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Do fundo do baú

A casa do outro lado da rua

A casa do outro lado da rua, estava vazia a muito tempo. Não se sabia a razão mas ninguém se habilitava a compra-la ou a alugar. Era charmosa, com sua alvenaria original do começo do século. Ficava incrustada em meio a casas com arquitetura mais voltada para o século em que vivíamos, umas habitadas outras ainda sem ter um dono, mas sempre tendo alguém a visita-la. Talvez por causa do preço,algumas permaneciam vazias. Mas aquela casa especialmente, era rejeitada por todos, numa demonstração estranha de antipatia.
Marcelo estava diante da janela se seu quarto, olhando distraidamente para a rua e analisando a situação de cada casa que podia ver. Esta nu, ostentando seu belo porte físico, muito requisitado pelas mocinhas do local. Voltou a cabeça para trás e observou sobre a cama, o corpo esbelto, cheio de formas deliciosas, com alguns traços de biquini, naquelas marquinha de quem estivera tomando banho de sol. Era uma conquista, com quem tivera uma relação bem animada durante aquele dia que se findava. Estava ainda de pau duro e o alisou com satisfação. Núbia, era de fato uma jovem que sabia do seu potencial de conquista e investira em ter um relacionamento com Marcelo. Sabia que ele era um solteirão, muito apreciado pelas mulheres que procuravam um bom partido que lhes pudesse dar uma estabilidade sócio econômica, como era de normal no mundo de interesses que viviam. Gostava de passear com ele em seu conversível, deixando o vento assanhar seus cabelos loiros a deixando mais charmosa. Núbia, sabia que agradava por demais o rapaz que a cercava de mimos e a levava para todos os eventos do qual tinha por obrigação de participar, sendo ele o que era ou seja um jovem executivo. Conhecera ela em um dos eventos do qual tinha sido o palestrante e ela a apresentadora. Se enamoraram um do outro e foram para a cama logo na primeira saída. Ela se mostrou uma jovem receptiva e o deixou satisfeito com o desempenho que tivera na cama e dai para a frente ficaram saindo e ele a levando para lugares que frequentava, fossem de negócios ou mera distração. Todos falavam e a invejavam por ser a garota do chefão. Marcelo achava graça de receber essa alcunha, pois não se considerava tal. Gostava de Núbia, pois ela era uma pimenta que influenciava em seu comportamento sexual, o levando a ter ideias audaciosas. Mas ficava só nisso, não avançava além do assanhamento.
Marcelo se debruçou sobre o corpo da moça e desceu beijando desde suas costas até chegar nas deliciosas nádegas, onde correu a língua entre elas e depois depositou beijos nas mesma. Sentiu o pau latejar e o desejo crescer. Com delicadeza, se pôs de pernas abertas sobre o corpo da moça passando a esfregar de leve, a cabeça da pica entre as nádegas, que se contraíram. Com as mãos separou aquelas preciosidade e viu o cu que piscava. Tinha fissuração naquele pequeno e fechadinho orifício que por vezes tentava penetrar, mas que via a impossibilidade de concretizar tal sonho pois Núbia não relaxava para receber seus 23cm x 8cm. Não levava, muito a sério o fato de não poder possuir analmente aquele pedaço de pecado. Não era qualquer uma que conseguia, sem ter que suportar muita dor e desistir no meio do caminho. Ele continuava tentando, até com gays procurou se saciar naquele que considerava um vicio, mas sem sucesso. Ficava na imaginação se masturbando colocando na mente intercursos anais. As mulheres não ficavam mais que uma noite ao seu lado, depois de saber o que aquele poderoso pênis procurava depois de uma relação normal, acabavam por cair fora.
Marcelo, escorregou sobre aquele corpo feminino, ficou curvado sobre a bunda a moça e ao separa-la passou a lamber o rego e com a língua brincou nas preguinhas do cu que se contraia. Beijou e chupou o pequeno orifício, enquanto se masturbava até que o momento tão esperado chegou e ele jorrou seu leite, sobre a bunda da garota.
No dia seguinte, um sábado que contrastava com tudo, pois chovia muito e o tempo se mantinha bem escuro. Marcelo, que tinha deixado Núbia na casa dos pais dela, estava olhando pela vidraça a chuva que caía quando teve sua atenção despertada por algo que acontecia na velha casa do outro lado. Era uma iluminação que oscilava, como se fosse de uma vela que flutuava no ar. Ficou intrigado. Achava que a casa tinha sido invadida por viciados em drogas. Permaneceu com o olhar fixo na parca iluminação que desaparecia para surgir mais tarde de relance. Podia jurar que via alguém atrás daquele luminosidade. Mas quem seria? Quando tudo ficou as escuras ele desistiu de ficar ali observando, mas estava intrigado. Saiu para fora e foi até o portão da sua casa, chegando mais perto da visualização da casa do outro lado. O que estaria acontecendo por lá? Estava para se voltar para o interior da sua casa quando olhou para aquela janela que tinha ficado iluminada, vendo uma figura feminina que por momentos pareceu encara-lo. Mesmo a distancia e apesar do tempo ruim como estava, pode notar que era uma moça loira, com pele muita clara, dentro de um traje negro que chegava a brilhar diante de alguns lampejos de luminosidade. Parou para encarar e ver melhor a aparição da janela e sentiu os olhos dela presos aos seus. Um arrepio doido tomou conta do seu corpo e sem saber por que, ele se viu levado a abrir o portão e atravessar a rua em direção a velha casa. Uma trovoada distante se fez ouvir. Ao passar bem próximo daquela janela, Marcelo se deparou com aquela beleza sobrenatural. Ficou paralisado. Ela foi esboçando um sorriso que o encantou. Não saberia dizer como ela sumiu e veio surgir no portão, que se abriu e em meio a todo aquele tempo que prenunciava uma tempestade daquelas, deixando que se visse o quanto era bela em sua palidez quase que cadavérica. Marcela voltou alguns passos e ficou frente a ela. Bela. Era a expressão que tinha na pontada língua. Pareceu que ela lhe leu o pensamento e com isso sorriu o mais belo dos sorrisos e lhe estendeu a mão:
__Não gostaria de entrar? Já vai começar a chover. - disse ela olhando para o céu carregado de nuvens negras.- Me chamo Morgana.
__ Marcelo!
__Humm! O grande empresário.
__Estou em desvantagem já que parece me conhecer.
__Você é cobiçado por todas do vilarejo. Apenas temem o que não é para ser temido. - disse, deixando Marcelo intrigado.
__O que você quer dizer com isso?
__Necessita realmente de explanação dos fatos? É melhor entrarmos pois os primeiros pingos começam a cair.
Marcelo, se deliciou com a visão rebolativa daquele traseiro espetacular, preso naquela calça super apertada que era um atrativo a parte por modelar aquela anatomia. Quando ele adentrou a casa, ficou surpreso ao notar que a mesma estava iluminada por uma única vela.
__Não mandei ligar a energia elétrica ainda, pois resolvi vir para cá sem ela ou qualquer mobiliário. Se importa com a falta dela?- quis saber o levando pela mão, passando pelos cômodos em direção a um especifico que entraram. Era um quarto. Quase que no centro do mesmo havia uma cama, que remontava a muitos anos. O que deixou Marcelo intrigado, era o fato dela ter dito que tinha vinda sem móveis algum, então como explicava aquela enorme cama ali?__ Intrigado por ver essa cama aqui? - perguntou ela parecendo ler os pensamentos de Marcelo.
__Confesso que sim. O que faz você aqui nesta casa isolada, muito velha para uma moça jovem e bonita morar?
__Obrigada pelo elogio. Sabia que eu aprecio muito essas construções que remonta a um passado bem distante? Sabia que aqui viveu uma família ,muito importante no século passado? Eram adeptos de atos sadomasoquistas e aqui uma de suas filhas morrera em meio a uma sessão de brincadeiras sexuais. Gosta de brincar na cama Marcelo?
__Depende da companhia.
A moça o empurrou para cima da cama e se acocorou sobre ele. Era possível, mesmo com aquela pouca luminosidade, poder ver através do decote, que ela tinha um belo e recheado par de seios.Marcelo estava achando ela muito atirada, mas que atingia seu objetivo, pois conseguia excita-lo a ponto de seu pau estar duro sob o traseiro que ela espremia naquele momento. Ela lhe sorriu e levando a mão sob seu corpo, lá onde estava a parte prensada, tocou-o e não pareceu se assustar com o que segurava.
__Vamos brinca de esconder isso aqui em um lugar bem aconchegante?- disse apertando-o.
__Você é direta, não ? - disse ele a puxando para si e buscando sua boca. Ela se convulsionou sobre ele e deixou-se acariciar sobre a roupa colada que tinha ao corpo.
__Quando se quer uma coisa não devemos ficar com meios termos, não acha?
__Claro. Vamos a nossa brincadeira, como sugeriu a pouco.
Em menos tempo do que conseguiu pensar em a ter, se viu com os braços amarrados á cama. Ela se levantou e foi o despir da cintura para baixo e depois se postando em pé fora da cama, começou a despir a roupa que escondia o quão bela era sem a mesma. Marcelo estava encantado. Era um corpo delicioso o que tinha em seu raio de visão. Ela estava depilada e expunha a beleza do ventre liso com aquela fendinha que ficava encantadora quando mantinha as coxas unidas. Marcelo estava com o enorme pau brandindo no ar, desejando penetrar naquela mulher maravilhosa. Morgana o olhava com um olhar penetrante e enigmático. Se agachou junto a cama e levou a mão até o grosso pau que alisou-o de forma lenta mas de forma ininterrupta. As vezes levava a boca até a glande e a chupava, mas sem deixar de masturba-lo. Sentia que o pau pulsava com maior intensidade, o que ameaçava deixar uma erupção seminal em sua boca. Parou por um momento e descendo com a boca até seus ovos, depois de os cheirar, tomou um na boca e deliciou ao ouvir o grito que Marcelo deu quando ela mordeu o testículo.
__Sua cadela louca. Isso não se faz com os ovos de um homem. - berrou histérico e com a dor tomando conta de todo seu baixo ventre.
__Cadela, eu? - perguntou ela, pegando o outro ovo o espremendo entre os dedos. Marcelo urrou de dor. Ela sorriu e acariciou seu rosto com a costa da mão. __Me acha mesmo uma cadela, amor?
__O que você esta pretendendo?
__Primeiro me diga se me considera mesmo uma cadela.
__Não, claro que não. Pelo menos no sentido negativo da
palavra. - se esquivou ao perceber que ela se ofendera com a comparação.
__Covarde! Sei que me acha uma cadela, por mexer nesta porcaria de ovos. Mas vou lhe mostrar algo mais interessante seu enrabador de merda.- disse se agachando sob a cama.
Marcelo, ficara confuso, ao ouvir que ela sabia da sua tara por bunda. Quem era aquela moça. O que desejava com ele? Tentou se livrar das amarras que o prendiam a cama e viu que estava bem manietado á peça. Começou a ficar temeroso. O que ela estava pretendendo debaixo da cama? O que procurava lá embaixo?(continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:10 de janeiro de 2016 16:16

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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