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Do fundo do baú

A loira misteriosa

O pessoal daquele colégio, gostava de contar história de Lendas urbanas, como forma de se divertirem. Não gostavam de participar do grêmio estudantil, pois a futilidade imperava entre os gremistas e não era coisas que eles gostavam.
Naquela tarde, perto do anoitecer, eles se reuniram no mesmo local de sempre e ali se prepararam para terem mais uma noite de muita aventurar que mexiam com o mundo muito além do mundo real.Todos tinham que ter uma boa história já pronta para ser narrada. Os sete amigos, 3 rapazes e 4 garotas, se juntavam em uma casa abandonada, que servia de QG do grupo. Seria uma boa noite de muita diversão.Levavam lanches e bebidas, além de lanternas para que iluminasse o local em que ficariam. Jovens, cheios de vida, nada importava que não fosse a diversão
que alimentava o sonho de todos eles. Gostavam de passar a sair deste mundo real, para se transportarem para o mundo do além. Viviam sua fantasias, dando a elas a veracidade que elas precisavam ter. Havia um sorteio entre eles para ver quem iria iniciar a narrativa daquela tarde que estava se indo. Paulo foi o encarregado de começar a expor a todos, a história daquela noite.
" Magda, era uma bela loira, que naquela época dos fatos, tinha 25 anos. Uma moça que estudava muito para se formar e ser uma boa enfermeira. Ela tinha um namorado que era sua maior paixão, e que se dedicava a ela com uma fidelidade, que a deixava muito feliz. Mas essa fidelidade, era apenas aparente, na verdade ele não era tão bom moço assim. Sempre que deixa de estar com Magda, ele se achava em companhia de outra mulher. Mesmo quando a deixava em casa, ele sabia que na próxima esquina iria cair nos braços de sua nova paixão. Isso iria acontecer naquela noite, logo que saísse da companhia de Magda.
Assim que virou a esquina, percebeu sinal de luz dos faróis de um carro que piscava, chamando-lhe a atenção. Sabia bem quem era e para lá se dirigiu ciente de que aquela noite seria monumental. Assim que entrou no carro o mesmo arrancou e foram parar dentro de um quarto de motel.
A mulher que estava nua sobre a cama redonda, o chamava para que viesse ter com ela o tão esperado encontro amoroso. A mulher, olhava deslumbrada, a pica do homem que estava a sua frente. Sabia muito bem o prazer que aquela peça humana, provocava nela quando a penetrava. Se engatinhou sobre a cama em direção ao macho e pegando no pênis ereto e metendo a boca na cabeça do mesmo, passando a suga-lo com avidez. Olhava para o amante totalmente embevecida e sabia que iria provocar nele uma ejaculação, onde degustaria do sêmen do homem, como sempre fazia. Quando os primeiros jatos, começaram a surgir e atingir o céu da boca da mulher ela se agarrou aos quadris do macho forçando-o e terminar suas esporradas na garganta dela. Depois disso, costumavam tomar um bom banho, pedir algo para beber e com alguns petiscos, recuperarem suas energias para ai sim voltarem a enfrentar a guerra pelo prazer. Era sempre assim. Priscila, esse era o nome dela, exigia de Breno, noivo de Magda, que o mesmo deixasse nela toda sua vitalidade. Procurava prende-lo pelo sexo, e explorava todos seus dotes para o deixar preso a ela. Quando estavam com tudo regenerado, ela ficava de quatro e exigia que ela sodomizasse, o que ele fazia de forma total, levando ela a ter enormes orgasmos.Breno, enquanto executava seus movimentos, estava pensando no que aconteceria se Magda descobrisse suas escapadas com Priscila. Mas que podia fazer se ela era toda espontânea, sempre a fim de partir para uma transa legal descompromissada? Estava pensando assim quando o celular vibrou. Ao verificar a chamada, viu que era de Magda. Entre atender e interromper a deliciosa foda que dava no rabo de Priscila, ele preferiu ignorar a chamada, continuando o seu prazeroso exercício.Olhava para aquela bunda bonita que adorava penetrar, vendo o pau surgir e se esconder naquele orifício, que era perdição de muitos casais. Achava interessante o fato de Priscila sempre lhe aplicar uma felação que culminava com ele esporreando e ela degustando toda sua seiva. Sabia que com isso ela queria prolongar mais a sua estadia com ele, mas estava ficando exaurido com aquilo. As vezes não procurava Magda em seus arroubos sexuais, pois temia não dar conta do que viria depois. Quando sentiu que estava pronto para depositar dentro dela sua semente, ela se apertou a ela e derramou no interior do intestino dela toda sua seiva.
Longe dali, Magda, não estava se sentindo bem.A noticia que tinha recebido lhe provocara uma dor muito forte que lhe pressionava o coração com uma dor lacinante e crescia a ponto de tirar-lhe o folego. Seus pais estavam fora e ela não tinha com quem contar, a não ser com seu namorado , por isso pegou o celular e ligou para ele, pois o mesmo já devia ter chegado em casa á muito tempo. Chamava, chamava e nada dele atender. Estaria dormindo e deixara o alarme no silencioso? A dor aumentava e ela começara a suar frio. O pavor cresceu de forma avassaladora. Já não conseguia caminhar e sentia que estava ficando fraca e a visão ficara turva. Viu o quarto rodar e ela sentiu que estava apagando. Seu ultimo pensamento foi dirigido para seu namorado Breno.
Quando Breno verificou seu celular, percebeu que inúmeras chamadas, haviam sido feitas para aquele numero. Não deu muita importância e apenas olhou para aquele corpo nu que repousava ao seu lado, demonstrando no semblante que a dona dele estava satisfeita com a noitada que tivera, e acariciou a bunda que estava exposta, dando-lhe aquela vontade de se perder entre as nádegas maravilhosas.
Foi a caminho do trabalho, que o celular de Breno, sinalizou a chegada de uma mensagem.Ao abrir, parou e ficou estático, não podendo acreditar no que lia. Se encostou no poste e ficou ali abobalhado. Olhava para todos os lados, como se não soubesse onde estava. A noticia da morte, daquela pessoa o estava levando a um grau de impotência como ele nunca tinha sentido. Pensou na atitude que deveria tomar e em seguida acenou para um táxi que passava.
Chegando na casa de Magna, percebeu aquele grande tumulto de pessoas que ali se aglomeravam. Pediu licença e foi para o interior da residência, onde os pais da namorada inconformados choravam. Procurou pela namorada e fora informado que ela tinha ido até o IML, reconhecer e liberar o corpo da irmã que tinha sofrido um terrível acidente onde o carro que pilotava se chocara contra uma carreta e ela tivera morte instantânea. Quis saber como a namorada estava se sentindo e lhe disseram, que ela estava desesperada, que ligara para ele quando recebeu a noticia da policia, que de posse do celular da vitima quando removeram o corpo, fizera a ligação comunicando o acontecido, mas o celular dele mas o mesmo não atendia. Encontraram ela desmaiada. Breno, sentira uma dor profunda no peito e como louco andava de um lado para o outro. Por que não atendera o celular? Não sabia como iria encarar sua namorada quando a visse. Os minutos se passaram e ele, ali, torcendo para que tudo não passasse de um pesadelo, mas uma sirene de sibilar lúgrebe, pedia passagem na rua a pedestre, anunciando que estava chegando o corpo à casa, onde queriam fazer o velório. Breno, como um automato se dirigiu para fora, vendo a saída de Magda do carro fúnebre. Estava abatida e tinha uma palidez estranha, demonstrando o quanto estava abalada. Quando viu seu namorado, correu até ele e desabou em choro compulsivo. Contou-lhe como ficara ao receber a noticia e a única pessoa que ela pensou em ter por perto, fora ele, mas que não tivera exito. Breno se desculpou por ter deixado o celular no silencioso e a deixando amparada por outra pessoa, se dirigiu para o carro que trouxera o caixão com o corpo da cunhada, para ajudar a transporta-lo para o interior da casa.
Quando foram abrir o caixão para que todos velassem o corpo, ele que estava abraçado a Magda, quis tira-la da visão da irmã morta, mas ela fizera questão de ali ficar obrigando-o a estar com ela. Quando a tampa foi levantada e o véu que envolvia o corpo fora colocado nas laterais do caixão, deixando que todos vissem a ocupante daquele interior, muitos ficaram surpresos com a visão do rosto da defunta.Breno, sentiu que sua mente lhe pregava uma peça. Como podia ser? O que realmente estava ou tinha acontecido? Olhou para a namorada e perguntou:
__A que horas aconteceu o acidente?
__Pelo que eu sei,estávamos juntos nessa hora. Acho que foi na hora que eu sentir aquele calafrio, lembra-se?
Breno, não respondeu nada, apenas aproximou-se mais do caixão e olhou para o rosto da morta, que estampava uma serenidade, que lembrava outra coisa, pois parecia até sorrir, satisfeita, feliz mesmo por ter passado algum momento de plena euforia mesmo depois de morta. Seus cabelos loiro, estavam bem penteados, o rosto ligeiramente maquiado, davam a Priscila, irmã de Magda, a ideia de que estava apenas repousando, após uma bela trepada. Mas se ela morrera, quando ele ainda estava com a namorada, quem estivera com ele pouco tempo depois no quarto de motel e com ele transara a noite toda. Quem era a Loira misteriosa, se ele sempre traíra Magda com Priscila e ela estivera com ele naquela madrugada?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:7 de julho de 2015 09:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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