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Do fundo do baú

A dor e a humilhação é um prazer que se come quente

Greta acordou pela manhã com muitas dores. Olhou-se no espelho e constatou que não daria para disfarçar aquele hematomas no rosto. Desceu as alças da camisola e deixou os seios aparecerem. Seu olhos se fixaram nos globos arroxeados, onde se viam marcas de dentes sobre a pele. Os dois estavam bem doloridos. A peça de roupa escorregou pelo resto do corpo se amontoando aos seu pés e revelando mais sinais, no ventre e até no monte de vênus depilado. As coxas estavam cheia de marcas e se virando de costa verificou que suas nádegas também não escaparam e estavam bem marcadas. Mas até que suportava tudo aquilo com bravura e condescendência, pois provocara aquilo. Mas o que mais a deixava amargurada era o ato ao qual tinha sido submetida e que ela detestava. A sodomia.
-.-
Greta e Gustavo, formavam um casal, de classe média alta, que viviam um para o outro, em perfeita harmonia. Não eram burgueses arrogantes, muito pelo contrário, suas amizades com pessoas simples tinham até gerado comentários da elite que estavam procurando se enturmar. Ela uma mulher que todos achavam fascinante, tinha uma beleza, que realçava com pouca maquiagem para que não parecesse porcelanizada e sim o mais natural possível. Causava inveja por se manter assim, o que as outras não conseguiam, mesmo com toneladas de artifícios. Seus 32 anos a deixava cada vez mais, naquilo que se ousava dizer, em ponto de bala. Gentil com todos, era a atração no cenário masculino, o que deixava seu marido orgulhoso. Sabia que muitos daqueles que tinham suas esposas ali, desejavam a dele e que dariam qualquer coisa para passar alguns minutos com ela em um reservado. Lembrava-se de muitos filmes que tinha assistido onde isso acontecia com frequência e se divertia. Sabia por exemplo, que as mulheres a toleravam, pois tinham ciência do interesse de seus maridos, por Greta.Confiava nela de olhos fechados, pois a tinha como uma lady. Gustavo, podia-se dizer era um homem bem apessoado, na casa dos 35 anos, que subira na vida sempre calculando os risco de investimentos que muitos achavam seguros, mas que ele optava por esperar a melhor chance para se arriscar e não sair perdendo. Investira na bolsa de valores, e mediante boas indicações, ia somando pontos preciosos com suas ações. Quando muitos perdiam, em transações duvidosas ele se mantinha blindado a qualquer oscilação do mercado, que andava muito nervoso, em vista do cenário negativo que a politica econômica, vinha apresentando com uma certa discrepância entre o que se falava e o que se via na pratica. Enfim, ele era um vitorioso.
Para completar a perfeita harmonia entre o casal, tinham uma vida sexual ativa. Fogosa desde que se conhecera por gente, Greta era ousada e dava o tom em suas noitada de sexo com seu parceiro. Adorava toda modalidade de sexo, indo do sadomasoquismo ao exibicionismo. Adorava,ir para as praças públicas de minissaia e em posições provocantes, mostrar, como que distraidamente, que estava sem calcinha. Ou então se esfregar em homens em meios de transporte de massa, até senti-los excitados. Sempre com a supervisão de Gustavo, que as vezes até filmava as cenas para depois a assistirem em sua alcova, no telão que mantinham dentro do quarto, para sessões íntimas e especiais.Vendo suas peripécias, mais dela que dele, se entregavam a momentos de pleno êxtase onde se entregavam a todo tipo de fantasia que chegavam ao bondage e iam para o fetiche, onde deixavam flutuar as mais variadas formas de excitação. Uma das coisas que mais gostavam era do " faz de conta quê ", onde davam asas a imaginação.Uma dessas passagem fora té inolvidável quando Greta foi assediada por uma lésbica, previamente arrumada pelo marido.
Depois de se entender com uma garota que era lésbica, pagando a ela uma soma até razoável para dar em cima de sua mulher e leva-la para cama, ele deu todas as dicas dos lugares públicos que ela frequentava com uma certa assiduidade.Um dia levou Letícia a um desses lugares e mostrou sua esposa. A moça logo de cara viu que ia se dar bem. Passou seguir os passos de Greta, através de indicações de Gustavo, que sondava onde sua esposa estaria em determinado dia e hora e repassava a ela. Greta, não desconfiou das várias vezes que topou com aquela jovem, que lhe lançava sorrisos e depois disfarçava. Um dia porém a curiosidade feminina falou mais alto e ela interpelou a moça que achando que se sairia bem, abriu o jogo, delatando Gustavo. Greta ao saber de tudo aquilo, concordou em ir para a cama com a estranha, contanto que ela ficasse na dela. Como Gustavo ignorava o que as duas acordaram, ele achou que estava na dianteira e por isso mesmo, quando Greta apresentou a nova amiga a ele, o mesmo achou que tudo decorria como o planejado. Não foram para a cama logo no primeiro encontro, Greta queria também ante gozar a expectativa do marido. Então um dia pediu a Letícia que dormisse em sua casa. Para deixar Gustavo com mais tesão, se deixou flagrar sendo encoxada pela moça. O que Gustavo não sabia era que Greta estava adorando a ideia de se relacionar com uma mulher. No passado em tempo de faculdade, ela tivera um caso relâmpago com uma colega de classe, que só não fora para frente porque a outra se mudara para outra instituição de ensino, fora da cidade.Ela, sabia não ser lésbica, mas gostava de acariciar o corpo de uma mulher e ter o seu acariciado e além do mais Letícia era uma gatona. Ela sentiu que a ansiedade do primeiro contato era maior do que poderia imaginar. Desde que soubera, da trapaça do marido, ela passara a se imaginar nos braços da outra, sabendo que o marido estaria olhando, e se excitando.
Letícia, no quarto de hóspedes, se preparava para a encenação. No quarto ao lado, Greta estava sentada na banqueta do toucador e passava uma escova nos cabelos. Vestia uma camisola diáfana, que revelava as outra duas minusculas peças intimas por baixo. Estava linda como sempre. Pelo espelho ela olhava para seu marido que estava sobre o leito com um jornal na mão, óbvio que fingindo ler, tendo como companheira a expectativa de ver sua bela esposa ser amada por outra mulher. Olhou para ela, que através do espelho notou a manobra e pensou em como estaria por dentro, imaginando que o iria trair com uma fêmea. Contaria ela a ele depois ou ele teria que se antecipar e expor o caso? Não sabia como seria, mas curtia. Antevia a cara dela ao ser surpreendida por ele e seu pau começou a dar sinal de vida. Desceu acalça do pijama e sacou a pica, puxando a pele que encobria a glande para baixo, mostrando-a brilhante. Greta a tudo olhava e notava que dentro de si crescia o desejo de estar nos braços de Letícia ao invés do de seu marido. Mas mesmo assim, via beleza e sedução naquela pica que ele lhe mostrava com orgulho. Depositou a escova sobre o móvel e caminhou em direção ao leito. De gatinhas foi até ele sem tocar no pau, o beijou na cabeça e depois desceu beijando até a base em meio aos pelos sedoso e se inclinando para um dos lados tomou um ovo na boca. Brincou com a língua nele e depois passou para o outro. Vendo-o se contorcer, subiu até a ponta daquela haste e a colocou dentro da boca. Não o chupou por muito tempo alegando que desejava dormir, pois estava muito cansada. Fingiu dormir depois uma meia hora e com cuidado observou, para ver se o marido "dormia" e constatando tal fato, com um sorriso irônico nos lábios, se levantou caminhando para a pota que abriu e pouco depois ingressava no quarto de Letícia que a esperava, trajando um espartilho preto. Estava linda, naquele traje que lembrava uma dominadora. Fez com que ela se aproximasse e a tomou em seus braços. "Cochichou", de forma que quem estivesse fora do quarto, atrás da porta ouvisse.
__Seu marido não vai desconfiar não te vendo na cama?
__Ele tem sono pesado querida, a noite é só nossa.
Gustavo que tinha seguido logo atrás da mulher, estava feliz de ver que tudo decorria de acordo com o combinado.
__Se você acha isso paixão...mas mesmo assim vou trancar a porta.
Letícia fingiu que fechava a porta e voltou ao centro quarto onde Greta, só de calcinha e sutiã a aguardava ansiosa pela encenação.
__Vem cá minha deliciosa. Deixe-me ver o quanto você é gostosa. Vou te fazer subir pelas paredes de tanto que vou te chupar - disse Letícia, sabendo que esta parte não seria uma encenação. Chegou junto da bela mulher e a abraçou. Se beijaram, passando a esfregar os corpos um contra o outro, caminhando em direção a cama. Passou a beijar a boca de Greta, enquanto sua mão buscava libertar os seios da mulher, que se entregava plenamente aos carinhos daquela fêmea que iria ama-la de verdade. Pode ver de soslaio, que seu marido a espionava pela porta entreaberta. Ele queria emoção, pois ela o daria a ele. Quando Letícia libertou seus seios e passou a chupa-los, ela sentiu que não deveria ficar inerte e por isso mesmo, agarrou a outra e rolou com ela para o lado, passando de dominada para dominadora. Lambeu o rosto da mulher e desceu para seu pescoço.Beijou sobre os seios que estavam dentro do corpete do espartilho e levando a mão até onde se encontrava o fecho éclair da peça o desceu. Os seios estavam livres e ela os espremeu e deu um tapa em cada um arrancando gritinhos de Letícia. Puxou seus bicos e depois os chupou,mordiscan-do-os, subiu o busto e passou a esfregar seus seios contra os da outra e depois como uma mãe faria colocou a palma da mão sob um dos seios e o endereçou a boca de Letícia. Ela também, vira o contratante na porta as olhando e até certo ponto não gostou. Queria se dedicar á aquela mulher numa intimidade só delas, sem expectador. Chupava o seio oferecido, enquanto acariciava o outro e se deleitava com a visão do rosto passivo de Greta. O que ela não sabia era que a mesma estava gozando e muito. Estava precisando de uma transa daquela a muito tempo e agora com o aval do marido, estava tendo. Querendo variar um pouco. ela se deixou cair para trás e começou a tirar a calcinha, jogando-a pra longe.Letícia sentou-se na cama e tratou de tirar o espartilho que Greta apenas abrira. Nua, se exibiu para a mulher que de pernas aberta e braços estendidos a chamava. Aninhou-se entre sua pernas e buscou o sexo que estava molhado e sua boca o cobriu de cima a baixo, como quê desejando devora-lo, tal e qual uma torta deliciosa de maçã. Sugou e mastigou o sexo que tinha na boca, levando Greta a ter um violento gozo, que não deixou desta vez cair no silêncio, pois gritou e colocou as mãos na cabeça da outra a pressionando contra o sexo. A língua de Letícia buscava entrar na abertura da vagina que pulsava e expelia o liquido, resultado da excitação que estava tendo. Não queria saber se tudo teria que ser uma farsa, estava pronta para se dar por completo. Estava sim , traindo seu marido com outra mulher.Mulher esta, que a estava devorando com um prazer infinito. Ambas gritaram quando um orgasmo incontrolável tomou conta das duas. Gustavo estava preste a gozar, pois se masturbava violentamente e se sentia sem coragem de intervir, por achar linda a cena, onde sua esposa era comida por outra mulher. Mas tinha que parar com a farsa e por isso entrou no quarto fazendo barulho. As duas, fingiram que tinham sido flagradas e procuraram se cobrir da melhor maneira que pudessem. Podia se ver na boca de Letícia o brilho da seiva que Greta vertera de seu intimo. Gustavo caprichou na encenação e deu até uns safanão em sua esposa. Mandou que Letícia se retirasse pela manhã de sua casa, e foi atrás da esposa no quarto do casal.Greta estava sobre o leito, ainda nua com o braço protegendo os seios e uma mão sobre o sexo, numa atitude pudica. Olhou para seu marido, que de pau em riste avançou sobre ela a xingando de tudo que era nome e com as mãos sobre seu pescoço aplicava uma sufocação moderada. Estava entre as perna de Greta e ela sentia a cabeça da pica dele a lhe roçar as pétalas que a pouco eram tomadas pela boca deliciosa de Letícia. Com esse pensamento, puxava mais um gozo longo, que a exauria de suas forças. Quando Gustavo a penetrou, ela soluçou, e se deixou foder, apenas olhando para ele com certa adoração, pela noite que estava tendo.
Viviam assim, procurando algo para os excitar. Tudo era válido no relacionamento dos dois, desde que resultasse em prazer. Gustavo tinha confessado que pagara a Letícia para seduzir a esposa, mas ela não lhe confessou que soubera de tudo, pelas insistências das coincidências dos encontros, apenas não contara que revivera sua juventude.
Numa de suas saídas para se divertirem, acabaram conhecendo um casal. Era diferentes em comportamentos. Ela no lugar de um colar, trazia no pescoço uma coleira travada com cadeado. Greta só percebeu a peça quando a jovem retirou o lenço que trazia envolto no pescoço, escondendo o estranho adorno. Gustavo também viu e achou estranho. O casal, no entanto estava numa boa, mas foi um pedido da mulher que detonou a situação:
__Querido preciso ir ao banheiro. Estou apertada. -disse a jovem, não se importando com os novos amigos.
__Você não esta de fralda? - quis saber o rapaz sério.
__Estou, mas tenho medo de que vaze.
__ Se vazar você vai apanhar muito, sabe bem disso.
__ Sim eu sei amor. Deixa-me ir no banheiro, que prometo fazer tudo que você quiser.
__Tudo?
__Sim. O que você me ordenar.
__Convença nossos novos amigos a cooperarem. Caso contrario, nada feito.
Greta e Gustavo acompanhavam aquele diálogo e se sentiam excitados com a inusitada situação. Olhavam com curiosidade.
__Por favor, me ajudem. Não quero apanhar mais. Preciso da colaboração de vocês - implorava a jovem,diante do atônito casal.
Greta olhou para Gustavo que sinalizou com a cabeça que sim, mesmo não sabendo do que se tratava.A jovem juntou as mãos como em oração e agradeceu, levantou-se e foi em direção ao banheiro. Gustavo curioso inquiriu o rapaz:
__Que diacho aconteceu aqui? Você trata essa jovem como escrava.
__Minha esposa, é minha escrava.
__Como é que é? Você só pode estar brincando.
__Posso saber porquê?
__Você ameaçou bater nela?
__Sim, e vai apanhar se não cumprir o que sabe que tem que fazer, já que vocês concordaram. Do que estão espantados. Vocês não curtem esse tipo de prazer?
__Prazer?
__Sim. Somos praticantes de sadomasoquismo.Uma forma muito excitante de se ter um prazer fora do convencional. Demorei para encontrar a parceira ideal. Sabrina é uma dedicada serva a serviço do grau maior do prazer. Ela segue as minhas regras e eu as dela.
Greta e Gustavo sabiam que o que praticavam era muito restrito a ele, uma pela condição social deles e outra por quê o sexo violento não os estimulava.
__E vocês praticam alguma forma de prazer alternativo?
__Nada que se compare ao que você pratica.
__Pois não sabem o que estão perdendo. Ai vem ela, se prepare.
__Me preparar para...
Os olhos de Greta quase saltaram quando a jovem sentou no colo de Gustavo e o beijou ardoramente. Mas ficou mais pasma, quando a mesma foi escorregando para baixo da mesa e oculta de alguns, desceu o zíper da calça de Gustavo e enfiando a mão procurou se pau que de imediato ficou duro, puxando para fora e o tomando na boca aplicando uma chupeta fantástica, que fez Gustavo quase escorregar até ela. Olhava para Greta que estava de boca aberta. O rapaz sorria vendo o embaraço do casal pego de surpresa. Algumas pessoas que passavam notavam o que estava acontecendo, mas nada da moça parar. Greta se sentia impotente. Olhava a pica toda dentro da boca dela e se imaginava ali fazendo a mesma coisa. Um aperto na garganta a oprimiu. Olhou para o rapaz, depois para seu marido e decidiu entrar no jogo, juntando-se a jovem para tirar da boca dela a pica do marido, passando ela a suga-lo. A jovem se esgueirou indo para o seu parceiro que já tinha a rola de fora. Tomou-a na boca e brincou muito com ela. Gustavo olhava abismado para sua mulher e para todos os lados. Quanto mais se sentia observado, mais excitado ficava e não foi possível aguentar por mais tempo e sem ter tempo de avisar esporreou na boca de Greta. Ela que estava super excitada, ao receber o jato de porra na boca, passou a dar murros na perna do marido e até no ímpeto do prazer, deu uma bela dentada na pica, quase a machucando e gozando a seguir. Estava com a boca escorrendo porra quando se levantou. Sentou-se ao lado do marido, que parecia abobalhado e se beijaram. Gustavo sentiu seu próprio gosto e ficou meio confuso com seus sentimentos com relação ao ato que a esposa fizera. Olhou o outro casal e vou a garota sair d debaixo da mesa, parecia satisfeita. Olhou para ele e sorriu. Greta enciumada abraçou-se ao marido. Quando tudo voltou ao normal, o rapaz perguntou se gostaram da nova experiencia. Olhava guloso para Greta, que pediu licença para ir ao banheiro. Logo atrás a jovem á seguiu. O banheiro estava deserto. Greta lavava a boca quando sentiu tocarem em sua bunda. Se virou pronta para dar um tapa, mas teve o braço seguro. A jovem a olhava e sorria. Se encararam.Greta fitou a coleira e depois olhou para a jovem,esta séria a convidou para entrarem em um dos reservados. Greta se deixou levar. Depois de trancar a porta a jovem se despiu ficando só com a coleira de adorno. Tinha um corpo muito bonito ,pensou Greta. A jovem pegou sua mãos e as colocou de encontro as seios miúdos e pediu roucamente, que ela os apertasse com força. Greta não queria fazer e recebeu um tapa na cara.
__Eu disse para você apertar, sua vaca. Vamos aperte meu peito...assim não, com mais força sua puta rampeira. Vai apertar ou vou te dar mais bolachas nesta cara bonitinha.
Greta apertou e viu ao invés de careta de dor, o rosto da jovem serenou e ela gemeu. De repente se virou de bunda para Greta e pediu:
__Me bata. Preciso apanhar, pois fui muito má. Castigue-me. Espalme minha bunda. Vai.
Sabendo que não adiantava replicar, Greta se preparou ficando de lado. Elevou a mão até onde pode por causa do pequeno espaço que tinham e como se fosse um chicote desceu a mesma estalando na bunda da jovem, que não soltou nem um pio. Vendo que ela não questionava nada, continuou a surra-la, vendo suas nádegas ficarem vermelhas com a impressão dos dedos dela na pele sensível. Não sabia bem por que mas estava gostando de surrar a menina, estava gostando a ponto de gozar. A menina não soltava nenhum gemido, mas Greta não se conteve e deixou escapar o que estava represado dentro de sua garganta.Deixou-se cair sentada no vaso e abraçou a jovem cuja bunda estava diante do seu rosto. Estava cansada. Quando se vestiu, a jovem sem fazer qualquer tipo de sondagem abriu a porta e saiu seguida de Greta, que sentiu um calafrio gostoso, quando percebeu que havia gente no lavatório. Falou mais alto o seu gosto pelo exibicionismo.
Greta e Gustavo se despediram do casal e a caminho de casa, comentaram o que tinham sentido com relação á aquele tipo de relacionamento. Ambos acharam que tinham se excitado além da conta, Que fora uma foma diferente de obter o orgasmo. Se olharam e não foi preciso dizer mais nada. Iriam praticar entre si e ver como seria.
Gustavo lembrou da dentada que Greta lhe aplicara no pau e percebeu que ali já tinha sentido uma sensação diferente.Como se comportaria ela sob a imposição de um castigo. No dia seguinte, quando chegou em casa trazia coisa que serviria para praticarem SM.
Jantaram uma comida leve previamente preparada e depois assistirem um video, se preparam para ir para o quarto. Estavam ansiosos para experimentarem os brinquedos sexuais. Até a atmosfera do quarto estava energizada com posteres de pessoa sendo chicoteadas e presas com algemas. Gustavo se aproximou da mulher e a beijou. Em seguida mordeu seus lábios, ela revidou com murros em seus ombros. Ele procurou seu pescoço e deu-lhe um chupão. Ela pediu que não fizesse aquilo, mas ele ignorou e tornou a chupa-la do outro lado. Ela o empurrou.Ele ficou sem saber se insistia ou se parava, não sabia como agir, mas Greta estava no clima e foi para cima dele, xingando-o. Provocou ele dizendo que tivera vontade de chupar outro homem.
__Ou você me dá um corretivo seu frouxo, ou vai me ver dando para outro cara. E olha que vou dar para ele o que você nunca teve de mim. Entendeu? Para você eu não dou, mas para um estranho eu acho até que vou gozar no pau dele. Venha, me bata, me puna seu viado.
Ela sabia que estava surtindo efeito, o fato de ter intenção de dar para outro que ela sempre recusara a ele por ter pavor de tal pratica, que era dar o cu. Admitia tudo, por mais bizarro que fosse, mas nunca aceitaria ficar de quatro e ter um pau inserido na bunda, isso nunca. Não gostava que tocassem no assunto e por isso sabia que o simples fato de menciona-lo e dizer que ia pratica-lo com outra pessoa, mexia com os brios de Gustavo. Ele se aproximou dela a segurou pelos bracos e ato continuo deu-lhe um tapa. Ela riu e perguntou se era só aquilo que ele conseguia fazer. Se livrando dele, ela lhe deu uma bofetada mais que forte e sorrindo se aproximou mais dele. Gustavo levantou a mão e lhe aplicou duas bofetadas de ambos os lados do rosto.Ela levantou a mão para revidar, mas ele foi mais rápido e bloqueou o ataque segurando seu braço e em seguida o torceu levando-o para trás de suas costas. Com a outra mão apertou-lhe os seios com força, que ela gritou de dor. Chegou com a boca até sua nuca e a mordiscou. Indo para a sua orelha a pegou com os dentes ao mesmo tempo que perguntava se ela estava gostando:
__Vou te ensinar a ter respeito por mim. Você nunca mais vai dizer que vai seu cu sagrado para outro macho. Se eu nunca tive direito de fode-lo, outro não terá. Só que eu estou pensando em ter meu desejo consumado.
Greta percebeu que o tom com que falava não era de brincadeira e temeu que ele desse sequência na ideia.Gustavo pegou o par de algemas e colocou uma parte no braço torcido e depois mandou que ela lhe desse o outro algemando-o também. Feito isso a empurrou de encontro a cama. Greta ficou com o traseiro exposto e Gustavo se aproximou. Ela procurou olhar para trás e viu que seu marido estava de posse de um chicote. Sua xoxota se contraiu e ela vibrou ao sentir a primeira lambada no traseiro.A segunda a deixou mais excitada. Provocou o marido e mais castigo lhe foi aplicado, até que a bunda ficou avermelhada. Se estirou sobre o leito e virando de costas, separou as pernas e mostrou ao marido que o castigo estava lhe proporcionando prazer e um gozo delicioso. Gustavo via o líquido que escorria entre os lábios da xoxota e ficou excitado. Deitou sobre a mulher tomando cuidado com o peso e passou a lambe-la e dar-lhe pequenas mordidas nos seios, ombros, ventre, alcançou o púbis depilado e o mordiscou. As coxas ele beliscou em diversos lugares e depois foi até o sexo e o lambeu, engolindo o que conseguia captar. Greta estava com o corpo todo erotizado e procurava se concentrar no despertar de sua sexualidade. Olhava para o marido a lhe chupar e começou a ver uma série de situações que levava-os a chegar até aquele ponto. Se amavam, se curtiam e aproveitavam cada oportunidade que se lhe apresentasse. O poder aquisitivo lhes favoreciam isso.
Gustavo saiu de sua posição e olhando para a xoxota da esposa, pegou o chicote, passando-o pelo sexo molhado. Grete se empertigou toda, mas gostou do carinho e quando seu marido deu-lhe pequenas lambadinhas no sexo ela fechou as pernas prendendo o objeto entre elas. Gustavo largou o chicote com ela e se levantando foi até o criado mudo e pegou uma bisnaga. Veio brincando com ela sendo lançada no ar e amparada em sua mão. Sentou-se ao lado da mulher e enfiando um braço sob seu corpo pegou em um dos braços e a virou de bruços. Olhou para as nádegas ainda avermelhada e deu um tapa nela. Separou-as e mexeu no cu da mulher que o olhou apavorada temendo que ele estivesse com a intenção de humilha-la. Não acreditava que era um preparativo para sodomiza-la.
__Amor! O que você esta pretendendo? Por favor, não vamos cair nesta baixaria.
__Baixaria? Você não disse que ia dar para outro? Dê para mim, que sou seu marido. Quem pode resistir a um rabo desse? Um cú como o seu merece levar uma rola bem dura, e eu a tenho, bem aqui, Olhe para ela, pois vou enfia-la em sua bundinha.
O sangue sumiu do rosto de Grete e ela tentou se virar, mas não conseguiu e só deixou o belo rabo mais exposto. Gustavo pegou a bisnaga e a espremeu no rego da mulher e sem que ela esperasse enfiou um dedo no cu dela para lubrifica-lo por dentro. Lágrimas brotaram nos olhos de Grete. Não acreditava que ele seria capaz de tal maldade, mas Gustavo pensava ao contrário e ordenou que ela ficasse de joelho. Ajudou-a a ficar na posição, puxando-a para a beira da cama. Lubrificou a pica e a aproximou do rego de Grete que chorava muito.
Gustavo foi penetrando o alvo selecionado e saboreou aquele instante, de sofrimento e humilhação para Grete, mas de grande prazer para ele. Ela o recebeu, mas estava muito chateada com a situação que vivia naquele instante. A dor era grande, maior do que as chicotadas, que a excitaram, provocaram.Se deixou sodomizar. Começava ali uma nova fase na vida dos dois.
No dia seguinte ela se examinava e constatava as marcas da noite anterior. As marcas estavam por todo o corpo. Não sabia por que mas estava feliz pela nova e excitante experiencia. Apenas lhe doía mais era a moral, não o cu invadido, mas a moral abalada. Sorri sinistramente para sua imagem no espelho. Daria o troco, não sabia como, mas daria o troco em seu grande amor. Ele que aguardasse.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:26 de março de 2015 21:53

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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