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Do fundo do baú

A grande trepada

As vezes o comportamento humano, foge um pouco da realidade. Por querer tornar as coisas mais excitantes, o homem e a mulher, bolam as vezes, peripécias, que nos deixa até sem folego.
Sandra, era uma mulher que tinha tudo o que queria. Empregados, uma casa chic, conta bancaria invejável, um casal de filhos acima da adolescência e um marido zeloso com os deveres da casa. Com seus 50 anos, aparentando bem menos, uns 42, no máximo, ela esbanjava beleza e sensualidade. Não era raro, os empregados a virem andando com roupas sumárias e até nua. Se divertia,. com o espanto deles, que com o tempo fora se tornando irrelevante.Até Magda, sua filha de 17 anos, as vezes a criticava, mas aderia também a um topless, á beira da piscina, não se importando nem com a presença do irmão. Robson, achava até natural aquela liberdade de mãe e irmã. Não ligava, por ter um temperamento que já vinha alterado desde a infância. Não era muito ligado ao sexo frágil, sempre sendo visto em baladas destinadas aos gays. Era bonitão e nada afetado, mas não escondia que não gostava da companhia de mulheres.
Sandra apesar de bem situada na vida, sentia falta de algo, que a motivasse a ser mais feliz. Depois de ter o segundo filho, no caso filha que era Magda, ela notara que o interesse sexual do marido fora diminuindo até que cessara completamente, ou se destinava a uma trepada por mês, muito maldada diga-se de passagem, e pronto, dever cumprido. Para ela, que não chegava a atingir o orgasmo, era terrível, ter que dormir, só após se masturbar no banheiro da suíte, ou até mesmo na cama ao lado do marido que caia no sono.
Seu marido iria ficar fora, por quase um mês, participando de congressos na América do Sul. Quando o avião decolou do aeroporto Internacional de Guarulhos, SP, ela, Sandra se dirigiu ao carro que a esperava no estacionamento. Consultou o relógio e achou que não iria passar aquela noite, olhando para as paredes. Perguntou ao motorista se ele sabia de uma boa balada no centro da cidade e diante da confirmação do mesmo, ela pediu que ele a levasse para uma delas. Quando lá chegaram, ela disse que ele poderia fazer o que desejasse, mas que ficasse atento ao celular, pois se fosse ficar avisaria, e ao contrario o mesmo a teria que vir buscar.
Era uma bela casa de show, onde a juventude se tornava a maioria. Com sua aparência, ela se passava por uma jovem amadurecida facilmente. Olhando de relance, achou que o ambiente era muito bom e com isso resolvera ficar. O motorista fora comunicado da sua decisão. Conseguiu uma mesa e pediu um drinque associado à casa. Estava se remexendo na cadeira, acompanhando o ritmo da música, quando seu drinque chegou.Sandra ao olhar para a pessoa que a servia, sentiu que o seu coração ia parar. Ficou sem saber o que fazer ou dizer, diante do rapaz que estava a sua frente. A sua beleza, máscula, os olhos de um verde profundo, e aquele peitoril totalmente nu, onde no pescoço apenas uma gravata borboleta era o que procurava se destacar, mas sem conseguir. Pensou que ia desmaiar, quando o rapaz lhe sorrindo, perguntou se ela desejava mais alguma coisa. Sentira vontade de dizer que desejava sim, ele, mas a voz não saiu. Percebendo que ela estava quase que em estado de choque o barista se afastou, não sem antes, não olhar para ela novamente, parecendo estar preocupado.
Sandra, não conseguia mais se concentrar em mais nada. Quando conseguiu se livrar daquele estado letárgico, ela levou o copo, todo elaborado, até a altura da boca e pelo canudo, solveu um gole do líquido aromático e com alto teór alcoólico. Procurou com os olhos o bar, onde conseguiu ver o rapaz que servira, atendendo o pessoal que estava no balcão. Não percebeu que o mesmo não tirava os olhos dela, mas quando se deu conta, apenas sorriu e fez um sinal para que ele lhe trouxesse outro drinque daquele. Se ajeitou melhor, e deu uma puxadinha no decote, expondo mais os bojos sensuais e aguardou. Abriu a bolsa, tirou uma caneta e um bloco de papel e escreveu algo nele. Arrancou a folha dobrou, colocando uma cédula, também, e ficou com ela sobre a mesa. Quando o rapaz chegou e estava efetuando a troca do copo vazio pelo cheio, ela empurrou a folha de papel, que ele logo pegou e enfiou no bolso. Sabia que estava sendo ousada, mas não queria desperdiçar aquela chance de sair com aquele cara lindo, que poderia satisfaze-la muito na cama. Estava carente e queria descontar o jejum a que se via forçada. Quando olhou para o bar, o rapaz lhe fez sinal de positivo, o que a deixou eufórica. Pegou o celular e se comunicou com o motorista, pedindo que ele estivesse a posto em frente ao club. Sandra nunca traíra seu marido em momento algum de suas vida, mas agora ela sentia a necessidade de se satisfazer, de se sentir mulher desejada outra vez, apesar que naquela circunstância, ela estava comprando os serviços de um homem. Não estava dando a mínima importância para isso. Esperou ainda por meia hora até que o rapaz apareceu, já vestido, com uma camisa toda trabalhada. Sentou-se á sua mesa e se apresentou, assim que tomou-lhe as mãos entre as suas. Se chamava Hugo. Disse que estava admirado dela estar ali sozinha e o ter escolhido para companhia. Não falou nada sobre o dinheiro. Papearam por alguns minutos, até que ela quis saber se ele estava livre, no que o mesmo disse que o restante da noite, era só dela caso o desejasse. Ela, não quis saber de mais nada após ouvir aquelas palavras. Foi pagar as bebidas, mas ele, mandou que um de seus colegas, separasse as comandas, que depois ele acertava.Com um braço sobre o ombro dela, se dirigiram para fora, onde o carro já estava esperando, com o motorista do lado de fora, que prontamente abriu a porta traseira ao avista-la. Com o espirito bagunceiro instalado nela, pediu que o motorista tocasse para casa. Agarrada ao rapaz, ao rapaz, eles trocaram o primeiro beijo, sendo observado pelo motorista pelo retrovisor. Hugo sentiu que a mulher, além de carente, beijava muito bem se entregando toda, sinalizando o que desejava, ao colocar a mão sobre sua perna e a direcionar, para o encontro do seu pênis.
Quando chegaram na luxuosa casa, a mesma estava em silêncio, pois todos estava dormindo. Entraram e depois de se servirem de um drinque, sentaram no sofá e partiram para as carícias. Hugo, chupava o pescoço de Sandra causando arrepios por todo o corpo. Ela estava sentindo um calor enorme, ao conseguir tirar o pau do rapaz para fora e ver a beleza que o mesmo era. Passou a mão por toda a pica e depois se debruçou sobre ela e a tomou na boca. Chupava alucinadamente, sentindo a mão dele a lhe bolinar os seios. Queria ir para o quarto, mas as preliminares, ali na sala estava tão gostosa que ela não estava muito com pressa de sair dali. Teve a saia, suspendida, deixando suas belas coxas á mostra. Hugo, olhou admirado, a plastica daquela mulher, percebendo que ia se dar bem. Procurou se desvencilhar das roupas e assim mostrou a ela que era realmente um belo exemplar de homem. Diante daquela nudez e do pau que soberbamente se mostrava duro, ela se desfez da calcinha e levantando a saia,se acocorou sobre as pernas do rapaz. Não colocou o pau dele dentro de sua boceta, pois desejava se deleitar com o mesmo, antes da posse. Desejava ser fodida, na sua cama, onde era super infeliz, como uma forma de vingança. Se beijavam de forma ardorosa, com Hugo acariciando sua bunda que ele descobrira e deslizava os dedos pelo rego dela. Sandra estava em pleno delírio. Por ela, só de ficar sendo acariciada e por acariciar o corpo daquele rapaz belo, já valia a pena, mas sabia que o melhor estava ainda por vir. ( continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:5 de setembro de 2015 18:41

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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