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Do fundo do baú

A mulher do seu pai

" O pecado não esta em quem o pratica, mas sim no deixar de pratica-lo."

Otelo, chegava da faculdade sempre as 11,30horas. Ficava a menos de duas quadras de sua casa e por isso mesmo, não havia necessidade de usar o carro.
Naquela noite, por ter faltado professores, foram os alunos dispensados ás 10hs. Caminhava com alguns amigos, que moravam também nas imediações, e ao chegar no portão de casa se despediu e entrou. O corredor externo levava ao seu quarto que ficava nos fundos da casa, se tornando independente, apesar de estar ligado a um banheiro, cozinha um outro quarto uma sala e um terraço, por onde também podia entrar.Caminhava pelo corredor, onde as janelas dos quartos e cozinha, mais o vitrô do banheiro se abriam, quando ao chegar ao primeiro quarto ouviu sons. Com a atenção mais redobrada, percebeu que eram sons de transa, pois a mulher gemia e pedia que lhe fizesse mais daquilo que estava sendo feito. Curioso parau para ouvir mais:
__Chupa mais meu amor. -dizia a voz feminina -Enterra a língua na sua pitchulinha.Gosto quando você me chupa assim. Me dá um tremendo tesão sabia?
__Eu sei minha linda. - respondeu a voz masculina. Adoro chupar você.
Otelo, sorriu e seguiu em frente, rumo a seu quarto.
No dia seguinte, na hora do café, após fazer a higiene matinal, foi para a cozinha, já sentindo o delicioso aroma do café que Marta, a mulher do seu pai, passava pelo coador.
Marta, era uma mulher, ainda jovem, com seus 25 anos, boa aparência, cabelos curtos aloirados, baixa estatura, mas muito bem feita de corpo, que parecia uma adolescente, que se casara com o pai de Otelo que a algum tempo estava viúvo. Estava grávida de 6 meses e ostentava orgulhosa a barriga, com roupas justas, ou que pudesse mostrar o volume que a deformava a cada dia.Eram dela os gemidos da noite passada, nos embalo das caricias orais de Rômulo seu marido,pai de Otelo. Os três viviam naquela casa em perfeita harmonia. Marta, curtia muito seu enteado, que as vezes era confundido como seu namorado, quando saiam juntos, pelas pessoas que não os conheciam direito. Gostava dela e fazia questão de demonstrar, as vezes criando até um clima muito íntimo, como o cumprimento matinal onde trocava selinhos na frente de Rômulo, que não via nenhum mal nisso.Naquela manhã porém, os olhos de Otélo lampejavam um interesse diferente do costumeiro, ao olhar para Marta. Seu pai saíra para o trabalho e se despediu beijando ardorosamente a esposa e acariciando sua barriga. Enquanto tomava sua xícara de café, o filho olhava a cena e pensava em como tinham feito aquela gravidez. Sentiu que ficava excitado com aquele pensamento e procurou desviar sua atenção. Assim que o marido saiu, Marta veio se sentar a mesa e procurou se juntar ao enteado naquela primeira refeição do dia. Otelo volta e meia a olhava, mesmo sem querer e se via com a madrasta pedindo a ele o que pedira ao seu pai na noite anterior. Como seria transar com uma grávida? Sempre ajudava Marta nos afazeres domésticos, já que não trabalhava e ela estava naquele estado. Quando terminava de arrumar a cozinha, ia verificar se tinha roupas para serem lavadas e se houvessem, ele as levava para a maquina de lavar e depois de limpas as estendia no varal. Estava colocando pregador em uma peça intima de Marta quando esta se aproximou e como fazia sempre sem qualquer tipo de querer constrange-lo, o abraçou por trás. Era uma forma de demonstrar o seu agradecimento.Ele estava colocando pregador em uma peça íntima dela quando esta falou:
__Fico meio encabulada por você lavar e dependurar minhas peça intimas. Não estou doente, só gravida, portanto posso muito bem fazer muitas coisas que você ignora.
Ele sorrindo, sem se voltar concordou:
__Realmente gravidez, não é e nunca foi uma doença, a não ser quando a mãe ou a criança correm risco de vida. Fora isso, tudo é normal.Mas eu adoro poder ajudar você que é uma verdadeira mãe para mim e uma excelente esposa para o meu pai. Isso me basta. -completou se voltando para ela, que o encarava com lágrimas nos olhos.
__Você é muito bom, sabia? Feliz da mulher que o desposar. Por falar nisso, quem é ela? - quis saber, seguindo-o em direção a lavanderia.
__Ela quem?
__A sortuda que você namora.
__Não tenho ninguém.
__Ah, vá! Não acredito. Um partidão como você, elas estão deixando livre? Eu não deixaria. - concluiu, quando ambos deixavam a lavanderia para ingressarem na cozinha e se dirigirem para a sala, onde sentaram no mesmo sofá.
__Mas ai é que está o grande problema Marta, você não alguma delas.Por que se fosse e eu estivesse contigo, eu sim seria um cara de muita sorte. Te admiro muito como mulher. - confessou sem saber que estava colocando o carro na frente dos bois.
__Por quê como mulher? - perguntou ela encarando-o séria.
__Bem...eu te acho uma pessoa incrível e muito centrada. Na tua idade,ultimamente é difícil se encontrar uma mulher com tanta personalidade, e olha que eu falando do fato de você ser muito jovem e bem amadurecida. Você não é banal, sabe bem o que quer.
__Puxa, obrigada por me analisar desta forma. Fico lisonjeada e não sei o que dizer para lhe agradecer por pensar assim a meu respeito. Por isso e outras coisas mais é que nutro essa admiração por você, meu enteado. Enteado que considero como filho.
__Você sabe bem que temos a mesma idade e que as vezes nos confundem como namorados, portanto, ser seu filho é bem difícil por isso.
__É o motivo pela qual nunca me chamou de mãe? Não, que eu queira tomar o lugar dela...longe disso. Apenas gostaria de ser chamada assim pelo menos uma vez, por você.- completou levando a mão até sua cabeça e desalinhando seus cabelos. - Mas não quero força-lo a nada. Quando se sentir a vontade e com vontade, estarei aqui para ouvir.
Aquela conversa ficara na mente de Otelo, que a associava com o tinha ouvido de íntimo, quando sua madrasta e seu pai estavam transando. O tempo fora passando e a barriga de Marta crescia cada vez mais, o que a deixava mais manhosa, carente em uma série de coisas, com o marido tendo todo o cuidado possível com ela. O enteado por sua vez a cobria de atenções, que ela gostava.Ela estava se sentindo imensa e numa dessas tarde em que estavam a sós na sala, ela deitada, como sempre fazia, no colo dele, se queixou:
__Sabia que estou muito chateada?
__Que foi que eu fiz? - se espantou o rapaz.
__Não. Que é isso. Você nunca me faz nada para me chatear. É seu pai.
__Meu pai? Mas como. Ele te adora.
__É, pode ser, mas não me trata como antes. Não estou doente e sou uma pessoa carente, sabia? - disse fazendo beicinho.
__Mas o que foi que ele fez para te deixar chateada.
__O que ele não faz, você quer dizer.Ele não me procura mais. Parece que perdeu o interesse por mim. Estou tão feia assim?
__Claro que não. Muito pelo contrario, você esta é muito sexy.-completou olhando para suas coxas, que o short deixava a mostra.
__Jura, que esta sendo sincero comigo? - choramingou ela.
__Marta, eu não tenho motivos não o ser.
__Então por quê ele não me procura mais?
__Sei lá. Tem homem que a medida que a mulher se aproxima de dar a luz, ele fica com receio de prejudicar o bebê. Ele talvez tema na hora aga, ficar mais afoito e...sei lá. Pode ser isso.
__E eu como é que fico? Pode ser prejudicial também a falta de sexo. Você não acha que a ansiedade possa até provocar contrações uterinas e vir a provocar um aborto involuntário?
__Nunca ouvi falar nisso. Mas acho que você deve ficar calma e compreender.Falta pouco tempo e acredito que possa ficar numa boa.
__Você é quem pensa. - disse se levantando. - Ando subindo pelas paredes. concluiu se encaminhando para o outro aposento.
Otelo ficou de olho na bundinha dela e não escondeu o tesão que estava sentindo, tanto é que levou a mão ao pau apertando-o. Antes de entrar no quarto ela se voltou pegando-o a olha-la. Sorriu enviando um beijo para ele e entrou fechando a porta. Otelo ficou a imaginar o que faria se tivesse uma mulher como aquela. Seu pai estava pisando na bola. Não tinha nada a ver o fato dela estar com a barriga mais saliente, estava super tesuda. Com todo o cuidado se transava até poucas horas antes dela ir para a maternidade, quanto mais meses. Ela estava muito chateada. Precisava alegra-la e para isso desligou a televisão e foi em direção ao quarto. Ia colocar a mão na maçaneta para abri-la, quando pensou ter ouvido gemido. Colou o ouvido na porta e confirmou que de fato era gemido que vinha lá de dentro. Mas não era gemido de dor. Saiu correndo para fora da casa e torcendo para a veneziana do quarto de sua madrasta não estar fechada, se dirigiu para o corredor externo. Estava aberta e com a vidraça levantada. Aproximou de mansinho e de meia cara olhou para o interior do quarto. Sobre a cama estava Marta, com o short e a calcinha areada em uma perna só, que se masturbava freneticamente. O pau que já estava duro ficou mais ainda e Otelo o acariciava vendo as peripécias de sua madrasta sobre a cama. Sentiu uma vontade de se denunciar e pular a janela para ir satisfaze-la, que quase se denunciou. Viu-a expor os seios e passar a acaricia-los, trincando os dentes em luxúria total. Percebeu quando um violento gozo a atingiu, pois ela prendeu a mão entre as coxas e se virando para o lado da janela, de olhos fechados, mordendo os lábios, estremeceu e se contorceu toda, ficando inerte, mas o corpo manifestando pequenos tremores. Otelo saiu de mansinho e foi para seu quarto onde bateu uma homérica punheta pensando em sua madrasta.
Não podia mais ficar a sós com Marta que seu pau logo ficava em ponto de bala.Era de manhã, um dia chuvoso e pouco se tinha para fazer. Resolveu colocar suas coisas em ordem, para passar mais rápida as horas. A faxina seria completa. Por sua vez, Marta estava na sala vendo televisão. Estranhou a ausência do enteado, sentia falta do seu colo. Chegou na porta do quarto dele e o viu em sua tarefa de por tudo em ordem.
__Porque não me falou que eu vinha te ajudar? - protestou entrando e chegando ao lado dele começou a pegar em roupas que teriam que serem arrumadas nas gavetas.
__Não era necessário. Como pode bem ver já estou terminando. Pode deixar, não precisa me ajudar, não.
__Mas eu quero. E você sabe que não se pode contrariar uma gravida.
__Ok,ok. Pode ajudar.- riu ele olhando com que delicadeza ela dobrava suas roupas e as colocava nas gavetas. Ao pegar suas cueca para dobrar, as estirou entre as mãos e olhando para ele, sorriu.
Quando terminaram de arrumar tudo foram para a cozinha fazer um lanche rápido e depois o sofá da sala os acolheu. Marta estava vestida com uma saia e uma camiseta regata, de onde se podia ver o contorno dos seus seios inchados.Se aninhou nos braços de Otelo e acabou por pegar no sono. Otelo, vendo que ela dormia a sono solto, quis coloca-la em melhor posição, mas o que fez sem querer foi tocar nos peitos dela, notando a saliência dos mamilos. Pensou que o toque fosse acorda-la, mas isso não aconteceu e o desejo foi mais alto em querer tocar na pele dos mesmos. Com cuidado, foi virando o corpo para poder ver com mais realce no que tocava,desceu uma das alça da roupa, que revelou parte do seio e a mancha da auréola. Olhou para o rosto da mulher, que estava sereno e o achou lindo, se inclinou e pousou seus lábios nos dela. Com a ponta da língua procurou separar os dela dando de encontro com os dentes cerrados. A os dedos foram puxando para cima a saia, que ia aos poucos revelando as belas coxas de Marta. Com cuidado, passou a alisar aquela pele sedosa e mais atrevidamente, pousou a mão sobre o sexo da mulher. O que separava de um toque mais íntimo era o tecido da calcinha, mesmo assim procurou por sobre ele a fenda vulvar. Alisou ali. subindo e descendo. Olhou novamente para o rosto dela e o viu sereno. Queria ousar mais tocando na pele do sexo e com mais cuidado ainda, foi enfiando um dedo pela lateral da calcinha e não demorou a sentir a quentura e umidade do sexo palpitante de sua madrasta. Seu coração estava acelerado e apesar do tempo fresco, bagas de suor começou a se formar em sua testa. Voltou a busca a boca que agora estava entreaberta. Sua língua foi abrindo-a mais ainda e ele pode tocar no seu palato. Ele não contava que aquele gesto a acordaria e diante do cenário que se via, explicar o quê? Marta em pé a sua frente o olhava de boca aberta procurando se recompor. Depois por fim falou ao colocar o seio no lugar:
__Você não pensou que eu sou sua mãe? Ou em seu pai?- disse e indo até ele, aplicou-lhe uma violenta bofetada. - Isso é pelo seu atrevimento. E esta é por não ter respeitado seu pai. - aplicou-lhe outro tapa. - E este... - não terminou porque teve sua boca tapada pela dele, que a carregou no colo se dirigindo para o seu quarto, onde a depositou sobre sua cama e sem a largar ficou sobre seu corpo sem colocar o peso do seu sobre o ventre gravido. Marta de surpresa e aparentemente enraivecida, carente como estava, passou a corresponder o beijo do enteado. Estava gostando de sentir que sua mão encontrara um pedaço dele endurecido e pulsante. Não permitia que ele deixasse sua boca e como uma esfomeada loba, ela se auto devorava com ele.Otelo, desceu a mão até a braguilha da calça, desceu o zíper e de dentro da cueca sacou o pau super duro que deixou aos cuidados dos dedos de sua madrasta. Ela o pegou com delicadeza e depois de analisar cada centímetro do mesmo até em baixo, procurou e encontrou os ovos. Apertou um dele, sentindo que escapulia para o lado, tornava a procura-lo e o aprisionar e sentir que estava provocando um tesão muito grande em Otelo. Resfolegando separaram as bocas e se miraram. Havia algo de diferente naquele olhar de ambos e eles logo descobriram que não só se desejavam, mas que havia amor entre eles. Otelo estava amando a mulher de seu pai.
__Quero foder você, Marta! - exclamou desnudando-lhe os seios e tomando os mamilos entre seus lábios alternadamente. Sugou com força
os mesmo e depois passou a lamber as mamas deixando-as molhadas de saliva. Marta estava perdida em seus desejos mais inconfessáveis, querendo que tudo aquilo não fosse uma sonho, para que não se transformasse em um pesadelo. Deixou que o rapaz lhe tirasse a camiseta e passasse a lhe aplicar uma deliciosa massagem nos seios, onde puxava com delicadeza os bicos dos mesmo, a deixando mais ouriçada. Com deleitado prazer facilitou a retirada da saia, ficando só de calcinha. A tortura era grande, quando ele a tocava sobre a mesma forçando o tecido a entrar mais e mais entre seus lábios vaginal. O puxou para si e o mordeu nos lábios pronunciando palavras desconexas:
__Gostoso da mãe.Por que demorou tanto para isso acontecer? Você sempre me quis? - insistia em saber para seu próprio regozijo.
__Sim, sempre a desejei. Principalmente quando você me beijava e mais ainda quando ouvi você gemendo ao trepar com papai. Depois a vi se masturbando e fiquei alucinado. - desabafou dando-lhe beijinhos no rosto todo. - Adorava e ficava com tesão quando achavam que eramos namorados e você não fazia nada para desmentir.
__Oh, tira a minha calcinha e enfia o dedo em mim. -pediu toda amolecida, sendo atendida de pronto. Agora estava núa, de pernas abertas, mostrando a sua xoxota ao seu enteado que se curvava entre suas pernas para depositar demorado beijo, com direito a lambidas em toda aquela preciosidade que brilha em sua umidade fluidificada. Otelo enfiava a língua o mais fundo dentro do canal vaginal e a trazia coberta daquela aquosidade ligeiramente salgadinha, que engolia com prazer. Marta queria te-lo na boca, pediu e foi atendida. Ao ter o pau do enteado a sua frente o tomou na mão, alisou, puxando o prepúcio para baixo e lambeu a glande e mexeu o meato urinário, com aponta da língua. Daquela abertura já se podia sentir o gosto e sabor ,da pré ejaculação. Fechou os lábios em torno da cabeça da pica e foi levando a boca, abocanhando o mastro o mais que pode. Passou a chupar,aplicando um vaivém rápido da boca que não soltava a pica por nada. Se posicionado melhor na lateral do corpo dela, apesar da barriga, conseguia Otelo ter acesso á boceta da mulher e dar-lhe um banho de saliva. Depois de se darem nas preliminares com ênfase, ele se estirou todo no leito e a chamou para cavalga-lo metendo a rola na xoxota. Ajudou-a a ficar de cócoras sobre ele e encaminhou o pau para a abertura vaginal dela. Marta foi descendo o corpo lentamente, deixando se ver que o pau ia sumindo dentro de sua boceta. O sobe e desce do corpo dela, controlando as profundas estocadas deixava Otelo com mais tesão e isso era sentido por ela, que o percebia mais grosso dentro de si. Deram as mãos e como duas crianças brincando, foram dando prazer, sem egoismo ou reticencias. Marta gozava abundantemente olhando com verdadeira adoração para o rosto do seu enteado, dizendo para si mesma, que o amava, que o queria, que o desejava muito. Goza enquanto fazia o exercício do pensamento erótico. Otelo olhava entre os corpos e via seus pau, que coberto por um fluido esbranquiçado, aparecia e sumia na boceta de Marta. Soltaram as mãos e ela se apoiou em seu peito continuando o ato copulativo. Quando se cansou, caiu para o lado, logo Otelo se postou atrás dela e levantando uma de suas pernas procurou com a pica sua boceta e entrou nela.Marta tocava sua boceta, enquanto a pica entreva e saia dela. Apertava os peitos e vez ou outra tinha a volumosa barriga acariciada por uma mão de Otelo. Os dois não se cansavam de meter e ela estava adorando a sua volta aos prazeres de uma foda.Otelo, retirou a pica da vagina e a encostou o cu de Marta. Esta voltou o rosto para trás olhando para o enteado, que pincelava suas pregas, procurando lubrificar o seu objeto de desejo, se curvando um pouco mais sobre seu corpo, autorizou a investida. Gostava de dar o cu, que nunca negara ao marido e não era agora que iria nega-lo ao filho. Otelo pouco se esforçou para adentrar aquele caminho tão cobiçado. Deslizou pelo reto de Marta, até encostar os pentelhos na bunda dela, Deu um tempo e depois de passar um braço sobre o corpo dela e ter na mão um seio, inciou as investidas. Começou lento e foi aumentando. Marta fazia comparações entre pai e filho e não sabia quem era mais gostoso. Não tinha nada que se arrepender e por isso mesmo, imitou o que uma politica disse, se não sentou, gozou barbaridade, acompanhando toda a empolgação de Otelo. O cheiro de sexo já predominava no ar quando ele sentiu que não conseguiria mais se conter. Acelerou e depois de uma profunda investida, se agarrou a ela e passou a despejar seu esperma dentro do cu da sua madrasta. Estavam extenuados,mas saciados. Otelo, acariciava a barriga de Marta que satisfeita e feliz sorria aninhada em seus braços. Sentia a pica ainda em seu cu e desejava que ela nunca deixasse aquele aconchego. Iniciava assim uma parceria entre Otelo e a mulher do seu pai. Beijou-a no rosto e carinhosamente disse:
__Mãe!



Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:16 de março de 2015 08:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Este texto foi lido 852 vezes desde sua publicação em 16/03/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Tony
    Postado porTonyem26 de maio de 2015 21:00

    Muito boa a história

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