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Do fundo do baú

Para Lapa, por favor!

É, eu estava realmente atrapalhada com um monte de coisas pra carregar. Na verdade estava até olhando para dentro da bolsa procurando minha carteira que podia jurar ter esquecido no avião. O taxista deve ter lido meus pensamentos, só pode! Parou o carro na minha frente, olhou firme... Eu entraria naquele taxi mesmo que não precisasse. Estava vindo de Brasília para o Rio pela primeira vez visitar umas loucas amigas que não via há dois anos. “Para Lapa, por favor!” falei como qualquer mulher pede, juro, sem exageros. Na Lapa é aquela história, saia curta e blusinha apertada, coisas que não dá pra usar no avião... Estava num momento de ousadia e então perguntei se ele se importava que me trocasse no banco de trás. “Para serviços a mais, cobro taxa extra Srta!” novamente enfático, até estremeci, mas fingi levar na brincadeira. “Depois conversamos sobre o que posso fazer, querido!” Sempre fui impulsiva, não nego. Tirei o casaco que usava no avião, a blusa simples de malha, mantive o sutiã...Senti olhares fortes para o meu decote, chegavam a ser até desconcertantes. Me arrepiei, nem sei como arrepiei com os 33°C do Rio.
Ele parou o carro, e não era a Lapa com certeza! Pelo menos não parecia com um centro de boates e barzinhos como as minhas amigas diziam. Era uma rua que até havia bastante movimento, mas transito rápido que ninguém nem tem tempo pra prestar atenção em carro parado no acostamento. Desceu do carro, bateu a porta, me trancou enquanto circundava o veículo... Abriu a porta do meu lado, pulei para o mais afastado dele. “Aqui o pagamento é a vista e adiantado, querida!” Foi entrando no banco de trás, pude ver de perto seus olhos pretos e cabelo queimado pelo sol. “Você está maluco? Eu tenho horário pra chegar, deixa de brincadeira!” Tentei desviar do assunto fingindo que a calma pairava sobre mim. “Tem horário?! Eu te ajudo a tirar a roupa, vadia!” De uma hora pra outra arrancou, definitivamente, minhas calças. “Coloca a sainha, agora!” O medo quase fez meu coração sair pela boca, mas como sempre li esse tipo de conto acabei umedecendo minha calcinha pra mais do que deveria e ele, claro, percebeu na hora. “Coloca!” Seguido de um tapa no meu culote que estalou seco. Coloquei a saia, por medo e por vergonha de estar só de calcinha ali na frente dele. Assim que terminei ele me escorregou pelo banco me puxando para ficar deitada, alojou uma perna em cima do tampão do porta-malas e a outra mantinha para baixo, segurando firme, desabei a chorar. “Não, por favor!” “Seu doido, me deixa sair, por favor!” Cada palavra que proferia ele me dava um tapa no rosto, até que decidiu “Cada reclamação é um dedo que entra no seu cuzinho rosa que to louco pra deixar roxo!” Me calei na hora, nunca tive nem coragem de cogitar sexo anal, e ele percebeu isso! Viu meu desespero e para brincar comigo passava o dedo na entrada do meu rabinho só pra ver como eu travava e derramava mais lágrimas.
Me pegou por trás do cabelo, puxou com força, olhou pra mim e nem precisava de palavras para eu entender que ele poderia fazer o que quisesse comigo. Fechei os olhos, resolvi não olhar mais pra ele, só saiam lágrimas de medo e mais nada. Tirou minha calcinha e colocou dois dedos na minha buceta. Percebeu que era apertadinha e ficava abrindo como tesoura dentro de mim. “Quero ver ela arregaçada depois que te foder de verdade, querida!” Mordeu forte meu bico do seio, não pude deixar de gritar de dor. Ele prontamente colocou o dedo na minha boca, esperou eu molhar com saliva e depois penetrou a pontinha no meu cuzinho virgem. Fiquei desesperada, tentei me debater. Ele colocou o peso da mão dele sobre meu tórax “Se comporta ou as coisas vão ser mais difíceis pra você”. Entrei em estado de choque. Ele aproveitou e começou a fazer um puta sexo oral, parece que descobriu meu ponto fraco. Ele chupava, mordiscava, lambia minha buceta, colocava a língua toda dentro de mim, alternava de um a quatro dedos, esfregava meu grelinho, foi me abrindo pouco a pouco e eu, droga, fui ficando cada vez mais molhada. “Ah, querida! Então é isso que você é, uma cadela no cio!”.
Abriu o zíper, eu só ouvi. Apertei os olhos mais ainda, minhas pernas tremiam. Começou a passar o pau grosso dele como um pincel no meu grelinho.“Ei...você tá fudida!!” e enterrou fundo, sem pedir licença, sem se preocupar com qualquer grito de dor, satisfeito por ter sentido o fundo do meu útero de uma vez só. Passou a socar forte, me preencheu com aquele pau enorme e ainda zombava “Calma querida, calma...curte querida!”. Segurou meus braços a cima da minha cabeça e me bombardeou, o carro parecia dançar samba, não sei como ninguém notou de fora, gozei tanto que minha buceta pulsava loucamente, ardia sem parar, se contraía e ficava cada vez mais encharcada. “Quer uma lembrancinha minha?” Me puxou para ficar sentada, mandou eu chupar ele até gozar na minha boquinha “E quero ver você engolindo tudo!” já avisou. Ele forçava minha cabeça até sentir o pau na minha garganta dar ânsia, e percebi que isso o deixava em êxtase... Chupei, muito, muito mesmo, até que senti aquela porra quente na minha boca. Engoli com ajuda das duas mãos tampando o rosto para não vomitar, aproveitei e tentei limpar as lágrimas de medo e da ânsia.
Sentei, peguei a roupa que tinha tirado e tentava proteger meu corpo que já estava todo arregaçado. Inutilmente buscava cobrir tudo aquilo que ele já tinha se aproveitado. Olhei para o lado oposto dele, encostei a cabeça no vidro. “Quer mais alguma coisa, querida?” Eu estava envergonhada, ele sentiu meu gozo, viu que meu corpo até pedia mais... por outro lado me forçou e fudeu com tudo literalmente. Eu precisava beber, encher a cara de verdade.
“Quer saber, querido, para Lapa, por favor!”

Sobre este texto

Elektra

Autor:

Publicação:1 de agosto de 2013 01:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Este texto foi lido 572 vezes desde sua publicação em 01/08/2013. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • MALUQUINHOO
    Postado porMALUQUINHOOem1 de agosto de 2013 15:48

    muito..bom..gostei muitoo..queria ter a sorte desse caraa..alguma safada air em goiania..

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