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Do fundo do baú

A Bela e a Fera - O prazer é minha sina.

Sempre fui uma moça bem recatada. Bem, não foi sempre assim, estou mentindo. Tentava colocar na minha mente que eu de fato era uma pessoa temente a Deus. Orava todas as noite na hora de dormir e acreditava piamente que os princípios bíblicos eram o que tinham maior valor. Eu acreditava nisso, apesar de lá no fundo de mim, alguma coisa gritasse, que eu era uma hipócrita e que estava sofrendo por não dar vazão aos meus instintos de fêmea.
Comecei a ter pesadelos , onde eu era a principal protagonista. Eu estava só no mundo, desde que meus pais adotivos morreram. Nunca soube dos biológicos, pois se não me quiseram ao seu lado, eu também não os queria. Percebem o contra senso do que eu acreditava e praticava? Não havia coerência. Eu devia perdoar para ter o meu próprio perdão perante o Criador. Mas não era isso que eu fazia.Os pais adotivos me criaram segundo a religião deles e eu acreditava quê, muitas coisas, eu aprendi, eu ia levar comigo por toda vida. Mas... e tem sempre um mas, eu não estava me encontrando, dentro daquilo dos princípios básicos de religiosidade. Me sentia impura. Tinha sonhos lúbricos onde me via sendo assediada por um ser extremamente belo, que numa estrada deserta vinha em um cavalo fogoso de encontro a mim e me puxava para o dorso do mesmo e me levava para cavalgar com ele por um campo todo florido, onde uma mata densa se descortinava ao longe, mas que com o passar do tempo se avizinhava cada vez mais, pois o alazão trotava cada vez mais rápido em sua direção. Eu me agarrava á crina do animal, com medo de cair, apesar de ter o corpo enlaçado pelos braços fortes do cavaleiro, um belo e musculoso negro, que gargalhava excitando mais o animal a galopar. Sentia o seu braço roçar meus seios e outra coisa me incomodava. Era um protuberância que estava sobre minha bunda no dorso do animal. Não queria admitir que aquilo seria o pênis dele. Mas era. Quando apeamos eu notei que estava molhada o que indicava que tinha gozado. Fomos parar embaixo de uma arvore frondosa, onde ele me puxou para junto de si e me buscou a boca num beijo adocicado. Sua mão começou a passear pelo meu corpo e ele tirou um dos seios para fora passando a chupa-lo com avidez. Eu entrava em êxtase com aquela carícia deliciosa. Eu não podia me controlar, apesar de saber que estava errada em me entregar a um estranho que nem, o nome sabia.Mas a boca dele era divina e me chupava com um carinho que me levava a prensar sua cabeça contra o meu peito. Mais ousado ele enfiou a mão dentro da minha calca buscando se insinuar pela calcinha passando pelos meus pelos e descendo até o sexo que estava molhado. Habilmente ele introduziu um dedo entre minhas pétalas intimas buscando o meu buraco intimo. Tocou no meu ponto mais sagrado até aquele momento. Me preparei para o que seria uma bela surpresa para ele. Separei mais as pernas, no que a calça me permitia e a ponta do dedo me tocou lá. Ele me olhou admirado e retirou a mão. Foi me despindo até me por nua. Observou o meu corpo e veio me tomar nos braços. Apertou os bicos dos meus seios e depois os chupou. Desci a mão até seu pau e o apertei sob a calça, mas queria tê-lo na mão livre da roupa. Não foi preciso pedir, ele se livrou da calça se pondo nu, pois não usava cueca, o que facilitou a presença rápida do pau enorme e bonito. Brilhava com a luminosidade solar adquirindo uma plástica belíssima. Toquei no falo que deu um pinote e me agachando o cheirei. Sabia que não estava agindo direito, mas o desejo que estava tomando conta de mim embotava a minha timidez e foi assim que o apertei entre os dedos sentindo-o pulsar, vivo, me querendo. Dentro de mim, o meu eu gritava, para que eu me libertasse daquele preconceito de achar que tudo era pecado. Abri a boca e fui de encontro ao falo o abocanhando. O negro urrou como uma fera ferida e tomando a minha cabeça entre as mãos começou a se movimentar em minha boca. Depois me fez deitar na relva e levantando as minhas pernas, abriu o meu sexo e o beijou demoradamente enfiando a língua em meu buraco sentindo o cabaço que me preservava a virgindade. Salivou muito o meu sexo, com muita saliva. Me preparava para me transformar em mulher e eu ansiava por aquele momento. De joelhos, entre minha coxas ele endereçou a cabeça da pica para o meu sexo, tocando o meu cabaço. Olhou-me com um carinho que transcendia tudo e me beijou com ardor, ao mesmo tempo que forçava o corpo para vir de encontro ao meu, empurrando a pica que estava se alojando com vigor, rompendo o meu hímen. Uma dor aguda tomou conta do meu sexo quando a pica atravessou a barreira da donzela. Doía mas eu estava feliz, era mulher finalmente. Dando um tempo, ele ficou imóvel, só me beijando e alisando meus seios, levando-me a esquecer a dor e sentir um intenso prazer percorrer todo meu corpo. Agarrei meu homem e o forcei a se movimentar dentro de minha vagina violada. Gozava a cada estocada que ele dava e esperava o momento de sentir sua seiva me inundar as entranhas. Ele me estocou de forma incansável com a pica cada vez mais dura. Por fim se retesou todo sobre mim, passando a pulsar e soltar uma caudalosa quantidade de porra que me inundou até transbordar a boceta e escorrer para a relva sob minha bunda.Quando saiu de dentro de mim seu pau ainda pingava o liquido seminal que estava misturado com a minha seiva.O sol brilhava forte no céu azul. Uma sonolência tomou conta de mim.
Era tardezinha, quando me vi caminhando pela calçada que me levava a pensão.Quando nela entrei, ainda sem entender como chegara até ali, fui direto para o banheiro, pois sentia que algo fluía de dentro da minha boceta encharcando a calcinha. Também queria saber se tinha sonhado, tido insolação o o quê, que causara aquela estranha aventura com o belo negro. Teria realmente acontecido tudo, ou não passava de fruto de sua imaginação? Ao descer a calcinha, viu aquela mancha amarelada com sangue. Sentiu uma tontura, mas se recuperou. Ainda não acreditava. Se agachou e separando os lábios do sexo colocou um dedo para constatar o cabaço no lugar. Mas ele não estava lá, tinha voado, ela era mulher sexualmente falando. Então não fora sonho. Mas como? Quem era o negro que a fizera mulher?
Voltou a rotina de sempre se concentrando no trabalho que tinha em uma loja de departamentos. Estava arrumando umas peça em um determinado lugar quando uma das minha colegas de trabalho se aproximou e me disse que estavam me chamando em um certo setor, pois a pessoa que lá estava fazendo compras queria se atendida por mim, porque eu a tratara muito bem outro dia. Fui até o lugar indicado e vi a pessoa que estava de costas para mim. A princípio achei que conhecia a pessoa mas ao chegar até ela e a mesma se virar para mim, fiquei hirta, sem ação. O homem que me olhava sorrindo lindamente, era o meu negro lindo. Eu o olhava embevecida, sem entender nada. Mas mais confusa e abismada fiquei quando ele me disse que dia atrás tivera um sonho muito estranho comigo e eu indicava aquela loja para ele. Desde então vinha ali e me via, mas não sabia como iria se aproximar e que só naquele dia tomara coragem.
__A propósito meu nome é Alfredo e o seu eu já sei por estar no crachá Sandra.
__Me diga uma coisa. Você tem cavalos?
__Tive um alazão, que infelizmente morreu a algum tempo. Por quê?
Não havia duvidas, era ele ou eu estava ficando louca. Mas como podia ser aquilo? Percepção extra sensorial? Seria?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:25 de março de 2015 07:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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  • Ludmila Santos
    Postado porLudmila Santosem26 de março de 2015 10:16

    Amei isso!

    "Habilmente ele introduziu um dedo entre minhas pétalas intimas buscando o meu buraco intimo. Tocou no meu ponto mais sagrado até aquele momento."

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