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Do fundo do baú

A estranha Garota da lanchonete

"Quando acordou naquela manhã fria, Alfredo, não poderia imaginar que um fato iria mudar sua vida para sempre"
Depois de muito andar, entregando curriculos em diversas lojas da Sta Ifigênia, Alfredo parou em uma lanchonete para se alimentar. Pediu um sanduiche, refrigerante e se acomodou no banco frente ao balcão, passando a saborea-lo calmamente. Estava na metade do seu lanche, quando ela entrou no estabelecimento. Era jovem, de estatura mediana, com longos cabelos negros. Trajava um suéter cinza e uma calça jeans, que lhe dava um aspecto de estudante. Para completar alguns livros, que trazia preso ao peito com uma das mãos, ajudava a formalizar o seus personagem escolar. Era bonita. Sentou-se ao lado de Alfredo no balcão e pediu uma água com gás. Pelo espelho que cobria toda a parede ao fundo, do outro lado do balcão, Alfredo passou a observar aquela jovem, que alguma forma lhe chamara á atenção. A mesma abriu um dos livros e o folheou parando em um determinado parágrafo. Ao arrumar o cabelo, prendendo-o atrás das orelhas ela deparou com Alfredo olhando-a pelo espelho. A principio parecia não ter gostado, pois fechou a cara. Percebendo que fora descoberto Alfredo ficou meio desconcer-/ tado e procurou disfarçar. Comeu, pagou e saiu, não sem antes dar uma olhadela na moça que continuava firme na leitura. Caminhava pelo Viaduto Sta.Ifigênia, parando em uma banca de jornal que ficava no final do mesmo, mais precisamente / num dos acesso aos subterrâneos do Metrô São Bento, onde parou e ficou lendo as manchetes dos jornais e alguns tópicos da primeira página. Estava absorto lendo as noticias, quando sentiu um esbarrão por trás. Pensou logo em assalto e ao se virar rápido, pronto para erradamente reagir, deparou com a garota da lanchonete
que se desculpou e foi até o jornaleiro. Comprou duas revista e saiu. Ao passar por Alfredo sorriu e disse-lhe um tchau.Sem entender por que ele resolveu segui-la. Quem sabe o dia não estaria de todo perdido. Afinal ela tinha um corpinho que prometia muita coisa. Viu ela entrar num dos acessos à parte da estação e foi atrás. A mesma não se dirigiu para o saguão das bilheterias e nem desceu as escadas rolantes que a levaria até outras saidas.Sentou em um dos muitos bancos que ali ficavam a disposição das pessoas. Parou no meio da escada e ficou observando-a. Era uma jovem interessante, muita atenta á leitura e com esse pensamento desceu os últimos degraus indo em sua direção. Ao vê-lo se aproximar, ela esboçou um leve sorriso. Ele sentou-se junto dela, que o olhou atrevidamente.
___Está me seguindo? - perguntou sorrindo de forma a desarma-lo da timidez que parecia ter.
___No inicio, não. Mas depois do esbarrão...
___Aah! Quer dizer que todos que esbarrão em sua bunda, você segue? - perguntou sorrindo
___Parece que sim. Ainda mais se for uma garota simpática como você.
___Eu hein. Que cantada mais maluca.
A comversa foi ficando cada vêz mais unformal. Alfredo, não foi mais procurar emprego e ela deixou de ir estudar. Foram dar uma vol- ta pela cidade e aos pouco o dia foi se findando. Já era noite, quando foram jantar. Ela comeu muito pouco, mas bebeu muita água com
gás. Quando sairam do restaurante de braços dado como namorados ele
sugeriu que fossem a um cinema. Porém ela sugeriu algo que o surpreendeu. Um hotel. Alfredo achou a idéia genial, ainda mais partindo dela. Era um quarto pequeno, limpo, com um pequeno banheiro
que servia ao propósito dos dois. Após um banho, que para ela foi bem mais demorado que para ele, se encontraram sobre o leito. Estavam cada um com uma toalha enrolada ao corpo. Na tv, um filme pornô estava sendo exibido, mas pouco estava interessando ao casal.
O olhar de ambos se cruzaram e sugeriram o que veio a seguir. Um beijo demorado fêz com que os dois se aproximassem mais e seus corpos se tocaram. A boca da jovem era macia e seu hálito perfumado.
As coxas dela eram macias e aveludadas, percebeu Alfredo ao deslizar uma mão sobre ela se insinuando sob a tolha que ainda estava no corpo de ambos. Subiu com essa mão pelo meio das coxas que se abriram um pouco para que ele atingisse o seu objetivo que era o sexo, um pouco úmido do banho, mas quente e receptivo ao toque dos dedos. Quando sentiu que os mesmos tinham tocado sua intimidade, ela separou ainda mais as coxas e facilitou o avanço em seu intimo. Estava quente e molhado internamente, pulsando en torno do dedo invasor. A jovem gemeu, estremecendo de prazer, a medida que o dedo parecia querer encontrar o seu ponto G. Alfredo remexia dentro dela como se estivesse procurando algo que tivesse ali dentro perdido.Retirou a toalha que não permitia ver o que fazia e assim se livrou da sua também. A moça que estava olhando para o seu rosto, olhou para baixo e pode ver o membro ereto e pulsante que esperava receber o carinho dela. Sentou-se no leito e depois de se curvar para a frente abocanhou a cabeça do pau que lhe era oferecido. Ela passou a chupa-lo com tanta vontade que era quase impossivel raciocinar. Parecia querer que o cacete descesse garganta abaixo.
Alfredo sentia as bolas doendo e não estava disposto a gozar na boca da garota.Quis devolver uma caricia tão intensa e por isso a fêz se deixar cair de lado e num meia nove lateral, tomou o sexo dela na boca. Tinha um cheiro agradavel e o gosto que sua lingua trazia de dentro dela era extasiante. Ela mantinha-se firme com o seu pau na boca e por vezes chupava as bolas do rapaz. Audaciosa, procurou o seu cú com a ponta lingua. Para Alfredo era novidade e ele gostara daquele carinho. Depois de muito se chuparem ela se posicionou de quatro e ele fincou-lhe o pau em sua entranha vaginal. Enquanto ou-via ela gemer e podia observar a bunda dela uma vontade muito forte de enraba-la surgiu.Retirou o pau melado da buceta e encostou a cabeça nas pregas da garota. Foi forçando e ela gemendo, até que com um empurrão mais firme a cabeça passou e logo atrás todo o membro se
alojou no cú dela. Cadênciando as investidas Alfredo foi se aproximando de um gozo como nunca experimentara com outra mulher. Ela por sua vêz se deixou cair de bruço sobre o leito e pareceu dormir. Com isso o pau escapou e jatos de porra atingiram até a costa dela. Depois de um breve repouso, visto que ela ressonava, Alfredo se levantou e foi tomar uma ducha.Enquanto se banhava percebeu que nenhum dos dois se apresentara. Com delicadeza voltou para o leito se estirando ao lado da jovem. Pegou no sono, mas pouco
dormiu. Ao abrir os olhos se viu só. Olhou no banheiro e nada da jovem, dos livros e revistas. Consultou o relógio. Eram 2horas. Onde teria ido. Ficou intrigado. Se vestiu e foi para a portaria. O porteiro era o mesmo que o vira chegar com a jovem.
___Faz tempo que a garota que entrou comigo saiu? - perguntou esperando ouvir o mais óbvio e não o que ouviu.
___Garota? Que garota? Você chegou aqui sózinho. Não tinha ninguém contigo.
___ Como assim. Ela tem cabelos compridos e longos. Vestia um suéter cinza e uma calça jeans. - disse se desesperando.
___Me desculpe contradize-lo, mas aqui você chegou só.
Vendo que ele estava convicto do que falava, Alfredo fechou a conta
e caminhava pelo saguão, quando uma fotografia em um jornal que estava sobre uma mesinha de centro chamou sua atenção. Pegou o jornal que datava de três dias e leu uma manchete " Jovem desconhecida se mata pulando do Viaduto Sta Ifigênia". Olhou para a
foto e o coração acelerou. Era ela. A jovem que estivera transando
com ela a pouco tempo atrás, ali naquele hotel e que sumira misteriosamente. Observou o cabeçalho do jornal e viu a data. Não, não podia ser.Ele tinha trepado com um defunta. Uma defunta era a estranha garota da lanchonete.
" Naquele mesmo dia no centro da cidade e um bar ou outra lanchonete
uma garota estranha irá entrar. Você não gostaria de estar lá a espera dela?"

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:28 de novembro de 2014 13:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Comentários

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  • paulocass
    Postado porpaulocassem29 de novembro de 2014 15:50

    To fora dessa garota!

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