha, que também sorrindo, colheu meu pedido: peixe grelhado, pirão e salada. Repreendi-me internamente, fazendo-me ver que se fosse pelos sorrisos a mais velha também estava flertando, então? Pouco tempo depois a bonitinha trouxe o almoço e me desejou “bom apetite”. Mentalmente desejei que ela fosse “o prato do dia”.

O lugar foi esvaziando e quando pedi a terceira coca só restava: eu, um casal na varanda e uma senhora com dois moleques de dez anos, aproximadamente. No setor atendido pela bonitinha, somente eu estava ainda sendo servida. Quando ela trouxe o refrigerante, arrisquei convidá-la a sentar. Sem cerimônia, ela sentou de frente para mim. Aproveitei para satisfazer minha curiosidade. – Nenhuma de vocês tem namorado? Perguntei.
- A minha irmã mais velha foi casada, ficou de barriga muito nova, mas ele matou um cara numa briga e está preso. A mãe sempre fala que não vale a pena casar com ninguém daqui e os de fora só querem, você sabe! A gente acaba se enfornando aqui, trabalha todo dia, só folga domingo das cinco em diante, nem tem tempo de sair. Eu durmo as nove, no máximo depois que acaba a novela na TV. Acordo as cinco, né? Enfiou toda a explicação sem me dar chance de perguntar detalhes.
- Ta! Mas, não tem vontade de sair com os meninos? Perguntei.
- As outras saem escondidas, sabe como é. A mais nova morre de medo de engravidar.
- E você? Insisti.
- Não sei, não tenho vontade. Sei lá!

Ahhhh! Aí tinha coisa! Eu sabia que minha atração não era infundada. Resolvi dar um pequeno “golpe” para ver se “revelações” aflorariam.
- Quando tinha a sua idade eu era assim também, cheguei a ter uma “namorada”, menti. Encenando ser isso um segredo, falei a palavra bem baixinho, me aproximando dela sobre a mesa.
- Verdade? Quero saber essa história direitinho. Caindo na armadilha.
- Ta, te conto tudo. Mas não aqui, né? Quando você for me visitar eu conto.
- Está combinado então. Olha que vou cobrar, heim?
- Prometo!
- Seu marido sabe disso? Perguntou.
- Meu marido sabe tudo sobre mim, você gosta dele? Perguntei.
- Gosto, ele é muito educado, nunca reclama de nada e trata a gente bem.
- Não, quero saber se acha ele bonito, essas coisas. Insisti.
- Ah! Não sei, ele é muito mais velho, nunca pensei nele assim.
- Pensa nele como então? Disparei.
- Ah! Como seu marido, ele parece ser muito carinhoso com você, gosto do jeito que ele te trata. Aqui, né? Ele puxa a cadeira pra você, serve teu prato, está sempre sorrindo, essas coisas . . .
- Você é ótima observadora. Mas vou te contar mais um segredo: ele acha você uma graça!

Ficou visivelmente ruborizada e sem graça. Resolvi que era hora de parar com as provocações. Mudei radicalmente de assunto. Perguntei se estudava, se pretendia continuar morando naquela cidadezinha, essas coisas . . .
Respondeu tudo com indecisões latentes, acho que não tinha imaginação além das provocadas pelas novelas da TV. Estávamos falando sobre a mudança do boteco, depois da morte do pai, quando a mãe delas se aproximou, sentando sem ser convidada. Comentou sobre o tempo que eu não vinha ali e perguntou pelo ELE. Depois quis saber sobre o que falávamos. A própria garota declarou: - Ela me convidou para fazer uma visita naquela casa linda deles, mãe.
- Minha filha fala dessa casa todo domingo. Eu não vou pra aqueles lados faz tempo, mas lembro dela. Sua casa é muito linda por fora. Imagino como deve ser por dentro, então. Se esperava um convite também, está aguardando até hoje. Não ia estragar meus “planos” de jeito nenhum. Mas de produtivo, foi ter ficado meio que autorizado da filha poder visitar a casa. E isso tinha muito valor. Mais um tempo e eu estava me retirando e pela primeira vez pude dar um “beijinho” no rosto da garota, caprichosamente dado de modo que os cantinhos dos lábios se tocassem. Sei que ela ficou pensando nisso depois. E essa era mesmo minha intenção.

Quando voltei a casa já estava entardecendo. Coloquei o alarme do celular para as nove da noite e deitei no sofá da varanda. Adormeci. Antes do alarme me despertar foram os mosquitos que o fizeram. Me comeram viva ali na varanda. Os especialistas dizem que são as fêmeas que picam. Estava explicado então, eram todas lésbicas porque só picavam “euzinha”, ELE nunca reclama de picadas de “mosquitas”. Tomei banho e escolhi outro vestidinho, a noite anterior comprovou minha decisão acertada. Fui um pouco mais cedo, queria estar na água quando ele chegasse. A noite estava ainda mais escura que no dia anterior. A lua estava encoberta e a calmaria ainda maior. Não tinha uma brisa, por isso tanto mosquito. Fiquei dentro da “lagoinha” só com a cabeça de fora. De lá poderia ver quem chegasse pela praia, caminho que certamente faria. Mas para minha surpresa ele não veio. Nunca mais o encontrei ou tive noticias. Não sei o que aconteceu e fiquei sem saber como procurá-lo. “Meu boto” virou lenda, como a história que contam a beira do Amazonas, entre seringueiros e ribeirinhos.
Mas, valeu a pena!
Mais uma vez terminei algo que comecei.
E esse é meu lema!

Sobre este texto

ELA do M.I.D.U.A.S.

Autor:

Publicação:5 de setembro de 2011 13:10

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Este texto foi lido 774 vezes desde sua publicação em 05/09/2011. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Piruzudo
    Postado porPiruzudoem28 de maio de 2012 20:48

    Lindo conto. Parabéns

  • Piruzudo
    Postado porPiruzudoem28 de maio de 2012 20:47

    Lindo conto. Parabéns

  • Nana
    Postado porReal e Fogosaem11 de novembro de 2011 18:13
    Real e Fogosa é uma autora no História Erótica

    Vc é minha mestre inspiradora!!! sabe escrever, tem histórias diabolicamente maravilhosas....parabéns!!! eu tenho um conto aqui, mas tenho q comer muito pau pra ser como vc... bjs ELA!!!

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