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Do fundo do baú

Chuva, Carro & Chopp

Todos me chamam de “Mi”; em casa, no trabalho e quando fiz faculdade. Sempre fui uma pessoa decidida e batalhei minhas conquistas. Não tenho uma história cheia de glamour pra ficar contando, só coisas normais como todo mundo. Sou casada, sem filhos e alimento meus sonhos com muito trabalho; tenho certeza que futuramente as coisas vão estar como planejei. No último domingo, entretanto, aconteceu uma coisa que fugiu completamente da minha rotina. Enquanto não escrevi tudo no papel para ficar convencida, pensei que havia apenas sonhado.

Meu marido estava viajando a trabalho, estava sozinha. Acordei e fui até uma feirinha de artesanatos, que percebi mudou bastante desde a última vez. Tem coisas bem interessantes agora, novos artesãos, novos produtos, novas propostas.
Comprei dois vestidinhos para levar nas nossas férias de fim de ano na praia. Voltei em casa e fiz algo para comer, depois fui ao supermercado abastecer a despensa para não ter que fazê-lo durante a semana. Estava um dia de sol bonito, promovi a estréia de um dos vestidinhos; era meio da tarde, fui logo porque tinha certeza que ia chover mais tarde. Muito quente!

Parei o carro no semáforo que fica na esquina, antes da entrada do estacionamento do supermercado. Estava com o vidro do meu lado aberto, olhava para fora e um carro lindo, desses importados esportivos, parou também. Bem do meu lado. O vidro elétrico baixou e o rapaz me deu “Oi”. Respondi “Oi”, pensei que estava perdido e ia perguntar algo. E perguntou:
- Boa tarde! Você está indo aonde?
- Ao mercado; e apontei o outro lado da rua.
Pensei que ele queria me seguir para chegar até um ponto conhecido, algo assim. Ele balançou a cabeça, como se estivesse pensando “que falta de sorte”, “não vou conseguir sair daqui”, ou coisa parecida. Mas logo depois falou:
- Não pode! Uma moça linda assim tem que aproveitar o resto do dia. Não acreditei naquilo. O que ele quis dizer?
- Mas é isso que estou fazendo; respondi.
- Escuta, tenho um bar, é aqui perto; tem um choppinho ótimo, você é minha convidada!
- Não vai dar, agradeço seu convite; respondi.

Nesse momento o semáforo abriu e eu engatei a marcha pra sair e entrar no estacionamento do supermercado. Ele fez o mesmo e ainda perguntou:
- Por que não dá?
- Porque meu marido não está em casa e acho que ele ficaria incomodado se contasse que aceitei.
- Mas ele não precisa saber, é só um convite para você conhecer o meu bar, tomar um choppinho.
Fiquei a ponto de mandar ela para aquele lugar, mas resolvi manter a postura:
- Olha, eu já agradeci, não quero ser “grossa” com você. Não é porque você tem esse carro e um bar que vou aceitar seu convite, OK? E me dirigi para o supermercado. Ele veio atrás.

Estacionou do lado do meu carro e descemos juntos; eu disposta a ser grosseira agora, mas ele disse:
- Você me perdoe, acho que “peguei pesado” né? Meu nome é Breno, muito prazer. E estendeu a mão.
- Mi, não vou dizer muito prazer, você realmente me irritou. Respondi e apertei sua mão.
- Oi Mi, desculpe, estou sozinho, só quis uma companhia bonita pra beber um chopp, não pensei nada de você, entende? Vi você, achei bonita e meio triste, então pensei: “por que não convidá-la para um chopp?”, só isso.
- Pensei que estava perdido, por isso respondi, senão nem teria te dado importância.
- Poxa Mi, não fica assim, você está brava por que? Só porque te convidei para um chopp? Vamos fazer o seguinte, você aceita, deixa seu carro aqui, vamos conhecer meu bar, bebemos um chopp e voltamos. Pega as chaves do meu carro, dirige, viu? Acha que te daria o carro se não fosse só isso? Falou estendendo-me as chaves.

Meu celular tocou, era meu marido. Falamos rápido, ele estava com a bateria acabando e combinamos que eu ligaria a noite, lá por volta das dez horas. Quando desliguei; ele estava no banco do carona do seu próprio carro, sorrindo, e indicando para eu assumir o volante. Durante a conversa com meu marido no celular eu havia pegado as chaves, sem nem mesmo perceber o que estava fazendo. Pensei que talvez fosse melhor aceitar do que continuar recusando, esse cara ia ficar no meu pé durante minhas compras, pelo jeito. Falei pra ele “só uma volta no carro, heim?”. E entrei.

Ele me ensinou a regular o banco do carro, todo eletrônico e gravou meu nome naquela posição. Depois disse que, se um dia eu quisesse andar no carro outra vez, era só apertar o botão e posicionar no meu nome, que o assento e todos os demais itens ficariam exatamente como havíamos regulado.
Achei aquilo muito legal, imagina! Lá em casa, depois que meu marido usa o carro eu tenho que ficar regulando tudo: assento, encosto, retrovisores e altura da direção.
Ele explicou também as marchas e disse que tinha “controle de tração”, que eu não me preocupasse que o carro sairia sem muito controle dos pedais e acelerador. Me senti a própria “Schumacker” no volante daquela máquina. Sai do estacionamento rodando macio, sem trancos, nada. Uma delícia!

Apertava o acelerador e o carro respondia imediatamente, um tesão. Não era igual meu “milzinho” que quase se borra todo pra sair do lugar. Não, aquilo era potente, o som parecia de boate, tinha DVD, banco de couro, GPS e o diabo a quatro. Me encantei.
Ele mandou eu pegar a via rápida e disse que gostou de me ver dirigir, que eu dirigia muito bem. Fiquei incrédula! Não consigo dirigir do lado do meu marido, fico insegura, nervosa. O cara me manda ir pela via rápida, pra eu acelerar, era muita confiança no meu taco. Eu fui, estava adorando aquilo.
Deixou eu me divertir bastante e depois pediu para eu entrar numa outra rua e logo depois embicar num portão grande. Desceu e abriu, fazendo sinal com a mão para eu entrar. Era o estacionamento do bar dele, um pátio grande com uma árvore enorme bem no centro. Contornei a árvore e parei de ré embaixo dela.

- Vamos entrar pelos fundos porque está fechado ainda, só abre mais tarde. Você vai beber o melhor chopp da cidade. E então gostou do carro? Perguntou.
- Adorei! É uma maravilha! Você viu o meu, né? Um “milzinho”. Respondi.
Abriu a porta com várias chaves, eram inúmeras trancas. Depois fez uma reverencia cavalheiresca para eu entrar. Estava tudo limpo, com as cadeiras sobre as mesas e ele arrumou uma bem perto do barril de chopp. Sem dar a volta pelo balcão, serviu-nos e brindamos.
Ele sempre com um sorriso agradável. Perguntou que tipo de música eu gostava e falei que não tinha preferência, “de tudo”, respondi. Então ele ligou o som e a música soou em tom apropriado para continuarmos conversando.

Ficamos bebendo e conversando, ele contando sua história, eu a minha. E tome chopp geladinho, uma delícia. Num determinado momento ele me pegou para dançar e dançamos várias músicas.
Senti seu membro duro entre minhas virilhas, estava excitado; mas não me faltou com o respeito em nenhum momento. Eu que encostei meu corpo ao dele, pra falar a verdade. Fiquei impressionada com o volume e a rigidez, era gostoso ficar roçando nele. Fiquei curiosa, mas ao mesmo tempo com aquele “medinho”, afinal eu sou casada.
Mas sabe como é, faz tempo que meu marido já não desempenha como antes e a gente fica excitada quando encontra algo assim, tão “potente” como aparentava. Ele me encarou e beijou minha boca, correspondi; mas isso foi como um sinal de alerta. Pedi para ele me levar de volta ao estacionamento do supermercado.

- Um ultimo choppinho então? Perguntou.
- Ta, a “saideira”, falei. E bebemos sentados na mesa, como estávamos antes. Só que ele passou as mãos nas minhas coxas, por baixo do vestidinho e me beijou outra vez. Estava bem “maluquinha” naquele momento. Quando ele pôs as mãos nos meus peitos eu gemi alto e então percebi que deveria sair dali rápido, senão ia dar pra ele com certeza.
- Vamos embora, por favor?
Estava toda quente, cheia de tesão, precisava sair dali ou ia pegar no pau dele, já, já!
- O último choppinho, então! Bebemos o “saideira”, temos direito a “expulsadeira”, não temos? Falou.
Levantando-se pra servir-nos. Fiquei impressionada com o volume nas suas bermudas. Era uma coisa que eu nunca nem imaginei poder existir. Já disseram que a “curiosidade matou o gato”. No caso, a “gata” ia morrer não faltava era nada.

Bebi meio copo do choppinho, resolvi que já havia passado a hora de sair dali, estava totalmente possuída de tesão, curiosidade e atração por aquele desconhecido, simpático, envolvente e com aquele volume descomunal.
Levantei e ele me pegou por trás, aquilo tudo encaixou no meio da minha bunda e lê me chupou o pescoço. Quase gozei! Apoiei meu corpo na mesa e ele ficou se movimentando atrás de mim. Cheguei a abrir as pernas pra coisa toda se encaixar melhor por cima da saia. Ele tentou suspender a saia e eu fui tomada então pela razão.
- Por favor, não! Não estrague tudo agora! Vamos embora, por favor! Disse, sabendo que as palavras eram mentirosas, queria que ele me pegasse ali mesmo, estava a fim de dar pra ele, sentia esse desejo.

Ele me largou e pegou minha mão, dizendo que eu era demais, muito legal, que ele queria ser meu amigo, não ia fazer nada que eu não quisesse. Me puxou para fora do bar, mas foi dizendo no trajeto:
- Se bem que essa sua bunda é tudo de bom, que gostosa, heim! Deixar você ir assim é um pecado.
- Você é um sacana, confiei em você e vê no que deu!
- Mas eu não fiz nada! Só trocamos uns beijinhos, que mal tem isso?
- Sei, sei! Meu marido vai adorar saber que saio por ai dando “beijinhos” em desconhecidos.
- Ah! Não precisa ser assim tão “fiel”, pra que contar? Não fizemos nada, ele nunca vai saber.

Atravessamos a porta e uma chuva iniciava, pingos grossos, sabe aquela chuva de verão? Ele fechou só uma tranca com a chave e disse que voltaria para o bar depois, não precisava trancar tudo. E corremos até o carro, que ficou metade sob a copa da árvore e o capô dianteiro a descoberto.
A chuva agora apertou, já não eram só pingos, chovia mesmo, forte. Nos molhamos inteiros. Eu tropecei e ele me amparou, estávamos bem em frente ao carro. Ele me pegou nos braços e me beijou. Mas dessa vez não só um beijo gostoso, suas mãos percorriam meu corpo todo e eu estava totalmente entregue. Me colocou no capô do carro, nem ameacei resistir.

Aquela chuva quente, o capô do carro nas minhas costas, aquela boca sedenta me chupando os peitos pra fora da frente única, o vestidinho sendo levantado até a cintura e a calcinha sendo arrancada, eu achei aquilo tudo muito excitante. O pau duro dele subiu entre minhas coxas, era enorme. Duro, vibrante como um cavalo de raça inquieto na mão do seu cavaleiro. Abri as pernas e as joguei para cima. Ele entrou impiedoso.
Senti a cabeça imensa abrir caminho entre a vulva e logo me penetrar como um taco de beisebol, um mourão de cerca ou tronco de árvore, sei lá. Depois aquela estocada precisa que arrancou de mim um palavrão:
- Caralho! Calma! Calma!

Mas de nada adiantou, em segundos estava todo dentro de mim, festejando sua conquista com vai-e-vem lento e logo depois frenético e prazeroso. Seu corpo ia e vinha sobre mim, ansioso. Gozei quase instantaneamente. Tentei me agarrar nas bordas arredondados do carro, sem sucesso. Só tinha mesmo como gritar. Mas ele abafou meus gritos desesperados de tesão com sua boca molhada de chuva, então me abracei as suas costas e meu gozo pode fluir, sempre sendo penetrada e com aquele cacete imenso me fodendo toda, me deixando cada vez mais enlouquecida.

Levantei um pouco o corpo para ver a penetração, queria presenciar aquela cena, confirmar que estava tudo lá dentro. Notei cabeças que espreitavam pelas janelas do bar. Os empregados chegaram e se depararam com aquela cena. Ao contrário do que imaginaria, me senti ainda mais vibrante. Estava dando na chuva, em cima do capô do carro e sendo espiada; aquilo me deixou num estado de excitação ainda maior.

Quando perdi as forças e larguei seu corpo, abrindo os braços sobre o capô do carro, ele me virou e me colocou de frente. Meus peitos recebiam a água fresca que escorria pela lataria. Levantou o vestidinho e minha bunda recebeu os pingos grossos da chuva. Ele passou a mão nela, alisando-a e apertando-a, acho que ficou olhando, como se fosse um troféu a ser conquistado.
Então aquele pau descomunal; auxiliado pela mão dele e por meu próprio desejo, que abria minhas pernas ao máximo; foi forçando a entrada, sem pudor, sem compaixão!

Senti minhas pregas se alargando, prestes a estourar. E entrava, entrava, não terminava nunca. Descobri uma borda para me agarrar, o final do capô, uma saliência que separa o pára-brisa do cofre do motor. Primeiro agarrei o limpador, que veio em minha direção. Depois agarrei a própria borda e joguei a bunda para trás, queria ver se restava algo. Seu saco bateu na minha bunda e percebi que tinha ele inteiro dentro de mim. Quis gozar outra vez, mas segurei. Ele iniciou o vai-e-vem e então fui ao paraíso. Que delícia!

Ficou cada vez mais forte, mais prazeroso, mais excitante! Berrava coisas, nem sei bem o que. Xinguei-o; disse que estava me arrebentando, tudo mentira. Estava gostando. E gostando muito! Não queria que aquilo terminasse nunca, queria gozar e gozar e gozar sem parar.
Então seu líquido quente explodiu dentro de mim. Uma sensação de inundação que me fez vibrar dos pés a cabeça.
Não consegui segurar minha própria explosão de prazer. Gozei aos berros, senti a água da chuva forte escorrendo pelo meu rosto, pelos cabelos, pelo corpo todo. Ele me segurava forte pelas ancas, sem parar nunca de me foder, intenso. Seu pau agora deslizava macio dentro de mim. Até que ele se jogou sobre o meu corpo e pude ouvir seus gemidos.


Eram quase dez horas da noite e liguei para o meu marido, como combinado. Ele disse que tinha Internet no hotel, se eu não queria conversar um pouco pelo MSN. Então conectei e comecei a contar o que havia se passado. Melhor contar o sucedido pelo MSN do que por telefone, não sei se conseguiria.
A prova está aqui embaixo, transcrição da nossa conversa:

02/12/2007 21:56:54 Milena Marido oi querido tudo bem?
02/12/2007 21:56:59 Marido Milena Oi amor, tudo e com vc?
02/12/2007 21:57:05 Milena Marido tudo...
02/12/2007 21:57:10 Milena Marido preciso te contar uma coisa
02/12/2007 21:57:14 Marido Milena conta
02/12/2007 21:57:18 Milena Marido estava indo no mercado...
02/12/2007 21:57:29 Milena Marido pára um carro do lado do meu...
02/12/2007 21:57:40 Milena Marido que estava com a janela aberta
02/12/2007 21:57:55 Milena Marido era 1 carro tipo audi tt....mas outra marca
02/12/2007 21:58:12 Marido Milena hummm
02/12/2007 21:58:25 Milena Marido sinal vermelho
02/12/2007 21:58:45 Milena Marido um cara disse... oi
02/12/2007 21:59:05 Milena Marido aí pensei : deve estar perdido
02/12/2007 21:59:16 Milena Marido dei... oi e ele: boa tarde.... tá indo pra onde?
02/12/2007 21:59:44 Milena Marido e eu: to indo para o mercado (sem entender)
02/12/2007 21:59:56 Milena Marido e ele: nao pode! uma moça linda assim...
02/12/2007 22:01:03 Milena Marido tem que aproveitar o resto do dia
02/12/2007 22:01:18 Marido Milena kkkkkkkkkkkkkk tava te cantando
02/12/2007 22:01:33 Milena Marido e eu: é o que estou fazendo
02/12/2007 22:01:48 Milena Marido e ele: escuta tenho um bar...é aqui perto....
02/12/2007 22:01:59 Milena Marido tem um chopinho otimo .... vc é minha convidada
02/12/2007 22:02:14 Milena Marido e eu: nao vai dar, agradeço o convite
02/12/2007 22:02:36 Milena Marido e ele: pq q q nao dá?
02/12/2007 22:02:46 Milena Marido pq meu marido nao esta em casa...
02/12/2007 22:02:58 Milena Marido e acho que ele se incomodaria
02/12/2007 22:03:07 Marido Milena kkkkkkkkkkkkkk
02/12/2007 22:03:09 Milena Marido e ele : mas ele nao precisa saber
02/12/2007 22:03:29 Milena Marido é só um convite para vc conhecer meu bar
02/12/2007 22:03:49 Milena Marido quase mandei ele tomar no c.... eu aguento?
02/12/2007 22:03:57 Marido Milena kkkkkkk Ahhh comprou o q pedi?
02/12/2007 22:04:09 Milena Marido nao vai perguntar nada?
02/12/2007 22:04:37 Marido Milena então, comprou o q pedi? foi muito caro?


E continuamos a conversa. Ele estava mais interessado em saber se eu tinha comprado o que queria e muito menos em mim. Ficou sem saber!

Sobre este texto

ELA do M.I.D.U.A.S.

Autor:

Publicação:5 de setembro de 2011 13:04

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Este texto foi lido 1.107 vezes desde sua publicação em 05/09/2011. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Crisali Romero Alencar
    Postado porCrisalliem24 de fevereiro de 2015 10:58
    Crisalli é uma autora no História Erótica

    Que Delicia de conto. Me excitei com a transa sob a chuva.

  • Marcos Santos
    Postado poracrobatem23 de agosto de 2014 10:09
    acrobat é um autor no História Erótica

    cara insistente.... fico pensando se vale apena insistir tanto. No caso dele valeu. No meu caso acho que não iria insistir tanto... no fim, quem não arrisca não petisca... belo conto!

  • Carla Juliana Silva
    Postado porCarly Greenem7 de fevereiro de 2014 12:09
    Carly Green é uma autora no História Erótica

    Nada como uma saidinha inocente ao mercado...

  • Armando
    Postado porArmandoem10 de maio de 2012 20:50

    Poxa não vou deixar minha mulher comprar mais nada... Brincadeira adoro seus contos. Beijos conte mais de suas escapadas

  • Armando
    Postado porLopesem16 de março de 2012 01:39
    Lopes é um autor no História Erótica

    Pena que nao eraa eu passando pelo mercado.....adorei seu conto muito excitante

  • Anderson
    Postado porAndersonem15 de fevereiro de 2012 01:55

    Poxa, vc é uma vadia mesmo, mas bem que eu gostaria de ser o homem que te arrombou toda.

  • Misteriosa
    Postado porMisteriosaem9 de novembro de 2011 17:20

    eu amei essa históriaaaa. q invejaaaaaaaaaaaaaa!!!! queria eu achar um cara assim, srrsrsrs, depois esses homens n sabem pq levam xifre, rsrsrsrrsrsrsrsr bjs lindona!!!

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