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Do fundo do baú

Lamia

Lamia
Foder... era a única palavra que soava nos pensamentos de Gabriel enquanto dirigia, fixando seu olhar de maneira distraída na água que escorria pelo vidro do carro. Chovia forte e cada vez que o trânsito o atrasava, mais seu pau ficava duro, principalmente quando imaginava a punheta que iria bater vendo algum vídeo pornô pela internet quando chegasse. Mas aquela água toda fazia o trânsito ficar um caos, ele imaginava se alguma garota estaria com a calcinha tão molhada quanto aquelas ruas. Desejava uma boceta fácil, alguém pra chupá-lo ali mesmo.

Desviou sua atenção na direção da calçada, vendo de maneira distorcida através do vidro uma mulher sozinha, abraçando-se e tremendo de frio, totalmente encharcada na chuva procurando um taxi que certamente não passaria por ali tão cedo, seu pau pulsou. Gabriel abaixou o vidro do carro e seu olhar lentamente analisou o corpo da garota, que parecia mal ter completado 20 anos de idade, muito pálida e magra, usando um vestido roxo até os joelhos. O tecido grudava na pele marcando todas as curvas da mulher.

Lamia olhou para Gabriel e sorriu, um sorriso inocente, como se o homem representasse a sua salvação. Ele sorriu de volta e foi o suficiente para que ela atravessasse correndo pelos outros carros e fosse na direção dele. Gabriel sentiu o toque gelado da mão dela no seu ombro e seu corpo estremeceu, não ouviu nada do que ela disse, mas concordou. A mulher correu para o outro lado e sentou no banco do carona desculpando-se por molhar o carro daquele jeito, esperando não estar incomodando-o muito.

- Não tem problema – ele começou com a voz meio falha, seu pênis quase pulava de dentro da calça de tão ereto que estava, mas ele nem reparou – pra onde devo levá-la?

O sinal abriu e estranhamente o trânsito melhorou.

- Pra sua casa – ela respondeu com uma naturalidade que o assustou. Chocado o homem não disse nada, apenas a olhou por um momento, que sorria de forma inocente. As gostas de água escorriam pelo corpo da mulher – Se eu for pra sua casa você me dá um pouco do seu calor? – o olhar de Lamia era quase suplicante.

Gabriel fez que sim com a cabeça e continuou dirigindo, não disse nada durante o resto do caminho, mal acreditando no quanto foi fácil. Os lábios da mulher ficavam entreabertos, estavam roxos pelo frio, imaginava-os percorrendo seu pênis, distraindo-o.

Eles entraram na casa e pelos cinco minutos que se passaram falaram seus nomes e alguma coisa irrelevante pro momento, até que Lamia se aproximou sem descolar o olhar do dele, tocou seu pau por cima da calça. O corpo de Gabriel se arrepiou ao sentir aquele toque tão gelado.

- Você é tão quente... – ela sussurrou enquanto o acariciava, quase juntando seus lábios nos dele.

O homem sentiu um perfume doce, contagiante, deslizou as mãos pelos braços tão gelados da mulher, puxando-a pra mais perto, lentamente seus lábios se tocaram, mas ela recusou beijá-lo. Sua boca se distanciou no mesmo ritmo em que haviam se juntado e ela se ajoelhou na frente dele, abrindo a calça do homem. Sem demora ela engoliu o membro tão duro dele, colocando-o por inteiro na boca, a língua gelada dela o fazia estremecer, a sensação o excitava mais. Segurou firme nos cabelos negros de Lamia, e a segurou contra seu pau por um tempo longo, fazendo-a quase engasgar, deixando-o todo babado com a saliva dela.

- Quero sentir o seu calor dentro de mim – ela disse voltando a olha-lo enquanto se levantava.

- Você vai ter o que quer, putinha – ele a empurrou contra a parede e a pôs de costas. A mulher não esboçara nenhuma reação pela forma que ele falou, mas empinou sua bunda pequena pra ele.

Gabriel deslizou a mão quente pelas costas molhada de Lamia, subindo o vestido dela, guiando a mãos em seguida até os seios da mulher, apertando-os com força, roçando o pau contra a boceta dela alguns segundos antes de penetra-la. Quando o fez sentiu um choque, pequeno, subindo do seu pau até pelo seu corpo, como se fosse guiado pelas suas veias. As estocadas eram fortes e ele se sentia fraco cada vez que metia fundo na mulher, ele não viu, mas os lábios dela se tornavam mais vermelhos e sua pele mais corada.

As mãos do homem largaram os seios da mulher, apoiando-se na parede, pois uma tontura o invadia, seus olhos pareciam congelar. Lamia se virou e derrubou o homem no chão.

- Quero mais – e sentou-se no pau duro dele, cavalgando com vontade, cada vez com a pele mais corada.

A pele de Gabriel começava arrepiar-se de frio e ele quase não enxergava mais, sentia suas forças se esvaziarem pelo seu pau, apesar do prazer mórbido que sentia, sabia que estava morrendo. Sua vida parecia ser sugada pela boceta da estranha.

Lamia se movia cada vez mais lentamente quando sentiu que o homem ia gozar. Juntando o resto de força que tinha Gabriel soltou um gemido rouco, preenchendo a boceta da mulher com a sua porra quente, sua ultima gozada. Ela sorria pra ele, retirando o membro do homem de dentro de si.

Ele a viu sair pela porta, revigorada e feliz, sua visão ficava cada vez mais embaçada e seu corpo estava tão gelado que parecia ter sido coberto por neve. Ele deu um último suspiro antes de sentir sua vida se esvair de vez através do seu hálito gelado.

Sobre este texto

Éris

Autor:

Publicação:27 de janeiro de 2015 22:23

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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