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A gatinha manhosa chamada Patricia

Janaína, era a tipica mulher que adorava sexo. Sempre que ela e seu namorado saiam, era para terem noitadas exuberantes onde só não rolava drogas pesadas, fora isso valia tudo. Ela achava, bem como ele, que o momento do sexo, era a parte mais deliciosa da vida e que nada poderia impedir que ele fosse consagrado de uma forma totalitária. E eles assim o consagravam. Os motéis da cidade, já tinham sido todos visitados pela dupla. Não gostavam de se juntar a ninguém, com medo de terem que se partilharem,e isso poderia complicar o futuro de ambos no relacionamento, por isso evitavam as baladas que seus amigos curtiam. Quando tinham que curtir esse tipo de diversão, iam para outra cidade ou quanto muito para um bairro bem distante do que os outros frequentavam. Eram livres, não se prendendo a nenhuma norma que pudesse tolher sua escolhas, momentâneas ou não. Só uma coisa não era tolerado entre eles - traição!
Janaína estava fazendo o ultimo ano de odontologia e pretendia abrir um consultório, assim que se formasse. Mário, não queria saber de fazer nada, apenas curtir. Não era um bom futuro para ela, mas a química que sempre os impulsionaram a ficarem juntos, era maior que qualquer coisa. Se fosse preciso ela o sustentaria num futuro próximo. Nunca lhe falara isso para não estimular, mas essa era ideia que martelava em sua cabeça. Amava ele!
Era a ultima aula naquela quinta feira e ela já fazia planos para a sexta e o sábado, pois no domingo tinha que dormir mais cedo por causa do trabalho, em uma loja de lingerie. Desceu os degraus, que a levaria para a rua e dali para o estacionamento em que deixava seu carro. Guardava seus cadernos na bolsa que sempre levava a tira colo a moda hippie, que não notou a direção em que estava indo e nem em quem estava a sua frente e como estava apressada, trombou com alguém que foi com ela ao chão. Sabendo-se culpada, ela se levantou e foi em socorro da outra pessoa caída.
__Me desculpe, eu não estava olhando para onde ia.Você se machucou! - fora a última palavra que conseguira dizer, diante da pessoa, que aceitou sua mão e agora passava a mão no traseiro que sofrera o maior impacto com a queda. Ela estava impressionada coma beleza da jovem de cabelos curtos, olhar tristonho e um sorriso bem cativante. Não sabe por que a presença da jovem mexeu com ela e a fez se sentir atraída. - Você não se machucou?
__Não se preocupe. Não aconteceu nada. Tenho o bumbum macio.- disse sorrindo.
__Olha meu nome é Janaína. Vou lhe passar o meu telefone e caso precise de remédio, é só me ligar. - se apressou Janaína em dizer.
___ Não precisa, não. Estou em ordem. Fique sossegada.
__Não vou conseguir se não souber de você, Por favor fique com meu telefone.-insistiu demonstrando visível preocupação, que demoveu a jovem de continuar se esquivando.
__O.K! Para você ficar mais calma, pode me dar seu número.
Janaína a mediada que falava prestava a atenção em como era delicada aquela menina que a tinha enfeitiçado. Quando ela guardou o celular onde anotara o telefone de Janaína agradeceu.
__Obrigada por sua atenção. A propósito, meu nome é Patricia, mas os mais íntimo me chamam Pati e faço questão que me trate assim.
__Obrigada! Isso quer dizer que vou te ver outra vez? - perguntou toda animada.
__Espero que não seja dessa forma que foi a pouco. - brincou a outra
__Prometo que vou ser mais cuidadosa.
__Assim espero. Bom deixe-me ir, que tenho que pegar um caderno que esqueci em sala de aula e depois tenho que correr para pegar o metrô.
__Onde você mora?
__Zona Leste minha filha, mais precisamente na Penha.
__Puxa que coincidência. Moro na Vila Matilde. Vá pegar seu caderno que te levo para casa, ou você esta de carro?
__Quem me dera! - exclamou a garota.
__Então corre lá que te levo para casa.
__Jura?
__Claro. Estarei te esperando aqui em frente, tá? - disse Janaína indo para o estacionamento enquanto Pati entrava na faculdade.
Esperando a garota no carro, Jana, como era sempre chamada, estava ansiosa por vê-la chegar.
Quando Pati sentou-se ao lado de Jana, esta a olhou de uma forma que a outra perguntou intrigada:
__O quê foi?
__Você é muito bonita, sabia?- disse Jana, vendo Pati ficar corada.
__Obrigada. Você também é.
__Bem, bem, vamos deixar o rasgamento de seda e cair no mundo.
Jana, dirigia muito bem e isso foi dito por Pati que notava a segurança com ela fazia as ultrapassagens. Não demorou muito e depois de ser direcionada para a rua onde morava Pati, estacionou diante de uma casa toda pintada de branco.
__É aqui que me escondo. -disse Pati apontando para a casa.
__Lugar agradável aqui. Você faz quais dias de facu?
__De segunda a quinta praticamente. Sexta feira sabe como é, nunca tem alunos para se passar matéria.
__Verdade! Entra que horas?
__As 19.
__Legal. Podemos ir juntas todos os dias que quiser. Até as sextas.
__Mas sexta não se passa matéria. Não existe aula - tornou a enfatizar a garota, que percebeu o olhar de Jana em seu decote de onde se podia ver parcialmente o que seriam seios perfeitos - Que foi? - perguntou olhando para o próprio decote.
__ Você mostra algo muito bonito pelo decote.
__ Não acho que ele sejam ideais. Queria que fossem maiores. - disse sem malícia, olhando para dentro do decote.
__Acho que são proporcionais a sua graciosidade. - disse Jana, muito perturbada coma presença da jovem.
__Você me deixa sem graça.
__Meninas bonitas, não devem ter vergonha de o ser.- disse levando dedos ao seu queixo o levantando . Aproximou-se de Pati e vendo que não haveria resistência depositou, um sutil beijo, em seus lábios.
Pati, se deixou beijar, sem saber por que mas, estava esperando algo assim. Depois disso sem dizer nada, abriu a porta do carro e saiu. Jana acompanhou sua passagem diante do carro e se encaminhar para o portão de casa. Parou por um instante e se virando, caminhou de encontro a Jana que a olhava pela janela. Se inclinou e foi de encontro a boca dela a beijando de forma mais explicita e depois se voltou e caminhou para o portão que abriu e depois de passar e fecha-lo, soprou um beijo para Jana, que não se cabia em si. Só partiu, quando a porta da casa se abriu, ela entrou, fechou e acendeu a luz da que seria sala.
Jana pouco dormiu, queria que o dia seguinte viesse logo e ela após sair da loja , veria novamente a bela ninfeta. Iria mandar um torpedo, para que a esperasse e se possível arrumasse uma desculpa para dormir fora. Tinha, antes de se safar de Júlio, que a procuraria para as tradicionais noitadas de finais de semana. Seria uma das poucas vezes que não sairiam juntos. Queria curtir a sua princezinha.
Pati retornou o torpedo, dizendo que tinha tudo em mãos, para a alegria total de Jana, que já fazia ideia de onde ia levar, e iria terminar a noite com ela.
Jana e Pati, começaram sua tour, pelas casas mais badaladas no quesito LGBTS e curtiram muito. As duas foram muito assediadas e se divertiram, não ficando com ninguém, pois tinham a si para ficar. Depois de muito dançarem e se beijarem na pista de dança, Jana, pegou os rosto de Pati entre as mãos e depois de beijar-la bem suavemente disse, quase que aos berros, diante do barulho ensurdecedor do som que rolava na pista:
__Estou ansiosa para descobrir por que você me fascina, desde a primeira vez que...trombamos - ambas riram, e ao devolver o beijo, Pati disse:
__Sabia que você me enfeitiçou. Nunca sai com mulher, mas até agora estou adorando, sem dizer que acho que estou gostando...- parou e baixou os olhos, mas Jana, sentindo o coração queimar, a fez encara-la e dizer o que cortara - Estou gostando de você!
__Jura? -gritou Jana toda empolgada.
__Juro!
Rodopiaram pela pista com as bocas coladas e depois foram saindo em direção ao balcão e pouco depois estavam na rua tomando no rosto e corpo o frio da madrugada. Jana, escolheu um motel, onde sempre ia com Júlio, pela sua beleza e tratamento aos hóspedes. Pediu um suíte.
Fez questão de carregar Pati, quando adentraram ao quarto, quê para Pati, era deslumbrante. Foram para a hidro e começaram a se despir, cada uma mostrando aos olhos da outra a beleza que ocultavam com as roupas. O corpo, delicado de Pati se revelou a tentação, que seus seios deixaram transparecer pelo decote no carro,mas não era só isso, os mesmos eram a metade dos de Jana, que os tinha mais avantajados, mas tão belos quanto. Se contemplaram por instantes de depois uma ajudou a outra a entrar na jacuzzi. Ficaram por um bom tempo curtindo a hidromassagem e depois pegaram suas toalhas e uma enxugou o corpo da outra. Estiradas sobre as deliciosas roupas de cama, começaram a se acariciar. Jana se encostou na alta gurda da cama e Pati se aninhou entre suas pernas.
__Você parece uma fadinha, sabia? Acho que és a minha fadinha Sininho - disse Jana se curvando e buscando a boca da jovem em um beijo, onde com a língua, procurou remexer dentro da boca da jovem. Queria engolir aquela pedra preciosa e mante-la dentro de si para sempre, tal era a afeição que estava tendo por ela. Foi se estirando e a mantendo junto de si, com a boca colada na dela, e a mão acariciando o seio mimoso. Pati gemia, entregue ao prazer que estava sentindo. Pousou a mão sobre o monte de vênus de Jana, que separou mais as pernas, esperando pelo toque. Pati, murmurou algo e Jana teve que separar sua boca da dela.
__Me ensina como fazer em você. - pediu a menina olhando languidamente em seus olhos.
Jana, muito apaixonadamente, pegou a mão dela e a levou entre suas pétalas úmidas e perfumadas, a esfregando lentamente de cima a baixo, descendo um pouco mais até que tocou em seu ânus que formigava,prensou um pouco mais em seu clitóris e a fez mexer, um dedo sobre ele. Fechou os olhos e estremeceu, quando Pati acelerou os atritos sobre ele. Abriu a boca e tremeu dos pés a cabeça quando o gozo veio. Fez com que Pati subisse sobre seu corpo e abrisse as pernas sobre o mesmo e viesse com sus boceta até seu rosto pois queria chupa-la. Sentiu a bunda da jovem esmagar seus seios e viu deliciada a delicada gruta, com aquele cheiro de entrega ficar ao alcance de sua boca. Pediu que Pati levasse a mão em sua boceta e a acariciasse enquanto ela já dardejava com a língua toda a zona do sexo jovem. Arquejando, Pati virou um pouco o corpo para trás e depois desceu uma das mãos em direção a vulva de Jana. Dedos se separaram e penetraram na fenda inundada.Uma chupava e a outra masturbava, a primeira gemia a segunda soluçava em meio a tanta fricção e lambidas, as duas se entregavam ao prazer de se pertencerem. De poderem desfrutar de um sexo prazeroso, que mudava a partir daquele momento, ou daquela trombada lá na saída da faculdade, a vida de duas pessoas. Duas? Só? E Júlio, como ficaria? Jana teria que repensar, fazer ou desfazer os nós de sua vida, que tinha agora a gatinha manhosa chamada Patricia!


Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:22 de maio de 2015 13:36

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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