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A Vaca Louca

Sempre que vou para a balada, lá está ela. É um “armário” desses de oito portas, bombada, 1,90m descalça, um “panzer” alemão de pura força física. A gente nunca ficou, mas se olha e uma respeita a outra, acho até que uma teme a outra, porque nunca nem nos falamos. Sei o seu nome pelas minhas amigas, assim como acho que ela também sabe o meu desta forma. Isso que vou contar aqui é de domínio público, todas as nossas amigas sabem da história, contada por ela mesma. Eu mesma presenciei o início de tudo. Por via das dúvidas, pedi para uma amiga comum falar com ela e tentar convencê-la de escrever e publicar. A resposta foi: “ELA conhece a história, diga que pode contar lá naquele blog de merda dela; agora, eu escrever? Que se foda!”

Para não criar constrangimento, escrevi com a ajuda de mais duas amigas, que presenciaram todos os fatos e depois mandei pra ela ler. Ela só cortou o “nome de fantasia” que dei para si e sobre ele rabiscou por cima: “vaca louca”. Portanto, agora vamos contar “os milagres”, porque “os santos” não podemos revelar.

O inicio de tudo é o Meet, em Curitiba, num sábado quente de primavera. Era madrugada, quase fim de noite. A “vaca louca” estava esperando alguém voltar do toalete pra vazar. Estava com mais três pessoas na mesa ao lado da minha, duas delas as amigas a quem me referi no início. Então entrou uma atriz loira, que estava no ar no horário nobre da TV. Recém saída de um casamento, a tal atriz já tinha sido flagrada beijando uma garota na balada carioca. Eu estava bem acompanhada, mas a mulher é o que chamamos de “tudo de bom”.

Ela chegou com uma pequena côrte, um garoto gay e duas lésbicas que, segundo informações, eram da equipe de produção do filme que estavam rodando na cidade. Foram para a mesa ao lado da “vaca louca”, portanto, duas adiante da minha. A nossa protagonista endoidou. Foi lá e ficou chavecando a atriz. Sua companhia voltou do toalete e ela deu uma dispensada cinematográfica, a garota nem puta ficou. Veio direto para a minha mesa, conhecia a que estava comigo e disse apenas:
- Ela vai comer essa mulher, vocês podem acreditar que vai.

Não levou 20 minutos. Saíram todas juntas: as duas, a côrte da atriz, as minhas amigas que estavam lá na mesa dela e ainda a garota que foi dispensada, agora convidada para fazer parte do grupo. Para a gente não se perder, eram sete garotas e o rapaz gay. Foram para um motel na estrada para Paranaguá e fizeram uma orgia que durou até a noite de domingo. Contam que foram embora então, o rapaz gay, as duas garotas da produção e a “convidada”, que tinha sido por minutos, a “dispensada”. Dormiram de domingo para segunda-feira no motel.

Talvez como vocês, minha curiosidade primeira era saber o que o rapaz gay foi fazer com elas no motel. Fetiche! Tara! Gostava de transar com consolo e chupar peitinho. Só isso.

Na segunda-feira o celular da atriz começou a tocar e ela nem aí, não atendeu. Recomeçaram as brincadeiras no meio da manhã, durante o café. Minhas amigas contam que as frutas foram parar todas no corpo da atriz. Esmagadas pelos peitos da atriz, a “vaca louca” chupava e comia as frutas. As bananas foram parar vocês sabem bem aonde, os morangos tiveram o mesmo destino do mamãozinho e da manga. Amarrada na cama com lençóis, a atriz era o “banquete” das três e dizem, berrava como louca quando gozava.

Depois de experimentar todas as variações conhecidas, a atriz pediu algo novo, principalmente para as minhas amigas que lá estavam. Queria apanhar. Disseram que até começaram a brincadeira, mas como ela queria cada vez mais forte, ficaram assustadas com os rumos que tomou o que era pra ser uma diversão. Ficaram mais assistindo.
A “vaca louca” molhava as toalhas na piscina e deitava a porrada na atriz. Quanto mais batia, mais ela gozava. E quanto mais gozava, mais apanhava e mais berrava.

Era uma da tarde e o telefone da suíte tocou. Era a direção do motel querendo saber se estava tudo bem, tamanho o berreiro que aprontaram. A “vaca louca” endoidou com isso. No auge do seu tesão ser interrompida assim, saiu pelada pelo corredor de serviço, muito grande que é, quebrando tudo que encontrava pela frente. Foi parar na portaria, com a telefonista presa pelo pescoço, exigindo uma explicação. Não havia muita gente de serviço e não foi possível dominá-la.

Ela quebrou a mesa telefônica; diversos carrinhos de serviço, louças, copos, aquelas maquinas de passar cartão de crédito, além de uma porta de vidro na portaria. Veio uma patrulha com duas policiais femininas, tomaram porrada. Veio outra masculina, apanharam também. Só depois da terceira ou quarta patrulha foi que a “vaca louca” conseguiu ser dominada, vestida e levada para uma delegacia. Foram todas pra lá, inclusive a atriz.

Já era noite quando chegou um fotógrafo, que queria uma imagem da atriz. Foi avisado pela “vaca louca” pra não fazer a foto; fez, se ferrou. Com as mãos algemadas ela deu uma porrada no cara que a máquina saltou longe. Meteu os pés na máquina e destruiu tudo. Nova confusão, mais policiais, segura a mulher que endoidou de novo e ninguém conseguia dominá-la.
Quando finalmente foi controlada, a delegada fez um acordo com todas as envolvidas: as duas amigas foram liberadas depois de prestar depoimento; a atriz foi liberada mas se recusou a ir embora, só sairia de lá com sua “namorada”; como declarou pra delegada. E a “vaca louca” ficaria detida até de manhã, quando então seria liberada. Tudo isso na presença do gerente do motel - que receberia uma indenização pelos danos - e de dois advogados chamados para dar assistência.

Ficaria apenas registrada a agressão aos policiais e ao fotógrafo, que aí não tinha como deixar passar; mas só a “vaca louca” seria processada. Ficaram então numa sala separada, a atriz – pra evitar novos fotógrafos – e a “vaca louca”; as duas amigas, solidariamente, ficaram na recepção da delegacia. Lá pelas cinco e meia da manhã, tudo tranqüilo; dali meia hora a delegada soltaria a “vaca louca”; ouviu-se uns gemidos, depois mais altos, até que um berreiro quebrou a tranqüilidade do plantão. Correria, as nossas amigas foram juntas com a delegada que se deparou com a cena da atriz, nua, deitada na mesa e a “vaca louca”, algemada, chupando a boceta dela.

A delegada, uma “butch” visualmente identificada, saiu de lá as gargalhadas, mas meio puta com a situação. Chamou os advogados e pediu para tirarem a atriz de lá e levarem embora, senão não liberaria a “vaca louca”. Foi um trabalho convencer a mulher a sair de cima da atriz. Diz que a cena era bizarra: os advogados conversando, a atriz gozando e a “vaca louca” chupando a boceta dela.

Finalmente todo mundo deixou a delegacia. Dia claro, saíram pelos fundos, nos carros dos advogados com vidro escuro, foram todos para o hotel da atriz. Lá, a equipe de produção estava em polvorosa. Feitas baratas tontas, corriam boatos de que ela havia sido seqüestrada, seviciada, e sei lá mais quantas histórias. Acalmados os ânimos, ficaram no quarto a atriz, a “vaca louca” e as duas garotas amigas. Combinaram que na quinta-feira, terminadas as gravações, iriam todas para o Rio de Janeiro passar o fim de semana na cobertura da atriz.

Inicio da noite e todas estavam no aeroporto. Para evitar mais tumulto, embarcou a atriz com a equipe de produção – num jatinho - e as três seguiriam num vôo de carreira, minutos depois. No Rio de Janeiro começou a confusão. O jatinho foi para o Santos Dumont, no centro da cidade. O vôo de carreira foi para o Tom Jobim, Galeão, como é conhecido lá, na Ilha do Governador. Perderam-se e não conseguiram se encontrar. O único celular trocado foi o de uma das amigas, que acabou a bateria e até conseguir recarregar, demorou. Já era quase madrugada quando, finalmente, conseguiram fazer contato com alguém da produção e foi instruído para onde seguir.

Diz que ao chegar no prédio da atriz nova confusão foi promovida. O porteiro não queria interfonar, dizendo ser muito tarde e não ia acordar a “dondoca”. A “vaca louca” ameaçou quebrar aquela porra toda e o porteiro retrucou chamando a policia. Conversa vai, conversa vem, o policial deu ordem para o porteiro interfonar, assumindo a responsabilidade. Acordaram a atriz e elas subiram. As garotas contam que não conseguiram dormir direito. Foi um novo berreiro lá no quarto da atriz e parece que a porrada comeu solta, de novo. Foram dormir pela manhã, quando tudo ficou calmo, finalmente.

Sexta-feira transcorreu calma, até que a noite foram para um bar de garotas na região do Recreio, pelo que sabiam. Alguma garota passou a mão na bunda da atriz e o pau comeu. Foi uma briga de quebradeira outra vez. Não teve policia, mas a “vaca louca” distribuiu porrada nos seguranças, nas amigas da garota que passou a mão e até a atriz apanhou. Conclusão: foram desalojadas. A atriz achou muita confusão e despejou as três. Foram para o aeroporto tentar voltar, sem dinheiro suficiente, sem passagens e putas da vida.

Os cartões de crédito não aprovavam a compra das passagens, fim de mês, sabe como é. Liga pra um, liga pra outra, pessoal voltando da balada, muitos não indo pra suas residências; por volta do meio da tarde meu celular tocou. Acharam-me! Também não tinha como ajudar, mas prometi dar um jeito. Liguei para uma agência de viagens de uma conhecida e expliquei a situação, deu para fazer um voucher e retirar as passagens no aeroporto, onde estavam.

Nesse meio tempo a atriz se arrependeu, foi para o aeroporto e tentou resgatar todas de volta para a cobertura. Então finalmente a “vaca louca” teve um momento de lucidez e não aceitou voltar, mas disse que se ela quisesse poderia ir com elas para Curitiba. A maluca topou. Estava esperando as três no aeroporto quando vi aquela cena no desembarque: a “vaca louca” toda de chamego com a atriz e as duas amigas no papel de coadjuvantes, parecendo que estavam chegando para umas férias, felizes e saltitantes.

O que elas queriam? A minha casa na praia. Só isso! Como naquele momento não sabia da missa a metade; emprestei. Indiquei onde poderiam pegar a chave, na casa do seu Manoel - o caseiro - levei-as a casa de uma das minhas amigas para pegar o carro que iriam e deixei-as.
Do Zeca, o rapaz que serve no quiosque da praia, recolhi as impressões que seguem:

- Muito loucas aquelas suas amigas, heim “dona” ELA? Elas pediam comida todo dia, eu ia levar e elas estavam todas peladas na piscina, me atendiam assim, nem se enrolavam na toalha, são “sapatão” elas é? Até aquela da novela?
- Não sei Zeca, eu aluguei a casa através de uma imobiliária, não conheço nenhuma delas, nem sei quem são; menti.
Do dono do quiosque, recebi a informação que pagaram tudo, não ficaram devendo nada; menos mal. Do “seu” Manoel, para quem havia dito também que era um “aluguel” pela imobiliária, recebi a informação de que não quebraram nada, mas que a sujeira que fizeram levou um dia inteiro pra limpar. Proibiram ele de ir lá durante o período que passaram na casa e não quiseram a sua filha para cuidar das coisas.

Já das minhas amigas recebi o relatório das sacanagens que relato agora, salvo alguma “censura” da “vaca louca”:

Chegaram e ocuparam a edícula, desprezando a casa em si. Pela proximidade com a piscina, alojaram-se juntas na suíte maior e foram dois dias inteiros de sacanagem. A atriz é ninfomaníaca, segundo afirmam. A “vaca louca” é insaciável, então imaginem o que rolou. Uma das minhas amigas, mesmo nunca tendo ido lá antes, sabia que eu tinha “consolos” no meu quarto e trouxe-os para a festinha delas. Os preferidos eram os que podiam ser “vestidos” na cintura e pude constatar isso, recebendo de presente outros novos, depois.

Contam que brincaram de “trenzinho circular”, engatando uma na outra, depois de “vestir” os consolos e enrabando a parceira da frente, obviamente sendo enrabada pela que vinha atrás. Circulavam pela pérgula da piscina, dançando e cantando e depois trocavam de posição, para “a última do vagão” ser enrabada e a “locomotiva” enrabar alguém, também. Nesse rolo, a “vaca louca” acabava querendo enrabar todas, já depois de gozarem muito com a brincadeira.

A atriz gostava mais da “abafa”, uma brincadeira que consistia em fazer 3 x 1 nela, até que caiam todas na piscina. Como consolo não “brocha”, no fim do dia estavam todas passando pomada contra assadura uma na outra. E tome tubo de Hipoglós. O carinha da farmácia não conseguiu entender nada; quatro mulheres sem crianças comparando tubo após tubo de Hipoglós, além de caixas de preservativos, quase esgotando o estoque.

Não foram nas pedras, pelo que disseram, mas deram uma volta na praia uma vez, fim de tarde, e chegaram a pensar em pegar uns pescadores que estavam por lá, só para variar um pouco. Ainda bem que a “vaca louca” não suporta homem, senão.

Voltando pra Curitiba, a atriz vinha no carro tentando convencer a “vaca louca” para ir morar com ela no Rio. Esta dizia que não pensava em casar, que era muito nova ainda, nem tinha terminado a faculdade; então a atriz deu uma decisão e a “vaca louca” ficou puta.
- Porra vadia, já te disse que não vou, não enche o saco!
- Vadia é o caralho! Quem você pensa que é pra me chamar de vadia, nem fazer eu gozar você sabe, ou acha que não fingi o tempo inteiro?

Quase a viajem se transformou em tragédia. A “vaca louca”, que estava dirigindo, freou o carro de repente, no meio da estrada. Um caminhão por pouco não bate com tudo no carro delas. Pegou a atriz pelos cabelos, foi no porta-malas, abriu a sacola – sempre com a atriz segura pelos cabelos, se debatendo – retirou o maior consolo de vestir que havia trazido (dos meus, que depois me deram novos) e sem nem mesmo tirar as roupas, meteu na atriz sobre o capô do carro, no meio da estrada. Depois a jogou no banco de trás e mandou a nossa amiga passar pra frente. Sentou novamente no volante e ameaçou: - Se você abrir esta porra dessa boca de novo, faço outra vez e ainda te encho de porrada.

Soluçando e morrendo de raiva, a atriz veio caladinha até chegarem no hotel, saindo correndo para nunca mais ser vista, pelo menos ao vivo. Na TV, quando aparece meiguinha fazendo papéis de mocinha, jovem casada e heterossexual; se contado ninguém acreditaria numa história dessas.

Sobre este texto

ELA do M.I.D.U.A.S.

Autor:

Publicação:5 de setembro de 2011 13:07

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Real e Fogosa
    Postado porReal e Fogosaem9 de setembro de 2011 13:49

    é a Paola Oliveira é? só pode... tem tudo a ver...kikiakikaikaikaikaikaiakiakrsrsrrsrsrsr

  • Cel
    Postado porCelem6 de setembro de 2011 19:36

    Quero desesperadamente saber, quem é a atriz... kkkkkkkkkkk

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