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A erótica balada do terror

Elaine, estava preparada a espera do carro que chegaria para pega-la, levando-a até a balada que iria se realizar, num lugar pouco conhecido e que portanto prometia altas orgias. Ela era acostumada a participar de eventos como aquele. A família dela, sabia de suas escapadas para esse lado meio que sombrio, mas nada podiam fazer, pois ela não obedecia ninguém. Tinha maioridade e portanto se achava a dona do próprio nariz. Dona Vera sempre lhe aconselhava a não sair e ir para lugares estranhos pois não sabia o que poderia acontecer. Para Elaine o que importava era a diversão, ter o que contar ás amigas e curtir muito sexo e música.
Quando o carro chegou ela se despediu da mãe e correu para a rua onde o veiculo a esperava. Quando abriu a porta do mesmo, viu que não estava vazio, mas com mais uma garota, de aparência estranha, muito pálida, que e saudou com um sorriso amarelado. Não fora muito com a cara da outra, mas prometera a si mesma que não se deixaria influenciar pelas aparência. A cumprimentou e a mesma apenas deu um leve grunhido e ficou observar o que passava diante da sua janela. Durante um longo tempo, ela ficou desta forma, quase que imóvel, até se virou para Elaine e perguntou de forma fria e gutural:
__É sua primeira vez?
__Não, Já participo deste tipo de divertimento a muito tempo - respondeu ela.
__Digo, é a primeira vez que você vai participar, no lugar para onde vamos?
__Não sei bem onde é,mas creio que é.
__Não devia ter vindo.
__Por que não?
__Muito perigoso esse tipo de brincadeira.
__Não acho. Balada é balada como sempre. Vou me divertir apenas.
__Depois não diga que eu não avisei.
Elaine não levara muito em conta o que a estranha garota vinha lhe dizendo, acreditando que ela fazia uso de algum tipo de droga, para impressionar as pessoas. O carro subiu uma ladeira e depois desceu, em seguida rodou por um caminho, onde várias pessoas caminhavam. Pelo que ela percebia, o balada tinha sido muito divulgada.Depois de algum tempo o carro parou e as portas se abriram e as duas desceram. Estava muito escuro, mas as pessoas continuavam caminhando, todos em silencio sepulcral. Elaine achou estranho a forma como andavam. Pareciam que estavam em transe. As roupas eram quase que todas iguais, sendo que a dominância era do preto e do lilás. Caminhou por entre pedras enormes e a seguir viu não muito distante uma edificação em estilo gótico. Muito sugestivo, achou. Quando foi se aproximando, verificou que muros altos, que antes não vira talvez por estar chegando pelo enorme portão principal seguia em direções contrarias. Certamente era um local reservado. Caminhou para o edifício e passando pela porta, se viu em um salão, onde no centro havia uma enorme mesa e bem no centro dela um objeto assustador. Um esquife de cor branca, cujo interior decorado, estava uma pessoa deitada. Não dava para ver quem era, mas pela aparência das mãos cruzadas, logo abaixo de dois montes, que não eram, senão dois seios, o corpo era de uma mulher. Ao olhar ao redor, começou a notar que a fraca iluminação, vinham de castiçais na parede, onde grossas velas sustentavam as pequenas lâmina amareladas que consumiam os pavios que no centro delas haviam e que resultava na iluminação que ali havia. Que raio de balada era aquela? Parecia mais um velório, pensou consigo mesma. O cheiro de parafina, proveniente da queima das vela, estava impregnado no ar. Elaine, começou a ficar assustada, pois aquilo estava longe de ser uma diversão.Começou a se afastar da mesa onde estava o caixão, mas não conseguia se afastar muito, pois sempre que olhava, estava perto do caixão. Tentou ver se conhecia alguém, algum amigo, o mesmo que lhe enviara o convite e que ela sabia que estava convidando, por saber que acabariam transando, como sempre faziam. Gostava de trepar com Fernando. Além dele ser um cara muito bonito, tinha uma pegada que a fazia subir pelas paredes. Sua pica de 20cm por 6cm, era disputada a tapa pelas garotas que ficavam com ele, mas só ela era sua favorita e com isso, apesar de não terem mais que uma grande amizade, transavam sem o menor pudor. Ela adorava sentir toda aquela tora a lhe invadir sua boceta, aquecendo seu intimo com aquele atrito delicioso. A primeira vez que transaram fora na sua casa de forma sem premeditação.
" Elaine tinha um trabalho do cursinho que frequentava, e se encontrava, sem perspectiva de ideias para desenvolve-lo. Como tinha ido mal na prova, aquele trabalho era sua salvação para melhor sua nota. Pesquisou, na internet, nas achou que estaria muito óbvio que teria colado e o professor alertara, que podiam pesquisar na rede, mas que desenvolvesse suas teses de próprio saber e não copiando. Mas ele não estava conseguindo. Foi ai que se lembrou das coisas que Fernando escrevia, criando estórias mirabolantes, que um dia pretendia editar em um livro. Como eram amigos, não pensou duas vezes em pedir sua ajuda. Fernando, que gostava muito de ajudar as pessoas se prontificou logo a ajuda-la. Gostava da sua companhia e nada mais agradável do que passar algum tempo ao lado dela.
Elaine preparar um belo repasto para que os dois saboreassem enquanto ele a ajudava. Queria ficar sozinha e por isso mesmo sugeriu a seus pais que fossem passear no shopping. Sua mãe que não era boba percebeu que ela queria trazer alguém em casa e que não queria que eles o vissem. Por isso mesmo conversou com o marido e resolveram ir ver um bom filme em cartaz. Mal saíram, Fernando chegou surpreendendo Elaine que estava toda desarrumada. Se sentiu mal, mas ele lhe disse que ela estava linda, como sempre fora. Um elogio que mexeu com seu intimo, pois sabia que ele fora sincero. Ela sem a menor malícia o levou para seu quarto e pediu que ele sentasse na cama dela. Passaram a ver o que ela tinha conseguido elaborar e para sorte dela ele manjava muito do assunto. Elaine se estirou na cama e ficou de bruços vendo o que ele escrevia.Estava com uma sainha bem curta, que quase lhe expunha a calcinha. Suas grossas coxas estava bem em destaques e na posição que estava o decote de sua blusa, deixa que se pudesse ver os seus belos seios. Fernando estava numa posição que sentado, podia ver-lhe os seios e se se endireitasse um pouco o corpo e olhasse para o lado, mais atrás, veria as coxas dela. Apesar de serem amigos, não foi difícil ele ficar de pau duro. Procurou deixar sempre o caderno sobre o colo, para impedir que Elaine visse a sua ereção. Mas ela , querendo ver o que ele estava escrevendo, chegou com a mão em sua coxa e acabou colocando-a sobre aquela coisa dura. Se assustou, mas sabia que aquele entumescimento era por causa da visão de parte do seu corpo. Quis tirar a mão dali, mas ao mesmo tempo sentiu a necessidade de fazer de conta que não tinha notado nada, para não haver um clima de constrangimento entre eles. Fernando notou a mão dela sobre seu membro e ficara nervoso. A medida que o tempo passava e aquela mão continuava no mesmo lugar, o pau dele foi tomando dimensões que ele, Fernando, começou a suar. Elaine, por várias vezes tirou aquela mão para apontar algo que não tinha entendido e depois voltava a coloca-la no mesmo lugar, percebendo que o volume estava cada vez maior. O tesão que sentia naquele momento era tão grande que acabara, com um suspiro, gozando. Fernando percebera que alguma coisa acontecera, não só com ela mais com ele também, que sentia uma umidade incomoda que estava um pouco a frente de onde estavam os dedos de Elaine, em sua calça. Percebeu que aquela mão dela provocara um pré gozo nele. Perguntou a ela onde ficava o banheiro e disfarçando para que ela não visse a mancha, que certamente aflora no jeans, foi para ele. O que ele não sabia é que ela tinha percebido. Quando ele saiu ela levou os dedos até as narinas procurando sentir o vestígio do que acontecera. Sem saber exatamente o que fazia, meteu a mão dentro da calcinha e tocou o sexo melado. Notou que eu clitóris estava bem saliente e ao toca-lo, uma corrente elétrica percorreu seu corpo. Apertou aos seios com a outra mão e continuou com o dedo a mexer no grelinho. Começou a imaginar o pau de Fernando fazendo aquilo que o dedo fazia e quando desceu dois deles introduzindo-os dentro da boceta molhada, soltou um longo gemido de prazer estremecendo toda retesando as pernas, claramente tendo um violento gozo.Estava tão concentrada no seu prazer, que não notou que Fernando estava parado na porta olhando-a em seu enlevo sexual. A cena era por demais expressiva em sua eroticidade e ele ficou ali olhando e sentindo o pau crescer. Passou a esfrega-lo sobre a calça. Ao se virar para prensar a mão entre as coxas, Elaine se surpreendeu com a figura de Fernando. Nenhum dos dois teve a rapidez necessária para se compor e assim ficaram como estavam se olhando, sentindo que estavam na iminência de terem um orgasmo. Fernando foi quem tomou a iniciativa de sair do estado catatônico e se aproximar do leito. Sentou-se sem perder tempo debruçou sobre Elaine e a beijou. No inicio, um beijo medroso, medido, com receio da reação contraria da outra parte, mas fora só um lapso de tempo para que tomasse forma o que estavam sentindo e querendo. A mão dele se ocupou de tomar o lugar da dela dentro da calcinha. Achou a boceta,viscosa do líquido que a molhava. Não teve o menor trabalho para se insinuar dentro dela. Elaine, vibrou quando os dedos avançaram para dentro de sua xana e ficaram remexendo dentro com terrível lentidão. Ela, estava entregue, não queria pensar em mais nada a não ser que Fernando a possuísse o quanto antes. Libertou o pau dele de entro da calça e cueca, passando a alisa-lo. Sem o ver, ficou admirada com o comprimento e a grossura. Queria chupa-lo. Fernando se livrou da roupa e apresentou a ela, que já estava nua, o seu potente membro. Elaine, o olhou em toda sua formosura e depois o meteu na boca. Chupou com gosto, aquele caralho que para ela era como um sonho. Lambeu ele em toda sua extensão e depois passou a chupar seus ovos, levando a língua até a parte que se perdia em seu rego. Arranhava a bunda de Fernando, que por sua vez acariciava os seios dela. Empurrou ela com delicadeza sobre a cama e se postou sobre seu busto a procura dos mamilos que sugou demoradamente, fazendo com que a moça gemesse entre dentes. Ao separar as coxas da moça, Fernando se apoderou do que só seus dedos tinham provado e adorou o sabor da xoxota dela. Chupou-a de forma bem lenta, apreciando cada gozo que ela tinha, até que ele ouvia-a pedir que a penetrasse com seu membro. Era o maior pau que a tinha invadido em toda sua existência sexual. O atrito daquele pau imenso a deixou agitada e ela se debatia em pleno êxtase. Se agarrou as suas costas arranhando a pele cabeluda, pois não podia se conter nos espasmos dos gozos que estava tendo. Fernando cadenciou as investidas aproveitando todo o espaço daquela boceta acolhedora, até que o clímax chegou e antes que ele pudesse sair dentro dela, os jatos de porra explodiram nas paredes daquela caverna nervosa e cálida.
Não se desculparam, não lamentaram não terem se contido e ficado apenas na grande amizade que os unia. A cada encontro que tinham, se sentiam vontade,transavam até se saciarem. Elaine tirara nota excelente no trabalho que entregara."
Naquele lugar tétrico, onde só havia cheiro de morte no ar, ela procurou por um rosto amigo.Fernando a tinha convidado para quela que seria uma balada, mas que de balada não tinha nada. O pior é que ela não conseguia sair dali. Não dava um passo sequer em direção a saída, parecia grudada no chão ao lado daquele caixão. Subitamente ela passou a ouvir uma música estranha e as pessoas ao seu redor começaram a se movimentar em um estranho balé. As roupas foram sendo tiradas e os corpos nus passaram a se enroscar, naquela espécie de dança sem ritmo definido. Para todos os lado que olhava via as pessoas dançando e se agarrando naquela nudez total. Ela no estando não sentia vontade de se despir, pois sentia, até um certo frio. A música foi se tornando mais audível e ela a reconheceu. Seu corpo fora tomado por um calafrio inexplicável. Se abraçou para ver se parava de tremer, mas não conseguia. Ouviu um choro que não sabia exatamente de onde vinha, procurou ver se captava a direção e quando conseguiu definir de onde vinha, percebeu que não estava mais grudado no chão e para lá se dirigiu. Numa parede lateral a que ela ia, viu um casal de meia idade e um jovem, que falava com eles. Mas ela estava reconhecendo aquele casal. Eram seus pais. Quando o jovem se voltou para o lado que ela estava o reconheceu também. Fernando! Mas o que estavam fazendo seus pais naquele ambiente tão estranho? Se aproximou mais a tempo de ouvir a voz de sua mãe dizer:
__Se ele não fosse tão teimosa, isso não tinha acontecido. O que será de nós agora?
__Como vocês eu vou sentir também muito a falta dela. -dissera Fernando enxugando as lágrimas. Não sabia que ela tinha problema de coração e que o exagero na bebida, fosse lhe causar a morte dentro da balada.
Bebida, balada, coração. De que falavam? O que estava acontecendo?Desnorteada ela foi se afastando de costas, até que encostou na mesa aonde estava o caixão. Alguma coisa estava chegando a sua mente. Começava ase lembrar que tinha ido a uma balada com Fernando e estavam se divertindo muito e bebendo tudo que vinha. Dançava muito com Fernando e o sentia excitado, prometendo que aquela noite seria mais uma de puro prazer. Estava animadíssima. Depois de muito se roçarem e sentirem que a excitação estava latente, foram para o ultimo gole antes de irem para um motel. Estava bebendo alegremente, quando tudo começou a rodar e escurecer ao seu redor. Desmaiara.
Na verdade, ela entrara em coma alcoólico.
Elaine, começou a tremer mais ainda e foi se virando lentamente em frente ao caixão. Não queria acreditar e por isso mesmo demorou para olhar para o interior do caixão e ver o cadáver que ali estava.Olhou para os pais e o amigo e a seguir tomando coragem dirigiu o olhar, além daquelas mãos cruzadas abaixo dos seios e não pode acreditar quando viu o rosto daquele corpo. O rosto daquela pessoa, da moça dentro do caixão, da morta, era o seu. Elaine estava morta, sendo velada na capela do cemitério local. Morrera na tarde daquele dia e estava sendo velada para o enterro na manhã seguinte. As pessoa que ela estava vendo nua, eram espíritos e ela estava entre eles. Estava morta e se via naquele caixão, onde iria apodrecer e nunca mais teria o prazer de viver momentos de luxúria com seu grande amigo Fernando. Resignada ela subiu á mesa e se deitou ao lado do seu corpo, se fundindo a ele para a paz eterna!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:11 de junho de 2015 14:14

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Este texto foi lido 332 vezes desde sua publicação em 11/06/2015. Dados do Google Analytics

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