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A Moribunda

"Paz! Descanse em paz. Palavras que pouco diz a não ser que o fim, chegou. Quem gostaria de ouvir essas malditas palavras? Nenhum sêr vivo. A não ser que..."

Samuel sempre que podia, ia até aquela pracinha. Ficava bem no caminho que ele fazia para ir a faculdade. As vêzes, sentava em um daqueles bancos e ficava olhando as pessoas. Tentava advinhar o que cada uma estava pensando ou o que estivera fazendo antes de se dirigir para lá. Imaginava, cada um com seus problemas e ficava ás vêzes, assustado com o retorno que a sua mente lhe devolvia. Era assustador. Todos tinham suas penitências a cumprir. Como aquela mulher chorando no banco a sua frente.Qual seria o problema dela.Era uma mulher bem trajada, cabelos arrumados presos por uma tiara, roupa bem discreta.Enfim uma mulher comum. Porque chorava? Resolveu aborda-la, temendo a sua reação.
___Desculpe. Estava sentado ali e percebi que a senhora estava chorando. Posso ajuda-la em alguma coisa?
Depois de secar os olhos com um lenço, a mulher levantou a cabeça. Era bonita. Teria uns 40 anos.
__Obrigada pela sua atenção, meu rapaz. Mas creio que ninguém pode me ajudar neste momento, tão triste da minha vida.Estou prestes a perder uma pessoa querida. Tenho uma filha em estado terminal. Tem apenas mais 3 dias de vida.
__Puxa. Que barra pesada. Mas o que ela tem?
__Segundo os médicos é uma doença degenerativa rara.
__Sinto muito pela senhora. Tenha forças para esse delicado momento.
__Na verdade, eu estou conformada com a "partida" dela. Apenas me sinto arrassada,por não poder satisfazer sua última vontade. As pessoas a quem eu recorri, inclusive querendo pagar,me chamaram de louca quando souberam do que se tratava e se afastaram de mim.Só tenho o apoio, ainda, do meu marido. Ele também está disposto a tudo para dar uma alegria a nossa filha.
__Mas o que é tão impossivel de ser realizado?
A mulher olhou bem nos olhos de Samuel e disse séria:
__Conseguir um homem, que aceite transar com ela.
Samuel levantou-se do banco, onde sentara e encarou a desconhecida, incrédulo com o que ouvira. No que ela retrucou:
__Está vendo agora?
__Olha minha senhora, eu mesmo, estou propenso a achar até, que isso é uma pegadinha. È uma brincadeira, não é?
__Quisera que fôsse, estaria mais tranquila. Essa doença não é contagiosa, mas o fato de minha filha estar se despedindo desta vida, deixa as pessoas assustadas. E isso é so uma questão de humanidade. Naão sei o que fazer, para realizar essa sua última vontade.
Enquanto ouvia ela falar, Samuel digeria cada palavra e imaginava a cena dantesca, que seria foder praticamente um cadáver. Uma experiência diferente, inusitada.
__Eu topo!
__O quê? Que foi que disse?
__Eu disse que topo transar com sua filha.
A mulher se levantou, abraçou o rapaz e efusiasticamente, beijou-o na boca. Se desculpou. Samuel disse a ela que não deveriam perder mais tempo. Poderia ir ver a filha dela naquela noite. A Mulher concordou e se apresentou. Chamava Maristela.
Enquanto esperava na bela sala de estar, Samuel tentou imaginar como seria meter com uma pessoa doente prestes a morrer. Estaria muito debilitada?
Mãe e filha entraram na sala e Samuel teve uma agradavel surpresa. Diante de si com um sorriso cativante, uma bela moça fois apresentada como sendo Estela.
Samuel tomou-lhe a m,ão beijando-a. Era muito bonita e se não estivesse sabendo da condição de saúde dela, juraria que ela seria mais saudável do que
ele. Sentaram no sofá e começaram a conversar. Riram de uma piada e pouco depois Estela fêz questão de entrar no assunto que trazia o rapaz ali. Estava contente por Samuel ser boa pinta. Este por sua vêz achou-a muito corajosa por encarar aquela situação com altivez. Não disse nada, apenas pegou sua mão e a depositou sobre a sua dureza masculina sob a calça.Estela fechou os olhos, suspirou e apertou a saliência com seus dedos finos.Ser beijaram com sofreguidão e Samuel começou a abrir sua blusa expondo um belo soutien meia taça, que escondiam dois seios pequenos. Estela se levantou e tomando-o pela mão o levou para seu quarto. Tirou o soutien, mostrando o seios juvenil e se deitou na cama. Samuel se despiu por completo e foi em sua companhia. Ela olhava estasiada a pica dura que avançava em sua direção. Pediu para chupa-la e Samuel aproximou o membro de sua boca. Estela, primeiro beijou a glande, lambeu todo o pau e depois abocanhou o mesmo com gulodice. Engasgou quando a cabeça tocou-le o inicio da garganta. Lágrimas brotaram de seus olhos. Retirou o pau da boca e chupou os ovos metendo-os na boca. A mão de Samuel deslizava dos seios , passava pelo ventre , sobre o pêlos e atingia a buceta muito molhada.Brincou com o grelinho dela ouvindo-o gemer e separar mais as coxas. Enfiou um dedo na buceta e ao retira-lo escorregou o mesmo para o cúzinho massageando o mesmo.
_ Você chupa muito gostoso Estela.Passa mais a lingua na cabeça. Isssso, mais. aperta as minha bolas com os dedos. Mais um pouquinho. Agora chupa a pica toda.
Estela atendia prazeirosamente as ordens de Samuel e com o dedo dele no cú e na buceta, gozava muito. A jovem, largou o pau de Samuel e puxando-o sobre si separou e levantou as pernas pedeindo que ele a possuisse. Quando Samuel entrou em sua buceta notou que ela não era virgem o que significava que alguém já tinha entrado ali. O pau entrou todinho, em meio de gemidos da moça. Samuel bombeou com vontade a buceta enxarcada. Para Estela o mundo se resumia na pica que tava dentro dela e do macho sobre si. Samuel deu muito prazer a ela naquela posição, porém achou que já que ela iria daquela para melhor em breve porque não dar-lhe uma pintada no cú. Saiu de dentro dela e postou de bruço. Montou sobre sua delicada bundinha e depois de separa-la a salivou e ainda com o pau besuntado da sua gosma intima, colocou a cabeça sobre as pregas e pressionou. Estela com a cabeça sobre o travesseiro, mordia a fronha e batia os pés na cama. Tentava suportar a rola entrando em seu rabo, mas não impedia de lágrimas rolarem dos seus olhos. Sentiu o pêso do corpo do macho sobre si e ao voltar o rosto para trás, foi longamente beijada. Aquela caricia, permitiu que a pica entrasse toda e Estela pouco sentisse. Sanuel bombou por minutos o cú que agora apertava a rola com vontade. Sanuel acelerou as metida a medida que o seu gozo se aproximava e quando não se conteve mais, sacou o pau do cú de Estela e ejaculou com alta pressão. A porra atingiu os cabelos da moça, suas costa e por fim se derramou no rêgo banhando o cúzinho e escorrendo para a buceta. Cansados ficaram por instantes abraçados. Estela pedira a Samuel que passasse a noite com ela para que pudessem trepar mais e ele aceitou. Pela manhã foi embora, não sem antes ganhar mais um beijo na boca de Maristela.
Dois dias depois o celular tocou. Era Maristela, que anunciava a morte de sua filha Estela.Disse que ela não sofrera e q

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:3 de dezembro de 2014 17:13

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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