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Do fundo do baú

A grande Trepada 2

Sandra, sentia o pênis do rapaz a lhe roçar a vulva entreaberta, naquela posição que adotara sobre o mesmo. Cada poro do seu corpo estava aberto, diante da tesão que a consumia. Era a primeira vez que levava um homem para sua casa a fim de ter uma relação com ele. Não estava nem ai com o que poderia acontecer, queria por para fora toda a eroticidade que estava acumulada dentro de si, naquela abstinência forçada que o marido a obrigava a ter. Temia apenas uma coisa em tudo aquilo. Que seu filho Robson, não aceitasse, pois o mesmo tinha um ciume exagerado a seu respeito, mesmo com o pai, imaginava então com um estranho. Mas mesmo assim tinha que levar a cabo o que a levara a trazer Hugo para aquela casa. Com os seios sendo chupados pelo rapaz, ela levava a mão e prensava o membro dele entre seus lábios vaginais, deixando aquele ariete todo molhado do suco que dela vertia. Levantando-se do colo do rapaz, o pegou pela mão e se encaminharam rumo a suíte. Olhava para o pau dele enquanto caminhava e se sentia já empalada por ele em meio a turbilhão de sensações de prazer. Adentraram ela fechou a porta a chave, pois não desejava ser incomodada de forma alguma. Não se importou da roupa do jovem ter ficada toda espalhada sobre o sofá da sala. Sentou-se na cama e pediu que ele se aproximasse. Quando o teve a distancia desejada, tomou o pau dele na mão e depois de fricciona-lo bem o tomou na boca. Chupou, aquele peça de carne, como se fosse um picolé num dia de muito calor. As vezes babava sobre o mesmo para em seguida o sugar ruidosamente, deixando de fora apenas os testículos. Acariciava a bunda do rapaz e corria os dedos no rego dele para depois descer as mãos para as coxa peludas. Hugo, não sabia mais o que pensar. Uma mulher que parecia ter tudo na vida, além de ser muito bonita e e ter aparentemente um corpo maravilhoso, necessitava, ir a uma balada buscar alguém para transar? E o seu marido, onde ficava em tudo isso? Ou será que não tinha marido? Divorciada, talvez. Ou poderia ser uma viúva, por que não? O que importava mesmo era que ele ia se dar bem. Se ela queria rola, a teria e ele sabia que iria se dar bem, monetariamente falando.
Sandra, que ainda estava vestida, tratou de se desfazer da roupa e ficar em igualdade de condições que o rapaz e assim o deliciar com seu corpo estupendo. Quando os dois deitaram na cama, ele procurou sua vulva, que passou a chupar enquanto a bolinava no clitóris com um dedo.
__ Isso, meu amor, me chupa com vontade. Me faz gozar em sua boca.Mexe no meu grelo com mais rapidez, pois acabo gozando. Uuiii, que gostoso. Paixão, passa a língua mais embaixo. Isso. aí mesmo. Aaaii, que delicia. Ui...você tocou no meu cu. Faz de novo, faz. Aaahh!!! Como é gostoso a tua língua lambendo o meu cu. Agora vem me foder, vem. Enfia essa pica em minha boceta gulosa, vem.
Hugo escalou o corpo formoso e se posicionou entre as coxas da mulher, que direcionou a cabeça da pica para sua entrada vaginal.
Quando ela sentiu que estava na rota certa, empurrou a pélvis de encontro a vara, que foi entrando e sua totalidade. Hugo, passou a estocar a vagina super molhada, enquanto que uma de suas mãos passando por baixo da bunda da mulher, acariciava sua bunda, mergulhando um dedo no cu dela. Como ela se empertigava toda, seus seios ficavam mais expostos e ele se aproveitou disso, para os chupar. Mergulhava dentro daquele fêmea com uma vontade que poucas vezes se sentira com ela. Sandra gemeia e se contorcia, procurando deixar que a excitação que a dominava a levasse a mais um gozo. Trocaram de posição, com ela ficando de quatro, exibindo o traseiro maravilhoso, de onde se podia ver pelo rego, que as nádegas entre abertas ficaram, as pregas que fechavam o seu orifício anal. Aguentaria ela, uma penetração naquele delicado lugar? Não custaria tentar. Com carinho redobrado ele a lambeu,. até que a sentiu confortável para enfrentar a penetração. Se posicionou atrás dele e levando a glande para as pregas, passou a forçar. Sandra, estava anestesiada, ansiosa por ser sodomizada, que pouco ligou para a dor aguda que se apresentou ao receber a glande dentro do seu ânus. Hugo, não teve a paciência de ir devagar e foi empurrando até que encontrou obstáculo na investida e parou. Sentiu as pregas se contraindo em torno do seu pau e se curvando sobre o corpo de Sandra, se apossou de suas mamas. Começou a se movimentar e Sandra passou a gemer. Seus dedos estavam inseridos dento da boceta, molhados nos gozos que ela já tivera. Coçava o clitóris com o polegar, movimentando os demais dedos dentro da xana molhada. O que recebia em seu rabo, era para ela, a coroação dos momentos que ela passara se masturbando ao lado do marido que dormia sem se importar com o prazer dela. Sentia, depois de algum tempo, toda a grossura da pica que estava atolada em sua bunda, chegando a reportar para seu tempos de faculdade, onde nos corredores desertos, se dava ao luxo de sentir as saia levantada e um pica quente tentar lhe furar o rabo, mal conseguindo as vezes penetrar a cabeça, terminando por vir acabar o serviço na sua boceta ou entre suas nádegas. Foi arreando o corpo até que ficou de bruços, com Hugo, montado sobre sua bunda, onde via o pau entrando fundo no cu da mulher. Sandra, abatida de tanto gozar, deixava-se possuir e vez ou outra olhava para trás para observar a expressão daquele homem suado que a fodia com energia. Sentiu seu reto se distender mais um pouco e percebeu as contrações do invasor. Logo em seguida, uma quentura gostosa, em jatos, tomou conta do seu canal a levando a se sentir a mulher mais feliz do mundo. Hugo ainda permaneceu dentro dela por longo tempo, antes de se retirar, ainda duro, daquele orifício,que expelia entre pequenos espirros, um chuvisco de porra, que logo em seguida começou a a escorrer fartamente em direção a vulva. Olhou para o lado e vendo o belo rapaz a olha-la, sorriu. Iria lhe pagar de forma régia, por aquilo que ela tivera de melhor e esperava ter muito mais, no decorrer dos dias em que seu marido estivesse fora. Pela manhã, acordou com pancadas na porta. Sabia quem era e não iria atender. Não daquela vez. O filho da mamãe teria que esperar!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:8 de setembro de 2015 11:53

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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