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Do fundo do baú

A menina e o homem do trem

Com seus 19 anos, e aquele jeito angelical, era uma garota bonita, com sua pele sedosa, moreninha, uma bundinha empinada e que tinha uma mania - adorava se depilar.Não sabia exatamente por que, mas não gostava de ter a xoxota com pelo alguma, preferia ela sempre lisinha. Achava gostosa quando assim estava. Namorava pouco ou melhor achava que não tinha que ficar dando bola para os garotos que achava bobos. Ludmila nunca fora de se apegar a nenhum cara como suas amigas o faziam. Ela inclusive era criticada por isso. Não entendiam como podia uma garota que tinha a aparência que ela tinha, viver sem ninguém.
Ela trabalhava bem longe onde morava na zona leste, mas bem leste mesmo, mais precisamente na Cidade Tiradentes em um conjunto habitacional. Pegava um ônibus que vinha super lotado e depois teria que pegar um trem para chegar ao seu local de trabalho.Com aquele jeitinho delicioso de ser ela atraia os olhares e quase que sempre sentia no aperto da condução, fosse ônibus ou trem, um pau duro em sua bunda. Procurava se esquivar fugir mas as vezes ela mesma compreendia que era impossível ter um mínimo de espaço naquelas verdadeira latas de sardinha.Por isso se sujeitava a passar pela humilhação das encoxadas. Mas naquela manhã ela notou que apesar do pau ter endurecido entre suas nádegas a pessoa procurava se afastar, mas não tinha jeito e voltava a se encaixar no vão de sua bunda.Ela passou a analisar a protuberância e notou que era de um bom tamanho e grossura e estava pulsando quando se encostou mais nela. Não se atrevia a olhar quem estava atrás dela e assim foi até que perdida em seus devaneios eróticos ela percebeu que ninguém mais a subjulgava pois o vagão estava menos cheio. Não tinha condições de saber se quem a estava encoxando estava ali por perto ou se já tinha descido estações atrás de onde estava.Será que aconteceria de novo. Não sabia por que fora pega nesse pensamento. Sorriu mas disse a si mesma que iria ficar atenta da próxima vêz. Trabalhou aquele dia sempre tendo a impressão da dureza peniana estar ainda em sua bunda. A noite teve sonhos com alguém que vinha se encostar nela a deixava toda molhada, pois gozava em sua bunda.Procurou nos dias seguinte entrar no mesmo vagão ou o que pensava ser e ficar bem no lugar do assédio mas nada aconteceu. Chegava a ficar frustrada, não que não encostassem nela, só que não era a mesma dureza e ela não se interessava, saia do lugar ou olhava feio para trás e pronto. Apressada ela tomou seu café e saiu, estava atrasada para tudo. Perdera o ônibus e fora obrigada a pegar uma lotação clandestina se quisesse recuperar o tempo perdido. Mal chegou a plataforma o trem encostou e foi aquele empurra que Deus nos acuda. Mal conseguia mover os braços de tão apertado que estava. Estava com o fone de ouvido ligado e ouvia sertanejo. Na próxima estação entrou mais gente se é que dava, mas parecia coração de mãe que sempre cabe mais um e assim foi.Alguém pisou em seu pé obrigando-a a recuar um pouco e foi ai que tudo aconteceu. Ela sentiu que encostara o traseiro naquilo que tanto vinha lhe tirando o sono. O coração teve suas batidas aumentadas. Se ajeitou da melhor maneira para sentir mais fortemente aquela pulsação do pau.O embalo do trem fazia com que ela se esfregasse na vara dura e quando paravam e entrava mais pessoas o contato era mais definido. Fechou os olhos e embalada pela música se deixou levar pelas ondas do orgasmo. Estremeceu quando sentiu que voltava a si da deliciosa vertigem e tinha certeza de que estava úmida em suas partes intimas. Corou a principio, mas logo se acalmou pois nãos sabia quem estava atrás de si proporcionando aquele momento de êxtase.Uma estação se anunciou e ela percebeu que a pressão diminuía em sua bunda e ela se virou bem a tempo de perceber que no meio de algumas moças estava se preparando para deixar o vagão um homem. Olhou rapidamente para outros pontos e não percebeu nada de concreto. Só podia ser o cara que ia descer com as mulheres. Ficou olhando e quando a porta se abriu e aquelas pessoas começaram a sair o homem se virou e olhou para ela. Esboçou um sorriso tímido e foi carregado pela turba feminina. Na plataforma caminhou em direção de uma das janelas do vagão e a medida que o trem foi saindo ele o acompanhou até que ficou para trás. Ludmila, ficou encantada com o tipo de pessoa que ele parecia ser. Podia ser seu pai pela idade que aparentava. Estremeceu. Por mais que tentasse não conseguia tira-lo da cabeça. No dia seguinte pela manhã no embarque ela começou a tentar achar aquele homem. Procurou naquela multidão e quedou vencida pelo impossível.
__Bom dia. Lotado não? - disse uma voz grave.
Ludmila se virou e ficou vermelha ao notar quem lhe dirigia a palavra. Era o cara que ela procurava. Sem conseguir articular nada apenas abaixou a cabeça. O trem chegou e embarcaram. Ludmila procurou se afastar o máximo possível para não ter contato com o estranho e assim foi até a estação de ele desceu. Ao contrário do que podia aparecer o fato de ignora-lo a deixara mal.Com uma decisão tomada na manhã seguinte ela entrou no trem disposta a falar com ele. Não o viu e ficou chateada, Se ajeitou como pode procurando evitar que alguém ficasse muito colada a ela. No fone de ouvido uma canção de duplo sentido estava tocando. Ela prestava a atenção na letra e se divertia com isso. Olhou para trás e nada viu que lembrasse o estranho, mas ao se voltar...
__Oi,tudo bem?
Frente a ela estava ele. Notou que era bem mais velho que ela. Bonitão, dono de olhos tristes e voz másculas ele a deixou satisfeita. Sorrindo ela respondeu:
__Muito bem e o sr?
__Melhor agora que estou falando com você.Vai para estudar ou trabalhar?
__Trabalhar.
__Não é fácil enfrentar esse aperto todo dia.
__Não.É muito difícil.
A conversa foi interrompida pela entrada de mais pessoas no vagão. Foi instintivo que Ludmila se virou e aproveitando se encostou no estranho. O trem prosseguiu e ela foi percebendo que ele tinha percebido as intenções dela e isso se fêz presente diante da ereção que foi tomando conta do homem.Ela sorriu e se ajeitou mais para senti-lo por inteiro.Já que estava dando mole o faria entender que ele estava mexendo com ela. Audaciosa ela levou a mão para trás e o tocou em sua dureza. Sentiu que ele levou um susto e aos pouco foi entendendo e a deixou sentir tudo o que ele tinha e desejava dar a ela.Naquele aperto onde ninguém notava nada os dois se entregavam a um momento só deles. A mão de Ludmila estava massageando o volume que cada vêz aumentava mais. Naquele vai e vem de pessoas não de imaginava que aquela jovem estava masturbando aquele senhor que podia ser seu pai. Ele não desceu na estação de costume e sim na que ela desembarcou.Conheceu o local onde ela trabalhava e prometeu espera-la a saída do trabalho.De fato quando Ludmila terminou o seu turno de trabalho lá estava ele esperando-a. Nada falaram, já sabiam onde iam e Ludmila estava ansiosa por saber o que a impressionava tanto com relação a aquele homem. Entraram em um hotelzinho barato e foram para o quarto cedido.Assim que entraram ele a puxou para si e deu um tremendo beijo que a deixou sem folego.Abriu sua blusa e mexeu em seus seios bolinando os mamilos que endureceram. Virou-a de costas para ele e rapidamente desceu sua calça e calcinha. Ela se livrou da parte de cima e foi abrir a calça dele. Sentiu uma sensação de prazer acumulado quando viu surgir em sua mão um membro roliço e de cabeça avermelhada que ereto era acariciado. Ele a levou para a cama e a fêz se deitar. Abriu suas pernas e ficou olhando para sua xoxota depilada e a beijou com carinho. Passou o dedo dentro dela e alcançou seu grelínho. Ludmila sentiu um choque e um calor intenso percorrer o corpo todo. Ela que não estava nem ai com os rapazinhos estava tendo seu gozo intenso com aquele coroa que a estava tratando como ela sempre sonhara.Tirava o dedo e beijava aquela xana escancara-da. Virou-a de costas e alisava sua bunda chamando-a de sua princezínha. Separou as nádegas e beijou o cuzinho que piscava. Chupava com delicadeza aquela lindeza de mulher. Ludmila gemia se deliciando com aquele carinho.Chamou-a para que a cavalgasse e lhe penetrasse ali naquele lugar que ele tanto acariciava. Sabia que sentiria dor mas queria ter aquele homem dentro de si justamente no lugar em que ela o sentira pela primeira vez. Se agarrou no travesseiro quando sentiu a cabeça do pau ir forçando suas preguinhas. A dor era forte e ela mordia os lábios fazendo careta. Vagarosamente o pau foi entrando e depois parou de avançar. Ele se acomodou sobre seu traseiro, esperou um pouco e começou a fode-la. Aos pouco ela foi se acostumando com a pica no cú e a dor foi cedendo lugar a uma intensa euforia. Suava mas estava atenta a cada estocada que levava. Não se controlava nos gozos que vinham e escorriam pela sua buceta, que ela tinha uma mão nela. A respiração estava trôpega mas Ludmila queria que ele fosse mais rápido nas investidas. Ele pedia para ela ter calma e aproveitar a rola dele com intensidade. Chamava ela de gatinha gostosa e que ele a desejava muito. Com essas palavras passou a ejacular no cú da jovem que o recebeu com alegria. Outros encontros tiveram e Ludmila agora é encoxada todos os dias pelo homem que conquistara a sua confiança e todo seu corpo.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:26 de dezembro de 2014 00:11

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Comentários

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  • Leh
    Postado porLehem5 de setembro de 2016 15:27

    Gozei gostoso...está de parabens

  • Leh
    Postado porLehem5 de setembro de 2016 15:27

    Gozei gostoso...está de parabens

  • claudiosorocabasp
    Postado porclaudiosorocabaspem19 de fevereiro de 2016 13:47

    Moro em sorocaba e quero conhecer mulher fogosa ou casal liberal cujo marido sinta prazer em ver a esposa comigo.
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