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A confissão de Fabíola

A manhã estava fria quando aquela mulher com lenço preto na cabeça a esconder a tonalidade deus cabelos, óculos escuros, um casaco que lhe alongava a silhueta e uma bolsa a tiracolo, entrou na igreja. Caminhou pela nave vazia no horário e foi em direção ao altar. Diante do mesmo se persignou e foi se sentar em um dos muitos banco que ali haviam. Seus olhos estavam atentos aos movimentos que se davam naquele ambiente de paz. Em seu peito o que não reinava era exatamente o que ali ela viera buscar - paz!
Consultou o relógio em seu pulso e calculou que estava ali pelo menos umas duas horas e já se sentia cansada. Se prontificava a se levantar para ir embora, quando seus olhos perceberam uma movimentação atrás da sacristia. Era um padre que se preparava para algum oficio. Se reencostou novamente no banco e esperou. Viu o sacerdote todo paramentado se ajoelhar diante do altar e pouco depois iniciar uma caminhada pelo canto da nave. Seus olhos o acompanhou até vê-lo se dirigir para um dos muitos confessionário.Levantou-se e para lá se dirigiu.Ajoelhou-se diante da janela gradeada e ou:
__Em nome... o que a esta afligindo minha filha? - perguntou aquela voz que inspirava paz em quem a ouvia.
__Absolva-me por que pequei. - disse a mulher abaixando a cabeça.
_ Seja qual for o seu pecado filha se mostre arrependida que terá a sua absorvição. Confesse.
Ela ainda titubeou um pouco antes de iniciar a narrativa dos fatos que a estava amargurando.
" Padre sou uma mulher casada a vinte e oito anos com o mesmo homem. Temos um casal de filhos, que nos trouxe muita alegria durante todos esses anos. O menino nasceu primeiro e tem hoje vinte e cinco anos. É bonito,forte,estudante e como todo jovem varão de bela estampa, vive rodeado de belas garotas que o desejam a todo momento. Ele é muito centrado nos estudos e por isso mesmo não tem muito tempo para essas futilidades. Valorizo isso nele. Adoro esse meu filho. Minha filha, a caçula, tem vinte anos e é o xodó da casa. Uma beleza que causa inveja, ela se mostra sempre uma pessoa que se dá com todos. Estuda também, mas adora se ver a frente de uma balada as frequentando com certa frequência, o que me desagrada e ao pai dela também. Ela tem um namorado, que gosta muito dela. É um cara boa pinta que toca as empresas do pai e portanto tem uma responsabilidade. Estamos de acordo com esse namoro. Tudo que se passa com os dois, eles vem até nós e fala, pede conselhos e acata as nossas decisões tomadas. Na verdade, Sandra, minha filha é mais de se abrir com o pai e não sei porque Alfredo, comigo. As vezes são assuntos que seria mais fácil ela tratar comigo ou ele com o pai e isso não acontece. Nos tornamos uma família unida e liberal. Sempre fora assim. O assunto que fosse era debatido com toda boa vontade por nós. Uma coisa me intrigava em toda aquela harmonia que havia entre nós quatro. Alfredo começou a mudar de comportamento. Estava muito retraído e já não conversávamos mais como antes. Quis saber se estava tendo algum tipo de problema nos estudos, mas ele não se abriu, alegando que era impressão minha, que ele estava bem. Que só não estava me procurando mais para conversar, por falta de tempo e assunto. Fingi que acreditei e fiquei na expectativa de que tudo voltasse a ser como antes.Conversei com Sandra para tentar ver se ela sabia qual o problema que estava incomodando o irmão. Ela exitou e então eu logo vi que tinha algo de muito errado acontecendo.Comecei a fica atenta a tudo. Não contei nada ao meu marido, mas estava cada vez mais nervosa. Uma noite ouvi um barulho que vinha do corredor interno. Peguei meu robe e abri a porta com cuidado olhando para os dois lado, nada vi, a não ser luminosidade que vinha debaixo da porta do quarto de Alfredo. Assistia tv, imaginei. Resolvi ver se estava tudo bem com Sandra. Abri a porta do seu quarto e o encontrei vazio. Teria ido ao banheiro e fizera o barulho que ouvi, pensei. Não sei porque resolvi ir até lá para ver se estava tudo bem. Tudo escuro, sinal de que lá não estava. Então onde? Meu coração disparou. Fui em direção a porta do quarto de Alfredo e ia bater quando ouvi palavras que me tiraram piso dos meus pés e me lançaram em um abismo:
__Você está cada vez mais gostoso Alfredo. Sua pica é deliciosa. Por que esperamos tanto tempo para nos descobrir. Vai minha paixão, faz sua irmãzinha feliz. - dizia aquela voz que era de Sandra.
__Você não sabe a culpa que carrego por estar fodendo a minha irmã - retrucou Alfredo - Embora goste disso que fazemos, me sinto culpado.
__Bobinho. Que mal esta fazendo? O Júnior não me fode? Porque você não?
__Ele é seu namorado e não seu irmão, já se esqueceu?
__Olha...você esta perdendo o tesão falando assim. Se concentre e me foda gostoso. Posso por um dedo em seu cu para ajudar? - perguntou ela.
__Pode.
__Você tem um cu tão apertado, mano.
__Enfia logo...perdeu a noção de onde fica, sua vaca.
___Não, gostosão...achei seu cuzinho não esta sentindo?
__Vai logo sua porra.
Aqueles diálogos não podiam estarem saindo da boca dos meus amados filhos. Minha pernas estavam bambas e eu estava com medo de desabar ali e eles ficarem sabendo que eu já sabia de tudo. A coisa foi mais além, quando ouvi ela pedir manhosa:
__Agora você vem comer o meu cu. Quero ir dormir de cu ardendo e cheio de porra. Vem me come de ladinho, que eu adoro.- pediu Sandra.
Não suportando mais aquela profanação resolvi adentrar no quarto, mas ao ouvir o gemido dela ao ser penetrada eu senti a cabeça rodar e desabei. Quando dei conta de mim, estava na cama de Alfredo tendo do meu lado Sandra que chorava muito. Alfredo estava vermelho e tremulo e passava a mão pelos cabelos dizendo:
__E agora? O que vamos fazer? Como vamos encara-la?
__Calma mano, vamos explicar a ela que foi mais forte que nós.
__Mas você acha que ela vai aceitar? Somos irmãos, caralho. Tudo podia acontecer, mas não ela descobrir. Fomos negligentes.
Não tinham percebido que eu já estava lúcida e o desespero do meu filho me comoveu.Dei uma gemidinha para alerta-los e logo Sandra veio passar a mão em meu rosto. Alfredo se afastou e da porta nos olhava.
__Mamãe como esta se sentindo? Perguntou Sandra me beijando o rosto.
__Como você quer que eu me sinta depois do que descobri. Já pensaram no pecado mortal que cometeram?
__Mãe, para com isso. Somos dois seres humano. Um com uma xoxota e outro com um caralho. -disse Sandra me encarando - Tivemos vontade e fizemos. Não existe pecado algum, porque não matamos ninguém. Somos felizes assim e ninguém precisa fica sabendo, não é mano.
Ponderei que aquilo não podia continuar. E se acabasse acontecendo uma gravidez, como seria o filho deles.
__Estamos usando camisinha, olhe ali no criado-mudo. Estamos tendo o maior cuidado do mundo quanto a isso. Por favor mamãe não nos deixe de querer bem, amamos você.
Fiquei sem ação e comovida. Olhei para Alfredo que estava desesperado e o chamei para junto de nós. Ele veio e não me encarava. Tremia demais e eu fiquei penalizada com a situação dos dois. Abraçando os dois eu os confortei e pedi que tivessem mais atenção no local que se relacionariam para não serem surpreendidos pelo meu marido. Desde aquela noite eu vivo com um sentimento de culpa tremendo por estar permitindo que dois irmãos tenham relações entre si. Por isso estou aqui padre para pedir a sua absorvição "
__Filha seu pecado é grande, procure demove-los dessa ideia abominável. Eles etão possuídos por entes malignos. Estão em constante pecado. Procure resolver isso. Reze .............
A mulher que caminhava pela parte central da nave, estava com o coração mais calmo. Sabia que tinha tido um perdão diante daquela confissão.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:6 de março de 2015 13:28

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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