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Do fundo do baú

A culpa não é dos homens

Roberto deu em cima de Amanda, por considera-la a mulher mais tesuda que vira na vida. Ele era casado com Carmem, que era uma mulher muito atraente e dona de uma personalidade que poucas mulheres tinham. Talvez por isso ela se tornara uma pessoa, que ele considerava chata. Era muito não me toque, que chegava a irrita-lo. Conhecera Amanda, quando esta através do muro que separava as duas casa veio lhe pedir para jogar a bola de plástico que caíra em seu quintal. Ele estava só de calção, pois tratava da pequena horta que tinha como passatempo. Os olhos cor de mel, aqueles cabelos loiros e o sorriso perturbador, o tirara do sério. Foi pegar a bola e a devolveu para Amanda que com aquele belo sorriso, agradeceu.
Roberto não tirou mais a bela figura da moça da cabeça e no dia seguinte quando ouviu alarido de pessoas se divertindo, pegou uma escada, encostou no muro e subiu para poder olhar e descobrir se a moça dos olhos cor de mel estava ali. Varias jovens de shorts ou biquíni se divertiam de varias formas. Não conseguiu ver a tal jovem e já ia descendo quando ouviu alguém chamando as moças para um suco. Era ela que aparecia no alpendre da casa trajando um lenço estampado, torcido mo meio que ao ser amarrado atrás escondia seus seios, que pareciam serem volumoso. Um short curto completava a indumentária. Avistou Roberto em cima do muro e acenou para ele antes de entrar.
Durante a noite, quando estava na cama com Carmem, procurando fazer amor com ela não tirava da cabeça a figura da jovem que lhe acenara. Era bonita e gostosa. Acabou gozando até antes da hora prevista deixando sua mulher frustrada. Os dias foram passando e ele não escutou mais nada do outro lado e também não viu mais a jovem quando subiu na escada para espionar o outro lado.
Um sábado de calor intenso, notou que as jovens estavam reunidas do outro lado e pelo alarido brincavam com a bola. Foi até a escada e a posicionou no lugar de sempre. Não conseguiu ver a moça, mas se surpreendeu ao ver Carmem, sua mulher aparecer entre as jovens. O que fazia ali? Tudo bem que ela não era nenhuma velha, mas naquele grupinho só tinham meninas solteiras e ficava estranha a presença dela ali. Mas não era aquela a unica surpresa que teria. Viu vir de encontro a Carmem a jovem que ele procurava, se beijaram e foram para dentro da casa. Se beijaram? Na boca? O que estava acontecendo, pensou ele.Será que vira bem ? Sua mulher beijando outra mulher. Então ela era sapata. Mas então a jovem que estava perturbando seu sono, também era. Ele não sabia se estava com raiva ou frustrado com as duas. Mas se sua esposa era lésbica, porque se casara com ele e continuavam juntos? Tiraria satisfação com a mulher ou deixava para lá? Pensou, pensou e resolveu esperar para ver o que estava de fato acontecendo. A noite tudo decorreu normal e ele até foi para cima da esposa a fim de ver se seria rejeitado, para poder abrir o jogo, mas não, nada disso aconteceu, pelo contrario, Carmem se mostrou uma fêmea extraordinária e gozava muito com as caricias que ele lhe fazia. Aquilo o encucou. No domingo sua esposa levantou bem cedo e foi para a cozinha. Começou a preparar uma série de coisas que ele não conseguia compreender para quê? Seria pela noite que tivera com ele? Um agradecimento?
Passavam do meio dia quando a campainha tocou e Carmem foi atender. Roberto que estava de avental e cuidava de uma salada russa foi pego de surpresa quando ouviu vozes atrás de si. Se voltou deparando com a jovem de olhos cor de mel e sorriso cativante que tinha levado a mão a boca para esconder um riso ao vê-lo de avental mexendo em uma saladeira. Logo atrás surgiu Carmem que fez as apresentações:
__Querido, quero lhe apresentar a nossa vizinha Amanda. Amanda este é meu marido Roberto.
Amanda se aproximou de Roberto, que meio abobalhado olhava de perto aquela jovem que parecia uma sereia fora d água. Era bonita demais a ponto de sentir que seu pau pulsou forte. Ela estava com um bustiê azul e uma saia muito curta onde as coxas aveludadas tinham uma penugem dourada que se destacava de longe. Aos olhos de Carmem, não passou despercebido o interesse do marido pela vizinha.Por dentro ela sorriu, mas por fora demonstrou desinteresse. Amanda se aproximou de Roberto e estendeu-lhe a mão que o outro apertou com cuidado. Amanda muito sapeca, ficou nas pontas dos pés e o beijou na face.Roberto a achou muito gostosa e sonhou acordado transar com ela.
O almoço decorreu em perfeita harmonia e ele não pensou em nada que não fosse comer aquela gata. O que ele não via era que por baixo da mesa as pernas das duas mulheres se roçavam. Quando Amanda foi ajudar Carmem a lavar os talheres, foi inevitável comparar os dois corpos. Amanda não perdia tempo quando estava a sós com a anfitriã e quase se deixou apanhar quando saiu com ela para o quintal e a agarrou no quartinho de ferramentas de jardinagem. Fora irresistível aquele momento em que estiveram a sós ali sem testemunhas. Amanda era mais ousada e prensando Carmem contra a parede, já foi metendo a mão dentro da calça dela e ao chegar a calcinha tocou-lhe o sexo que estava encharcado, devido a bolinação sob a mesa,passando a titilar seu grelo. Carmem também procurava levantar mais a minissaia e enfiar a mão dentro da calcinha dela. Surpreendeu-se ao tocar a vulva dela sem proteção alguma. A ousadia da menina a deixava alucinada e sua mão espalmou toda a boceta depilada e a esfregou lentamente. Amanda gemia entreabrindo as pernas para receber os dedos de Carmem que imitavam os seus indo fundo dentro dela.
__Vai fundo minha querida, fode-me com força. -pedia Carmem,abrindo a calça e ficando semi agachada de forma que suas pernas se abriam mais e facilitava a profundidade dos dedos que encharcados entravam a saiam cada vez com mais secreção.Não estava satisfeita, queria se livrar da calça comprida para melhor
movimentação da querida Amanda. Se livrando de uma das pernas da calça, ela apenas procurou manter a calcinha afastada e se sentiu recompensada quando viu Amanda se ajoelhar e se enfiar entre sua pernas. A primeira chupada, arrancou de Carmem um grito e suas pernas se fecharam em torno da cabeça da jovem que continuou chupando-a. Naquela posição, quase que bizarra, Carmem sentiu o dedo da ninfeta procurar e chegar até seu ânus. O mesmo se abriu e o dedo entrou até o fim.Carmem tinha um gozo atrás do outro e se tremia toda na boca de Amanda.Esta, por sua vez, sentia-se sufocada e queria respirar.Com força se livrou daquela tenaz feminina e se ergueu respirando com dificuldade. Carmem se pôs de pé e a abraçou tomando-lhe aboca em um beijo, onde apreciou o seu próprio sabor intimo, que estava na boca de Amanda. Apertou-lhe os seios, tirando um deles para fora foi com a boca nele. Amanda olhava para aquela mulher que mamava nela e se contorcia sentindo o corpo todo tremulo e aquela lassidão quando o seu gozo chegou. Estava para entrar em outro clímax,quando escutou um som que vinha em direção a casinha onde estavam. Alertou Carmem, que rapidamente vestiu a perna da calça e só teve tempo de descer a blusa para Roberto aparecer.Olhou meio desconfiado para a esposa e questionou onde estava Amanda. Nem ela entendeu bem como Amanda sumira.
__Amanda se foi faz tempo. -disse saindo para fora ainda sem entender como a moça saíra sem ela ver.
__Mas como ela foi embora? Sem se despedir? Por onde passou? - queria saber ainda desconfiado de que a mulher mentia.
Entraram na casa. Se tivessem olhado para trás, viriam Amanda dentro da casinha se livrando do encerado que a camuflara. Ela foi até a escada que ficava deitada ao lado do muro, a colocou encostou no mesmo e subiu nela e depois pulou para o gramado de sua casa. A altura não a assustara. Correu para dentro de casa e foi pegar o seu celular.
___Alô. Minha gostosa, bocetuda, faz um favor pára a sua gata, vai até o quintal e coloca a escada para baixo, entendeu amor? Adorei te chupar tesuda. O garanhão está por perto?
__ Sim, sim.Ela esteve aqui e mas já foi embora. - respondeu Carmem disfarçando para que Roberto não desconfiasse.
__Saiba que adorei esta aventura e vou querer repeti-la mais vezes, gostosa.
Vai trepar com ele esta noite pensando em mim, nos meus dedos dentro tua boceta e no teu cuzinho, vai?
__Sim, se ela aparecer eu digo .
__Queria estar com você toda nua, com a bocetona aberta e eu cair de boca e beber a tua aguinha deliciosa . Já pensou eu enfiando a língua em seu buraquinho traseiro? Diz que sim. - pedia Amanda se divertindo muito.
__Claro, Adoraria que pudesse vir. Agradeço o convite que me faz.
__Vou deixar você em paz por hora. Tchau!
Naquela noite o sexo entre Roberto e Carmem fora maravilhoso, para ela.
Com o passar dos dias quando Amanda visitava a casa de Roberto, este se desdobrava em atenção com ela pretendendo assim conquista-la. Tanto Carmem como Amanda sabiam disso e se divertiam com a situação. A culpa não era dos homens se ela mulheres se entendiam mais.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:17 de março de 2015 22:56

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Denise da academia de JP
    Postado porDenise da academia de JPem18 de março de 2015 12:02

    Essa história é minha... aconteceu comigo só que bem pior. Eu me apaixonei pela minha cunhada, e acredite com 3 anos de casada e com uma nenem de 1 aninho larguei me marido e me juntei com a irmã dele. Tivemos que mudar de cidade, mas isso é outra história. beijos

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